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Após mais de um século de extinção local, a anta (Tapirus terrestris), o maior mamífero terrestre do Brasil, está de volta às florestas do Estado do Rio de Janeiro. O projeto Refauna, coordenado pelo biólogo Maron Galliez, tem trabalhado para repor essa espécie na Mata Atlântica fluminense, particularmente na Reserva Ecológica de Guapiaçu (Regua), em Cachoeiras de Macacu.
(A Voz da Serra, 14 de novembro de 2024)
A anta (T. terrestris) é um Chordata, categoria taxonômica que corresponde a um(a):
(Fonte: ROCHA, P. C.; SANTOS, A. A. DOS. Análise hidrológica em bacias hidrográficas. Mercator (Fortaleza), v. 17, p. e17025, 2018)
A área com floresta regenerada, a área com floresta virgem e a área agrícola estão representadas, respectivamente, pelas letras:
(Fonte: ROCKWOOD, Larry L., Introduction to population ecology. USA: Blackwell Publishing Ltd, 2006)
A letra r representa, no estudo de ecologia:
As espécies de tucunaré podem ser classificadas, em relação ao Pantanal, como uma espécie:
O mercúrio (Hg) e sua forma mais biodisponível, o metilmercúrio (MeHg), são neurotoxinas que afetam o desenvolvimento e a função do sistema nervoso central. Para investigar se a biota de poças temporárias de água pode atuar como vetor de MeHg para o ecossistema terrestre, pesquisadores dosaram os níveis da substância presentes em poças temporárias e em populações de anfíbios presentes nessas poças. Foram coletadas amostras de ovos e de larvas de uma espécie de rã e de uma espécie de salamandra, bem como amostras de sangue e de tecidos de adultos de ambas as espécies. Os resultados mostraram que os níveis de mercúrio nos ovos dos anfíbios eram relativamente baixos – semelhantes aos da água das poças. O gráfico a seguir mostra os resultados das análises biológicas.

(Fonte: https://phys.org/news/2019-07-bioaccumulationmethylmercury-wood-frogs-salamanders.html)
A análise do gráfico permite observar a ocorrência de:
Em 2004, por meio de um projeto colaborativo entre o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Ministério do Meio Ambiente, oficializou-se um “Mapa dos Biomas Brasileiros” que consagrou a existência de seis grandes biomas.
(PÁDUA. J. A. Estudos Históricos – Rio de Janeiro, vol. 36, nº 80, 2023. Adaptado)
A figura a seguir mostra o Mapa dos Biomas Brasileiros, representados por números.

Fonte: Mapa Biomas e Sistema Costeiro-Marinho do Brasil 2024.
Sobre os biomas indicados no mapa, é correto afirmar que:
O sistema APG (Angiosperm Phylogeny Group) de classificação botânica foi publicado em 1998 pelo Grupo de Filogenia de Angiospermas. Esse grupo é formado por botânicos, que produzem informações e árvores filogenéticas com o objetivo de organizar as angiospermas da maneira mais natural e parcimoniosa possível. O APG é um moderno sistema de taxonomia vegetal que usa a biologia molecular na sua classificação.
A árvore filogenética a seguir mostra, de forma simplificada, a quarta versão do sistema (APG IV), publicada em 2016.

Adaptado de: https://www.digitalatlasofancientlife.org/
Considerando a classificação das angiospermas segundo o sistema APG IV, é correto afirmar que:
O esquema a seguir mostra uma área (C) existente entre uma Floresta Ombrófila Densa (A) e uma Floresta Estacional Semidecidual (B).

Fonte: MILAN & MORO, apud Veloso, Rangel Filho e Lima, 1991.
No esquema, a área assinalada como C corresponde a um(a):