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Q3851036 Nutrição

A obesidade é reconhecida como uma doença crônica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Nos últimos anos, novos medicamentos para emagrecimento têm se popularizado e gerado debates sobre seu uso, custos e eficácia. O Agente Comunitário de Saúde, ao acompanhar famílias em seu território, pode se deparar com dúvidas da população sobre esse tema. Considerando o contexto atual dessa discussão, analise as afirmativas a seguir:



I.Assim como ocorre no tratamento de outras doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, a suspensão dos medicamentos para obesidade tende a resultar no retorno da condição anterior.


II.Os novos medicamentos para emagrecimento se popularizaram, apesar do alto custo, por apresentarem melhor perfil de segurança e eficácia em comparação com fármacos mais antigos.


III.A dificuldade de muitos pacientes em manter planos alimentares adequados está relacionada ao aspecto biológico da obesidade, considerado mais determinante que o psicológico.



É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3851035 Saúde Pública

O Agente Comunitário de Saúde atua como elo entre a comunidade e os serviços de saúde, sendo fundamental conhecer as iniciativas de humanização e inclusão implementadas no município. A Prefeitura de Blumenau implantou no Centro Especializado de Odontologia uma ferramenta que facilita a comunicação com crianças e adolescentes que apresentam dificuldades comunicacionais ou hipersensibilidade. Considerando essa iniciativa, analise as afirmativas a seguir:



I.A Prancha de Comunicação Alternativa e Aumentativa utiliza pictogramas, que são símbolos visuais que transmitem informações de forma rápida e clara por meio de imagens e ícones.


II.A ferramenta permite que o profissional mostre previamente como é o consultório e quais procedimentos serão realizados, tornando o atendimento mais compreensível e reduzindo a ansiedade dos pacientes.


III.O projeto foi desenvolvido pela Secretaria de Saúde em parceria com a Secretaria de Inclusão da Pessoa com Deficiência e uma instituição de ensino superior local.



É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3851034 Saúde Pública

O crescimento das cidades brasileiras sobre áreas naturais tem gerado impactos na saúde pública, como o aumento de casos de febre maculosa. O Agente Comunitário de Saúde, ao conhecer a realidade do território em que atua, pode contribuir para a educação da população sobre os riscos ambientais associados ao desenvolvimento urbano desordenado. Considerando a relação entre urbanização e o aumento dessa doença no Brasil, registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:



(__)A expansão urbana sobre áreas de mata e margens de rios intensifica o contato entre a população humana e o vetor da doença.


(__)Atividades de lazer em ambientes naturais, muitas vezes realizadas sem medidas de proteção adequadas, elevam o risco de exposição à febre maculosa.


(__)A semelhança dos sintomas iniciais com outras doenças, como dengue e leptospirose, facilita a identificação precoce da febre maculosa pelos serviços de saúde.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q3851033 Saúde Pública

O Agente Comunitário de Saúde contribui diretamente para os indicadores de saúde do município. O Ranking de Competitividade dos Municípios, divulgado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), avalia o desempenho dos municípios brasileiros em diversas áreas. Na categoria "Acesso à Saúde", Blumenau obteve resultados expressivos. Considerando esses dados, analise as afirmativas a seguir:



I.Blumenau ocupa o segundo lugar em Santa Catarina na categoria "Acesso à Saúde", tendo subido posições no ranking em relação ao ano anterior.


II.O município possui a quarta maior cobertura de atenção primária do Estado e de toda a região Sul do Brasil.


III.Blumenau figura entre os municípios brasileiros com as menores taxas de mortalidade por causas evitáveis.



É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3851032 Português

Leia o texto a seguir:


A cor escolhida para o Réveillon costuma ser um ritual importante para muitos brasileiros e, segundo a astróloga e sensitiva Márcia Fernandes, a escolha ganha ainda mais força em 2026. Isso porque o próximo ano será regido por Marte, planeta associado ________ ação, coragem, magnetismo e poder de conquista.


Graças _______ essa energia ativa, a cor indicada para a virada e para todo o ano é o vermelho. De acordo com Márcia, o tom mais alinhado ______ energia do regente é o vermelho vivo ou vermelho rubi, uma versão mais equilibrada e vibrante.


"Ele ativa a força marciana sem agressividade, estimula vitalidade, abre caminhos, favorece ______ autoconfiança e ajuda _______ canalizar impulsos de maneira positiva. Além disso, ajuda _____ evitar ______ paralisação ou explosões emocionais", diz a sensitiva.


