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Marcos Bagno, em seu livro “Preconceito Linguístico” (Edições Loyola, 2011), apresenta alguns mitos sobre a Língua Portuguesa. Alguns desses mitos seriam: “Português é muito difícil”, “as pessoas sem instrução falam tudo errado”, “é preciso saber gramática para falar e escrever bem”. Para o autor, é importante que se valorize o saber linguístico individual de cada um. Considerando essas reflexões, podemos afirmar sobre as variedades linguísticas:
Abaixo, há um breve resumo do texto ‘Feedback e crítica: qual a diferença”, do autor Bernt Entschev (publicado na Gazeta do povo on line em 29/12/2013), porém os trechos do resumo estão desordenados. Observe a ordem lógica do texto:
( ) Enquanto que a crítica focaliza o erro cometido pelo funcionário.
( ) O autor afirma que o feedback tende a oferecer alternativas para melhorar o quenão está bom.
( ) O texto “Feedback e crítica: qual a diferença”, do autor Bernt Entschev, publicado no Jornal Gazeta do Povo On line, tem como objetivo discutir acerca da diferença entre feedback e crítica, procurando mostrar qual dos dois procedimentos é o mais interessante para a motivação dos funcionários.
( ) Por fim, o autor considera que o feedback focaliza a situação, enquanto a crítica focaliza o indivíduo.
A ordem que melhor representa o texto seria:
Quanto ao emprego da concordância verbal, a alternativa correta é:
Quanto à colocação pronominal, quais estão corretas:
I. Afinal, lhe convidaram ou não para a festa?
II. Quando me comunico com os supervisores, procuro agir com profissionalismo.
III. Todos se sentem prejudicados quando há atrasos no pagamento do salário. Não preocupe-se com as tarefas menos prioritárias.
Estão corretas:
O texto a seguir é referência para as questões de 01 a 04:
ESPERANÇA NA UNIVERSIDADE
O mundo, em inícios do século XXI, passou por uma imensa desarticulação ideológica, que incluiu uma enorme dissociação política e uma desigualdade social maciça. Frente a essas transformações radicais, a universidade ainda representa patrimônio intelectual, independência política e crítica social. Graças a essas características, a universidade é a instituição mais bem preparada para reorientar o futuro da humanidade.
As últimas décadas do século XX causaram grande desorientação:
• a economia, que foi o orgulho do século XX, entrou em desaceleração;
• essa economia, que, a princípio, aumentou o número dos que se beneficiavam do progresso, passou a ser instrumento da mais brutal desigualdade entre os seres humanos já vista na história;
• os partidos políticos, quer de direita quer de esquerda, deixaram de gerar esperança;
• a democracia, que havia sido criada para os estados-cidade, tendo resistido por mil anos, passou a se mostrar saturada e incompetente. Isso se deu num tempo em que um presidente eleito em um país, pequeno ou grande, tem poder sobre todo o planeta e sobre os séculos futuros, em termos das decisões tomadas por ele;
• as religiões, que sempre foram guardiãs da cultura, sentem-se agora incapazes de frear o avanço brutal do individualismo;
• as empresas, que antes criavam empregos, passaram a destruir empregos;
[...]
Resta pouca esperança de que um novo sistema global de ideias venha a ser criado para renovar a crença na utopia de um mundo em que o sonho humano de progresso tecnológico se alie à liberdade e à igualdade. Essa crença implicava confiança nos políticos, nos líderes religiosos e nos juízes, de quem se esperava a invenção de meios para a criação de coalizões entre os seres humanos. No entanto, se examinarmos as instituições que sobreviveram ao longo desses últimos mil anos, podemos ainda nos permitir ter esperanças, se voltarmos nosso olhar para a universidade.
Para que a universidade seja um instrumento de esperança, entretanto, é necessário que ela recupere esperança nela própria. Isso significa compreender as dificuldades e as limitações da universidade, bem como formular uma nova proposta, novas estruturas e novos métodos de trabalho. Lutar pela defesa da universidade significa lutar pela transformação da universidade.
(Cristovam Buarque. A Universidade numa encruzilhada) FONTE: Ministro da Educação do Brasil. Trabalho apresentado na Conferência Mundial de Educação Superior + 5, UNESCO, Paris, 23-25 de junho de 2003. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ue000035.pdf. Acesso em: 20/02/2014
Na frase: “Lutar pela defesa da universidade significa lutar pela transformação da universidade”, podemos afirmar, em relação à análise sintática:
I. “Lutar pela defesa da universidade” funciona como sujeito da oração;
II. Oração sem sujeito
III. O verbo “significar” é um verbo intransitivo.
IV. O verbo “lutar” é um verbo transitivo indireto.
Estão corretas:
O texto a seguir é referência para as questões de 01 a 04:
ESPERANÇA NA UNIVERSIDADE
O mundo, em inícios do século XXI, passou por uma imensa desarticulação ideológica, que incluiu uma enorme dissociação política e uma desigualdade social maciça. Frente a essas transformações radicais, a universidade ainda representa patrimônio intelectual, independência política e crítica social. Graças a essas características, a universidade é a instituição mais bem preparada para reorientar o futuro da humanidade.
As últimas décadas do século XX causaram grande desorientação:
• a economia, que foi o orgulho do século XX, entrou em desaceleração;
• essa economia, que, a princípio, aumentou o número dos que se beneficiavam do progresso, passou a ser instrumento da mais brutal desigualdade entre os seres humanos já vista na história;
• os partidos políticos, quer de direita quer de esquerda, deixaram de gerar esperança;
• a democracia, que havia sido criada para os estados-cidade, tendo resistido por mil anos, passou a se mostrar saturada e incompetente. Isso se deu num tempo em que um presidente eleito em um país, pequeno ou grande, tem poder sobre todo o planeta e sobre os séculos futuros, em termos das decisões tomadas por ele;
• as religiões, que sempre foram guardiãs da cultura, sentem-se agora incapazes de frear o avanço brutal do individualismo;
• as empresas, que antes criavam empregos, passaram a destruir empregos;
[...]
Resta pouca esperança de que um novo sistema global de ideias venha a ser criado para renovar a crença na utopia de um mundo em que o sonho humano de progresso tecnológico se alie à liberdade e à igualdade. Essa crença implicava confiança nos políticos, nos líderes religiosos e nos juízes, de quem se esperava a invenção de meios para a criação de coalizões entre os seres humanos. No entanto, se examinarmos as instituições que sobreviveram ao longo desses últimos mil anos, podemos ainda nos permitir ter esperanças, se voltarmos nosso olhar para a universidade.
Para que a universidade seja um instrumento de esperança, entretanto, é necessário que ela recupere esperança nela própria. Isso significa compreender as dificuldades e as limitações da universidade, bem como formular uma nova proposta, novas estruturas e novos métodos de trabalho. Lutar pela defesa da universidade significa lutar pela transformação da universidade.
(Cristovam Buarque. A Universidade numa encruzilhada) FONTE: Ministro da Educação do Brasil. Trabalho apresentado na Conferência Mundial de Educação Superior + 5, UNESCO, Paris, 23-25 de junho de 2003. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ue000035.pdf. Acesso em: 20/02/2014
Observe, em destaque no texto, os seguintes enunciados “Frente a essas transformações” e “Graças a essas características”. Sobre essas expressões, é possível afirmar:
I. “Frente a essas transformações” retoma: dissociação política e uma desigualdade social maciça.
II. “Graças a essas características” retoma: “a universidade ainda representa patrimônio intelectual, independência política e crítica social”.
III. Tanto em “essas transformações” quanto em “essas características”, tem-se o mesmo referente: dissociação política e uma desigualdade social maciça.
Estão corretas:
O texto a seguir é referência para as questões de 01 a 04:
ESPERANÇA NA UNIVERSIDADE
O mundo, em inícios do século XXI, passou por uma imensa desarticulação ideológica, que incluiu uma enorme dissociação política e uma desigualdade social maciça. Frente a essas transformações radicais, a universidade ainda representa patrimônio intelectual, independência política e crítica social. Graças a essas características, a universidade é a instituição mais bem preparada para reorientar o futuro da humanidade.
As últimas décadas do século XX causaram grande desorientação:
• a economia, que foi o orgulho do século XX, entrou em desaceleração;
• essa economia, que, a princípio, aumentou o número dos que se beneficiavam do progresso, passou a ser instrumento da mais brutal desigualdade entre os seres humanos já vista na história;
• os partidos políticos, quer de direita quer de esquerda, deixaram de gerar esperança;
• a democracia, que havia sido criada para os estados-cidade, tendo resistido por mil anos, passou a se mostrar saturada e incompetente. Isso se deu num tempo em que um presidente eleito em um país, pequeno ou grande, tem poder sobre todo o planeta e sobre os séculos futuros, em termos das decisões tomadas por ele;
• as religiões, que sempre foram guardiãs da cultura, sentem-se agora incapazes de frear o avanço brutal do individualismo;
• as empresas, que antes criavam empregos, passaram a destruir empregos;
[...]
Resta pouca esperança de que um novo sistema global de ideias venha a ser criado para renovar a crença na utopia de um mundo em que o sonho humano de progresso tecnológico se alie à liberdade e à igualdade. Essa crença implicava confiança nos políticos, nos líderes religiosos e nos juízes, de quem se esperava a invenção de meios para a criação de coalizões entre os seres humanos. No entanto, se examinarmos as instituições que sobreviveram ao longo desses últimos mil anos, podemos ainda nos permitir ter esperanças, se voltarmos nosso olhar para a universidade.
Para que a universidade seja um instrumento de esperança, entretanto, é necessário que ela recupere esperança nela própria. Isso significa compreender as dificuldades e as limitações da universidade, bem como formular uma nova proposta, novas estruturas e novos métodos de trabalho. Lutar pela defesa da universidade significa lutar pela transformação da universidade.
(Cristovam Buarque. A Universidade numa encruzilhada) FONTE: Ministro da Educação do Brasil. Trabalho apresentado na Conferência Mundial de Educação Superior + 5, UNESCO, Paris, 23-25 de junho de 2003. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ue000035.pdf. Acesso em: 20/02/2014
Na sentença “Para que a universidade seja um instrumento de esperança, entretanto, é necessário que ela recupere esperança nela própria.”, é possível afirmar que as conjunções sublinhadas estabelecem, respectivamente, relação semântica de:
O texto a seguir é referência para as questões de 01 a 04:
ESPERANÇA NA UNIVERSIDADE
O mundo, em inícios do século XXI, passou por uma imensa desarticulação ideológica, que incluiu uma enorme dissociação política e uma desigualdade social maciça. Frente a essas transformações radicais, a universidade ainda representa patrimônio intelectual, independência política e crítica social. Graças a essas características, a universidade é a instituição mais bem preparada para reorientar o futuro da humanidade.
As últimas décadas do século XX causaram grande desorientação:
• a economia, que foi o orgulho do século XX, entrou em desaceleração;
• essa economia, que, a princípio, aumentou o número dos que se beneficiavam do progresso, passou a ser instrumento da mais brutal desigualdade entre os seres humanos já vista na história;
• os partidos políticos, quer de direita quer de esquerda, deixaram de gerar esperança;
• a democracia, que havia sido criada para os estados-cidade, tendo resistido por mil anos, passou a se mostrar saturada e incompetente. Isso se deu num tempo em que um presidente eleito em um país, pequeno ou grande, tem poder sobre todo o planeta e sobre os séculos futuros, em termos das decisões tomadas por ele;
• as religiões, que sempre foram guardiãs da cultura, sentem-se agora incapazes de frear o avanço brutal do individualismo;
• as empresas, que antes criavam empregos, passaram a destruir empregos;
[...]
Resta pouca esperança de que um novo sistema global de ideias venha a ser criado para renovar a crença na utopia de um mundo em que o sonho humano de progresso tecnológico se alie à liberdade e à igualdade. Essa crença implicava confiança nos políticos, nos líderes religiosos e nos juízes, de quem se esperava a invenção de meios para a criação de coalizões entre os seres humanos. No entanto, se examinarmos as instituições que sobreviveram ao longo desses últimos mil anos, podemos ainda nos permitir ter esperanças, se voltarmos nosso olhar para a universidade.
Para que a universidade seja um instrumento de esperança, entretanto, é necessário que ela recupere esperança nela própria. Isso significa compreender as dificuldades e as limitações da universidade, bem como formular uma nova proposta, novas estruturas e novos métodos de trabalho. Lutar pela defesa da universidade significa lutar pela transformação da universidade.
(Cristovam Buarque. A Universidade numa encruzilhada) FONTE: Ministro da Educação do Brasil. Trabalho apresentado na Conferência Mundial de Educação Superior + 5, UNESCO, Paris, 23-25 de junho de 2003. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ue000035.pdf. Acesso em: 20/02/2014
Qual das alternativas abaixo não representa uma consideração apropriada do texto base:
É muito comum a utilização do Microsoft Excel para controlar listas de preços, porém, de acordo com o tamanho e a quantidade de informações, a localização dos dados fica prejudicada. Para solucionar esse problema, considere a utilização da função PROCV na planilha a seguir:
A |
B |
C |
|
1 |
Localizar: |
DVD003 |
|
2 |
----> |
||
3 |
----> |
||
4 |
|||
5 |
Código |
Título |
Valor Unitário |
6 |
DVD001 |
CARROS 2 |
38,00 |
7 |
DVD002 |
MEU MALVADO FAVORITO |
34,00 |
8 |
DVD003 |
BATMAN BEGINS |
29,00 |
9 |
DVD004 |
HOMEM DE FERRO 3 |
31,00 |
10 |
DVD005 |
DETONA RALPH |
36,00 |
Ao aplicarmos as fórmulas =PROCV(B1;A6:C10;2;FALSO) na célula B2 e =PROCV(B1;A6:C10;3;FALSO) na célula B3 e, após informar na célula B1 o código que se deseja localizar, o resultado, nas células B2 e B3, respectivamente, será:
O texto a seguir é referência para as questões de 16 a 18:
Enfrentando adversidades
Apesar do progresso alcançado, em inúmeros países a educação se encontra em crise. Hoje, mais de 100 milhões de crianças – sendo que mais da metade são meninas – não terão a oportunidade de frequentar uma sala de aula. O fato de conseguir uma vaga na escola não é suficiente. No sul da Ásia e na África subsaariana, menos de 75% das crianças conseguem concluir o ensino fundamental. Os currículos obsoletos e mal adaptados, a escassez de recursos, o excesso de crianças por sala de aula e a falta de formação adequada dos professores têm como resultado um ensino de qualidade crítica.
A crise da educação se transmite de geração em geração. As crianças que hoje não recebem educação serão os analfabetos do amanhã. No mundo, hoje, cerca de 862 milhões de adultos, dois terços deles mulheres, não sabem ler nem escrever. Isso significa que uma de cada quatro mulheres é analfabeta. As crianças e adultos de comunidades pobres e distantes, na área rural, as minorias étnicas e as vítimas de conflitos e desastres naturais são as maiores vítimas.
Fonte: (A UNESCO e a Educação: nossa missão)
Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ue0000 33.pdf. (Acessado em: 05/02/2013)
Na sentença: “Apesar do progresso alcançado, em inúmeros países a educação se encontra em crise. Hoje, mais de 100 milhões de crianças – sendo que mais da metade são meninas – não terão a oportunidade de frequentar uma sala de aula.” Identifique as alternativas a seguir como Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
(_) Se alterarmos a posição da vírgula na sentença, tornando-a: “Apesar do progresso alcançado em inúmeros países, a educação se encontra em crise”; pode-se afirmar que o sentido permanece o mesmo.
(_) Se acrescentarmos uma vírgula na sentença, tornando-a: “Apesar do progresso alcançado, em inúmeros países, a educação se encontra em crise”; não há alteração de sentido.
(_) “Apesar do progresso alcançado” apresenta ideia de: concessão.
(_) “Apesar do progresso alcançado” quando substituído por: “Apesar de o progresso ter sido alcançado”, pode-se afirmar que o sentido se altera, mas a estrutura está gramaticalmente correta.
Assinale a alternativa que representa a ordem CORRETA:
Para se determinar a resistência do cimento Portland à compressão, a NBR 7215/96, da ABNT, recomenda que, sejam moldados, para cada idade:
A norma que se aplica a instalações prediais elétricas de baixa tensão é a NBR 5410/97. Assinale a alternativa CORRETA, sobre o que trata a norma:
O projeto arquitetônico deve respeitar a NBR 9050, que trata de acessibilidade, no caso de sanitários, indique o item CORRETO:
No caso de estabilidade de muros de gravidade e de muros de flexão, segundo a NBR 11682/2006, no que se refere ao grau de segurança de tombamentos, deslizamentos e capacidade de carga da fundação deverão ser atendidos os seguintes fatores de segurança, respectivamente:
A Norma 6120 traz as cargas para o cálculo de estruturas das edificações. Assinale a alternativa CORRETA quanto ao peso específico dos materiais em kNm-3 .
A NBR 6118 referente a projetos de estruturas de concreto descreve o seguinte: “Concreto protendido em que o préalongamento da armadura ativa é feito utilizando-se apoios independentes do elemento estrutural, antes do lançamento do concreto, sendo a ligação da armadura de protensão com os referidos apoios desfeita após o endurecimento do concreto; a ancoragem no concreto realizase só por aderência.”
Essa definição é para:
Sobre a norma NBR 13752 de Perícias de Engenharia na construção civil, tem-se:
I. Acessão é o modo originário de aquisição da coisa acessória que adere materialmente ao imóvel, passando a pertencer definitivamente ao proprietário, podendo ter origem natural, artificial ou mista.
II. Os requisitos de uma perícia são condicionados à abrangência das investigações, à confiabilidade e adequação das informações obtidas, à qualidade das análises técnicas efetuadas e ao menor grau de subjetividade emprestado pelo perito.
III. Nas perícias judiciais, torna-se obrigatória a obediência aos requisitos essenciais, sendo que, no caso de avaliações, devem ser obedecidos ainda os critérios das normas aplicadas à espécie, salvo no caso de trabalhos de cunho provisório ou quando a situação assim o obrigar, desde que perfeitamente fundamentado.
IV. Em trabalhos periciais em que há urgência na elaboração do laudo, a norma admite a apresentação do trabalho sumário, objetivando uma informação preliminar sem maiores detalhamentos.
Estão corretos os seguintes itens:
A Norma NBR 13753/96 direciona o procedimento para assentamento de revestimentos de piso internos e externos com placas cerâmicas e com utilização de argamassas colantes. Em seu ítem 4.1.3, está estabelecido que o assentamento das placas cerâmicas só deve ocorrer após um período mínimo de cura da base ou do contrapiso. No caso de não se empregar nenhum processo de cura, o assentamento deve ocorrer no mínimo:
Conforme dispõe a Lei 8666/1993, o ítem INCORRETO é:
Segundo a resolução CONAMA nº 307, é INCORRETO afirmar que: