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Q2288880 Direito Administrativo
A punição de atos de improbidade administrativa tem fundado dever Constitucional, previsto em seu Art. 37, §4º, ao dispor que “os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos, a perda da função pública, a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário, na forma e gradação previstas em lei, sem prejuízo da ação penal cabível”. A Lei de Improbidade Administrativa – Lei nº 8.429/1992, por sua vez, definiu contornos ao princípio da moralidade administrativa, dando concretude ao preceito constitucional. Considerando os atos de improbidade, à luz da Lei nº 8.429/1992, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Os que importam em enriquecimento ilícito são condutas de gravidade intermediária.
( ) Os que causam cumulativamente prejuízos aos cofres públicos e acréscimo indevido ao patrimônio do agente público são apenas os que importam em enriquecimento ilícito.
( ) Os que atentam contra os princípios da Administração Pública são considerados comportamentos de menor gravidade e não desencadeiam lesão financeira ao erário.
( ) Os que causam prejuízo ao erário não produzem enriquecimento do agente público, mas são considerados de maior gravidade, incorrendo em sanções mais rigorosas.
A sequência está correta em 
Alternativas
Q2288879 Noções de Informática
A imagem ilustra uma planilha do Microsoft Excel 2013 (Configuração Padrão – Idioma Português-Brasil): 


Imagem associada para resolução da questão


Esta planilha possui a coluna A contendo os cincos primeiros meses do ano e a coluna B contendo valores aleatórios. O usuário selecionou a célula B7 e pressionou a combinação de teclas Alt + =; em seguida apertou a tecla Enter. Após a ação do usuário, qual foi o comportamento apresentado pelo Excel através de tal combinação tecla?
Alternativas
Q2288878 Noções de Informática

A área de trabalho é a tela principal do Sistema Operacional Windows em que é possível colocar ícones, acessar aplicativos e visualizar arquivos e pastas. É o espaço de trabalho virtual onde são realizadas suas tarefas diárias no computador. Em certo computador, com Windows 10 (Configuração Padrão – Idioma Português-Brasil), os aplicativos abertos, tais como Browser, editores de textos, planilhas e documentos em PDF impossibilitam a visualização rápida da área de trabalho, gerando, assim, o transtorno de minimizar as diversas janelas até que todas as aplicações saiam da tela para que o usuário possa visualizar novamente a área de trabalho. Este problema pode ser resolvido com teclas de atalho de teclado; as teclas, quando pressionadas juntas, levam para a área de trabalho imediatamente sem a necessidade de minimizar as janelas abertas; assinale-as. 

Alternativas
Q2288877 Noções de Informática
A praga virtual WannaCry se espalhou em maio de 2017 e afetou milhares de computadores ao redor do mundo. Foram exploradas vulnerabilidades no sistema operacional; e, após criptografar os arquivos, sua ação foi exigir o resgate em Bitcoin para desbloqueá-los. Com base nos danos causados pelo WannaCry, a praga virtual pode ser categorizada como:
Alternativas
Q2288876 Noções de Informática
O Google Chrome, um navegador de Internet desenvolvido pelo Google, possui rapidez, segurança, estabilidade e diversas extensões disponíveis em sua Web Store; suas funções internas podem ser acessadas através de atalhos de teclado sem a necessidade do mouse. Com o Google Chrome Versão 116.0.5845.97 (Configuração Padrão – Idioma Português-Brasil) foram realizados diversos downloads. A combinação de teclas que acessa a página de downloads “chrome://downloads/” em uma nova guia é:
Alternativas
Q2288875 Noções de Informática

Os arquivos contidos no computador ficam salvos em dispositivos de armazenamento como, por exemplo, o HD (Hard Disk), que em português significa disco rígido. Devido aos arquivos guardados durante algum tempo, o HD pode ficar sem espaço para armazenar novos arquivos; nesse caso, o usuário pode tomar algumas ações como, por exemplo, apagar arquivos desnecessários, substituir o HD por outro de maior capacidade de armazenamento ou transferir os dados para um HD externo, que, por meio de uma interface, como USB, pode expandir o poder de armazenamento do usuário. Qual símbolo a seguir representa uma interface USB 3.0?

Alternativas
Q2288874 Raciocínio Lógico
Um escritório de contabilidade é dividido em dois departamentos: departamento de pessoal e fiscal. Os funcionários recém-contratados são divididos entre os dois departamentos. Em determinado momento, o número de funcionários que atua no departamento fiscal é três vezes maior do que o número de funcionários atuando no departamento de pessoal e, para reduzir essa diferença, um funcionário do departamento fiscal foi transferido para o departamento de pessoal. Sabendo-se que após tal transferência o departamento de pessoal passou a ter metade dos funcionários do departamento fiscal, conclui-se que o escritório possui quantos funcionários?
Alternativas
Q2288869 Português
A mulher do vizinho


     Contaram-me que na rua onde mora (ou morava) um conhecido e antipático general de nosso Exército morava (ou mora) também um sueco cujos filhos passavam o dia jogando futebol com bola de meia. Ora, às vezes acontecia cair a bola no carro do general e um dia o general acabou perdendo a paciência, pediu ao delegado do bairro para dar um jeito nosfilhos do sueco.
      O delegado resolveu passar uma chamada no homem, e intimou-o a comparecer à delegacia.
     O sueco era tímido, meio descuidado no vestir e pelo aspecto não parecia ser um importante industrial, dono de grande fábrica de papel (ou coisa parecida), que realmente ele era. Obedecendo a ordem recebida, compareceu em companhia da mulher à delegacia e ouviu calado tudo o que o delegado tinha a dizer-lhe. O delegado tinha a dizer-lhe o seguinte:
    – O senhor pensa que só porque o deixaram morar neste país pode logo ir fazendo o que quer? Nunca ouviu falar numa coisa chamada autoridades constituídas? Não sabe que tem de conhecer asleis do país? Não sabe que existe uma coisa chamada exército brasileiro que o senhor tem de respeitar? Que negócio é este? Então é ir chegando assim sem mais nem menos e fazendo o que bem entende, como se isso aqui fosse casa da sogra? Eu ensino o senhor a cumprir a lei, ali no duro: duralex! Seus filhos são uns moleques e outra vez que eu souber que andaram incomodando o general, vai tudo em cana. Morou? Sei como tratar gringos feito o senhor.
      Tudo isso com voz pausada, reclinado para trás, sob o olhar de aprovação do escrivão a um canto. O sueco pediu (com delicadeza) licença para se retirar. Foi então que a mulher do sueco interveio:
      – Era tudo que o senhor tinha a dizer a meu marido?
     O delegado apenas olhou-a espantado com o atrevimento.
    – Pois então fique sabendo que eu também sei tratar tipos como o senhor. Meu marido não é gringo nem meus filhos são moleques. Se por acaso incomodaram o general ele que viesse falar comigo, pois o senhor também está nos incomodando. E fique sabendo que sou brasileira, sou prima de um major do Exército, sobrinha de um coronel, e filha de um general! Morou?
  Estarrecido, o delegado só teve forças para engolir em seco e balbuciar humildemente:
    – Da ativa, minha senhora?
   E ante a confirmação, voltou-se para o escrivão, erguendo os braços desalentado:   
   – Da ativa, Motinha! Sai dessa…


(SABINO, Fernando. Obra Reunida. Vol. 01. Editora Nova Aguilar. Rio de Janeiro, 1996, pág. 872.)  
Certas figuras de linguagem exploram diversas relações de sentido entre palavras ou entre uma palavra e seu significado. Tendo em vista tal alegação, podemos identificar o emprego de recurso expressivo no seguinte trecho:
Alternativas
Q2288868 Português
A mulher do vizinho


     Contaram-me que na rua onde mora (ou morava) um conhecido e antipático general de nosso Exército morava (ou mora) também um sueco cujos filhos passavam o dia jogando futebol com bola de meia. Ora, às vezes acontecia cair a bola no carro do general e um dia o general acabou perdendo a paciência, pediu ao delegado do bairro para dar um jeito nosfilhos do sueco.
      O delegado resolveu passar uma chamada no homem, e intimou-o a comparecer à delegacia.
     O sueco era tímido, meio descuidado no vestir e pelo aspecto não parecia ser um importante industrial, dono de grande fábrica de papel (ou coisa parecida), que realmente ele era. Obedecendo a ordem recebida, compareceu em companhia da mulher à delegacia e ouviu calado tudo o que o delegado tinha a dizer-lhe. O delegado tinha a dizer-lhe o seguinte:
    – O senhor pensa que só porque o deixaram morar neste país pode logo ir fazendo o que quer? Nunca ouviu falar numa coisa chamada autoridades constituídas? Não sabe que tem de conhecer asleis do país? Não sabe que existe uma coisa chamada exército brasileiro que o senhor tem de respeitar? Que negócio é este? Então é ir chegando assim sem mais nem menos e fazendo o que bem entende, como se isso aqui fosse casa da sogra? Eu ensino o senhor a cumprir a lei, ali no duro: duralex! Seus filhos são uns moleques e outra vez que eu souber que andaram incomodando o general, vai tudo em cana. Morou? Sei como tratar gringos feito o senhor.
      Tudo isso com voz pausada, reclinado para trás, sob o olhar de aprovação do escrivão a um canto. O sueco pediu (com delicadeza) licença para se retirar. Foi então que a mulher do sueco interveio:
      – Era tudo que o senhor tinha a dizer a meu marido?
     O delegado apenas olhou-a espantado com o atrevimento.
    – Pois então fique sabendo que eu também sei tratar tipos como o senhor. Meu marido não é gringo nem meus filhos são moleques. Se por acaso incomodaram o general ele que viesse falar comigo, pois o senhor também está nos incomodando. E fique sabendo que sou brasileira, sou prima de um major do Exército, sobrinha de um coronel, e filha de um general! Morou?
  Estarrecido, o delegado só teve forças para engolir em seco e balbuciar humildemente:
    – Da ativa, minha senhora?
   E ante a confirmação, voltou-se para o escrivão, erguendo os braços desalentado:   
   – Da ativa, Motinha! Sai dessa…


(SABINO, Fernando. Obra Reunida. Vol. 01. Editora Nova Aguilar. Rio de Janeiro, 1996, pág. 872.)  
No período “Se por acaso incomodaram o general ele que viesse falar comigo, pois o senhor também está nosincomodando.” (8º§), é correto afirmar que a expressão destacada estabelece entre as orações uma ideia de
Alternativas
Q2288867 Português
A mulher do vizinho


     Contaram-me que na rua onde mora (ou morava) um conhecido e antipático general de nosso Exército morava (ou mora) também um sueco cujos filhos passavam o dia jogando futebol com bola de meia. Ora, às vezes acontecia cair a bola no carro do general e um dia o general acabou perdendo a paciência, pediu ao delegado do bairro para dar um jeito nosfilhos do sueco.
      O delegado resolveu passar uma chamada no homem, e intimou-o a comparecer à delegacia.
     O sueco era tímido, meio descuidado no vestir e pelo aspecto não parecia ser um importante industrial, dono de grande fábrica de papel (ou coisa parecida), que realmente ele era. Obedecendo a ordem recebida, compareceu em companhia da mulher à delegacia e ouviu calado tudo o que o delegado tinha a dizer-lhe. O delegado tinha a dizer-lhe o seguinte:
    – O senhor pensa que só porque o deixaram morar neste país pode logo ir fazendo o que quer? Nunca ouviu falar numa coisa chamada autoridades constituídas? Não sabe que tem de conhecer asleis do país? Não sabe que existe uma coisa chamada exército brasileiro que o senhor tem de respeitar? Que negócio é este? Então é ir chegando assim sem mais nem menos e fazendo o que bem entende, como se isso aqui fosse casa da sogra? Eu ensino o senhor a cumprir a lei, ali no duro: duralex! Seus filhos são uns moleques e outra vez que eu souber que andaram incomodando o general, vai tudo em cana. Morou? Sei como tratar gringos feito o senhor.
      Tudo isso com voz pausada, reclinado para trás, sob o olhar de aprovação do escrivão a um canto. O sueco pediu (com delicadeza) licença para se retirar. Foi então que a mulher do sueco interveio:
      – Era tudo que o senhor tinha a dizer a meu marido?
     O delegado apenas olhou-a espantado com o atrevimento.
    – Pois então fique sabendo que eu também sei tratar tipos como o senhor. Meu marido não é gringo nem meus filhos são moleques. Se por acaso incomodaram o general ele que viesse falar comigo, pois o senhor também está nos incomodando. E fique sabendo que sou brasileira, sou prima de um major do Exército, sobrinha de um coronel, e filha de um general! Morou?
  Estarrecido, o delegado só teve forças para engolir em seco e balbuciar humildemente:
    – Da ativa, minha senhora?
   E ante a confirmação, voltou-se para o escrivão, erguendo os braços desalentado:   
   – Da ativa, Motinha! Sai dessa…


(SABINO, Fernando. Obra Reunida. Vol. 01. Editora Nova Aguilar. Rio de Janeiro, 1996, pág. 872.)  
Os sinais de pontuação são considerados uma parte indispensável da escrita, pois facilitam a leitura e a compreensão dos textos escritos. No decorrer da crônica, as citações entre parênteses têm como finalidade:
Alternativas
Q2288866 Português
A mulher do vizinho


     Contaram-me que na rua onde mora (ou morava) um conhecido e antipático general de nosso Exército morava (ou mora) também um sueco cujos filhos passavam o dia jogando futebol com bola de meia. Ora, às vezes acontecia cair a bola no carro do general e um dia o general acabou perdendo a paciência, pediu ao delegado do bairro para dar um jeito nosfilhos do sueco.
      O delegado resolveu passar uma chamada no homem, e intimou-o a comparecer à delegacia.
     O sueco era tímido, meio descuidado no vestir e pelo aspecto não parecia ser um importante industrial, dono de grande fábrica de papel (ou coisa parecida), que realmente ele era. Obedecendo a ordem recebida, compareceu em companhia da mulher à delegacia e ouviu calado tudo o que o delegado tinha a dizer-lhe. O delegado tinha a dizer-lhe o seguinte:
    – O senhor pensa que só porque o deixaram morar neste país pode logo ir fazendo o que quer? Nunca ouviu falar numa coisa chamada autoridades constituídas? Não sabe que tem de conhecer asleis do país? Não sabe que existe uma coisa chamada exército brasileiro que o senhor tem de respeitar? Que negócio é este? Então é ir chegando assim sem mais nem menos e fazendo o que bem entende, como se isso aqui fosse casa da sogra? Eu ensino o senhor a cumprir a lei, ali no duro: duralex! Seus filhos são uns moleques e outra vez que eu souber que andaram incomodando o general, vai tudo em cana. Morou? Sei como tratar gringos feito o senhor.
      Tudo isso com voz pausada, reclinado para trás, sob o olhar de aprovação do escrivão a um canto. O sueco pediu (com delicadeza) licença para se retirar. Foi então que a mulher do sueco interveio:
      – Era tudo que o senhor tinha a dizer a meu marido?
     O delegado apenas olhou-a espantado com o atrevimento.
    – Pois então fique sabendo que eu também sei tratar tipos como o senhor. Meu marido não é gringo nem meus filhos são moleques. Se por acaso incomodaram o general ele que viesse falar comigo, pois o senhor também está nos incomodando. E fique sabendo que sou brasileira, sou prima de um major do Exército, sobrinha de um coronel, e filha de um general! Morou?
  Estarrecido, o delegado só teve forças para engolir em seco e balbuciar humildemente:
    – Da ativa, minha senhora?
   E ante a confirmação, voltou-se para o escrivão, erguendo os braços desalentado:   
   – Da ativa, Motinha! Sai dessa…


(SABINO, Fernando. Obra Reunida. Vol. 01. Editora Nova Aguilar. Rio de Janeiro, 1996, pág. 872.)  
Assinale a alternativa em que a frase em destaque não é uma oração.
Alternativas
Q2288865 Português
A mulher do vizinho


     Contaram-me que na rua onde mora (ou morava) um conhecido e antipático general de nosso Exército morava (ou mora) também um sueco cujos filhos passavam o dia jogando futebol com bola de meia. Ora, às vezes acontecia cair a bola no carro do general e um dia o general acabou perdendo a paciência, pediu ao delegado do bairro para dar um jeito nosfilhos do sueco.
      O delegado resolveu passar uma chamada no homem, e intimou-o a comparecer à delegacia.
     O sueco era tímido, meio descuidado no vestir e pelo aspecto não parecia ser um importante industrial, dono de grande fábrica de papel (ou coisa parecida), que realmente ele era. Obedecendo a ordem recebida, compareceu em companhia da mulher à delegacia e ouviu calado tudo o que o delegado tinha a dizer-lhe. O delegado tinha a dizer-lhe o seguinte:
    – O senhor pensa que só porque o deixaram morar neste país pode logo ir fazendo o que quer? Nunca ouviu falar numa coisa chamada autoridades constituídas? Não sabe que tem de conhecer asleis do país? Não sabe que existe uma coisa chamada exército brasileiro que o senhor tem de respeitar? Que negócio é este? Então é ir chegando assim sem mais nem menos e fazendo o que bem entende, como se isso aqui fosse casa da sogra? Eu ensino o senhor a cumprir a lei, ali no duro: duralex! Seus filhos são uns moleques e outra vez que eu souber que andaram incomodando o general, vai tudo em cana. Morou? Sei como tratar gringos feito o senhor.
      Tudo isso com voz pausada, reclinado para trás, sob o olhar de aprovação do escrivão a um canto. O sueco pediu (com delicadeza) licença para se retirar. Foi então que a mulher do sueco interveio:
      – Era tudo que o senhor tinha a dizer a meu marido?
     O delegado apenas olhou-a espantado com o atrevimento.
    – Pois então fique sabendo que eu também sei tratar tipos como o senhor. Meu marido não é gringo nem meus filhos são moleques. Se por acaso incomodaram o general ele que viesse falar comigo, pois o senhor também está nos incomodando. E fique sabendo que sou brasileira, sou prima de um major do Exército, sobrinha de um coronel, e filha de um general! Morou?
  Estarrecido, o delegado só teve forças para engolir em seco e balbuciar humildemente:
    – Da ativa, minha senhora?
   E ante a confirmação, voltou-se para o escrivão, erguendo os braços desalentado:   
   – Da ativa, Motinha! Sai dessa…


(SABINO, Fernando. Obra Reunida. Vol. 01. Editora Nova Aguilar. Rio de Janeiro, 1996, pág. 872.)  
Dentre os termos destacados a seguir, assinale o que difere dos demais em relação à função sintática exercida na oração. 
Alternativas
Q2288864 Português
A mulher do vizinho


     Contaram-me que na rua onde mora (ou morava) um conhecido e antipático general de nosso Exército morava (ou mora) também um sueco cujos filhos passavam o dia jogando futebol com bola de meia. Ora, às vezes acontecia cair a bola no carro do general e um dia o general acabou perdendo a paciência, pediu ao delegado do bairro para dar um jeito nosfilhos do sueco.
      O delegado resolveu passar uma chamada no homem, e intimou-o a comparecer à delegacia.
     O sueco era tímido, meio descuidado no vestir e pelo aspecto não parecia ser um importante industrial, dono de grande fábrica de papel (ou coisa parecida), que realmente ele era. Obedecendo a ordem recebida, compareceu em companhia da mulher à delegacia e ouviu calado tudo o que o delegado tinha a dizer-lhe. O delegado tinha a dizer-lhe o seguinte:
    – O senhor pensa que só porque o deixaram morar neste país pode logo ir fazendo o que quer? Nunca ouviu falar numa coisa chamada autoridades constituídas? Não sabe que tem de conhecer asleis do país? Não sabe que existe uma coisa chamada exército brasileiro que o senhor tem de respeitar? Que negócio é este? Então é ir chegando assim sem mais nem menos e fazendo o que bem entende, como se isso aqui fosse casa da sogra? Eu ensino o senhor a cumprir a lei, ali no duro: duralex! Seus filhos são uns moleques e outra vez que eu souber que andaram incomodando o general, vai tudo em cana. Morou? Sei como tratar gringos feito o senhor.
      Tudo isso com voz pausada, reclinado para trás, sob o olhar de aprovação do escrivão a um canto. O sueco pediu (com delicadeza) licença para se retirar. Foi então que a mulher do sueco interveio:
      – Era tudo que o senhor tinha a dizer a meu marido?
     O delegado apenas olhou-a espantado com o atrevimento.
    – Pois então fique sabendo que eu também sei tratar tipos como o senhor. Meu marido não é gringo nem meus filhos são moleques. Se por acaso incomodaram o general ele que viesse falar comigo, pois o senhor também está nos incomodando. E fique sabendo que sou brasileira, sou prima de um major do Exército, sobrinha de um coronel, e filha de um general! Morou?
  Estarrecido, o delegado só teve forças para engolir em seco e balbuciar humildemente:
    – Da ativa, minha senhora?
   E ante a confirmação, voltou-se para o escrivão, erguendo os braços desalentado:   
   – Da ativa, Motinha! Sai dessa…


(SABINO, Fernando. Obra Reunida. Vol. 01. Editora Nova Aguilar. Rio de Janeiro, 1996, pág. 872.)  
Tendo em vista que os elementos de coesão textual são fundamentais na construção textual, estabelecendo relações que contribuem para que haja uma plena compreensão da mensagem, no trecho “[...] eu souber que andaram incomodando o general, vai tudo em cana.” (4º§), a expressão assinalada tem como referente:
Alternativas
Q2288863 Português
A mulher do vizinho


     Contaram-me que na rua onde mora (ou morava) um conhecido e antipático general de nosso Exército morava (ou mora) também um sueco cujos filhos passavam o dia jogando futebol com bola de meia. Ora, às vezes acontecia cair a bola no carro do general e um dia o general acabou perdendo a paciência, pediu ao delegado do bairro para dar um jeito nosfilhos do sueco.
      O delegado resolveu passar uma chamada no homem, e intimou-o a comparecer à delegacia.
     O sueco era tímido, meio descuidado no vestir e pelo aspecto não parecia ser um importante industrial, dono de grande fábrica de papel (ou coisa parecida), que realmente ele era. Obedecendo a ordem recebida, compareceu em companhia da mulher à delegacia e ouviu calado tudo o que o delegado tinha a dizer-lhe. O delegado tinha a dizer-lhe o seguinte:
    – O senhor pensa que só porque o deixaram morar neste país pode logo ir fazendo o que quer? Nunca ouviu falar numa coisa chamada autoridades constituídas? Não sabe que tem de conhecer asleis do país? Não sabe que existe uma coisa chamada exército brasileiro que o senhor tem de respeitar? Que negócio é este? Então é ir chegando assim sem mais nem menos e fazendo o que bem entende, como se isso aqui fosse casa da sogra? Eu ensino o senhor a cumprir a lei, ali no duro: duralex! Seus filhos são uns moleques e outra vez que eu souber que andaram incomodando o general, vai tudo em cana. Morou? Sei como tratar gringos feito o senhor.
      Tudo isso com voz pausada, reclinado para trás, sob o olhar de aprovação do escrivão a um canto. O sueco pediu (com delicadeza) licença para se retirar. Foi então que a mulher do sueco interveio:
      – Era tudo que o senhor tinha a dizer a meu marido?
     O delegado apenas olhou-a espantado com o atrevimento.
    – Pois então fique sabendo que eu também sei tratar tipos como o senhor. Meu marido não é gringo nem meus filhos são moleques. Se por acaso incomodaram o general ele que viesse falar comigo, pois o senhor também está nos incomodando. E fique sabendo que sou brasileira, sou prima de um major do Exército, sobrinha de um coronel, e filha de um general! Morou?
  Estarrecido, o delegado só teve forças para engolir em seco e balbuciar humildemente:
    – Da ativa, minha senhora?
   E ante a confirmação, voltou-se para o escrivão, erguendo os braços desalentado:   
   – Da ativa, Motinha! Sai dessa…


(SABINO, Fernando. Obra Reunida. Vol. 01. Editora Nova Aguilar. Rio de Janeiro, 1996, pág. 872.)  
Assinale a alternativa em que a palavra sublinhada tem seu significado inadequadamente indicado.
Alternativas
Q2288862 Português
A mulher do vizinho


     Contaram-me que na rua onde mora (ou morava) um conhecido e antipático general de nosso Exército morava (ou mora) também um sueco cujos filhos passavam o dia jogando futebol com bola de meia. Ora, às vezes acontecia cair a bola no carro do general e um dia o general acabou perdendo a paciência, pediu ao delegado do bairro para dar um jeito nosfilhos do sueco.
      O delegado resolveu passar uma chamada no homem, e intimou-o a comparecer à delegacia.
     O sueco era tímido, meio descuidado no vestir e pelo aspecto não parecia ser um importante industrial, dono de grande fábrica de papel (ou coisa parecida), que realmente ele era. Obedecendo a ordem recebida, compareceu em companhia da mulher à delegacia e ouviu calado tudo o que o delegado tinha a dizer-lhe. O delegado tinha a dizer-lhe o seguinte:
    – O senhor pensa que só porque o deixaram morar neste país pode logo ir fazendo o que quer? Nunca ouviu falar numa coisa chamada autoridades constituídas? Não sabe que tem de conhecer asleis do país? Não sabe que existe uma coisa chamada exército brasileiro que o senhor tem de respeitar? Que negócio é este? Então é ir chegando assim sem mais nem menos e fazendo o que bem entende, como se isso aqui fosse casa da sogra? Eu ensino o senhor a cumprir a lei, ali no duro: duralex! Seus filhos são uns moleques e outra vez que eu souber que andaram incomodando o general, vai tudo em cana. Morou? Sei como tratar gringos feito o senhor.
      Tudo isso com voz pausada, reclinado para trás, sob o olhar de aprovação do escrivão a um canto. O sueco pediu (com delicadeza) licença para se retirar. Foi então que a mulher do sueco interveio:
      – Era tudo que o senhor tinha a dizer a meu marido?
     O delegado apenas olhou-a espantado com o atrevimento.
    – Pois então fique sabendo que eu também sei tratar tipos como o senhor. Meu marido não é gringo nem meus filhos são moleques. Se por acaso incomodaram o general ele que viesse falar comigo, pois o senhor também está nos incomodando. E fique sabendo que sou brasileira, sou prima de um major do Exército, sobrinha de um coronel, e filha de um general! Morou?
  Estarrecido, o delegado só teve forças para engolir em seco e balbuciar humildemente:
    – Da ativa, minha senhora?
   E ante a confirmação, voltou-se para o escrivão, erguendo os braços desalentado:   
   – Da ativa, Motinha! Sai dessa…


(SABINO, Fernando. Obra Reunida. Vol. 01. Editora Nova Aguilar. Rio de Janeiro, 1996, pág. 872.)  
A coesão textual estabelecida no texto se deve a diversos fatores; dentre eles, o emprego adequado de conectores textuais, garantindo a progressão das ideias apresentadas. Assinale a alternativa cuja identificação entre o termo destacado e seu referente está INADEQUADA.
Alternativas
Q2288861 Português
A mulher do vizinho


     Contaram-me que na rua onde mora (ou morava) um conhecido e antipático general de nosso Exército morava (ou mora) também um sueco cujos filhos passavam o dia jogando futebol com bola de meia. Ora, às vezes acontecia cair a bola no carro do general e um dia o general acabou perdendo a paciência, pediu ao delegado do bairro para dar um jeito nosfilhos do sueco.
      O delegado resolveu passar uma chamada no homem, e intimou-o a comparecer à delegacia.
     O sueco era tímido, meio descuidado no vestir e pelo aspecto não parecia ser um importante industrial, dono de grande fábrica de papel (ou coisa parecida), que realmente ele era. Obedecendo a ordem recebida, compareceu em companhia da mulher à delegacia e ouviu calado tudo o que o delegado tinha a dizer-lhe. O delegado tinha a dizer-lhe o seguinte:
    – O senhor pensa que só porque o deixaram morar neste país pode logo ir fazendo o que quer? Nunca ouviu falar numa coisa chamada autoridades constituídas? Não sabe que tem de conhecer asleis do país? Não sabe que existe uma coisa chamada exército brasileiro que o senhor tem de respeitar? Que negócio é este? Então é ir chegando assim sem mais nem menos e fazendo o que bem entende, como se isso aqui fosse casa da sogra? Eu ensino o senhor a cumprir a lei, ali no duro: duralex! Seus filhos são uns moleques e outra vez que eu souber que andaram incomodando o general, vai tudo em cana. Morou? Sei como tratar gringos feito o senhor.
      Tudo isso com voz pausada, reclinado para trás, sob o olhar de aprovação do escrivão a um canto. O sueco pediu (com delicadeza) licença para se retirar. Foi então que a mulher do sueco interveio:
      – Era tudo que o senhor tinha a dizer a meu marido?
     O delegado apenas olhou-a espantado com o atrevimento.
    – Pois então fique sabendo que eu também sei tratar tipos como o senhor. Meu marido não é gringo nem meus filhos são moleques. Se por acaso incomodaram o general ele que viesse falar comigo, pois o senhor também está nos incomodando. E fique sabendo que sou brasileira, sou prima de um major do Exército, sobrinha de um coronel, e filha de um general! Morou?
  Estarrecido, o delegado só teve forças para engolir em seco e balbuciar humildemente:
    – Da ativa, minha senhora?
   E ante a confirmação, voltou-se para o escrivão, erguendo os braços desalentado:   
   – Da ativa, Motinha! Sai dessa…


(SABINO, Fernando. Obra Reunida. Vol. 01. Editora Nova Aguilar. Rio de Janeiro, 1996, pág. 872.)  
Apesar do texto apresentado possuir predominantemente uma linguagem denotativa, é possível identificar conotação em:
Alternativas
Q2288860 Português
A mulher do vizinho


     Contaram-me que na rua onde mora (ou morava) um conhecido e antipático general de nosso Exército morava (ou mora) também um sueco cujos filhos passavam o dia jogando futebol com bola de meia. Ora, às vezes acontecia cair a bola no carro do general e um dia o general acabou perdendo a paciência, pediu ao delegado do bairro para dar um jeito nosfilhos do sueco.
      O delegado resolveu passar uma chamada no homem, e intimou-o a comparecer à delegacia.
     O sueco era tímido, meio descuidado no vestir e pelo aspecto não parecia ser um importante industrial, dono de grande fábrica de papel (ou coisa parecida), que realmente ele era. Obedecendo a ordem recebida, compareceu em companhia da mulher à delegacia e ouviu calado tudo o que o delegado tinha a dizer-lhe. O delegado tinha a dizer-lhe o seguinte:
    – O senhor pensa que só porque o deixaram morar neste país pode logo ir fazendo o que quer? Nunca ouviu falar numa coisa chamada autoridades constituídas? Não sabe que tem de conhecer asleis do país? Não sabe que existe uma coisa chamada exército brasileiro que o senhor tem de respeitar? Que negócio é este? Então é ir chegando assim sem mais nem menos e fazendo o que bem entende, como se isso aqui fosse casa da sogra? Eu ensino o senhor a cumprir a lei, ali no duro: duralex! Seus filhos são uns moleques e outra vez que eu souber que andaram incomodando o general, vai tudo em cana. Morou? Sei como tratar gringos feito o senhor.
      Tudo isso com voz pausada, reclinado para trás, sob o olhar de aprovação do escrivão a um canto. O sueco pediu (com delicadeza) licença para se retirar. Foi então que a mulher do sueco interveio:
      – Era tudo que o senhor tinha a dizer a meu marido?
     O delegado apenas olhou-a espantado com o atrevimento.
    – Pois então fique sabendo que eu também sei tratar tipos como o senhor. Meu marido não é gringo nem meus filhos são moleques. Se por acaso incomodaram o general ele que viesse falar comigo, pois o senhor também está nos incomodando. E fique sabendo que sou brasileira, sou prima de um major do Exército, sobrinha de um coronel, e filha de um general! Morou?
  Estarrecido, o delegado só teve forças para engolir em seco e balbuciar humildemente:
    – Da ativa, minha senhora?
   E ante a confirmação, voltou-se para o escrivão, erguendo os braços desalentado:   
   – Da ativa, Motinha! Sai dessa…


(SABINO, Fernando. Obra Reunida. Vol. 01. Editora Nova Aguilar. Rio de Janeiro, 1996, pág. 872.)  
Considerando os aspectos e as estruturas textuais, é correto afirmar que o principal objetivo do texto é:
Alternativas
Q2288759 Ética na Administração Pública
Ética é a ciência que estuda, questiona e reflete os comportamentos físicos, psíquicos e sociais praticados contra uma sociedade organizada, com preceitos, normas e regras preestabelecidas, de forma a atingir um convívio social mais justo. Em relação aos conceitos de costumes, moral e ética, assinale a afirmativa INCORRETA. 
Alternativas
Q2288758 Ética na Administração Pública
A ética está presente em todos os lugares onde há um convívio social. No ambiente de trabalho não é diferente; haverá uma organização traçando normas, regras e preceitos de convívio social de forma a atingir a excelência empresarial e profissional. Tendo em vista os conceitos de ética profissional, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Deve-se ter compromisso de confiança, ou seja, o dever de manter segredo sobre fatos sigilosos de que tiver conhecimento em decorrência de privilégios do cargo ou de sua atividade profissional e que só poderão ser divulgados por ordem judicial ou outra situação relevante prevista em lei.
( ) Deve-se ter lealdade e honestidade em relação aos colegas de profissão, tratando-os com o mais puro respeito, consideração e estima, em que a solidariedade do trabalho em equipe sobrepõe-se aos interesses individuais.
( ) Deve-se notificar, antes de qualquer providência, o colega infrator de ter infringido dever funcional, penalidades e renúncias que contrariam o respectivo Código de Ética, dando oportunidade de ampla defesa e imediata correção do erro.
A sequência está correta em 
Alternativas
Q2288757 Sistemas Operacionais
O comando chmod é responsável por alterar as permissões de um arquivo ou pasta no Linux. Analise a seguir o exemplo apresentado do comando chmod.

chmod 754 arquivo.txt

Diante do exposto, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Respostas
21: B
22: D
23: B
24: D
25: A
26: D
27: A
28: D
29: C
30: B
31: B
32: A
33: A
34: A
35: D
36: C
37: A
38: A
39: D
40: B