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I. A política econômica do período de 1968 a 1973, com destaque para as políticas monetária e fiscal expansionistas e os incentivos às importações.
II. O ambiente externo favorável, devido à grande expansão da economia internacional; melhoria dos termos de troca e crédito externo farto e barato.
III. As reformas institucionais do Plano de Ação Econômica do Governo (PAEG), em particular as reformas fiscais/tributárias e financeiras, que teriam criado as condições para a aceleração subsequente do crescimento.
Está correto o que se afirma em
Considere-se que um investidor tenha avaliado realizar um investimento de R$ 27.500 e que tenha sido projetado que esse investimento irá fornecer dois retornos anuais consecutivos, cada um no valor de R$ 15.125. Com base na situação apresentada e considerando-se que o investidor tenha fixado a taxa de atratividade em 10% ao ano, é correto afirmar que o investimento avaliado será atrativo, uma vez que o seu valor presente líquido será positivo.
Caso um empréstimo de R$ 50.000 seja liquidado em quatro pagamentos mensais e consecutivos de R$ 14.000 cada, então o custo efetivo mensal i desta operação, calculado pelo método da taxa interna de retorno, terá de satisfazer a equação
50.000(1 + i) 4 −14.000[(1 + i) 3 + (1 + i) 2 + (1 + i) + 1] = 0.
Suponha-se que um investidor tenha aplicado R$ 100.000 em um título, por 12 meses, a uma taxa nominal de 12% ao ano. Com base na situação hipotética apresentada, se a inflação nesse período tiver sido de 6%, então a taxa de juros real desse investimento terá sido igual a 6%.
A presunção da existência de influência significativa de uma investidora em relação a uma investida ocorre quando a investidora mantém, direta ou indiretamente, pelo menos 20% do poder de voto da investida, a menos que se possa comprovar que essa influência de fato inexiste.
Ativos são os recursos econômicos presentes, decorrentes de eventos passados, que se encontram sob o controle de uma entidade.
Na avaliação privada, os aspectos devem ser vistos sob dois níveis distintos: o prognóstico, que busca compreender as análises do passado ao presente; e o diagnóstico, que deve guardar coerência com o prognóstico e contemplar projeções em um horizonte da conjuntura ao presente.
Na análise social de projetos, procura-se discutir as dificuldades dos esquemas de custo-benefício como indicadores neoclássicos e da aplicação de preços-sombra como uma aproximação do que seria um bom sistema de avaliação.
Consideram-se custos sociais de um projeto a destruição de reservas não renováveis, a poluição do ar e da água, a poluição sonora e visual, os acidentes, os riscos de incêndio, o desequilíbrio ecológico, o desequilíbrio genético, as doenças, as pragas e, em especial, os gastos do governo, direta e indiretamente, com o projeto.
Denomina-se projeto de investimento não-convencional aquele cujo fluxo de caixa tem inicialmente m valores Vk negativos (investimentos) e os restantes todos positivos ou nulos, de modo que haja somente uma variação de sinal e, portanto, no máximo uma TIR positiva.
A origem da taxa mínima de atratividade (TMA) é um indicador que revela o valor mínimo que se espera obter em relação a um retorno de investimento.
Projeto de investimento convencional é aquele que apresenta mais de uma variação de sinal no fluxo de caixa, com a possibilidade de não existir uma raiz positiva ou de haver mais de uma, podendo-se inviabilizar o uso da TIR como critério de viabilidade econômica.
Entre os métodos clássicos utilizados para classificação de projetos de investimentos para tomada de decisão, o valor presente líquido (VPL) para análise dos fluxos de caixa é obtido pela diferença entre o valor presente dos benefícios (ou pagamentos) previstos de caixa e o valor presente do fluxo de caixa inicial (valor do investimento, do empréstimo ou do financiamento).
Na subscrição do tipo stand-by, ocorre a subscrição e a integralização, por parte da instituição financeira, do total das novas ações emitidas por uma empresa, que assume amplamente o risco de sua colocação no mercado, ao público em geral e aos investidores institucionais, responsabilizando-se pelo pagamento à empresa emitente do valor total das ações lançadas.