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Q3290362 Saúde Pública
A vigilância sanitária e ambiental integra ações para garantir condições adequadas de saúde coletiva. Assinale a alternativa CORRETA sobre procedimentos nesse âmbito: 
Alternativas
Q3290361 Saúde Pública
A vigilância epidemiológica subsidia medidas de prevenção e controle de doenças. Assinale a alternativa CORRETA sobre sua aplicação na rotina do Agente de Combate às Endemias: 
Alternativas
Q3290360 Saúde Pública
O controle de vetores e reservatórios demanda ações contínuas e rigor técnico. Assinale a alternativa CORRETA sobre procedimentos adequados nessa vigilância: 
Alternativas
Q3290359 Direito Sanitário
O Agente de Combate às Endemias precisa seguir normas legais e executar atribuições alinhadas aos protocolos sanitários. Assinale a alternativa CORRETA sobre as obrigações inerentes a esse cargo: 
Alternativas
Q3290344 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou.


Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.


Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.


Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre. Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.


Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de "solidão de não pertencer" começou a me invadir como heras num muro.


Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço. Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética.


É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.


Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força - eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.


Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida.


A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver.


(Pertencer, Clarice Lispector)

Infere-se do texto que a sua principal mensagem é:
Alternativas
Q3290343 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou.


Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.


Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.


Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre. Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.


Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de "solidão de não pertencer" começou a me invadir como heras num muro.


Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço. Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética.


É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.


Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força - eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.


Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida.


A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver.


(Pertencer, Clarice Lispector)

Segundo o texto, de onde vem a vontade intensa de pertencer da autora?
Alternativas
Q3290342 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou.


Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.


Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.


Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre. Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.


Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de "solidão de não pertencer" começou a me invadir como heras num muro.


Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço. Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética.


É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.


Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força - eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.


Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida.


A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver.


(Pertencer, Clarice Lispector)

De acordo com a autora, a "pobreza" em si mesma é:
Alternativas
Q3290340 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou.


Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.


Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.


Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre. Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.


Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de "solidão de não pertencer" começou a me invadir como heras num muro.


Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço. Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética.


É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.


Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força - eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.


Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida.


A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver.


(Pertencer, Clarice Lispector)

Segundo o texto, o que a autora deseja ao expressar a vontade de pertencer? 
Alternativas
Q3290338 Pedagogia
Analise as afirmativas a seguir sobre grandes autores que influenciaram a educação de crianças e suas contribuições e marque (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.

( ) Jean Piaget concebe que a criança atinge o pensamento lógico-abstrato precocemente, atribuindo papel mínimo ao ambiente; para ele, a construção do conhecimento advém prioritariamente de fatores maturacionais inatos.
( ) Lev Vygotsky defende que o desenvolvimento cognitivo está fortemente vinculado às interações sociais e culturais, enfatizando a mediação de adultos ou pares mais experientes e o uso da linguagem como ferramenta de construção interna.
( ) Emília Ferreiro, ao investigar a aquisição da leitura e da escrita, demonstra que a criança formula sucessivas hipóteses sobre o sistema alfabético, partindo de desenvolvimentos pré-silábicos rumo ao alfabético, ressaltando o valor do conflito cognitivo ao confrontar suas concepções com a escrita convencional.
( ) Maria Montessori propõe um “ambiente preparado” que promova a autonomia das crianças, defendendo a observação atenta do professor e a apresentação sequenciada de materiais em consonância com períodos sensíveis de aprendizagem.
( ) Paulo Freire valoriza a leitura de mundo e a leitura da palavra desde os primeiros anos, postulando que a educação deve fomentar a consciência crítica, o diálogo e a transformação social, inclusive na infância.

A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3290337 Pedagogia
Analise as afirmativas abaixo sobre o desenvolvimento psicomotor na primeira infância.

I. O domínio do esquema corporal no início da infância implica progressivamente processos maturacionais e influências socioculturais, articulando percepção e ação.
II. A estimulação precoce de atividades psicomotoras, priorizando técnicas exaustivas, favorece a progressão global e mantém inalterada a percepção espacial, gerando maior uniformidade no desempenho motor.
III. A maturação neurológica, associada à exploração ativa do ambiente, propicia o desenvolvimento progressivo de habilidades como equilíbrio e produtividade fina.
IV. A reprodução de gestos isolados, independentemente de sua significação, promove a internalização rápida de padrões motores produzidos, viabilizando ampla transferência desses movimentos em diferentes contextos.
V. A integração sensório-motora ao longo da infância é influenciada pela qualidade das experiências lúdicas e pelo vínculo primeiramente estabelecido em situações interativas.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3290336 Pedagogia
Jean Piaget destacou a relação entre linguagem e estruturas cognitivas na infância, afirmando que, a:
Alternativas
Q3290335 Pedagogia
Com base na teoria de Jean Piaget sobre a formação de estruturas cognitivas na infância, que postula projetos de desenvolvimento em que uma criança constrói e reorganiza ativamente seus esquemas de pensamento, a ação CORRETA do professor para promover o desenvolvimento do raciocínio lógico em estudantes dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, é:
Alternativas
Q3290334 Pedagogia
Considerando os fundamentos teóricos de Emília Ferreiro acerca do processo de construção da leitura e da escrita na Educação Infantil e nos Anos Iniciais, é CORRETO:
Alternativas
Q3290333 Pedagogia
Uma escola de Ensino Fundamental que adota a gestão democrática e deseja ampliar o protagonismo infantil na tomada de decisões sobre regras de convivência e práticas pedagógicas, deve: 
Alternativas
Q3290332 Pedagogia
Analise a situação hipotética abaixo.

Em uma escola, a equipe pedagógica decide reformular os processos avaliativos para garantir que a avaliação seja utilizada como um instrumento de aprendizagem e não apenas como um meio de classificação. Para que essa mudança seja efetivada, os professores devem:
Alternativas
Q3290331 Pedagogia
Um professor do Ensino Fundamental percebeu que um de seus alunos apresenta dificuldades para acompanhar as atividades escritas devido a uma deficiência visual. Diante desse cenário, a ação pedagógica mais adequada é:
Alternativas
Q3290330 Pedagogia
A avaliação da aprendizagem desempenha um papel estruturante no processo educativo. Nessa perspectiva, os fundamentos teórico-metodológicos da avaliação formativa:
Alternativas
Q3290329 Pedagogia
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) estabelece os princípios e diretrizes para a educação no Brasil. Considerando o disposto na legislação, analise as afirmativas abaixo.

I. orienta a oferta de ensino fundamental com qualidade, considerando a realidade local e assegurando a progressiva autonomia dos educandos.
II. incentiva a colaboração entre União, Estados e Municípios no financiamento da educação básica, buscando maior alcance e qualidade no ensino.
III. prevê uma formação docente integrada, unindo dimensões teóricas e práticas para aproximar o futuro professor das realidades escolares.
IV. orienta a gestão participativa nas escolas, considerando a contribuição de toda a comunidade na definição de práticas pedagógicas.
V. determina a adoção de um currículo único e imutável em toda a Educação Básica, não impedindo flexibilizações nem adaptações que considerem especificidades locais ou projetos pedagógicos próprios.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3290328 Pedagogia
De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), as medidas socioeducativas aplicáveis ao adolescente infrator possuem caráter pedagógico e devem respeitar seus direitos fundamentais. Nesse contexto, a aplicação dessas medidas envolve a:
Alternativas
Q3290327 Pedagogia
Em uma turma de 1º ano, o professor busca criar situações que desenvolvam gradualmente a linguagem, estimulando o envolvimento ativo adotando a abordagem histórico-cultural de Vygotsky. Para estimular a linguagem o professor deve: 
Alternativas
Respostas
1901: C
1902: A
1903: D
1904: B
1905: D
1906: B
1907: B
1908: C
1909: C
1910: A
1911: D
1912: B
1913: D
1914: B
1915: D
1916: A
1917: C
1918: B
1919: C
1920: C