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Em qual das palavras abaixo a letra “s” final da palavra NÃO indica plural?
Viver é um grito
Por Adriana Antunes
01 Pare, observe, escute. Todos os dias pedaços de nós chegam ao fim. Pedaços que, de certa
02 forma, já não são mais nossos. Mudamos. Reparo e, às vezes, os vejo cru...arem a rua e
03 passarem para o outro lado da calçada. Pedaços de mim que partem. O tempo junta e separa
04 pessoas. Junta e separa amores. O tempo é uma espécie de morte. Cada morte chega com um
05 gosto diferente. Há as que causam alegria, alívio. Há as que doem demais. Há as que abrem
06 espaço para outra vida. Há as que aprisionam por um tempo. Algumas têm aquele gosto que
07 resta na boca depois do sono. Outras têm gosto das quatro da tarde com mistura de chá e pão.
08 Já morremos tantas vezes nesta vida. Não sei por que temos tanto medo de falar sobre isso.
09 Viver e morrer é tão assertivo quanto trombarmos, vez por outra, em nossas pequenas mortes
10 cotidianas. O fim de um livro bom, o encontro desmarcado, o telefone não atendido, a louça suja
11 sobre a pia, um velho cartão-postal de um amor já partido, as cartas da juventude, uma foto
12 esquecida e reencontrada, cheia de marcas de outro tempo, nossas pequenas mortes. A cada
13 um desses encontros, ensaiamos uma pequena coreografia de um adeus. É um assombro, a
14 constatação da finitude. Depois, sabemos que a vida continua. Esse reviver é como acordar, abrir
15 a janela e ver o dia lá fora.
16 Viver é um grito. Aquilo que rasga ao meio a apatia dos dias que se sucedem. Repare, tem
17 dias em que há um mundo no fundo da ....ícara. Um mundo que se contrai para dar nascimento
18 à alegria. Uma delicada porcelana que recobre os fatos e nos faz sonhar outra vez.
19 Na dor da morte ficamos com eles. O detalhe do sorriso, do olho que se fecha ao falar, do
20 timbre do oi, do perfume da camisa, das mãos que gesticulam. A imagem nunca vem inteira. É
21 a cor do cabelo, o contorno dos lábios, os botões do casaco. E com o passar do tempo, vai se
22 apagando.
23 Repare: um dia a coisa toda muda, queiramos ou não. Se encerra. Atravessa a rua, passa
24 para o outro lado da calçada. Ficamos machucados, nos recolhemos. Um pedaço da trama
25 começa a desfiar. A vida segue mesmo assim.
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Qual alternativa a seguir apresenta a correta reescrita da frase “Todos os dias pedaços de nós chegam ao fim” no futuro do indicativo?
Viver é um grito
Por Adriana Antunes
01 Pare, observe, escute. Todos os dias pedaços de nós chegam ao fim. Pedaços que, de certa
02 forma, já não são mais nossos. Mudamos. Reparo e, às vezes, os vejo cru...arem a rua e
03 passarem para o outro lado da calçada. Pedaços de mim que partem. O tempo junta e separa
04 pessoas. Junta e separa amores. O tempo é uma espécie de morte. Cada morte chega com um
05 gosto diferente. Há as que causam alegria, alívio. Há as que doem demais. Há as que abrem
06 espaço para outra vida. Há as que aprisionam por um tempo. Algumas têm aquele gosto que
07 resta na boca depois do sono. Outras têm gosto das quatro da tarde com mistura de chá e pão.
08 Já morremos tantas vezes nesta vida. Não sei por que temos tanto medo de falar sobre isso.
09 Viver e morrer é tão assertivo quanto trombarmos, vez por outra, em nossas pequenas mortes
10 cotidianas. O fim de um livro bom, o encontro desmarcado, o telefone não atendido, a louça suja
11 sobre a pia, um velho cartão-postal de um amor já partido, as cartas da juventude, uma foto
12 esquecida e reencontrada, cheia de marcas de outro tempo, nossas pequenas mortes. A cada
13 um desses encontros, ensaiamos uma pequena coreografia de um adeus. É um assombro, a
14 constatação da finitude. Depois, sabemos que a vida continua. Esse reviver é como acordar, abrir
15 a janela e ver o dia lá fora.
16 Viver é um grito. Aquilo que rasga ao meio a apatia dos dias que se sucedem. Repare, tem
17 dias em que há um mundo no fundo da ....ícara. Um mundo que se contrai para dar nascimento
18 à alegria. Uma delicada porcelana que recobre os fatos e nos faz sonhar outra vez.
19 Na dor da morte ficamos com eles. O detalhe do sorriso, do olho que se fecha ao falar, do
20 timbre do oi, do perfume da camisa, das mãos que gesticulam. A imagem nunca vem inteira. É
21 a cor do cabelo, o contorno dos lábios, os botões do casaco. E com o passar do tempo, vai se
22 apagando.
23 Repare: um dia a coisa toda muda, queiramos ou não. Se encerra. Atravessa a rua, passa
24 para o outro lado da calçada. Ficamos machucados, nos recolhemos. Um pedaço da trama
25 começa a desfiar. A vida segue mesmo assim.
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Qual das palavras abaixo NÃO pertence à mesma família da palavra “amor”?
Viver é um grito
Por Adriana Antunes
01 Pare, observe, escute. Todos os dias pedaços de nós chegam ao fim. Pedaços que, de certa
02 forma, já não são mais nossos. Mudamos. Reparo e, às vezes, os vejo cru...arem a rua e
03 passarem para o outro lado da calçada. Pedaços de mim que partem. O tempo junta e separa
04 pessoas. Junta e separa amores. O tempo é uma espécie de morte. Cada morte chega com um
05 gosto diferente. Há as que causam alegria, alívio. Há as que doem demais. Há as que abrem
06 espaço para outra vida. Há as que aprisionam por um tempo. Algumas têm aquele gosto que
07 resta na boca depois do sono. Outras têm gosto das quatro da tarde com mistura de chá e pão.
08 Já morremos tantas vezes nesta vida. Não sei por que temos tanto medo de falar sobre isso.
09 Viver e morrer é tão assertivo quanto trombarmos, vez por outra, em nossas pequenas mortes
10 cotidianas. O fim de um livro bom, o encontro desmarcado, o telefone não atendido, a louça suja
11 sobre a pia, um velho cartão-postal de um amor já partido, as cartas da juventude, uma foto
12 esquecida e reencontrada, cheia de marcas de outro tempo, nossas pequenas mortes. A cada
13 um desses encontros, ensaiamos uma pequena coreografia de um adeus. É um assombro, a
14 constatação da finitude. Depois, sabemos que a vida continua. Esse reviver é como acordar, abrir
15 a janela e ver o dia lá fora.
16 Viver é um grito. Aquilo que rasga ao meio a apatia dos dias que se sucedem. Repare, tem
17 dias em que há um mundo no fundo da ....ícara. Um mundo que se contrai para dar nascimento
18 à alegria. Uma delicada porcelana que recobre os fatos e nos faz sonhar outra vez.
19 Na dor da morte ficamos com eles. O detalhe do sorriso, do olho que se fecha ao falar, do
20 timbre do oi, do perfume da camisa, das mãos que gesticulam. A imagem nunca vem inteira. É
21 a cor do cabelo, o contorno dos lábios, os botões do casaco. E com o passar do tempo, vai se
22 apagando.
23 Repare: um dia a coisa toda muda, queiramos ou não. Se encerra. Atravessa a rua, passa
24 para o outro lado da calçada. Ficamos machucados, nos recolhemos. Um pedaço da trama
25 começa a desfiar. A vida segue mesmo assim.
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
As expressões “na boca” e “depois do sono” na frase “algumas têm aquele gosto que resta na boca depois do sono” indicam, respectivamente:
Viver é um grito
Por Adriana Antunes
01 Pare, observe, escute. Todos os dias pedaços de nós chegam ao fim. Pedaços que, de certa
02 forma, já não são mais nossos. Mudamos. Reparo e, às vezes, os vejo cru...arem a rua e
03 passarem para o outro lado da calçada. Pedaços de mim que partem. O tempo junta e separa
04 pessoas. Junta e separa amores. O tempo é uma espécie de morte. Cada morte chega com um
05 gosto diferente. Há as que causam alegria, alívio. Há as que doem demais. Há as que abrem
06 espaço para outra vida. Há as que aprisionam por um tempo. Algumas têm aquele gosto que
07 resta na boca depois do sono. Outras têm gosto das quatro da tarde com mistura de chá e pão.
08 Já morremos tantas vezes nesta vida. Não sei por que temos tanto medo de falar sobre isso.
09 Viver e morrer é tão assertivo quanto trombarmos, vez por outra, em nossas pequenas mortes
10 cotidianas. O fim de um livro bom, o encontro desmarcado, o telefone não atendido, a louça suja
11 sobre a pia, um velho cartão-postal de um amor já partido, as cartas da juventude, uma foto
12 esquecida e reencontrada, cheia de marcas de outro tempo, nossas pequenas mortes. A cada
13 um desses encontros, ensaiamos uma pequena coreografia de um adeus. É um assombro, a
14 constatação da finitude. Depois, sabemos que a vida continua. Esse reviver é como acordar, abrir
15 a janela e ver o dia lá fora.
16 Viver é um grito. Aquilo que rasga ao meio a apatia dos dias que se sucedem. Repare, tem
17 dias em que há um mundo no fundo da ....ícara. Um mundo que se contrai para dar nascimento
18 à alegria. Uma delicada porcelana que recobre os fatos e nos faz sonhar outra vez.
19 Na dor da morte ficamos com eles. O detalhe do sorriso, do olho que se fecha ao falar, do
20 timbre do oi, do perfume da camisa, das mãos que gesticulam. A imagem nunca vem inteira. É
21 a cor do cabelo, o contorno dos lábios, os botões do casaco. E com o passar do tempo, vai se
22 apagando.
23 Repare: um dia a coisa toda muda, queiramos ou não. Se encerra. Atravessa a rua, passa
24 para o outro lado da calçada. Ficamos machucados, nos recolhemos. Um pedaço da trama
25 começa a desfiar. A vida segue mesmo assim.
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Em qual das alternativas a seguir a palavra sublinhada NÃO é um substantivo?
Viver é um grito
Por Adriana Antunes
01 Pare, observe, escute. Todos os dias pedaços de nós chegam ao fim. Pedaços que, de certa
02 forma, já não são mais nossos. Mudamos. Reparo e, às vezes, os vejo cru...arem a rua e
03 passarem para o outro lado da calçada. Pedaços de mim que partem. O tempo junta e separa
04 pessoas. Junta e separa amores. O tempo é uma espécie de morte. Cada morte chega com um
05 gosto diferente. Há as que causam alegria, alívio. Há as que doem demais. Há as que abrem
06 espaço para outra vida. Há as que aprisionam por um tempo. Algumas têm aquele gosto que
07 resta na boca depois do sono. Outras têm gosto das quatro da tarde com mistura de chá e pão.
08 Já morremos tantas vezes nesta vida. Não sei por que temos tanto medo de falar sobre isso.
09 Viver e morrer é tão assertivo quanto trombarmos, vez por outra, em nossas pequenas mortes
10 cotidianas. O fim de um livro bom, o encontro desmarcado, o telefone não atendido, a louça suja
11 sobre a pia, um velho cartão-postal de um amor já partido, as cartas da juventude, uma foto
12 esquecida e reencontrada, cheia de marcas de outro tempo, nossas pequenas mortes. A cada
13 um desses encontros, ensaiamos uma pequena coreografia de um adeus. É um assombro, a
14 constatação da finitude. Depois, sabemos que a vida continua. Esse reviver é como acordar, abrir
15 a janela e ver o dia lá fora.
16 Viver é um grito. Aquilo que rasga ao meio a apatia dos dias que se sucedem. Repare, tem
17 dias em que há um mundo no fundo da ....ícara. Um mundo que se contrai para dar nascimento
18 à alegria. Uma delicada porcelana que recobre os fatos e nos faz sonhar outra vez.
19 Na dor da morte ficamos com eles. O detalhe do sorriso, do olho que se fecha ao falar, do
20 timbre do oi, do perfume da camisa, das mãos que gesticulam. A imagem nunca vem inteira. É
21 a cor do cabelo, o contorno dos lábios, os botões do casaco. E com o passar do tempo, vai se
22 apagando.
23 Repare: um dia a coisa toda muda, queiramos ou não. Se encerra. Atravessa a rua, passa
24 para o outro lado da calçada. Ficamos machucados, nos recolhemos. Um pedaço da trama
25 começa a desfiar. A vida segue mesmo assim.
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Qual das palavras abaixo é oxítona, ou seja, tem a última sílaba tônica?
Viver é um grito
Por Adriana Antunes
01 Pare, observe, escute. Todos os dias pedaços de nós chegam ao fim. Pedaços que, de certa
02 forma, já não são mais nossos. Mudamos. Reparo e, às vezes, os vejo cru...arem a rua e
03 passarem para o outro lado da calçada. Pedaços de mim que partem. O tempo junta e separa
04 pessoas. Junta e separa amores. O tempo é uma espécie de morte. Cada morte chega com um
05 gosto diferente. Há as que causam alegria, alívio. Há as que doem demais. Há as que abrem
06 espaço para outra vida. Há as que aprisionam por um tempo. Algumas têm aquele gosto que
07 resta na boca depois do sono. Outras têm gosto das quatro da tarde com mistura de chá e pão.
08 Já morremos tantas vezes nesta vida. Não sei por que temos tanto medo de falar sobre isso.
09 Viver e morrer é tão assertivo quanto trombarmos, vez por outra, em nossas pequenas mortes
10 cotidianas. O fim de um livro bom, o encontro desmarcado, o telefone não atendido, a louça suja
11 sobre a pia, um velho cartão-postal de um amor já partido, as cartas da juventude, uma foto
12 esquecida e reencontrada, cheia de marcas de outro tempo, nossas pequenas mortes. A cada
13 um desses encontros, ensaiamos uma pequena coreografia de um adeus. É um assombro, a
14 constatação da finitude. Depois, sabemos que a vida continua. Esse reviver é como acordar, abrir
15 a janela e ver o dia lá fora.
16 Viver é um grito. Aquilo que rasga ao meio a apatia dos dias que se sucedem. Repare, tem
17 dias em que há um mundo no fundo da ....ícara. Um mundo que se contrai para dar nascimento
18 à alegria. Uma delicada porcelana que recobre os fatos e nos faz sonhar outra vez.
19 Na dor da morte ficamos com eles. O detalhe do sorriso, do olho que se fecha ao falar, do
20 timbre do oi, do perfume da camisa, das mãos que gesticulam. A imagem nunca vem inteira. É
21 a cor do cabelo, o contorno dos lábios, os botões do casaco. E com o passar do tempo, vai se
22 apagando.
23 Repare: um dia a coisa toda muda, queiramos ou não. Se encerra. Atravessa a rua, passa
24 para o outro lado da calçada. Ficamos machucados, nos recolhemos. Um pedaço da trama
25 começa a desfiar. A vida segue mesmo assim.
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Qual das alternativas abaixo é um sinônimo (palavra de sentido semelhante) da palavra “aprisionam” (l. 06)?
Viver é um grito
Por Adriana Antunes
01 Pare, observe, escute. Todos os dias pedaços de nós chegam ao fim. Pedaços que, de certa
02 forma, já não são mais nossos. Mudamos. Reparo e, às vezes, os vejo cru...arem a rua e
03 passarem para o outro lado da calçada. Pedaços de mim que partem. O tempo junta e separa
04 pessoas. Junta e separa amores. O tempo é uma espécie de morte. Cada morte chega com um
05 gosto diferente. Há as que causam alegria, alívio. Há as que doem demais. Há as que abrem
06 espaço para outra vida. Há as que aprisionam por um tempo. Algumas têm aquele gosto que
07 resta na boca depois do sono. Outras têm gosto das quatro da tarde com mistura de chá e pão.
08 Já morremos tantas vezes nesta vida. Não sei por que temos tanto medo de falar sobre isso.
09 Viver e morrer é tão assertivo quanto trombarmos, vez por outra, em nossas pequenas mortes
10 cotidianas. O fim de um livro bom, o encontro desmarcado, o telefone não atendido, a louça suja
11 sobre a pia, um velho cartão-postal de um amor já partido, as cartas da juventude, uma foto
12 esquecida e reencontrada, cheia de marcas de outro tempo, nossas pequenas mortes. A cada
13 um desses encontros, ensaiamos uma pequena coreografia de um adeus. É um assombro, a
14 constatação da finitude. Depois, sabemos que a vida continua. Esse reviver é como acordar, abrir
15 a janela e ver o dia lá fora.
16 Viver é um grito. Aquilo que rasga ao meio a apatia dos dias que se sucedem. Repare, tem
17 dias em que há um mundo no fundo da ....ícara. Um mundo que se contrai para dar nascimento
18 à alegria. Uma delicada porcelana que recobre os fatos e nos faz sonhar outra vez.
19 Na dor da morte ficamos com eles. O detalhe do sorriso, do olho que se fecha ao falar, do
20 timbre do oi, do perfume da camisa, das mãos que gesticulam. A imagem nunca vem inteira. É
21 a cor do cabelo, o contorno dos lábios, os botões do casaco. E com o passar do tempo, vai se
22 apagando.
23 Repare: um dia a coisa toda muda, queiramos ou não. Se encerra. Atravessa a rua, passa
24 para o outro lado da calçada. Ficamos machucados, nos recolhemos. Um pedaço da trama
25 começa a desfiar. A vida segue mesmo assim.
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando a correta ortografia das palavras em Língua Portuguesa, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 02 e 17.
Viver é um grito
Por Adriana Antunes
01 Pare, observe, escute. Todos os dias pedaços de nós chegam ao fim. Pedaços que, de certa
02 forma, já não são mais nossos. Mudamos. Reparo e, às vezes, os vejo cru...arem a rua e
03 passarem para o outro lado da calçada. Pedaços de mim que partem. O tempo junta e separa
04 pessoas. Junta e separa amores. O tempo é uma espécie de morte. Cada morte chega com um
05 gosto diferente. Há as que causam alegria, alívio. Há as que doem demais. Há as que abrem
06 espaço para outra vida. Há as que aprisionam por um tempo. Algumas têm aquele gosto que
07 resta na boca depois do sono. Outras têm gosto das quatro da tarde com mistura de chá e pão.
08 Já morremos tantas vezes nesta vida. Não sei por que temos tanto medo de falar sobre isso.
09 Viver e morrer é tão assertivo quanto trombarmos, vez por outra, em nossas pequenas mortes
10 cotidianas. O fim de um livro bom, o encontro desmarcado, o telefone não atendido, a louça suja
11 sobre a pia, um velho cartão-postal de um amor já partido, as cartas da juventude, uma foto
12 esquecida e reencontrada, cheia de marcas de outro tempo, nossas pequenas mortes. A cada
13 um desses encontros, ensaiamos uma pequena coreografia de um adeus. É um assombro, a
14 constatação da finitude. Depois, sabemos que a vida continua. Esse reviver é como acordar, abrir
15 a janela e ver o dia lá fora.
16 Viver é um grito. Aquilo que rasga ao meio a apatia dos dias que se sucedem. Repare, tem
17 dias em que há um mundo no fundo da ....ícara. Um mundo que se contrai para dar nascimento
18 à alegria. Uma delicada porcelana que recobre os fatos e nos faz sonhar outra vez.
19 Na dor da morte ficamos com eles. O detalhe do sorriso, do olho que se fecha ao falar, do
20 timbre do oi, do perfume da camisa, das mãos que gesticulam. A imagem nunca vem inteira. É
21 a cor do cabelo, o contorno dos lábios, os botões do casaco. E com o passar do tempo, vai se
22 apagando.
23 Repare: um dia a coisa toda muda, queiramos ou não. Se encerra. Atravessa a rua, passa
24 para o outro lado da calçada. Ficamos machucados, nos recolhemos. Um pedaço da trama
25 começa a desfiar. A vida segue mesmo assim.
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Qual das alternativas abaixo NÃO é algo que a autora aponta como uma morte cotidiana?
Viver é um grito
Por Adriana Antunes
01 Pare, observe, escute. Todos os dias pedaços de nós chegam ao fim. Pedaços que, de certa
02 forma, já não são mais nossos. Mudamos. Reparo e, às vezes, os vejo cru...arem a rua e
03 passarem para o outro lado da calçada. Pedaços de mim que partem. O tempo junta e separa
04 pessoas. Junta e separa amores. O tempo é uma espécie de morte. Cada morte chega com um
05 gosto diferente. Há as que causam alegria, alívio. Há as que doem demais. Há as que abrem
06 espaço para outra vida. Há as que aprisionam por um tempo. Algumas têm aquele gosto que
07 resta na boca depois do sono. Outras têm gosto das quatro da tarde com mistura de chá e pão.
08 Já morremos tantas vezes nesta vida. Não sei por que temos tanto medo de falar sobre isso.
09 Viver e morrer é tão assertivo quanto trombarmos, vez por outra, em nossas pequenas mortes
10 cotidianas. O fim de um livro bom, o encontro desmarcado, o telefone não atendido, a louça suja
11 sobre a pia, um velho cartão-postal de um amor já partido, as cartas da juventude, uma foto
12 esquecida e reencontrada, cheia de marcas de outro tempo, nossas pequenas mortes. A cada
13 um desses encontros, ensaiamos uma pequena coreografia de um adeus. É um assombro, a
14 constatação da finitude. Depois, sabemos que a vida continua. Esse reviver é como acordar, abrir
15 a janela e ver o dia lá fora.
16 Viver é um grito. Aquilo que rasga ao meio a apatia dos dias que se sucedem. Repare, tem
17 dias em que há um mundo no fundo da ....ícara. Um mundo que se contrai para dar nascimento
18 à alegria. Uma delicada porcelana que recobre os fatos e nos faz sonhar outra vez.
19 Na dor da morte ficamos com eles. O detalhe do sorriso, do olho que se fecha ao falar, do
20 timbre do oi, do perfume da camisa, das mãos que gesticulam. A imagem nunca vem inteira. É
21 a cor do cabelo, o contorno dos lábios, os botões do casaco. E com o passar do tempo, vai se
22 apagando.
23 Repare: um dia a coisa toda muda, queiramos ou não. Se encerra. Atravessa a rua, passa
24 para o outro lado da calçada. Ficamos machucados, nos recolhemos. Um pedaço da trama
25 começa a desfiar. A vida segue mesmo assim.
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Qual é o assunto principal do texto?
As ações de saúde, tanto educativas quanto curativas, visam proporcionar às pessoas o mais alto grau de saúde, bem como permitir uma melhor qualidade de vida. São recursos que permitem à equipe facilitar a aprendizagem dos pacientes, EXCETO:
Sobre o isolamento absoluto do campo operatório, analise as assertivas abaixo:
I. Mantém o ambiente limpo e livre de umidade, indispensável para a confecção de restaurações.
II. Auxilia na proteção do paciente contra aspiração ou deglutição de instrumentos, restos de materiais restauradores, etc.
III. Cria condições ideais, melhorando a visibilidade e o acesso ao campo operatório, retraindo e protegendo tecidos moles.
IV. Promove a proteção dos profissionais, uma vez que o contato com a saliva e o sangue do paciente torna-se reduzido.
Quais estão corretas?
Existem alguns materiais e instrumentos odontológicos que precisam passar pela esterilização para que possam ser reutilizados. Qual dos instrumentos abaixo é passível apenas de desinfecção?
Os materiais de moldagem são muito importantes na Odontologia e na rotina clínica. A moldagem consiste na etapa de transferência de elementos dentários da arcada para a construção de um modelo, uma cópia clínica dentária fiel, com diversas finalidades. O alginato é um material bastante utilizado para qual finalidade?
É um instrumental utilizado para determinar a saúde gengival do paciente. Sua utilização pode acontecer desde a primeira consulta até as consultas de manutenção. O trecho se refere ao(à):
O conhecimento da anatomia dental é de extrema importância para profissionais da Equipe de Saúde Bucal. A estrutura dentária é formada por quatro partes diferentes, que são:
Sobre a Política Nacional de Saúde Bucal (PNSB), assinale a alternativa INCORRETA.
Cavidades profundas ou de difícil acesso podem exigir a utilização de instrumentos adicionais para que sejam restauradas ou seladas. O equipamento utilizado para introduzir o cimento de ionômero de vidro nessas cavidades é a seringa:
Sobre a Lei Orgânica do Município de Limeira (Lei nº 01/1990), analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) É vedado ao munícipio estabelecer cultos religiosos.
( ) A função legislativa é exercida pela Câmara Municipal, com 21 vereadores.
( ) O cidadão do município de Limeira tem direito à liberdade de criação e expressão, nas suas mais variadas formas, bem como à proteção do patrimônio histórico, artístico e paisagístico do município.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Sobre o direito à educação previsto na Constituição de 1988, assinale a alternativa INCORRETA.