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Organizar e pôr em prática um projeto educativo interdisciplinar nos espaços educativos formais, envolve:
I. Realizar reuniões pedagógicas de planejamento.
II. Verificar a pertinência entre o tema do projeto e o projeto pedagógico da escola.
III. Planejar como cada área de conhecimento irá avaliar os alunos.
IV. Trabalhar em equipe, tanto os agentes educativos, quanto os alunos.
V. Estabelecer quais serão os recursos e cronograma do projeto.
Está correto o que se afirma em:
Observe a cronologia que segue sobre acidentes ambientais ocorridos no Brasil.
1987, Césio 137 em Goiânia; 2000, vazamento de óleo na Baía de Guanabara; 2000, vazamento de óleo em Araucária; 2003, vazamento de barragem em Cataguases; 2007, rompimento de barragem em Mirai; 2011, vazamento de óleo Bacia de Campos; 2015, incêndio na Ultracargo; 2015, rompimento da barragem de Mariana.
Fonte: Portal EBC em 28/11/15.
Um dos grandes desafios do desenvolvimento sustentável é:
Sobre construir o conhecimento a partir da necessidade das organizações, observe as assertivas que seguem.
I. É preciso planejar a aprendizagem de acordo com o diagnóstico da realidade institucional.
II. O importante é aplicar o máximo de métodos diferenciados em uma mesma capacitação.
III. É importante o foco no desenvolvimento de competências para resolução de problemas.
IV. Com base na Andragogia, é importante promover o aprendizado através da experiência prática.
V. O capital humano é dispensável na manutenção do conhecimento organizacional.
Quais assertivas estão corretas?
Texto 01
Na semana passada, um telejornal exibiu uma matéria sobre a "morte ” das lâmpadas incandescentes. O (ótimo) texto do repórter começava assim: “A velha e boa lâmpada incandescente, mais velha do que boa...”. Hábil com as palavras, o repórter desfez a igualdade que a conjunção aditiva “e” estabelece entre “velha” e “boa” e instituiu entre esses dois adjetivos uma relação de comparação de superioridade, que não se dá da forma costumeira, isto é, entre dois elementos (“A rua X é mais velha do que a Y”, por exemplo), mas entre duas qualidades (“velha” e "boa”) de um mesmo elemento (a lâmpada incandescente). Ao dizer “mais velha do que boa”, o repórter quis dizer que a tal lâmpada já não é tão boa assim. Agora suponhamos que a relação entre "velha" e "boa” se invertesse. Como diria o repórter: “A velha e boa lâmpada incandescente, mais boa do que velha...” ou “A velha lâmpada incandescente, melhor do que velha..."? Quem gosta de seguir os burros “corretores” ortográficos dos computadores pode se dar mal. O meu “corretor”, por exemplo, condena a forma “mais boa do que velha” (o “mestre” grifa o par “mais boa”). Quando escrevo “melhor do que boa”, o iluminado me deixa em paz. E por que ele age assim? Por que, para ele, não existe “mais bom”, “mais boa"; só existe “melhor”.
NETO, Pasquale Cipro. Folha de S. Paulo, 11 jul. 2013
Ao realizar as seguintes perguntas:
Qual poderá ser o final deste romance?
Que sugeriria para resolver o problema exposto aqui?
Qual poderia ser - por hipótese - o significado desta palavra que me é desconhecida?
o professor, quanto a objetivos e expectativas de leitura, estará utilizando estratégia que ajudará o educando a:
Na década de 1980, as pesquisas nas áreas da linguística aplicada e da educação priorizaram as investigações sobre os aspectos sociais que interferiam/determinavam os processos de aquisição e desenvolvimento da língua oral e escrita. Sobre o tema, leia as afirmativas.
I. Letramentos são sempre situados, ou seja, realizam-se em condições específicas, portanto são dotados de especificidades que os distinguem, embora sempre imersos em processos sociais mais amplos.
II. Letramento não é condição apenas de quem sabe ler e escrever, mas de quem interage socialmente, através das práticas de leitura e escrita que circulam no meio onde vive.
III. Os linguistas que se interessam pelo fenômeno do letramento dão valor às funções sociais da leitura, da escrita e da oralidade.
Está correto o que se afirma em: