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Ultraprocessados sob análise: estudo com 200 mil adultos nos
EUA revela perigos ocultos
Bebidas açucaradas e carnes processadas lideram a lista de
vilões cardiovasculares
Por The New York Times
Citar uma condição comum — como doenças cardíacas — já é suficiente para mostrar que há grandes chances de que seguir uma dieta rica em alimentos ultraprocessados esteja associada a ela.
Mas a categoria de alimentos ultraprocessados é ampla e abrangente. Estima-se que represente 73% do suprimento alimentar dos Estados Unidos e inclua produtos estereotipicamente “não saudáveis”, como refrigerantes, doces e cachorros-quentes, além de produtos aparentemente “saudáveis”, como pães integrais, cereais matinais, iogurtes saborizados e leites vegetais.
"É uma mistura de alimentos, alguns dos quais provavelmente são mais prejudiciais do que outros", disse Josiemer Mattei, professora associada de nutrição na Escola de Saúde Pública Harvard TH Chan.
Nesta segunda-feira (1), Mattei e seus colegas publicaram um dos maiores e mais longos estudos sobre alimentos ultraprocessados e saúde cardíaca até o momento. O estudo analisou os riscos do consumo desses alimentos e identificou quais são os piores.
Um risco geral dos alimentos ultraprocessados
O estudo, publicado na revista Lancet, incluiu mais de 200 mil adultos nos Estados Unidos. Os participantes preencheram questionários detalhados sobre dieta desde o final da década de 1980 e início da década de 1990, repetindo-os a cada dois ou quatro anos por cerca de 30 anos. A maioria era branca e trabalhava como profissional de saúde. Os pesquisadores investigaram como o consumo de alimentos ultraprocessados se relacionava com o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.
Após ajustes para fatores de risco como tabagismo, histórico familiar, sono e exercícios, os pesquisadores descobriram que quem consumia mais alimentos ultraprocessados teve 11% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares e 16% mais chances de desenvolver doença coronariana em comparação aos que consumiam menos. O risco de acidente vascular cerebral foi ligeiramente mais elevado, mas sem significância estatística.
Em uma análise combinada com outros 19 estudos envolvendo cerca de 1,25 milhão de adultos, os pesquisadores encontraram que quem consumia mais ultraprocessados tinha 17% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares, 23% mais chances de doença coronariana e 9% mais chances de sofrer um derrame, em comparação aos que consumiam menos.
O tamanho do estudo e a frequência das verificações dietéticas fazem dele “um dos estudos mais robustos” sobre o tema, afirmou Niyati Parekh, professora de nutrição em saúde pública na Universidade de Nova York.
Ainda assim, o estudo tem limitações comuns a pesquisas nutricionais. Os questionários não foram projetados para classificar o grau de processamento dos alimentos, então os pesquisadores tiveram de determinar quais eram provavelmente ultraprocessados posteriormente. Além disso, os nutrientes de alguns produtos, como cereais matinais, podem ter mudado ao longo das décadas, tornando os resultados menos aplicáveis aos alimentos atuais.
Como a maioria dos participantes era branca e bem informada sobre saúde, os resultados podem não se aplicar a toda a população. E, como ressaltou Mattei, esses estudos não provam causa e efeito; mostram apenas associação. O que chama atenção é a consistência global das evidências ligando ultraprocessados à saúde precária. [...]
Disponível em https://oglobo.globo.com/saude/ciencia/noticia/2025/09/04/ultraprocessadossob-analise-estudo-com-200-mil-adultos-nos-eua-revela-perigosocultos.ghtml
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Ultraprocessados sob análise: estudo com 200 mil adultos nos
EUA revela perigos ocultos
Bebidas açucaradas e carnes processadas lideram a lista de
vilões cardiovasculares
Por The New York Times
Citar uma condição comum — como doenças cardíacas — já é suficiente para mostrar que há grandes chances de que seguir uma dieta rica em alimentos ultraprocessados esteja associada a ela.
Mas a categoria de alimentos ultraprocessados é ampla e abrangente. Estima-se que represente 73% do suprimento alimentar dos Estados Unidos e inclua produtos estereotipicamente “não saudáveis”, como refrigerantes, doces e cachorros-quentes, além de produtos aparentemente “saudáveis”, como pães integrais, cereais matinais, iogurtes saborizados e leites vegetais.
"É uma mistura de alimentos, alguns dos quais provavelmente são mais prejudiciais do que outros", disse Josiemer Mattei, professora associada de nutrição na Escola de Saúde Pública Harvard TH Chan.
Nesta segunda-feira (1), Mattei e seus colegas publicaram um dos maiores e mais longos estudos sobre alimentos ultraprocessados e saúde cardíaca até o momento. O estudo analisou os riscos do consumo desses alimentos e identificou quais são os piores.
Um risco geral dos alimentos ultraprocessados
O estudo, publicado na revista Lancet, incluiu mais de 200 mil adultos nos Estados Unidos. Os participantes preencheram questionários detalhados sobre dieta desde o final da década de 1980 e início da década de 1990, repetindo-os a cada dois ou quatro anos por cerca de 30 anos. A maioria era branca e trabalhava como profissional de saúde. Os pesquisadores investigaram como o consumo de alimentos ultraprocessados se relacionava com o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.
Após ajustes para fatores de risco como tabagismo, histórico familiar, sono e exercícios, os pesquisadores descobriram que quem consumia mais alimentos ultraprocessados teve 11% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares e 16% mais chances de desenvolver doença coronariana em comparação aos que consumiam menos. O risco de acidente vascular cerebral foi ligeiramente mais elevado, mas sem significância estatística.
Em uma análise combinada com outros 19 estudos envolvendo cerca de 1,25 milhão de adultos, os pesquisadores encontraram que quem consumia mais ultraprocessados tinha 17% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares, 23% mais chances de doença coronariana e 9% mais chances de sofrer um derrame, em comparação aos que consumiam menos.
O tamanho do estudo e a frequência das verificações dietéticas fazem dele “um dos estudos mais robustos” sobre o tema, afirmou Niyati Parekh, professora de nutrição em saúde pública na Universidade de Nova York.
Ainda assim, o estudo tem limitações comuns a pesquisas nutricionais. Os questionários não foram projetados para classificar o grau de processamento dos alimentos, então os pesquisadores tiveram de determinar quais eram provavelmente ultraprocessados posteriormente. Além disso, os nutrientes de alguns produtos, como cereais matinais, podem ter mudado ao longo das décadas, tornando os resultados menos aplicáveis aos alimentos atuais.
Como a maioria dos participantes era branca e bem informada sobre saúde, os resultados podem não se aplicar a toda a população. E, como ressaltou Mattei, esses estudos não provam causa e efeito; mostram apenas associação. O que chama atenção é a consistência global das evidências ligando ultraprocessados à saúde precária. [...]
Disponível em https://oglobo.globo.com/saude/ciencia/noticia/2025/09/04/ultraprocessadossob-analise-estudo-com-200-mil-adultos-nos-eua-revela-perigosocultos.ghtml
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Ultraprocessados sob análise: estudo com 200 mil adultos nos
EUA revela perigos ocultos
Bebidas açucaradas e carnes processadas lideram a lista de
vilões cardiovasculares
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Citar uma condição comum — como doenças cardíacas — já é suficiente para mostrar que há grandes chances de que seguir uma dieta rica em alimentos ultraprocessados esteja associada a ela.
Mas a categoria de alimentos ultraprocessados é ampla e abrangente. Estima-se que represente 73% do suprimento alimentar dos Estados Unidos e inclua produtos estereotipicamente “não saudáveis”, como refrigerantes, doces e cachorros-quentes, além de produtos aparentemente “saudáveis”, como pães integrais, cereais matinais, iogurtes saborizados e leites vegetais.
"É uma mistura de alimentos, alguns dos quais provavelmente são mais prejudiciais do que outros", disse Josiemer Mattei, professora associada de nutrição na Escola de Saúde Pública Harvard TH Chan.
Nesta segunda-feira (1), Mattei e seus colegas publicaram um dos maiores e mais longos estudos sobre alimentos ultraprocessados e saúde cardíaca até o momento. O estudo analisou os riscos do consumo desses alimentos e identificou quais são os piores.
Um risco geral dos alimentos ultraprocessados
O estudo, publicado na revista Lancet, incluiu mais de 200 mil adultos nos Estados Unidos. Os participantes preencheram questionários detalhados sobre dieta desde o final da década de 1980 e início da década de 1990, repetindo-os a cada dois ou quatro anos por cerca de 30 anos. A maioria era branca e trabalhava como profissional de saúde. Os pesquisadores investigaram como o consumo de alimentos ultraprocessados se relacionava com o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.
Após ajustes para fatores de risco como tabagismo, histórico familiar, sono e exercícios, os pesquisadores descobriram que quem consumia mais alimentos ultraprocessados teve 11% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares e 16% mais chances de desenvolver doença coronariana em comparação aos que consumiam menos. O risco de acidente vascular cerebral foi ligeiramente mais elevado, mas sem significância estatística.
Em uma análise combinada com outros 19 estudos envolvendo cerca de 1,25 milhão de adultos, os pesquisadores encontraram que quem consumia mais ultraprocessados tinha 17% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares, 23% mais chances de doença coronariana e 9% mais chances de sofrer um derrame, em comparação aos que consumiam menos.
O tamanho do estudo e a frequência das verificações dietéticas fazem dele “um dos estudos mais robustos” sobre o tema, afirmou Niyati Parekh, professora de nutrição em saúde pública na Universidade de Nova York.
Ainda assim, o estudo tem limitações comuns a pesquisas nutricionais. Os questionários não foram projetados para classificar o grau de processamento dos alimentos, então os pesquisadores tiveram de determinar quais eram provavelmente ultraprocessados posteriormente. Além disso, os nutrientes de alguns produtos, como cereais matinais, podem ter mudado ao longo das décadas, tornando os resultados menos aplicáveis aos alimentos atuais.
Como a maioria dos participantes era branca e bem informada sobre saúde, os resultados podem não se aplicar a toda a população. E, como ressaltou Mattei, esses estudos não provam causa e efeito; mostram apenas associação. O que chama atenção é a consistência global das evidências ligando ultraprocessados à saúde precária. [...]
Disponível em https://oglobo.globo.com/saude/ciencia/noticia/2025/09/04/ultraprocessadossob-analise-estudo-com-200-mil-adultos-nos-eua-revela-perigosocultos.ghtml
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EUA revela perigos ocultos
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Citar uma condição comum — como doenças cardíacas — já é suficiente para mostrar que há grandes chances de que seguir uma dieta rica em alimentos ultraprocessados esteja associada a ela.
Mas a categoria de alimentos ultraprocessados é ampla e abrangente. Estima-se que represente 73% do suprimento alimentar dos Estados Unidos e inclua produtos estereotipicamente “não saudáveis”, como refrigerantes, doces e cachorros-quentes, além de produtos aparentemente “saudáveis”, como pães integrais, cereais matinais, iogurtes saborizados e leites vegetais.
"É uma mistura de alimentos, alguns dos quais provavelmente são mais prejudiciais do que outros", disse Josiemer Mattei, professora associada de nutrição na Escola de Saúde Pública Harvard TH Chan.
Nesta segunda-feira (1), Mattei e seus colegas publicaram um dos maiores e mais longos estudos sobre alimentos ultraprocessados e saúde cardíaca até o momento. O estudo analisou os riscos do consumo desses alimentos e identificou quais são os piores.
Um risco geral dos alimentos ultraprocessados
O estudo, publicado na revista Lancet, incluiu mais de 200 mil adultos nos Estados Unidos. Os participantes preencheram questionários detalhados sobre dieta desde o final da década de 1980 e início da década de 1990, repetindo-os a cada dois ou quatro anos por cerca de 30 anos. A maioria era branca e trabalhava como profissional de saúde. Os pesquisadores investigaram como o consumo de alimentos ultraprocessados se relacionava com o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.
Após ajustes para fatores de risco como tabagismo, histórico familiar, sono e exercícios, os pesquisadores descobriram que quem consumia mais alimentos ultraprocessados teve 11% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares e 16% mais chances de desenvolver doença coronariana em comparação aos que consumiam menos. O risco de acidente vascular cerebral foi ligeiramente mais elevado, mas sem significância estatística.
Em uma análise combinada com outros 19 estudos envolvendo cerca de 1,25 milhão de adultos, os pesquisadores encontraram que quem consumia mais ultraprocessados tinha 17% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares, 23% mais chances de doença coronariana e 9% mais chances de sofrer um derrame, em comparação aos que consumiam menos.
O tamanho do estudo e a frequência das verificações dietéticas fazem dele “um dos estudos mais robustos” sobre o tema, afirmou Niyati Parekh, professora de nutrição em saúde pública na Universidade de Nova York.
Ainda assim, o estudo tem limitações comuns a pesquisas nutricionais. Os questionários não foram projetados para classificar o grau de processamento dos alimentos, então os pesquisadores tiveram de determinar quais eram provavelmente ultraprocessados posteriormente. Além disso, os nutrientes de alguns produtos, como cereais matinais, podem ter mudado ao longo das décadas, tornando os resultados menos aplicáveis aos alimentos atuais.
Como a maioria dos participantes era branca e bem informada sobre saúde, os resultados podem não se aplicar a toda a população. E, como ressaltou Mattei, esses estudos não provam causa e efeito; mostram apenas associação. O que chama atenção é a consistência global das evidências ligando ultraprocessados à saúde precária. [...]
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EUA revela perigos ocultos
Bebidas açucaradas e carnes processadas lideram a lista de
vilões cardiovasculares
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Citar uma condição comum — como doenças cardíacas — já é suficiente para mostrar que há grandes chances de que seguir uma dieta rica em alimentos ultraprocessados esteja associada a ela.
Mas a categoria de alimentos ultraprocessados é ampla e abrangente. Estima-se que represente 73% do suprimento alimentar dos Estados Unidos e inclua produtos estereotipicamente “não saudáveis”, como refrigerantes, doces e cachorros-quentes, além de produtos aparentemente “saudáveis”, como pães integrais, cereais matinais, iogurtes saborizados e leites vegetais.
"É uma mistura de alimentos, alguns dos quais provavelmente são mais prejudiciais do que outros", disse Josiemer Mattei, professora associada de nutrição na Escola de Saúde Pública Harvard TH Chan.
Nesta segunda-feira (1), Mattei e seus colegas publicaram um dos maiores e mais longos estudos sobre alimentos ultraprocessados e saúde cardíaca até o momento. O estudo analisou os riscos do consumo desses alimentos e identificou quais são os piores.
Um risco geral dos alimentos ultraprocessados
O estudo, publicado na revista Lancet, incluiu mais de 200 mil adultos nos Estados Unidos. Os participantes preencheram questionários detalhados sobre dieta desde o final da década de 1980 e início da década de 1990, repetindo-os a cada dois ou quatro anos por cerca de 30 anos. A maioria era branca e trabalhava como profissional de saúde. Os pesquisadores investigaram como o consumo de alimentos ultraprocessados se relacionava com o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.
Após ajustes para fatores de risco como tabagismo, histórico familiar, sono e exercícios, os pesquisadores descobriram que quem consumia mais alimentos ultraprocessados teve 11% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares e 16% mais chances de desenvolver doença coronariana em comparação aos que consumiam menos. O risco de acidente vascular cerebral foi ligeiramente mais elevado, mas sem significância estatística.
Em uma análise combinada com outros 19 estudos envolvendo cerca de 1,25 milhão de adultos, os pesquisadores encontraram que quem consumia mais ultraprocessados tinha 17% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares, 23% mais chances de doença coronariana e 9% mais chances de sofrer um derrame, em comparação aos que consumiam menos.
O tamanho do estudo e a frequência das verificações dietéticas fazem dele “um dos estudos mais robustos” sobre o tema, afirmou Niyati Parekh, professora de nutrição em saúde pública na Universidade de Nova York.
Ainda assim, o estudo tem limitações comuns a pesquisas nutricionais. Os questionários não foram projetados para classificar o grau de processamento dos alimentos, então os pesquisadores tiveram de determinar quais eram provavelmente ultraprocessados posteriormente. Além disso, os nutrientes de alguns produtos, como cereais matinais, podem ter mudado ao longo das décadas, tornando os resultados menos aplicáveis aos alimentos atuais.
Como a maioria dos participantes era branca e bem informada sobre saúde, os resultados podem não se aplicar a toda a população. E, como ressaltou Mattei, esses estudos não provam causa e efeito; mostram apenas associação. O que chama atenção é a consistência global das evidências ligando ultraprocessados à saúde precária. [...]
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EUA revela perigos ocultos
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vilões cardiovasculares
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Citar uma condição comum — como doenças cardíacas — já é suficiente para mostrar que há grandes chances de que seguir uma dieta rica em alimentos ultraprocessados esteja associada a ela.
Mas a categoria de alimentos ultraprocessados é ampla e abrangente. Estima-se que represente 73% do suprimento alimentar dos Estados Unidos e inclua produtos estereotipicamente “não saudáveis”, como refrigerantes, doces e cachorros-quentes, além de produtos aparentemente “saudáveis”, como pães integrais, cereais matinais, iogurtes saborizados e leites vegetais.
"É uma mistura de alimentos, alguns dos quais provavelmente são mais prejudiciais do que outros", disse Josiemer Mattei, professora associada de nutrição na Escola de Saúde Pública Harvard TH Chan.
Nesta segunda-feira (1), Mattei e seus colegas publicaram um dos maiores e mais longos estudos sobre alimentos ultraprocessados e saúde cardíaca até o momento. O estudo analisou os riscos do consumo desses alimentos e identificou quais são os piores.
Um risco geral dos alimentos ultraprocessados
O estudo, publicado na revista Lancet, incluiu mais de 200 mil adultos nos Estados Unidos. Os participantes preencheram questionários detalhados sobre dieta desde o final da década de 1980 e início da década de 1990, repetindo-os a cada dois ou quatro anos por cerca de 30 anos. A maioria era branca e trabalhava como profissional de saúde. Os pesquisadores investigaram como o consumo de alimentos ultraprocessados se relacionava com o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.
Após ajustes para fatores de risco como tabagismo, histórico familiar, sono e exercícios, os pesquisadores descobriram que quem consumia mais alimentos ultraprocessados teve 11% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares e 16% mais chances de desenvolver doença coronariana em comparação aos que consumiam menos. O risco de acidente vascular cerebral foi ligeiramente mais elevado, mas sem significância estatística.
Em uma análise combinada com outros 19 estudos envolvendo cerca de 1,25 milhão de adultos, os pesquisadores encontraram que quem consumia mais ultraprocessados tinha 17% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares, 23% mais chances de doença coronariana e 9% mais chances de sofrer um derrame, em comparação aos que consumiam menos.
O tamanho do estudo e a frequência das verificações dietéticas fazem dele “um dos estudos mais robustos” sobre o tema, afirmou Niyati Parekh, professora de nutrição em saúde pública na Universidade de Nova York.
Ainda assim, o estudo tem limitações comuns a pesquisas nutricionais. Os questionários não foram projetados para classificar o grau de processamento dos alimentos, então os pesquisadores tiveram de determinar quais eram provavelmente ultraprocessados posteriormente. Além disso, os nutrientes de alguns produtos, como cereais matinais, podem ter mudado ao longo das décadas, tornando os resultados menos aplicáveis aos alimentos atuais.
Como a maioria dos participantes era branca e bem informada sobre saúde, os resultados podem não se aplicar a toda a população. E, como ressaltou Mattei, esses estudos não provam causa e efeito; mostram apenas associação. O que chama atenção é a consistência global das evidências ligando ultraprocessados à saúde precária. [...]
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I. O condutor deverá, a todo momento, ter domínio de seu veículo, dirigindo-o com atenção e cuidados dispensáveis à segurança do trânsito.
II. Nas interseções e suas proximidades, o condutor não poderá efetuar ultrapassagem.
III. Entende-se por deslocamento lateral a transposição de faixas, movimentos de conversão à direita, à esquerda e retornos.
IV. Nas vias providas de acostamento, a conversão à esquerda e a operação de retorno deverão ser feitas nos locais apropriados e, onde estes não existirem, o condutor deverá aguardar no acostamento, à direita, para cruzar a pista com segurança.
V. Nas vias urbanas, a operação de retorno deverá ser feita nos locais para isto determinados, quer por meio de sinalização, quer pela existência de locais apropriados, ou, ainda, em outros locais que ofereçam condições de segurança e fluidez, observadas as características da via, do veículo, das condições meteorológicas e da movimentação de pedestres e ciclistas.
I. quando efetuar uma ultrapassagem.
II. para fazer as advertências necessárias a fim de evitar sinistros.
III. fora das áreas urbanas, quando for conveniente advertir a um condutor que se tem o propósito de ultrapassá-lo.
( ) O grupo BRICS foi inicialmente formado por Brasil, Rússia, Índia e China e só passou a se chamar "BRICS" em 2011, com a entrada da África do Sul.
( ) Em 2024, Egito, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Etiópia e Irã se tornaram membros plenos do BRICS.
( ) A Indonésia tornou-se membro pleno do BRICS apenas em janeiro de 2025.
( ) O BRICS é um bloco econômico formal, similar à União Europeia, com políticas comerciais uniformes entre os membros.