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Coluna I
Desde esse período até os dias atuais, as políticas de trabalho, educação e saúde experimentaram:
I. o resgate de antigos ideários ordenadores da política educacional, como a teoria do capital humano.
II. a atualização da teoria do capital humano sob a égide do individualismo e da flexibilidade, por meio da pedagogia das competências.
III. a ideologia da empregabilidade.
IV. a ideologia do empreendedorismo e das competências socioemocionais.
Coluna II
Trata-se de ideários elaborados e difundidos relacionados aos seguintes fenômenos, apresentados em ordem aleatória:
A. crise do conceito de qualificação no trabalho e das disciplinas na escola, provocados pela restruturação produtiva e pelo desemprego estrutural, construindo uma nova noção para ordenar a relação trabalho e educação.
B. aceitação da era do fim dos empregos e a criação de novas alternativas para sobreviver, com maior uma ênfase nos aspectos do saber-ser e saber-conviver.
C. necessidade posta pelo regime de acumulação flexível, de o trabalhador redirecionar sua autonomia para produzir uma condição de esperança objetiva ou a probabilidade mais ou menos elevada de encontrar um emprego, o que depende da manutenção em dia das suas competências.
D. investimento no “fator H” como finalidade dos cursos de qualificação, requalificação, profissionalização e profissionalização como condição para o crescimento social e econômico das pessoas e da sociedade, pensamento originado no contexto do desenvolvimentismo e renovado sob bases produtivas flexíveis e a ideologia do neoliberalismo.
É correto afirmar que apresenta corretas relações:
Robert Oppenheimer é considerado o “pai da bomba atômica”, como mostrou o recente filme do diretor Christopher Nolan sobre a vida do pesquisador. As dificuldades do grupo de pesquisadores liderados por Oppenheimer em lidar com a fissão nuclear, área que exigiu o desenvolvimento dos campos científicos da química e física, têm como “pano de fundo” a conjuntura social e política da Guerra Fria, culminando no lançamento das bombas em Hiroshima e Nagasaki como marcos históricos do término da Segunda Guerra Mundial. Sob uma perspectiva de relação ciência e política, avalie as seguintes afirmativas:
I. O exemplo do desenvolvimento da bomba atômica mostra ciência como prática social inserida na disputa de interesses pelos Estados no contexto da Segunda Guerra Mundial e durante a Guerra Fria.
II. A perspectiva da neutralidade dos cientistas é imprescindível para que seja possível o avanço de uma dada ciência e suas tecnologias.
III. É importante questionar os limites da ciência, os dilemas dos cientistas como indivíduos inseridos numa prática social, e usos da mesma pelos Estados em dada conjuntura.
Das afirmativas acima:
Fonte: https://www.camaraibirataia.ba.gov.br /site/dadosmunicipais
Nesse contexto, NÃO é um desbravador da região de Ibirataia:
“No governo de Juscelino Kubitschek e no de João Goulart, o poder executivo é ocupado no nível ministerial por uma ampla maioria de líderes dos dois partidos. a diferença sensível entre os dois referidos governos é de que, no de JK, um pessedista mineiro, a maioria dos ministros é pessedista e o PSD situa o PTB como um partido de apoio, mesmo porque o vicepresidente Jango é petebista; já no governo de Jango, o PSD só deu mais cartas enquanto perdurou a vigência da emenda parlamentarista (agosto de 1961 a janeiro de 1963), perdendo a preeminência no governo presidencialista”.
(GOMES, Ângela Maria de Castro [et.al.]. O Brasil Republicano – sociedade e política (1930-1945). 9. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007, v. 10, p. 329-330.)
A aliança partidária entre o PTB e o PSD é um aspecto crucial para entender a república brasileira no período de 1945 a 1964. Sobre esse período da história do país, é correto afirmar que:
“Os planos da ditadura para integrar o território de Roraima ao restante do país eram tanto ambiciosos para o governo quanto arriscado para os índios. Após rasgar, ao sul, por mais de uma centena de quilômetros a terra waimiri-atroari com a abertura da rodovia BR-174, que permitiu a ligação de Manaus à capital do território, Boa Vista, os militares passaram a construir outra estrada, a BR-210, agora no sentido leste-oeste, para cruzar a BR-174 a fim de conectar Macapá [...] ao Norte do Amazonas. [...] A exemplo da Transamazônica, porém a obra jamais foi concluída.”
(VALENTE, Rubens. Os fuzis e as flechas: história de sangue e resistência indígena na ditadura. São Paulo: Companhia das Letras, 2017, p. 179.)
Acerca da relação entre a Ditadura Militar, os povos indígenas e a ocupação da região norte do Brasil, assinale a afirmativa correta: