Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de vila pavão - es

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Q3573747 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O poder do "não" para a nossa saúde mental


Vivemos em um mundo em que ficou mais difícil dizer não. São tantas coisas bacanas pululando ao nosso redor, são tantas as demandas na vida e no trabalho que o "sim" acaba se impondo. É como se o que está fora − as redes sociais, os amigos, os colegas de trabalho, o parceiro ou parceira, a família − importasse mais. E se aquela pessoa ficar com raiva? E se nossa relação ficar abalada? E se eu ficar desatualizado, ficar de fora, perder o emprego, ficar marcado no trabalho? Dirigimos o olhar primeiro para o outro, esquecendo de olhar para nós mesmos.


Não por acaso, muita gente acaba dizendo sim quando queria mesmo era dizer não. Não por acaso, muita gente anda se sentindo sobrecarregada, ansiosa, esgotada ou, no caso do ambiente de trabalho, sofrendo com burnout. Responder apenas com o sim nos custa mental, física e emocionalmente. É cansativo.


Aprender a dizer não é um exercício diário e que começa conosco. Se uma pessoa não consegue falar não a si mesma, não conseguirá dizer não aos outros. É como aprender uma nova competência. Eventualmente, erraremos. Mas, com uma certa insistência, aprenderemos.


O segredo está em colocar na balança os nossos valores e prioridades na vida. Também está em estabelecer o que é mais importante, essencial no dia a dia. Isso vai permitir que você se mantenha mais focado, em vez de querer responder a tudo e a todos. Cada escolha implica em uma renúncia. Não se pode ter tudo.



Estamos mal acostumados a usar a palavra "egoísta". Colocar as nossas necessidades no topo da lista não tem nada de egoísmo. Ao contrário: é determinar que dá para fazer algo apenas quando se pode. Aprender a fazer escolhas, afinal, não só nos define como também define a vida que levamos. É preciso respeitar os nossos limites. Acrescentar essa palavra tão pequena ao nosso vocabulário diário é uma das grandes formas de autocuidado.


https://forbes.com.br/forbessaude/2023/10/arthur-guerra-o-poder-do-nao-para-a-nossa-saude-mental/

Qual é a importância de aprender a dizer "não" de acordo com o texto?
Alternativas
Q3573745 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


'Empresas já leem nossas mentes e vão saber ainda mais com neurotecnologia', diz pesquisadora


Alguns anos atrás, a ideia de "ameaça à privacidade de pensamento" estava mais para 1984, de George Orwell, e para o terreno da ficção científica distópica.


Para Nita Farahany, professora da Universidade Duke (EUA) que se especializou em pesquisar as consequências das novas tecnologias e suas implicações éticas, essa ameaça já é presente hoje e deve ser levada a sério.


A iraniana-americana lançou neste ano o livro The Battle for your Brain: Defending the Right to Think Freely in the Age of Neurotechnology ("A Batalha pelo seu Cérebro: Defendendo o Direito de Pensar Livremente na Era da Neurotecnologia", em tradução livre, sem edição brasileira).


Mas como é possível ler o nosso cérebro? Bem, de fato ainda não existe — como na ficção — uma supermáquina que entra na cabeça de uma pessoa e entrega uma lista completa de ideias e conceitos.


Na verdade, explica Farahany, as defesas da nossa privacidade de pensamento começaram a ser derrubadas sem a necessidade de examinar diretamente o cérebro.


Isso foi possível com a vasta quantidade de dados pessoais compartilhada em redes sociais e outros apps, que é analisada por algoritmos e depois monetizada.



Hoje as companhias de tecnologia detêm informações importantes sobre nós: quem são nossos amigos, qual conteúdo gera emoção (e, importante, que tipo de emoção), as preferências políticas, em quais produtos clicamos, por onde circulamos ao longo do dia e algumas das transações financeiras.


"Tudo isso está sendo usado por empresas para criar perfis muito precisos sobre quem somos e assim entender nossas preferências e nossos desejos", diz Farahany em entrevista à BBC News Brasil.


"É importante as pessoas entenderem que elas já estão em um mundo onde mentes são lidas."


Outra fronteira do nosso funcionamento interno começa a ser explorada com a popularização de smartwatches (relógios inteligentes), que reúnem dados sobre batimento cardíaco, níveis de estresse, qualidade do sono e muito mais.


