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Q3914387 Filosofia
Leia o texto a seguir.
Ele [o pensamento chinês] não criou um mundo de formas ideais, como arquétipos ou puras essências, a separá-lo da realidade e que podem informá-lo: todo real é apresentado como um processo, regulado e contínuo, derivado da única interação dos fatores em jogo (ao mesmo tempo opostos e complementares: os famosos yin e yang). A ordem não advém, pois, de um modelo, sobre o qual se possa fixar o olhar e que se aplique às coisas; mas está contida por inteiro no decurso do real. [...] O sábio chinês não concebeu qualquer atividade contemplativa que seja um puro conhecimento, que tenha o seu fim em si mesmo. [...] Para ele, o “mundo” não é um objeto de especulação, não existe de um lado o “conhecimento” e do outro a “ação”.
(JULLIEN, François. Tratado da eficácia. Lisboa: Instituto Piaget, sd. p. 31.) 
Sobre a concepção chinesa de conhecimento do mundo, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3914386 Filosofia
Leia o texto a seguir.
Cada vez mais quer me parecer que o filósofo, sendo por necessidade um homem do amanhã e do depois de amanhã, sempre se achou e teve de se achar em contradição com o seu hoje: seu inimigo sempre foi o ideal de hoje. Até agora todos esses extraordinários promovedores do homem, a que se denominam filósofos, e que raramente viram a si mesmos como amigos da sabedoria, antes como desagradáveis tolos e perigosos pontos de interrogação – encontraram sua tarefa, sua dura, indesejada, inescapável tarefa, mas afinal também a grandeza de sua tarefa, em ser a má consciência do seu tempo. Colocando a faca no peito das virtudes do tempo, para vivisseccioná-lo, delataram o seu próprio segredo: saber de uma nova grandeza do homem, de um caminho não trilhado para seu engrandecimento.
(NIETZSCHE, Friedrich Wilhelm. Além do bem e do mal: prelúdio a uma filosofia do futuro. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. p. 106.)
Sobre a concepção nietzscheana do papel do filósofo, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3908738 Filosofia
Leia o texto a seguir.
O esclarecimento é totalitário como qualquer outro sistema. Sua inverdade não está naquilo que seus inimigos românticos sempre lhe censuram: o método analítico, o retorno aos elementos, a decomposição pela reflexão, mas sim no fato de que para ele o processo já está decidido de antemão.
(ADORNO, Theodor; HORKHEIMER, Max. Dialética do Esclarecimento. Trad. Guido de Almeida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006. p. 32.)
Em relação ao texto de Adorno e Horkheimer e a crise da razão na filosofia, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) A racionalização do mundo leva à ideia de dominação através da imposição da lógica científica sobre a natureza.
( ) Na modernidade, as luzes da razão dão vazão a um conceito de esclarecimento que liberta o homem dos mitos.
( ) O esclarecimento é totalitário por não conviver com o que não pode ser mensurado pela linguagem matemática.
( ) A linguagem da natureza é a da poesia romântica, da intuição que transborda a inspiração criativa para explicar a natureza.
( ) O esclarecimento se pauta pela razão cognitiva, que procura conhecer a verdade, freando a coisificação da realidade.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta. 
Alternativas
Q3908735 Filosofia
Leia o texto a seguir.
No período pré-paradigmático ou imaturo, os problemas originados no cotidiano pedem explicações que não apresentam ainda consenso a respeito dos compromissos básicos. Quando é alcançado o consenso, temos a ciência normal [...]. Chega, porém, o momento da crise, [...] processo que pode levar à revolução científica.
(ARANHA, M. L. A.; MARTINS, M. H. P. Filosofando: Introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna, 2009. p. 383.)
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a qual filósofo e sua concepção de ciência o texto acima se refere.
Alternativas
Q3908733 Filosofia
Leia o texto a seguir.
Embora possamos até certo ponto nos colocar em segurança face aos homens por meio do poderio e da riqueza, obtemos uma segurança ainda mais completa vivendo tranquilamente longe da multidão.
(EPICURO. Sentenças vaticanas; Máximas principais. Trad. João Quartim de Moraes. São Paulo: Folha de S. Paulo, 2015. p. 83.)
Sobre o texto e sua concepção ética, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3908732 Filosofia
Leia o texto a seguir.
Pois isto é o que justamente a minha arte partilha com a das parteiras: sou incapaz de produzir saberes. Mas disso já muitos me criticaram, pois faço perguntas aos outros, enquanto eu próprio não presto declarações sobre nada, porque nada tenho de sábio.
(PLATÃO. Teeteto. Trad. Adriana Manuela Nogueira e Marcelo Boeri. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 2010. p. 202.)
Em relação ao texto e ao método socrático, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) No diálogo socrático, a alma recorda que “o homem é a medida de todas as coisas”.
( ) A arte socrática, que se assemelha à das parteiras, era a maiêutica das ideias.
( ) No método socrático, há a admissão da ignorância no “só sei que nada sei”.
( ) A maiêutica tem inspiração na prática discursiva da antilogia dos sofistas.
( ) O método argumentativo de Sócrates envolvia a ironia em sua dialética.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
Alternativas
Q3908731 Filosofia
Leia o texto a seguir.
Meu caro Gláucon, este quadro [...] deve agora aplicar-se a tudo quanto dissemos anteriormente, comparando o mundo visível através dos olhos à caverna da prisão, e a luz da fogueira que lá existia à força da luz do Sol. Quanto à subida ao mundo superior e à visão do que lá se encontra, se a tomares como à ascensão da alma ao mundo inteligível, não iludirás a minha expectativa, já que é teu desejo conhecê-la. [...] Pois, segundo entendo, no limite do cognoscível é que se avista, a custo, a ideia de Bem; e, uma vez avistada, compreende-se que ela é para todos a causa de quanto há de justo e belo; que, no mundo visível, foi ela que criou a luz, da qual é senhora; que no mundo inteligível, é ela a senhora da verdade e da inteligência, e que é preciso vê-la para ser sensato na vida particular e pública.
(PLATÃO. República. Trad. Maria Helena da Rocha Pereira. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 2010. p. 319.)
Sobre a teoria do conhecimento de Platão, considere as afirmativas a seguir.
I. Há um paralelo entre o Sol, no mundo sensível, e a ideia de Bem, no inteligível.
II. A realidade sensível é uma imitação das essências inteligíveis.
III. O conhecimento sensível é incompleto se não buscar compreender o inteligível.
IV. Conhecemos a realidade inteligível confiando no que recebemos via sensação.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3908730 Filosofia
Leia o texto a seguir.
Foi, com efeito, pela admiração que os homens, assim hoje como no começo, foram levados a filosofar, sendo primeiramente abalados pelas dificuldades mais óbvias, e progredindo em seguida pouco a pouco até resolverem problemas maiores: por exemplo, as mudanças da Lua, as do Sol e dos astros e a gênese do Universo. Ora, quem duvida e se admira julga ignorar: por isso, também quem ama os mitos é, de certa maneira, filósofo, porque o mito resulta do maravilhoso. Pelo que, se foi para fugir da ignorância que filosofaram, claro está que procuraram a ciência pelo desejo de conhecer, e não em vista de qualquer utilidade.
(ARISTÓTELES. Metafísica. Trad. Vincenzo Cocco. São Paulo: Abril Cultural, 1973. p. 214.)
Sobre o texto e o surgimento da filosofia na Grécia Antiga, considere as afirmativas a seguir.
I. O início da filosofia se deveu à admiração diante do que se ignorava, partindo de questões triviais para as mais complexas, buscando, como o mito, explicar a realidade, mas se distinguindo deste por uma racionalidade mais exigente.
II. O mito, por sua beleza narrativa, provoca admiração devido à especulação racional exigente, enquanto a filosofia busca a utilidade, o que instiga o encantamento presente na explicação filosófica, distinguindo-a da mitológica.
III. A filosofia nasce da admiração diante do que os mitos narram como os atos heroicos de personagens tradicionais e os eventos atribuídos às divindades, procurando tirar o ser humano da ignorância e torná-lo senhor da natureza.
IV. O maravilhoso, no mito, é apresentado de forma poética, apelando para o imaginário, e, na filosofia, é o espanto com os fenômenos que faz a razão querer explicá-los.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3737982 Filosofia
Ailton Krenak em seu texto “Ideias para adiar o fim do mundo” (2019) tematiza uma necessidade de refletir sobre a atual condição de nossa sociedade, e afirma que: “Nosso tempo é especialista em criar ausências: do sentido de viver em sociedade, do próprio sentido da experiência da vida. Isso gera uma intolerância muito grande com relação a quem ainda é capaz de experimentar o prazer de estar vivo, de dançar, de cantar. E está cheio de pequenas constelações de gente espalhada pelo mundo que dança, canta, faz chover. O tipo de humanidade zumbi que estamos sendo convocados a integrar não tolera tanto prazer, tanta fruição de vida. Então, pregam o fim do mundo como uma possibilidade de fazer a gente desistir dos nossos próprios sonhos. E a minha provocação sobre adiar o fim do mundo é exatamente sempre poder contar mais uma história. Se pudermos fazer isso, estaremos adiando o fim”. (KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019, p.14)

Sobre a noção de “adiar o fim do mundo” no pensamento de Ailton Krenak é correto afirmar que:


Alternativas
Q3737981 Filosofia
Na peça Orfeu da Conceição, Vinícius de Morais traz à tona um dos mitos clássicos gregos. Em sua tragédia carioca, o escritor coloca o herói grego em um cenário suburbano e repleto de referências populares e clássicas. No início da peça Apolo observa características de Orfeu e diz: “APOLO: Toca muito o meu filho, até parece não um homem, mas voz da natureza... Se uma estrela falasse, assim dizia. Escuta só (dá risada). Até ofende a Deus tocar dessa maneira. Olha que acordes!” (MORAIS, Vinícius. Orfeu da Conceição (tragédia carioca. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1956, p.18). 


Acerca da mitologia é correto afirmar que:


I. A função de toda a mitologia é precisamente proteger o incompreensível de qualquer demanda para a justificação, a aceitar a sua existência enquanto despojamento todos os seus aspectos terríveis, graças ao suprimento infinito de imagens que emitem luz do livre jogo da imaginação.


II. Os mitos são encerrados em um tempo e localidade e, desta maneira, não tem um caráter universalizante. Os mitos revelam apenas os aspectos sociais e religiosos de um povo ou dos iniciados em um determinado culto, como na Grécia.


III. A fala de Apolo: “até ofende a Deus tocar desta maneira”, expressa um temor dos deuses em relação aos humanos. A caracterização deste temor é uma marca presente em diversas tragédias, revelando que os humanos têm a liberdade como marca durante suas vidas.


IV. A sobrevivência da mitologia em nosso cotidiano é perceptível em diversas expressões artísticas, seja em peças teatrais, animes, histórias em quadrinhos, músicas etc. Tais elementos representam um dos usos que são feitos do mito, como em Platão, a saber, a possibilidade de abertura para o diálogo.


Ao analisar as alternativas é correto afirmar que:


Alternativas
Q3737979 Filosofia
“Kant entende que mesmo o entendimento comum pode distinguir qual forma é ou não é, na máxima, capaz de se adaptar a uma legislação universal. Apesar disto, Kant deverá discutir filosoficamente esta questão. Se a máxima pode ser universalizada ela se adapta a uma legislação universal, caso contrário não” (NAHRA, 1995 p.16).

Segundo Kant podemos afirmar que o trecho acima trata de:

Alternativas
Q3737978 Filosofia
Segundo Chauí (2013, p.129) “Uma proposição é constituída por elementos que são seus termos. Aristóteles define os termos ou categorias como aquilo que serve para designar uma coisa”. Assinale a alternativa em que contenham apenas termos ou categorias da classificação aristotélica apresentada por Chauí:
Alternativas
Q3737975 Filosofia
Um dos problemas que enfrentamos na atualidade com o avanço da tecnologia da informação e comunicação é a divulgação de informações que são consideradas falsas através de aplicativos de mensagens instantâneas e pelas redes sociais. Uma das bases dessa disseminação de informações falsas é a assunção de que conhecimento e crença são a mesma coisa. Edmund Gettier, em um artigo de junho de 1963, expõe uma crítica a um modelo de conhecimento. Analise as alternativas e assinale a que corresponde ao modelo que Gettier (1963) critica:


Alternativas
Q3737974 Filosofia
Acerca da educação na República de Platão, podemos analisar que “Ora, como em todo “grande érgon”, o começo é vital, porque é nesse momento, sobretudo quando se é jovem e tenro, que é possível a modelagem a partir de um týpos que se imprime no ser da modelagem. Por isso não podemos permitir que as crianças emprestem os seus ouvidos à escuta de qualquer mythos produzido ao acaso, plasmando em sua alma opiniões diversas daquelas que quando crescerem deverão possuir, se pensarmos na composição do “encômio da dikaiosýne”. Daí a necessidade de vigiar os “fazedores de mythoi”, pois, modelar as almas das crianças através dos mythoi exige muito mais cuidados do que modelar corpos com as mãos” (AUGUSTO, M. G. M. A arte de narrar ou as relações perigosas entre a Philosophía e a Tékhne. Princípios: revista de filosofia - (UFRN: Natal. v. 11, n. 15-16, p. 07-28, 2010, p. 19.). 


Sobre o livro 3 da República de Platão, pode-se afirmar que o trecho acima trata da educação de qual tipo de cidadão da Pólis:


Alternativas
Q3737973 Filosofia
A amizade no pensamento de Epicuro tem um papel fundamental pois: “a amizade gera confiança, solidifica as relações sociais, estimula a prática das virtudes, é responsável pelo bem estar dos indivíduos e engendra a liberdade no agir” ( DA SILVA, M.F.. Termos Filosóficos de Epicuro. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra, 2018.)


Acerca da amizade em Epicuro podemos afirmar que:


Alternativas
Q3737972 Filosofia
O desenvolvimento alcançado com a revolução científica do século XXVII ganha novos contornos com as contribuições do filósofo Immanuel Kant. A síntese oferecida por Kant ao conflito entre racionalismo e empirismo, expressa na obra Crítica da razão pura, oferece à ciência novos caminhos para o desenvolvimento. Baseado em seus conhecimentos sobre a epistemologia na obra de Kant, avalie as questões que seguem.


I. O objetivo inicial de Kant na Crítica da razão pura foi superar a oposição tradicional entre racionalismo e empirismo e inserir a filosofia no “caminho seguro da ciência”.


II. A Crítica da razão pura se presta a distinguir aquilo que está ao alcance da experiência daquilo que se encontra fora dela: o pensamento especulativo.


III. Kant considera, ao contrário do que propunha a filosofia tradicional, que os objetos de nosso conhecimento devem conformar-se à nossa estrutura cognitiva, e não o conhecimento à natureza do objeto.


IV. Kant defende sua proposta de uma filosofia crítica visando examinar as condições de possibilidade da experiência humana do real e fundamentar nossas pretensões ao conhecimento, demarcando os casos legítimos em que se produz conhecimento dos casos em que nossa pretensão ao conhecimento é infundada.


Marque a alternativa que representa a sequência correta

 
Alternativas
Q3737971 Filosofia
Sobre as contribuições de René Descartes para o desenvolvimento científico, destacam-se a defesa do método para a ciência e o racionalismo enquanto teoria do conhecimento. Sobre o Racionalismo Cartesiano, afirma Grissault: “guiado por um método rigoroso, o sujeito pode aceder por sua própria iluminação às ciências universais.” (Grissault, K. Autores chave da Filosofia e seus textos incontornáveis Petrópolis: Vozes, 2012 p. 102) 


Analise as proposições sobre a vida e a obra de Descartes:


I. Descartes nos mostra o quanto a razão, para alcançar a verdade, deve se desvencilhar dos preconceitos e opiniões que a ofuscam e munir-se de um método seguro para fundamentar seu conhecimento


II. O método cartesiano é um caminho que visa garantir o sucesso da elaboração de uma teoria científica e, ao mesmo tempo, pode ajudar pessoas comuns a fazerem boas escolhas em situações cotidianas.


III. Descartes busca o indubitável, aquilo de que não se pode duvidar, tornando assim sua filosofia uma continuação do dogmatismo.


IV. Descartes sugere desconfiar daquilo que nos foi ensinado e duvidar da herança social recebida, o que classifica sua filosofia como um refinamento do ceticismo.


São corretas as proposições:

 
Alternativas
Q3737970 Filosofia
No desenvolvimento da teoria política do período do Iluminismo, a natureza humana será considerada a base dos direitos e liberdades do indivíduo e o ponto de partida para a construção de uma nova ordem social em oposição ao mundo feudal. Surge no cenário o que foi chamado de Contratualismo, a teoria que pressupõe um Contrato Social entre os indivíduos e o estado para que a sociedade possa existir. Avalie as afirmações sobre as características do contratualismo e seus principais autores e classifique-as em Verdadeiro (V) ou Falso (F).


I. Para Thomas Hobbes, diante da suspensão da obrigação do cumprimento das determinações sociais, dada a natureza humana, naturalmente agressiva e belicosa, estaria instaurada a guerra de todos contra todos.


II. Para John Locke, que preconizava a liberdade e a propriedade privada, a liberdade que o homem busca no estado de natureza é a total falta de impedimento para a ação.


III. Em Rousseau, o poder soberano é necessário para permitir a coexistência dos homens, do contrário, se exterminariam uns aos outros.


IV. Rousseau mostra em suas obras a necessidade de reformar os costumes, a educação e as instituições políticas antes que o homem seja totalmente corrompido.


Marque a alternativa que representa a sequência correta:


Alternativas
Q3737969 Filosofia
“Para compreender a concepção política de Maquiavel, é preciso situá-la em seu contexto histórico. Se, na Renascença, a Itália conhece um formidável crescimento cultural e econômico, por outro lado, ela se fragiliza do ponto de vista político e militar. (...) Diante de uma Itália despedaçada, Maquiavel pretende pensar a possibilidade da fundação de um estado único e forte. Toda sua filosofia gira em torno desse projeto político”. Grissault, K. Autores chave da Filosofia e seus textos incontornáveis Petrópolis: Vozes, 2012.

A partir dos conhecimentos sobre a obra de Maquiavel expressa no livro O príncipe, avalie as questões que seguem e marque a alternativa correta:

Alternativas
Q3737968 Filosofia
Muitas foram as contribuições de Aristóteles para a Filosofia. Destaca-se a Ética a Nicômaco, que veio a ser, segundo os historiadores da filosofia, o primeiro tratado de ética da filosofia ocidental. A noção de felicidade é central à ética aristotélica que, por esse motivo, é caracterizada como ética eudaimônica. A partir de seus conhecimentos sobre Ética em Aristóteles, marque a alternativa correta entre as proposições a seguir:


I. Assim como postulava Platão, Aristóteles concorda que a virtude é inata e participa da essência do homem.


II. Aristóteles defende que a vida virtuosa leva à eudaimonia, que significa levar uma vida ética.


III. É a prudência que leva a decisão pelo meio-termo, conceito aristotélico que significa a justa medida, um dos princípios fundamentais de sua ética.


IV. A Eudaimonia entendida como felicidade, ou bem-estar, pode ser classificada como prazer, o que torna a ética aristotélica um hedonismo sofisticado.


Marque a alternativa que melhor representa a validade das proposições acima: 


Alternativas
Respostas
2001: D
2002: A
2003: B
2004: C
2005: A
2006: C
2007: D
2008: B
2009: A
2010: E
2011: D
2012: B
2013: A
2014: E
2015: B
2016: A
2017: A
2018: E
2019: B
2020: C