Mas o avanço da neurotecnologia, com equipamentos em contato direto com a cabeça, leva tudo isso a um novo patamar, com mais dados e mais precisão.


Ela explica que sensores cerebrais são justamente parecidos com sensores de frequência cardíaca encontrados nos smartwatches ou em anéis que medem a temperatura do corpo quando captam a atividade elétrica no cérebro.


"E toda vez que você pensa, ou toda vez que sente algo, os neurônios disparam em seu cérebro, emitindo pequenas descargas elétricas. Padrões característicos podem ser usados para tirar conclusões", afirma.


"Por exemplo, se você vê uma propaganda e sente alegria ou estresse ou raiva, tédio, envolvimento... todas essas reações podem ser captadas por meio da atividade elétrica em seu cérebro e decodificadas com a inteligência artificial mais avançada."


Ou seja, esses sinais cerebrais transmitem o que sentimos, observamos, imaginamos ou pensamos.


Farahany afirma que as pessoas precisam compreender e aceitar que o cérebro "não é interiamente delas".


Essa situação leva a própria filosofia a questionar o conceito de livre arbítrio, ou seja, o poder de um indivíduo de optar por suas ações.


 "Imagine que você se proponha no começo da semana a não passar mais de uma hora por dia nas redes sociais. Aí você descobre no final que você gastou quatro horas por dia. O que aconteceu?", pondera a professora de Direito e Filosofia na Duke.


"Se existem algoritmos projetados para te capturar quando você quer se desconectar, se existem notificações quando você fica muito tempo fora do celular, se você quer assistir a só um episódio da série e o próximo começa automaticamente, você usou seu livre arbítrio? São ferramentas e técnicas projetadas para prejudicar aquilo com que você se comprometeu."


 'Tecnologia em si raramente é o problema'


Farahany, ao contrário do que se possa pensar, é uma grande entusiasta dos avanços da neurotecnologia.


Ela enumera ao longo de The Battle for Your Brain uma longa lista de contextos em que o monitoramento cerebral poderia melhorar a humanidade e salvar vidas.


"O que eu proponho é um equilíbrio. É tanto uma forma de as pessoas enxergarem os aspectos positivos da tecnologia, mas também de estarem protegidas contra os riscos mais significativos", diz.


"Para chegar lá, é necessário mudar a forma como pensamos a nossa relação com a tecnologia. A tecnologia raramente é o problema. Quase sempre é o mau uso."


"Não se trata de encampar posições absolutas do tipo 'tudo isso é ruim' ou 'tudo isso é ótimo', mas tentar definir quais são as funcionalidades dessa tecnologia para o bem comum e quais são os riscos de uso indevido."


Esses cenários de um futuro não tão distante, no entanto, são complexos, cheios de facas de dois gumes.


A neurotecnologia poderá reduzir o número de acidentes fatais ao acompanhar os graus de desatenção e, principalmente, de fadiga que atingem caminhoneiros e condutores de trem/metrô, por exemplo.


Essa mesma funcionalidade pode ser abusada por uma empresa ou escola em busca da produtividade total, em que momentos de distração de um empregado ou aluno são vigiados, registrados e eventualmente punidos.


Uma pulseira que capta ondas eletromagnéticas enviadas pelo cérebro para movimentar braços e mãos poderá transformar esses impulsos em sinais eletrônicos e tornar experiências digitais ou de realidade virtual muito mais intuitivas e integradas.


E há um potencial ainda mais importante nesse dispositivo: o de detectar os estágios iniciais de uma doença neurodegenerativa. A análise das atividades cerebrais como um todo poderá representar um salto imenso para a medicina e a longevidade.


Por outro lado, escreve Farahany no livro, a mesma pulseira também perceberá "se você está envolvido em uma atividade íntima usando suas mãos em seu quarto".


E todos esses dados nas mãos de governos? 


Mas para a professora iraniana-americana a grande preocupação em relação à privacidade individual está em governos de posse de uma gama cada mais ampla de dados pessoais.


Ela relata que o Departamento de Defesa dos EUA financiou uma empresa que desenvolveu um sistema biométrico que combina dados de ondas cerebrais, estados cognitivos, reconhecimento facial, análise das pupilas dos olhos e mudanças na quantidade de suor produzido.


Já na China, uma reportagem de 2018 do jornal South China Morning Post contava que trabalhadores de diversos ramos e integrantes de forças militares do país já usavam monitores de ondas cerebrais para detectar picos emocionais como depressão, ansiedade ou raiva.


Além do uso para melhorar performances e assim o resultado financeiro de empresas, a reportagem dizia que outro objetivo era "manter a estabilidade social" chinesa.


Farahany afirma que, na maioria dos países, as leis sobre privacidade não contemplam explicitamente o direito à privacidade mental.


"Acredito que as Nações Unidas precisam avançar no sentido de reconhecer o que chamo de 'direito à liberdade cognitiva'. Um direito universal que nos direcionaria a uma atualização da privacidade, que diga explicitamente que há direito à privacidade mental, um direito de estar protegido contra interferências na maneira como pensamos e sentimos."


 Ela diz que "liberdade de pensamento" é hoje aplicada e entendida como sendo estritamente a respeito de liberdade de religião e de crença.


"Acho que precisamos expandir esse entendimento para haver uma proteção contra a interferência, a manipulação e a punição contra o pensamento."


 O problema é que a tecnologia se desenvolve sempre mais rápido que o debate e a aprovação de uma legislação, e empresas e governos se aproveitam dos vazios de legalidade.


"Trata-se realmente de tentar descobrir o quanto antes, e também conforme a tecnologia evolui, quais são seus benefícios e riscos. E depois esclarecer o que está em jogo e desenvolver um regime regulatório que aborde isso. Nem sempre é fácil de fazer", reconhece Farahany.



 https://www.bbc.com/portuguese/articles/c88jmpl902lo

Qual é a principal preocupação da professora Nita Farahany em relação à privacidade individual? 
Alternativas
Q3573744 Noções de Informática

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


'Empresas já leem nossas mentes e vão saber ainda mais com neurotecnologia', diz pesquisadora


Alguns anos atrás, a ideia de "ameaça à privacidade de pensamento" estava mais para 1984, de George Orwell, e para o terreno da ficção científica distópica.


Para Nita Farahany, professora da Universidade Duke (EUA) que se especializou em pesquisar as consequências das novas tecnologias e suas implicações éticas, essa ameaça já é presente hoje e deve ser levada a sério.


A iraniana-americana lançou neste ano o livro The Battle for your Brain: Defending the Right to Think Freely in the Age of Neurotechnology ("A Batalha pelo seu Cérebro: Defendendo o Direito de Pensar Livremente na Era da Neurotecnologia", em tradução livre, sem edição brasileira).


Mas como é possível ler o nosso cérebro? Bem, de fato ainda não existe — como na ficção — uma supermáquina que entra na cabeça de uma pessoa e entrega uma lista completa de ideias e conceitos.


Na verdade, explica Farahany, as defesas da nossa privacidade de pensamento começaram a ser derrubadas sem a necessidade de examinar diretamente o cérebro.


Isso foi possível com a vasta quantidade de dados pessoais compartilhada em redes sociais e outros apps, que é analisada por algoritmos e depois monetizada.



Hoje as companhias de tecnologia detêm informações importantes sobre nós: quem são nossos amigos, qual conteúdo gera emoção (e, importante, que tipo de emoção), as preferências políticas, em quais produtos clicamos, por onde circulamos ao longo do dia e algumas das transações financeiras.


"Tudo isso está sendo usado por empresas para criar perfis muito precisos sobre quem somos e assim entender nossas preferências e nossos desejos", diz Farahany em entrevista à BBC News Brasil.


"É importante as pessoas entenderem que elas já estão em um mundo onde mentes são lidas."


Outra fronteira do nosso funcionamento interno começa a ser explorada com a popularização de smartwatches (relógios inteligentes), que reúnem dados sobre batimento cardíaco, níveis de estresse, qualidade do sono e muito mais.


Mas o avanço da neurotecnologia, com equipamentos em contato direto com a cabeça, leva tudo isso a um novo patamar, com mais dados e mais precisão.


Ela explica que sensores cerebrais são justamente parecidos com sensores de frequência cardíaca encontrados nos smartwatches ou em anéis que medem a temperatura do corpo quando captam a atividade elétrica no cérebro.


"E toda vez que você pensa, ou toda vez que sente algo, os neurônios disparam em seu cérebro, emitindo pequenas descargas elétricas. Padrões característicos podem ser usados para tirar conclusões", afirma.


"Por exemplo, se você vê uma propaganda e sente alegria ou estresse ou raiva, tédio, envolvimento... todas essas reações podem ser captadas por meio da atividade elétrica em seu cérebro e decodificadas com a inteligência artificial mais avançada."


Ou seja, esses sinais cerebrais transmitem o que sentimos, observamos, imaginamos ou pensamos.


Farahany afirma que as pessoas precisam compreender e aceitar que o cérebro "não é interiamente delas".


Essa situação leva a própria filosofia a questionar o conceito de livre arbítrio, ou seja, o poder de um indivíduo de optar por suas ações.


 "Imagine que você se proponha no começo da semana a não passar mais de uma hora por dia nas redes sociais. Aí você descobre no final que você gastou quatro horas por dia. O que aconteceu?", pondera a professora de Direito e Filosofia na Duke.


"Se existem algoritmos projetados para te capturar quando você quer se desconectar, se existem notificações quando você fica muito tempo fora do celular, se você quer assistir a só um episódio da série e o próximo começa automaticamente, você usou seu livre arbítrio? São ferramentas e técnicas projetadas para prejudicar aquilo com que você se comprometeu."


 'Tecnologia em si raramente é o problema'


Farahany, ao contrário do que se possa pensar, é uma grande entusiasta dos avanços da neurotecnologia.


Ela enumera ao longo de The Battle for Your Brain uma longa lista de contextos em que o monitoramento cerebral poderia melhorar a humanidade e salvar vidas.


"O que eu proponho é um equilíbrio. É tanto uma forma de as pessoas enxergarem os aspectos positivos da tecnologia, mas também de estarem protegidas contra os riscos mais significativos", diz.


"Para chegar lá, é necessário mudar a forma como pensamos a nossa relação com a tecnologia. A tecnologia raramente é o problema. Quase sempre é o mau uso."


"Não se trata de encampar posições absolutas do tipo 'tudo isso é ruim' ou 'tudo isso é ótimo', mas tentar definir quais são as funcionalidades dessa tecnologia para o bem comum e quais são os riscos de uso indevido."


Esses cenários de um futuro não tão distante, no entanto, são complexos, cheios de facas de dois gumes.


A neurotecnologia poderá reduzir o número de acidentes fatais ao acompanhar os graus de desatenção e, principalmente, de fadiga que atingem caminhoneiros e condutores de trem/metrô, por exemplo.


Essa mesma funcionalidade pode ser abusada por uma empresa ou escola em busca da produtividade total, em que momentos de distração de um empregado ou aluno são vigiados, registrados e eventualmente punidos.


Uma pulseira que capta ondas eletromagnéticas enviadas pelo cérebro para movimentar braços e mãos poderá transformar esses impulsos em sinais eletrônicos e tornar experiências digitais ou de realidade virtual muito mais intuitivas e integradas.


E há um potencial ainda mais importante nesse dispositivo: o de detectar os estágios iniciais de uma doença neurodegenerativa. A análise das atividades cerebrais como um todo poderá representar um salto imenso para a medicina e a longevidade.


Por outro lado, escreve Farahany no livro, a mesma pulseira também perceberá "se você está envolvido em uma atividade íntima usando suas mãos em seu quarto".


E todos esses dados nas mãos de governos? 


Mas para a professora iraniana-americana a grande preocupação em relação à privacidade individual está em governos de posse de uma gama cada mais ampla de dados pessoais.


Ela relata que o Departamento de Defesa dos EUA financiou uma empresa que desenvolveu um sistema biométrico que combina dados de ondas cerebrais, estados cognitivos, reconhecimento facial, análise das pupilas dos olhos e mudanças na quantidade de suor produzido.


Já na China, uma reportagem de 2018 do jornal South China Morning Post contava que trabalhadores de diversos ramos e integrantes de forças militares do país já usavam monitores de ondas cerebrais para detectar picos emocionais como depressão, ansiedade ou raiva.


Além do uso para melhorar performances e assim o resultado financeiro de empresas, a reportagem dizia que outro objetivo era "manter a estabilidade social" chinesa.


Farahany afirma que, na maioria dos países, as leis sobre privacidade não contemplam explicitamente o direito à privacidade mental.


"Acredito que as Nações Unidas precisam avançar no sentido de reconhecer o que chamo de 'direito à liberdade cognitiva'. Um direito universal que nos direcionaria a uma atualização da privacidade, que diga explicitamente que há direito à privacidade mental, um direito de estar protegido contra interferências na maneira como pensamos e sentimos."


 Ela diz que "liberdade de pensamento" é hoje aplicada e entendida como sendo estritamente a respeito de liberdade de religião e de crença.


"Acho que precisamos expandir esse entendimento para haver uma proteção contra a interferência, a manipulação e a punição contra o pensamento."


 O problema é que a tecnologia se desenvolve sempre mais rápido que o debate e a aprovação de uma legislação, e empresas e governos se aproveitam dos vazios de legalidade.


"Trata-se realmente de tentar descobrir o quanto antes, e também conforme a tecnologia evolui, quais são seus benefícios e riscos. E depois esclarecer o que está em jogo e desenvolver um regime regulatório que aborde isso. Nem sempre é fácil de fazer", reconhece Farahany.



 https://www.bbc.com/portuguese/articles/c88jmpl902lo

De acordo com a professora Nita Farahany, como as empresas de tecnologia estão coletando informações sobre as pessoas para entender suas preferências e desejos?
Alternativas
Q3573721 Biologia

Em referência à histologia animal, julgue as assertivas a seguir:


I.Em função dos capilares sanguíneos serem de pequeno calibre nos tecidos epiteliais, apenas o oxigênio e os nutrientes chegam nas células por osmose, ao passo que a saída das excretas segue por outra via.


II.Dessa forma, os resíduos do metabolismo das células epiteliais passam para o tecido conjuntivo adjacente e são removidos pelos vasos sanguíneos.



Fonte: Lopes, Sônia. Bio: volume único. São Paulo: Saraiva, 2004 (modificado).



A partir da análise dessas asserções, é possível AFIRMAR que: 

Alternativas
Q3573720 Meteorologia

A/O (X) é um tipo de ocorrência meteorológica que consiste no resultado de precipitação de flocos, decorrente do congelamento do vapor de água, que se encontra suspenso na atmosfera, tem a capacidade de refletir a luz, tornando-se translúcida e de coloração branca, ocorrendo nas áreas de médias e altas latitudes.



Fonte: OLIVEIRA, Evaldo Vieira de. Meteorologia Aplicada / Evaldo Vieira de Oliveira. Recife: IFPE, 2014.


Substitua corretamente o (X) do texto pela alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3573718 Biologia

No que se refere aos ciclos biogeoquímicos, no do fósforo (P), tem-se que a disponibilidade desse elemento controla muitos aspectos do funcionamento dos ecossistemas em escala local e a química global. Assim, o fósforo é um elemento que a sua presença, é condição indispensável para a manutenção da vida em qualquer ecossistema.


Fonte: Aduan, R.E.; Vilela, M.F.; Reis Júnior, F.B. Os grandes ciclos biogeoquímicos do planeta. Planaltina, DF: Embrapa Cerrados, 2004.


Devido a sua importância, identifique abaixo, o local com o principal estoque de fósforo em escala global? Marque a alternativa CORRETA. 

Alternativas
Q3573716 Biologia

No que se refere as características gerais dos seres vivos tem-se que os organismos cordados são animais de simetria bilateral, segmentados, triblásticos, e deuterostômios.


Fonte: César; Sezar e Caldini. Biologia. Volume 2. São Paulo: Editora Saraiva, 2010.



Os mesmos apresentam características que são fundamentais e exclusivas, que estão descritas abaixo, EXCETO: 

Alternativas
Q3573715 Ciências

Dentre as propriedades gerais da matéria, julgue os itens a seguir, sobre qual(is)


I.Divisibilidade.

II.Inércia.

III.Impenetrabilidade.

IV.Compressibilidade.

V.Elasticidade.


 É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3573714 Biologia

 O piquenique estava ótimo. Você agora está sonolento, deitado na grama, sob os raios quentes do sol da primavera, digerindo a sua refeição. De repente, sente algo se movendo sobre a sua perna. Você abre os olhos e, assim que eles se ajustam ao brilho da luz, você vê uma cobra de aproximadamente 1 metro de comprimento deslizando sobre o seu pé. Mais por instinto do que por razão, você chuta a cobra para longe e pula rapidamente para cima da mesa de piquenique mais próxima, o lugar mais seguro naquele momento. Você está respirando profundamente e seu coração está acelerado.


Fonte: Silverthorn, D.U. Fisiologia humana - uma abordagem integrada. Porto Alegre: Artmed, 2017.


Nessa breve história pode-se observar a ação dos sistemas simpático e parassimpático que podem ser diferenciados anatomicamente, mas não há uma maneira simples de separar as ações dessas duas divisões do sistema nervoso autônomo sobre os seus órgãos-alvo. A melhor forma de distinguir as duas divisões é de acordo com o tipo de situação na qual elas estão mais ativas. Nas duas situações abaixo, avalie sobre essas ações, qual(ais) sisterma(s) está(ão) mais ativo(s).



I.Se você está descansando tranquilamente após uma refeição.


II.Como o aparecimento da cobra, que é uma ameaça em potencial.



Marque a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3573712 Biologia

A clorofila recupera os elétrons que perdeu com a excitação luimonsa a partir de moléculas de água degradadas. Essa reação é denominada de fotólise da água ou reação de Hill, ocorre de forma acoplada à fotofosforilação.


Fonte: Amabis, José Mariano; Martho, Gilberto. Biologia moderna. São Paulo: Moderna, 2016.



Abaixo estão alguns produtos da fotólise, marque a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q3573711 Ciências

A respeito da eletrização por atrito, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V), ou Falsos (F):



I.(__)As cargas elétricas de mesmo sinal se repelem.


II.(__)Quando um corpo ganha elétrons ele fica com a carga total positiva e quando perde elétrons, ele fica com a carga total negativa.


III.(__)A eletrização por atrito ocorre, pois algumas substâncias têm mais facilidade para perder elétrons do que outras.



Assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3573710 Biologia

Em répteis, aves e mamíferos, paralelamente ao desenvolvimento dos tecidos e órgãos, formam-se estruturas externas ao embrião denominadas anexos embrionários, encarregadas de obter nutrientes, armazenar excreções, manter um ambiente aquoso e protegido para o embrião realizar trocas gasosas. Os anexos embrionários são o saco vitelínico, o alantoide, o âmnio e o cório. Porque os anexos embrionários estão presentes apenas em répteis, aves e mamíferos?


Assinale a alternativa CORRETA. 

Alternativas
Q3573709 Ciências

No final da década de 1960, James Lovelock, um especialista em química da atmosfera, foi contratado pela Agência Espacial Norte-Americana (NASA) para desenvolver tecnologias que permitissem comprovar ou não a existência de vida no planeta Marte. A intenção da NASA, na época, era desenvolver aparelhos que pudessem ser lançados em uma sonda décadas depois. Lovelock, entretanto, não precisou esperar décadas para concluir que não havia vida em Marte, pelo menos não na forma em que a vida na Terra está estruturada. Ele partiu de uma análise da composição química da atmosfera de Marte, feita utilizando os mais avançados telescópicos disponíveis na época.



Fonte: Natalia Hanazaki et al. Introdução à Ecologia. Florianópolis: biologia/ead/UFSC, 2013.



Portanto, qual seria a diferença existente entre a atmosfera de Marte e da Terra? Assinale a alternativa que representa a resposta CORRETA.

Alternativas
Q3573708 Pedagogia

Avalie as asserções abaixo:



I.A compreensão dos estudantes do Ensino Fundamental como sujeitos com histórias e saberes construídos nas interações com outras pessoas, tanto do entorno social mais próximo quanto do universo da cultura midiática e digital, fortalece o potencial da escola como espaço formador e orientador para a cidadania consciente, crítica e participativa.


II.Dessa forma, a escola pode contribuir para o delineamento do projeto de vida dos estudantes, ao estabelecer uma articulação não somente com os anseios desses jovens em relação ao seu futuro, como também com a continuidade dos estudos no Ensino Médio. Esse processo de reflexão sobre o que cada jovem quer ser no futuro, e de planejamento de ações para construir esse futuro, pode representar mais uma possibilidade de desenvolvimento pessoal e social.



Fonte: Base Nacional Comum Curricular (BNCC).



A partir da análise dessas asserções, é possível AFIRMAR que: 

Alternativas
Q3573691 Português

Leia com atenção as alternativas e assinale aquela com erro de regência verbal:

Alternativas
Q3573690 Português

Leia com atenção o período abaixo:


O livro que eu estava lendo, ele tinha uma trama muito envolvente.


Pode-se observar que no período lido ocorre a interrupção da estrutura oracional, gerando um isolamento de alguns termos. Qual o nome da figura de linguagem empregada?


Alternativas
Q3573689 Português

Leia com atenção o texto a seguir:



Entrevistador: Bom dia, senhor Silva. Agradecemos por dedicar um tempo para falar conosco hoje. Poderia nos contar um pouco sobre sua experiência na área de tecnologia?


Senhor Silva: Bom dia, é um prazer estar aqui. Certamente, tenho mais de dez anos de experiência trabalhando com desenvolvimento de software, com foco em aplicações web e móveis. Ao longo desses anos, tive a oportunidade de liderar equipes em projetos desafiadores e inovadores.


Entrevistador: Parece uma trajetória bastante sólida. E quanto às suas habilidades técnicas, quais diria que são suas principais competências?


Senhor Silva: Minhas principais competências estão centradas em linguagens como JavaScript, Python e Ruby on Rails. Além disso, tenho uma forte familiaridade com frameworks front-end e uma boa compreensão de arquiteturas de banco de dados.


Entrevistador: Excelente. Com certeza, suas habilidades são de grande relevância para o que buscamos aqui na empresa. Poderia também compartilhar um exemplo de um projeto desafiador que liderou recentemente?


Senhor Silva: Certamente. Recentemente, liderei a equipe no desenvolvimento de uma plataforma de e-commerce que precisava ser escalável para atender a um aumento significativo de usuários durante a Black Friday. Foi um desafio técnico e organizacional complexo, mas conseguimos implementar soluções eficazes que resultaram em um aumento de 300% nas vendas comparado ao ano anterior.


Entrevistador: Impressionante, senhor Silva. Parece que tem uma sólida capacidade de enfrentar desafios. Agradecemos por compartilhar um pouco de sua experiência conosco hoje.



Sabendo que o texto lido é um entrevista de emprego, responda: Qual o tipo textual presente?


Alternativas
Q3573687 Português
Má higiene bucal tem ligação com câncer, ataques cardíacos e problema nos rins


É normal ter bactérias na boca, mas bactérias prejudiciais têm sido associadas a uma série de problemas de saúde.


A cientista médica Glenda Davison e a microbiologista Yvonne Prince, que pesquisaram a cavidade oral, explicam por que é tão importante praticar uma boa higiene bucal.


A má higiene oral pode levar a doenças graves? Por quê e como?


Comunidades bacterianas anormais na cavidade oral foram relacionadas a doenças hepáticas, insuficiência renal, cânceres, doenças cardíacas e hipertensão.


A cavidade oral é a porta de entrada para o trato gastrointestinal e o resto do corpo.


Assim como o intestino, a boca abriga várias colônias diversas de bactérias, fungos, vírus e protozoários. É a segunda maior comunidade microbiana em humanos, depois do intestino.


Mais de 700 espécies de microrganismos residem na boca. Novas tecnologias, como a análise de RNA ribossômico 16S, permitiram que os pesquisadores estudem sua composição genética e árvores genealógicas.


Esses micróbios são encontrados por toda a boca: nos dentes, gengivas, língua, palato e saliva. Geralmente, eles permanecem estáveis durante toda a nossa vida, mas se o equilíbrio na comunidade bacteriana for perturbado, bactérias prejudiciais podem se tornar dominantes. Isso pode levar a sangramento nas gengivas e doenças bucais como gengivite e periodontite.


Mudanças no pH (acidez ou alcalinidade), temperatura e oxigênio na cavidade oral são conhecidas por causar um crescimento anormal de grupos de bactérias que normalmente são inofensivos. Quando eles se tornam dominantes, podem causar doenças.


Essa perturbação na biota oral causa inflamação e o desenvolvimento lento de periodontite, sangramento nas gengivas e cárie dentária. À medida que a doença gengival destrói a gengiva e começa a erodir o osso, moléculas inflamatórias chamadas citocinas podem entrar na corrente sanguínea.


Essas substâncias ativam as células do sistema imunológico e podem resultar em inflamação crônica de baixo grau com o desenvolvimento de doenças como diabetes tipo 2, aterosclerose ou espessamento das artérias e muitas outras, incluindo a obesidade.


As próprias bactérias também podem se deslocar das gengivas para os tecidos circundantes e liberar toxinas que podem se espalhar pelo corpo.


Da mesma forma, o intestino abriga mais de 1.000 espécies de bactérias que residem no intestino grosso e desempenham um papel vital na digestão, absorção, imunidade e proteção contra toxinas e bactérias prejudiciais.


Os seres humanos não podem viver sem uma biota intestinal saudável e diversificada. Se essa comunidade equilibrada de micróbios for perturbada e não restaurada, podem ocorrer distúrbios gastrointestinais.


Pesquisas recentes têm relacionado uma biota intestinal anormal a doenças tão diversas como autoimunidade, obesidade, doenças cardiovasculares e até mesmo Alzheimer.


De onde vêm as bactérias no corpo?


Tudo começa com nossos micróbios, organismos minúsculos que compartilham nosso corpo e são vitais para a saúde dos seres humanos.


Existem 39 trilhões de micróbios no corpo humano, superando as estimadas 30 trilhões de células humanas, e eles habitam quase todos os órgãos e fendas do corpo humano. Eles podem ser encontrados no intestino, pele, pulmão, fluido seminal e vaginal, olhos, couro cabeludo e boca.


Cada um desses habitats tem seu próprio ambiente, atraindo diferentes organismos que se adaptam ao seu entorno e o tornam seu lar. Eles vivem em sinergia uns com os outros e com tecidos circundantes. Se essa relação for perturbada, pode resultar em doença.


A maioria desses micróbios vem de nossas mães e entra em nosso corpo quando nascemos.


O útero é estéril, mas à medida que o bebê se move pelo canal de parto e entra no mundo exterior, bactérias e outros micróbios ocupam o recém-nascido e criam um ecossistema único chamado microbioma humano.


À medida que crescemos e começamos a explorar o mundo, esses microrganismos se tornam mais diversos e variados e são influenciados por nossa dieta, estilo de vida, interações com animais e o ambiente. É importante manter esse equilíbrio para reduzir o risco de desenvolver doenças.


O que as pessoas devem fazer para evitar esses riscos?


A boa higiene bucal inclui consultas odontológicas regulares, prevenção do acúmulo de placa através da escovação regular dos dentes e evitar alimentos ricos em carboidratos e açúcar, que podem levar ao aumento da cárie dentária e das cavidades.


Para apoiar ainda mais o equilíbrio das bactérias na boca, é recomendável incluir alimentos ricos em antioxidantes, como frutas e vegetais frescos, em nossa dieta.


Os dentistas também recomendam evitar o uso de enxaguantes bucais antibacterianos, que foram mostrados como disruptores do equilíbrio de micróbios. O uso excessivo pode levar a distúrbios e estimular espécies de bactérias que podem causar doenças.


Níveis elevados de estresse e falta de exercício também foram relacionados a perturbações no equilíbrio da biota oral. Portanto, uma dieta equilibrada com descanso suficiente, acompanhada de boa higiene bucal, é recomendada.


A boca é a porta de entrada para o intestino e o resto do corpo. Garantir a harmonia dos micróbios que ali vivem é importante para reduzir o risco de doenças.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx94jwnd7yyo 

 O que pode acontecer se o equilíbrio na comunidade bacteriana da boca for perturbado devido à má higiene bucal, de acordo com o texto?

Alternativas
Q3573578 Português

De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), ao longo do Ensino Fundamental − Anos Iniciais, a progressão do conhecimento ocorre pela consolidação das aprendizagens anteriores e pela ampliação das práticas de linguagem e da experiência estética e intercultural das crianças, considerando tanto seus interesses e suas expectativas quanto o que ainda precisam aprender. Ampliam-se a autonomia intelectual, a compreensão de normas e os interesses pela vida social, o que lhes possibilita lidar com sistemas mais amplos, que dizem respeito às relações dos sujeitos entre si, com a natureza, com a história, com a cultura, com as tecnologias e com o ambiente. Além desses aspectos relativos à aprendizagem e ao desenvolvimento, na elaboração dos currículos e das propostas pedagógicas devem ainda ser consideradas medidas para assegurar aos alunos um (X) de modo a promover uma maior integração entre elas. Afinal, essa transição se caracteriza por mudanças pedagógicas na estrutura educacional, decorrentes principalmente da diferenciação dos componentes curriculares.


Identifique a alternativa que substitua corretamente o (X) do texto acima.

Alternativas
Q3573577 Pedagogia

Conforme disposto na Lei n° 9.394/1996, Art. 24, a educação básica, nos níveis fundamental e médio, será organizada de acordo com algumas regras comuns, uma delas segue abaixo, identifique e marque a alternativa que a contemple corretamente

Alternativas
Respostas
561: D
562: A
563: B
564: B
565: C
566: B
567: B
568: B
569: C
570: B
571: A
572: A
573: A
574: B
575: D
576: C
577: D
578: D
579: A
580: B