[...]


(Disponível em: https://www.uol.com.br/universa/horoscopo/noticias/redacao/2025/12/09/marte-rege-2026-marcia-sensitiva-explica-qual-cor-usar-no-ano-novo. htm. Acesso em 09 dez. 2025. Adaptado.)


Ao longo do texto, há sete lacunas. Leia-o com atenção, analisando os contextos linguísticos e os sentidos construídos, e complete as lacunas com a ou à. Em seguida, assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas:

Alternativas
Q3851031 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


[...]


Para quem deseja ampliar ainda mais essa vibração, Márcia recomenda combinar o vermelho com dourado. A união intensifica a energia de prosperidade, honra, reconhecimento e oportunidades financeiras.


No entanto, nem só de tons intensos vive a virada. Márcia explica que azuis suaves também podem ser usados por quem busca proteção energética com mais tranquilidade. "Esses tons funcionam como um escudo vibracional contra conflitos, equilibram a impulsividade de Marte e trazem serenidade ao novo ciclo", ensina.


Por outro lado, algumas cores devem ser evitadas. Cinza opaco e marrom escuro podem bloquear a força de iniciativa e gerar sensação de estagnação. "Ou seja, movimentos contrários ao ano de Marte, que pede ação, impulso e movimento", finaliza Márcia.


(Disponível em: https://www.uol.com.br/universa/horoscopo/noticias/redacao/2025/12/09/marte-rege-2026-marcia-sensitiva-explica-qual-cor-usar-no-ano-novo. htm. Acesso em 09 dez. 2025. Adaptado.)

Tendo o processo de articulação das ideias e de construção de sentidos como referência, analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:



(__)A locução conjuntiva "No entanto", estabelece uma relação de restrição que será completada pela expressão "nem só".


(__)A palavra "como" pode exercer tanto a função de advérbio quanto de conjunção, a depender do contexto. No texto, ele atua como conjunção articulando duas orações e estabelecendo o sentido de comparação.


(__)A palavra "também" pode exercer função de advérbio, conjunção e até de interjeição em contextos informais. No texto, a palavra "também" foi usada como advérbio, modificando o sentido da oração seguinte ao conferir-lhe "ênfase".



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q3851030 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


[...]


Para quem deseja ampliar ainda mais essa vibração, Márcia recomenda combinar o vermelho com dourado. A união intensifica a energia de prosperidade, honra, reconhecimento e oportunidades financeiras.


No entanto, nem só de tons intensos vive a virada. Márcia explica que azuis suaves também podem ser usados por quem busca proteção energética com mais tranquilidade. "Esses tons funcionam como um escudo vibracional contra conflitos, equilibram a impulsividade de Marte e trazem serenidade ao novo ciclo", ensina.


Por outro lado, algumas cores devem ser evitadas. Cinza opaco e marrom escuro podem bloquear a força de iniciativa e gerar sensação de estagnação. "Ou seja, movimentos contrários ao ano de Marte, que pede ação, impulso e movimento", finaliza Márcia.


(Disponível em: https://www.uol.com.br/universa/horoscopo/noticias/redacao/2025/12/09/marte-rege-2026-marcia-sensitiva-explica-qual-cor-usar-no-ano-novo. htm. Acesso em 09 dez. 2025. Adaptado.)

Um dos recursos para dar conexão entre ideias é o uso das chamadas partículas, locuções ou expressões de transição, as quais permitem encadear de maneira coerente vários enunciados, criando sentidos. No texto, há o uso da expressão "por outro lado". A respeito dela, analise as sentenças a seguir:



I.A expressão foi usada equivocadamente, pois ela prevê, anteriormente, seu par "de um lado". Desse modo, a ideia construída no texto ficou incompleta.


II.O sentido que essa expressão cria no texto é de adição ou de continuação, possibilitando a coesão sequencial.


III.A expressão poderia ser substituída por "de outro ponto de vista" ou "sob outra perspectiva", mantendo o encadeamento das ideias e o sentido dado pela autora do texto.



É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3851029 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O impacto das fake news na saúde de populações vulneráveis


A desinformação na saúde segue matando, afastando populações vulneráveis do cuidado e transformando a mentira em ferramenta política.


A disseminação de informações falsas sobre saúde representa uma das ameaças mais urgentes à saúde pública dos dias atuais, especialmente quando pensamos nos grupos marginalizados que já enfrentam barreiras no acesso aos serviços de qualidade.


É a partir desse recorte que estamos enxergando que a desinformação na área médica não é apenas um problema digital abstrato: ela mata, adoece e aprofunda desigualdades históricas.


E, infelizmente, comunidades com menor letramento digital tornam-se alvos preferenciais de narrativas enganosas sobre curas milagrosas, teorias conspiratórias e campanhas antivacina, por exemplo. [...] A desinformação se transformou em arma política − e seus efeitos já se refletem diretamente na saúde coletiva.


É preciso entender o impacto das fake news na saúde dessas comunidades e porque é fundamental construir estratégias efetivas de proteção coletiva. [...]


O impacto das fake news na saúde pública


Dados já comprovaram que o celular é mais democrático do que o acesso à saúde pública. Aliado a isso, moradores de periferias urbanas e áreas rurais remotas frequentemente carecem de acesso regular a profissionais de saúde qualificados, dependendo de agentes comunitários e da internet como fontes primárias de orientação médica.


É assim que fake news acabam se infiltrando nesses canais informais e o resultado se torna verdadeiramente devastador: desde a interrupção de tratamentos essenciais até a adesão a protocolos perigosos que prometem curas rápidas para doenças crônicas.


O sistema de saúde pública brasileiro, já sobrecarregado por demandas estruturais, vê seus esforços sabotados por campanhas de desinformação coordenadas. A queda nas taxas de vacinação infantil, por exemplo, está diretamente relacionada à proliferação de mentiras sobre supostos efeitos colaterais de imunizantes.


Comunidades indígenas, quilombolas e habitantes de favelas tornam-se particularmente vulneráveis quando informações falsas circulam em grupos fechados de WhatsApp e Telegram.


A expansão da telemedicina, embora promissora para reduzir desigualdades regionais, também cria novos vetores para a desinformação. Consultas on-line sem regulamentação adequada permitem que profissionais sem qualificação ou com intenções duvidosas prescrevam tratamentos ineficazes.


No Nordeste brasileiro, onde há maiores índices de desigualdade socioeconômica e menores níveis médios de escolaridade, pacientes em situação de vulnerabilidade tendem a ter mais dificuldade em checar informações de saúde.


Algo que, na prática, os torna mais vulneráveis a acreditar em conteúdos enganosos ou em falsos especialistas nas redes. [...]


(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/conhecimento/fake-news-na-saude/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)

As palavras não têm sentido único e o sentido será dado pelo contexto em que as palavras atuam. Além disso, não há sinônimo absoluto. É o que acontece com as palavras "proliferação", "colaterais" e "imunizantes" no excerto a seguir:


"A queda nas taxas de vacinação infantil, por exemplo, está diretamente relacionada à proliferação de mentiras sobre supostos efeitos colaterais de imunizantes."


Tendo isso em consideração, analise as sentenças a seguir:



I."Proliferação", no excerto, tem o sentido de "gerar prole".


II."Colaterais", apesar de significar "aquilo que está lado a lado, em posição paralela", no excerto, seu sentido é de "aquilo que vai além do esperado".


III.A palavra "imunizante", no excerto, tem sentido literal: aquilo que torna imune ou torna refratário a (agentes patogênicos, moléstias).



É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3851028 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O impacto das fake news na saúde de populações vulneráveis


A desinformação na saúde segue matando, afastando populações vulneráveis do cuidado e transformando a mentira em ferramenta política.


A disseminação de informações falsas sobre saúde representa uma das ameaças mais urgentes à saúde pública dos dias atuais, especialmente quando pensamos nos grupos marginalizados que já enfrentam barreiras no acesso aos serviços de qualidade.


É a partir desse recorte que estamos enxergando que a desinformação na área médica não é apenas um problema digital abstrato: ela mata, adoece e aprofunda desigualdades históricas.


E, infelizmente, comunidades com menor letramento digital tornam-se alvos preferenciais de narrativas enganosas sobre curas milagrosas, teorias conspiratórias e campanhas antivacina, por exemplo. [...] A desinformação se transformou em arma política − e seus efeitos já se refletem diretamente na saúde coletiva.


É preciso entender o impacto das fake news na saúde dessas comunidades e porque é fundamental construir estratégias efetivas de proteção coletiva. [...]


O impacto das fake news na saúde pública


Dados já comprovaram que o celular é mais democrático do que o acesso à saúde pública. Aliado a isso, moradores de periferias urbanas e áreas rurais remotas frequentemente carecem de acesso regular a profissionais de saúde qualificados, dependendo de agentes comunitários e da internet como fontes primárias de orientação médica.


É assim que fake news acabam se infiltrando nesses canais informais e o resultado se torna verdadeiramente devastador: desde a interrupção de tratamentos essenciais até a adesão a protocolos perigosos que prometem curas rápidas para doenças crônicas.


O sistema de saúde pública brasileiro, já sobrecarregado por demandas estruturais, vê seus esforços sabotados por campanhas de desinformação coordenadas. A queda nas taxas de vacinação infantil, por exemplo, está diretamente relacionada à proliferação de mentiras sobre supostos efeitos colaterais de imunizantes.


Comunidades indígenas, quilombolas e habitantes de favelas tornam-se particularmente vulneráveis quando informações falsas circulam em grupos fechados de WhatsApp e Telegram.


A expansão da telemedicina, embora promissora para reduzir desigualdades regionais, também cria novos vetores para a desinformação. Consultas on-line sem regulamentação adequada permitem que profissionais sem qualificação ou com intenções duvidosas prescrevam tratamentos ineficazes.


No Nordeste brasileiro, onde há maiores índices de desigualdade socioeconômica e menores níveis médios de escolaridade, pacientes em situação de vulnerabilidade tendem a ter mais dificuldade em checar informações de saúde.


Algo que, na prática, os torna mais vulneráveis a acreditar em conteúdos enganosos ou em falsos especialistas nas redes. [...]


(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/conhecimento/fake-news-na-saude/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)

Analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:



(__)A expressão "fake news" é um estrangeirismo, ou seja, trata-se de uma palavra de outro idioma, incorporada ao português. É o mesmo que acontece com "on-line". 


(__)A palavra "antivacina" é formada pelo processo de derivação prefixal. O acréscimo do prefixo "anti-" confere à nova palavra a ideia de "condição, de movimento contrário".


(__)A palavra "socioeconômica" é composta por justaposição.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q3851027 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O impacto das fake news na saúde de populações vulneráveis


A desinformação na saúde segue matando, afastando populações vulneráveis do cuidado e transformando a mentira em ferramenta política.


A disseminação de informações falsas sobre saúde representa uma das ameaças mais urgentes à saúde pública dos dias atuais, especialmente quando pensamos nos grupos marginalizados que já enfrentam barreiras no acesso aos serviços de qualidade.


É a partir desse recorte que estamos enxergando que a desinformação na área médica não é apenas um problema digital abstrato: ela mata, adoece e aprofunda desigualdades históricas.


E, infelizmente, comunidades com menor letramento digital tornam-se alvos preferenciais de narrativas enganosas sobre curas milagrosas, teorias conspiratórias e campanhas antivacina, por exemplo. [...] A desinformação se transformou em arma política − e seus efeitos já se refletem diretamente na saúde coletiva.


É preciso entender o impacto das fake news na saúde dessas comunidades e porque é fundamental construir estratégias efetivas de proteção coletiva. [...]


O impacto das fake news na saúde pública


Dados já comprovaram que o celular é mais democrático do que o acesso à saúde pública. Aliado a isso, moradores de periferias urbanas e áreas rurais remotas frequentemente carecem de acesso regular a profissionais de saúde qualificados, dependendo de agentes comunitários e da internet como fontes primárias de orientação médica.


É assim que fake news acabam se infiltrando nesses canais informais e o resultado se torna verdadeiramente devastador: desde a interrupção de tratamentos essenciais até a adesão a protocolos perigosos que prometem curas rápidas para doenças crônicas.


O sistema de saúde pública brasileiro, já sobrecarregado por demandas estruturais, vê seus esforços sabotados por campanhas de desinformação coordenadas. A queda nas taxas de vacinação infantil, por exemplo, está diretamente relacionada à proliferação de mentiras sobre supostos efeitos colaterais de imunizantes.


Comunidades indígenas, quilombolas e habitantes de favelas tornam-se particularmente vulneráveis quando informações falsas circulam em grupos fechados de WhatsApp e Telegram.


A expansão da telemedicina, embora promissora para reduzir desigualdades regionais, também cria novos vetores para a desinformação. Consultas on-line sem regulamentação adequada permitem que profissionais sem qualificação ou com intenções duvidosas prescrevam tratamentos ineficazes.


No Nordeste brasileiro, onde há maiores índices de desigualdade socioeconômica e menores níveis médios de escolaridade, pacientes em situação de vulnerabilidade tendem a ter mais dificuldade em checar informações de saúde.


Algo que, na prática, os torna mais vulneráveis a acreditar em conteúdos enganosos ou em falsos especialistas nas redes. [...]


(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/conhecimento/fake-news-na-saude/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)

A respeito da coesão, analise o excerto e as sentenças. Lembre-se que essa análise precisa considerar o texto como um todo e não apenas o excerto isolado. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:


"É a partir desse recorte que estamos enxergando que a desinformação na área médica não é apenas um problema digital abstrato: ela mata, adoece e aprofunda desigualdades históricas."



(__)O pronome demonstrativo "esse" tem como referente o recorte apresentado no parágrafo anterior, que está na relação entre a disseminação de informações falsas e os impactos na saúde, em especial nos grupos marginalizados.


(__)Um dos recursos coesivos é o uso de pronomes pessoais substituindo algo que já foi mencionado no texto, em uma coesão referencial. Um exemplo disso é o pronome "ela" que tem como referente apenas "desinformação".


(__)A expressão "não apenas" mobiliza a sequenciação, uma vez que ela precisa de um completo, instaurado pelo trecho "ela mata, adoece e aprofunda desigualdades históricas".


(__)A construção "um problema digital abstrato" retoma "desinformação na área médica".



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q3851026 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O impacto das fake news na saúde de populações vulneráveis


A desinformação na saúde segue matando, afastando populações vulneráveis do cuidado e transformando a mentira em ferramenta política.


A disseminação de informações falsas sobre saúde representa uma das ameaças mais urgentes à saúde pública dos dias atuais, especialmente quando pensamos nos grupos marginalizados que já enfrentam barreiras no acesso aos serviços de qualidade.


É a partir desse recorte que estamos enxergando que a desinformação na área médica não é apenas um problema digital abstrato: ela mata, adoece e aprofunda desigualdades históricas.


E, infelizmente, comunidades com menor letramento digital tornam-se alvos preferenciais de narrativas enganosas sobre curas milagrosas, teorias conspiratórias e campanhas antivacina, por exemplo. [...] A desinformação se transformou em arma política − e seus efeitos já se refletem diretamente na saúde coletiva.


É preciso entender o impacto das fake news na saúde dessas comunidades e porque é fundamental construir estratégias efetivas de proteção coletiva. [...]


O impacto das fake news na saúde pública


Dados já comprovaram que o celular é mais democrático do que o acesso à saúde pública. Aliado a isso, moradores de periferias urbanas e áreas rurais remotas frequentemente carecem de acesso regular a profissionais de saúde qualificados, dependendo de agentes comunitários e da internet como fontes primárias de orientação médica.


É assim que fake news acabam se infiltrando nesses canais informais e o resultado se torna verdadeiramente devastador: desde a interrupção de tratamentos essenciais até a adesão a protocolos perigosos que prometem curas rápidas para doenças crônicas.


O sistema de saúde pública brasileiro, já sobrecarregado por demandas estruturais, vê seus esforços sabotados por campanhas de desinformação coordenadas. A queda nas taxas de vacinação infantil, por exemplo, está diretamente relacionada à proliferação de mentiras sobre supostos efeitos colaterais de imunizantes.


Comunidades indígenas, quilombolas e habitantes de favelas tornam-se particularmente vulneráveis quando informações falsas circulam em grupos fechados de WhatsApp e Telegram.


A expansão da telemedicina, embora promissora para reduzir desigualdades regionais, também cria novos vetores para a desinformação. Consultas on-line sem regulamentação adequada permitem que profissionais sem qualificação ou com intenções duvidosas prescrevam tratamentos ineficazes.


No Nordeste brasileiro, onde há maiores índices de desigualdade socioeconômica e menores níveis médios de escolaridade, pacientes em situação de vulnerabilidade tendem a ter mais dificuldade em checar informações de saúde.


Algo que, na prática, os torna mais vulneráveis a acreditar em conteúdos enganosos ou em falsos especialistas nas redes. [...]


(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/conhecimento/fake-news-na-saude/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)

Para a boa leitura e interpretação de um texto, não basta ao leitor decodificar as palavras ou ler apenas o texto escrito. Ele precisa mobilizar conhecimentos prévios para fazer leituras que não estão explícitas nas linhas do texto, a partir de reflexões sobre situações anteriores em que teve contato com os temas ali tratados. Tendo isso em consideração, analise as sentenças a seguir:



I.A parcela da população mais suscetível a ser enganada pelas informações falsas sobre saúde é a população com menor educação digital. Isso agrava pelo fato de que o acesso ao celular é mais democrático do que o acesso à saúde.


II.A discussão no texto possibilita ao leitor inferir que há uma relação entre a falta de investimento em saúde pública, o que prejudica, por exemplo, o acesso regular a profissionais de saúde, e o acesso às informações falsas.


III.Por causa de informações falsas, divulgadas nos grupos de redes sociais virtuais por exemplo, pessoas interrompem tratamentos e adotam práticas perigosas, inclusive, no que se refere à não vacinação.



É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3851025 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O impacto das fake news na saúde de populações vulneráveis


A desinformação na saúde segue matando, afastando populações vulneráveis do cuidado e transformando a mentira em ferramenta política.


A disseminação de informações falsas sobre saúde representa uma das ameaças mais urgentes à saúde pública dos dias atuais, especialmente quando pensamos nos grupos marginalizados que já enfrentam barreiras no acesso aos serviços de qualidade.


É a partir desse recorte que estamos enxergando que a desinformação na área médica não é apenas um problema digital abstrato: ela mata, adoece e aprofunda desigualdades históricas.


E, infelizmente, comunidades com menor letramento digital tornam-se alvos preferenciais de narrativas enganosas sobre curas milagrosas, teorias conspiratórias e campanhas antivacina, por exemplo. [...] A desinformação se transformou em arma política − e seus efeitos já se refletem diretamente na saúde coletiva.


É preciso entender o impacto das fake news na saúde dessas comunidades e porque é fundamental construir estratégias efetivas de proteção coletiva. [...]


O impacto das fake news na saúde pública


Dados já comprovaram que o celular é mais democrático do que o acesso à saúde pública. Aliado a isso, moradores de periferias urbanas e áreas rurais remotas frequentemente carecem de acesso regular a profissionais de saúde qualificados, dependendo de agentes comunitários e da internet como fontes primárias de orientação médica.


É assim que fake news acabam se infiltrando nesses canais informais e o resultado se torna verdadeiramente devastador: desde a interrupção de tratamentos essenciais até a adesão a protocolos perigosos que prometem curas rápidas para doenças crônicas.


O sistema de saúde pública brasileiro, já sobrecarregado por demandas estruturais, vê seus esforços sabotados por campanhas de desinformação coordenadas. A queda nas taxas de vacinação infantil, por exemplo, está diretamente relacionada à proliferação de mentiras sobre supostos efeitos colaterais de imunizantes.


Comunidades indígenas, quilombolas e habitantes de favelas tornam-se particularmente vulneráveis quando informações falsas circulam em grupos fechados de WhatsApp e Telegram.


A expansão da telemedicina, embora promissora para reduzir desigualdades regionais, também cria novos vetores para a desinformação. Consultas on-line sem regulamentação adequada permitem que profissionais sem qualificação ou com intenções duvidosas prescrevam tratamentos ineficazes.


No Nordeste brasileiro, onde há maiores índices de desigualdade socioeconômica e menores níveis médios de escolaridade, pacientes em situação de vulnerabilidade tendem a ter mais dificuldade em checar informações de saúde.


Algo que, na prática, os torna mais vulneráveis a acreditar em conteúdos enganosos ou em falsos especialistas nas redes. [...]


(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/conhecimento/fake-news-na-saude/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)

"O sistema de saúde pública brasileiro, já sobrecarregado por demandas estruturais, vê seus esforços sabotados por campanhas de desinformação coordenadas."


Analise o excerto quanto ao uso das vírgulas e assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3851024 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O impacto das fake news na saúde de populações vulneráveis


A desinformação na saúde segue matando, afastando populações vulneráveis do cuidado e transformando a mentira em ferramenta política.


A disseminação de informações falsas sobre saúde representa uma das ameaças mais urgentes à saúde pública dos dias atuais, especialmente quando pensamos nos grupos marginalizados que já enfrentam barreiras no acesso aos serviços de qualidade.


É a partir desse recorte que estamos enxergando que a desinformação na área médica não é apenas um problema digital abstrato: ela mata, adoece e aprofunda desigualdades históricas.


E, infelizmente, comunidades com menor letramento digital tornam-se alvos preferenciais de narrativas enganosas sobre curas milagrosas, teorias conspiratórias e campanhas antivacina, por exemplo. [...] A desinformação se transformou em arma política − e seus efeitos já se refletem diretamente na saúde coletiva.


É preciso entender o impacto das fake news na saúde dessas comunidades e porque é fundamental construir estratégias efetivas de proteção coletiva. [...]


O impacto das fake news na saúde pública


Dados já comprovaram que o celular é mais democrático do que o acesso à saúde pública. Aliado a isso, moradores de periferias urbanas e áreas rurais remotas frequentemente carecem de acesso regular a profissionais de saúde qualificados, dependendo de agentes comunitários e da internet como fontes primárias de orientação médica.


É assim que fake news acabam se infiltrando nesses canais informais e o resultado se torna verdadeiramente devastador: desde a interrupção de tratamentos essenciais até a adesão a protocolos perigosos que prometem curas rápidas para doenças crônicas.


O sistema de saúde pública brasileiro, já sobrecarregado por demandas estruturais, vê seus esforços sabotados por campanhas de desinformação coordenadas. A queda nas taxas de vacinação infantil, por exemplo, está diretamente relacionada à proliferação de mentiras sobre supostos efeitos colaterais de imunizantes.


Comunidades indígenas, quilombolas e habitantes de favelas tornam-se particularmente vulneráveis quando informações falsas circulam em grupos fechados de WhatsApp e Telegram.


A expansão da telemedicina, embora promissora para reduzir desigualdades regionais, também cria novos vetores para a desinformação. Consultas on-line sem regulamentação adequada permitem que profissionais sem qualificação ou com intenções duvidosas prescrevam tratamentos ineficazes.


No Nordeste brasileiro, onde há maiores índices de desigualdade socioeconômica e menores níveis médios de escolaridade, pacientes em situação de vulnerabilidade tendem a ter mais dificuldade em checar informações de saúde.


Algo que, na prática, os torna mais vulneráveis a acreditar em conteúdos enganosos ou em falsos especialistas nas redes. [...]


(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/conhecimento/fake-news-na-saude/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)

A respeito do texto, analise as sentenças a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:



(__)O texto faz um recorte temático para desenvolver sua discussão: o impacto da disseminação de informações falsas na saúde de populações marginalizadas, mais vulneráveis.


(__)O texto apresenta um tom mais impessoal, característico de textos que não são, prioritariamente, opinativos. Uma das marcas dessa impessoalidade está na escolha por usar a 3ª pessoa ao invés da 1ª. No texto, apesar de haver dois verbos em 1ª pessoa do plural (1º e 2º parágrafos), o que predomina é a 3ª pessoa, tornando o texto mais impessoal.


(__)Ao optar por colocar um subtítulo no texto, o(a) autor(a) tem como objetivo ampliar o foco do texto, melhorando a percepção que o leitor tem sobre o conteúdo que será trabalhado. O subtítulo do texto em análise cumpre esse objetivo.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q3851023 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O impacto das fake news na saúde de populações vulneráveis


A desinformação na saúde segue matando, afastando populações vulneráveis do cuidado e transformando a mentira em ferramenta política.


A disseminação de informações falsas sobre saúde representa uma das ameaças mais urgentes à saúde pública dos dias atuais, especialmente quando pensamos nos grupos marginalizados que já enfrentam barreiras no acesso aos serviços de qualidade.


É a partir desse recorte que estamos enxergando que a desinformação na área médica não é apenas um problema digital abstrato: ela mata, adoece e aprofunda desigualdades históricas.


E, infelizmente, comunidades com menor letramento digital tornam-se alvos preferenciais de narrativas enganosas sobre curas milagrosas, teorias conspiratórias e campanhas antivacina, por exemplo. [...] A desinformação se transformou em arma política − e seus efeitos já se refletem diretamente na saúde coletiva.


É preciso entender o impacto das fake news na saúde dessas comunidades e porque é fundamental construir estratégias efetivas de proteção coletiva. [...]


O impacto das fake news na saúde pública


Dados já comprovaram que o celular é mais democrático do que o acesso à saúde pública. Aliado a isso, moradores de periferias urbanas e áreas rurais remotas frequentemente carecem de acesso regular a profissionais de saúde qualificados, dependendo de agentes comunitários e da internet como fontes primárias de orientação médica.


É assim que fake news acabam se infiltrando nesses canais informais e o resultado se torna verdadeiramente devastador: desde a interrupção de tratamentos essenciais até a adesão a protocolos perigosos que prometem curas rápidas para doenças crônicas.


O sistema de saúde pública brasileiro, já sobrecarregado por demandas estruturais, vê seus esforços sabotados por campanhas de desinformação coordenadas. A queda nas taxas de vacinação infantil, por exemplo, está diretamente relacionada à proliferação de mentiras sobre supostos efeitos colaterais de imunizantes.


Comunidades indígenas, quilombolas e habitantes de favelas tornam-se particularmente vulneráveis quando informações falsas circulam em grupos fechados de WhatsApp e Telegram.


A expansão da telemedicina, embora promissora para reduzir desigualdades regionais, também cria novos vetores para a desinformação. Consultas on-line sem regulamentação adequada permitem que profissionais sem qualificação ou com intenções duvidosas prescrevam tratamentos ineficazes.


No Nordeste brasileiro, onde há maiores índices de desigualdade socioeconômica e menores níveis médios de escolaridade, pacientes em situação de vulnerabilidade tendem a ter mais dificuldade em checar informações de saúde.


Algo que, na prática, os torna mais vulneráveis a acreditar em conteúdos enganosos ou em falsos especialistas nas redes. [...]


(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/conhecimento/fake-news-na-saude/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)

A respeito da acentuação gráfica, analise as sentenças:



I.A palavra "vulneráveis" é acentuada porque se trata de uma paroxítona terminada em ditongo oral. Já seu singular, "vulnerável", também é uma paroxítona, mas terminada em -l.


II.A palavra "área" é uma proparoxítona e, por isso, é acentuada. É o mesmo caso de "indígena" e "socioeconômica".


III.As palavras "adesão" e "orientação" são paroxítonas, mas não recebem acento porque terminam em -ão(s).


IV.A palavra "saúde" é acentuada porque, diz a regra, serão acentuados o -i e o -u tônicos que não formam ditongo com a vogal anterior, ou seja, formam um hiato. É o mesmo caso de "conteúdos".



É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3846325 Gestão de Pessoas

Uma secretaria municipal realiza diagnóstico organizacional e identifica que os servidores apresentam baixos índices de engajamento, apesar de a estrutura física ter sido recentemente modernizada e os salários estarem acima da média regional. Nas entrevistas, os servidores relatam que "aqui o reconhecimento para quem trabalha bem é receber mais trabalho", que "a chefia só aparece para cobrar prazos" e que "os colegas não valorizam quem se esforça porque isso expõe quem faz o mínimo". A gestão, surpresa com os resultados, questiona como o engajamento pode estar baixo se as condições objetivas de trabalho são satisfatórias.

Considerando essa situação, analise as proposições apresentadas a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:



(__) A percepção de reconhecimento pelos pares, embora relevante para o clima organizacional, exerce influência secundária sobre o engajamento quando comparada ao reconhecimento institucional formalizado em progressões de carreira.


(__) A modernização da estrutura física e a remuneração competitiva constituem condições necessárias, porém insuficientes, para a promoção do engajamento, que demanda investimento em dimensões relacionais e simbólicas do trabalho.


(__) O relato de que servidores dedicados recebem mais tarefas como forma de reconhecimento indica prática gerencial que, embora sobrecarregue individualmente, tende a elevar o engajamento coletivo pela redistribuição de demandas.


(__) A resistência dos colegas à dedicação diferenciada de alguns servidores reflete dinâmica grupal que pode neutralizar os efeitos de práticas institucionais de reconhecimento sobre o engajamento individual.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q3846323 Pedagogia

Considerando os princípios que orientam o educar e o cuidar nas instituições de creche e pré-escola, associe a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando os elementos do cotidiano da Educação Infantil a suas respectivas descrições:



Primeira coluna: elementos do cotidiano



1. Ambiente educativo


2. Organização da rotina


3. Vínculos afetivos


4. Práticas alimentares


5. Cuidados com higiene e saúde



Segunda coluna: descrições



(__) Conjunto de práticas voltadas à preservação da saúde, prevenção de doenças e promoção do autocuidado, integradas ao cotidiano das crianças.


(__) Planejamento do tempo diário que estrutura as atividades, garantindo estabilidade, segurança emocional e compreensão da sequência dos acontecimentos.


(__) Espaço físico intencionalmente organizado para favorecer interações, explorações, aprendizagens e autonomia, respeitando critérios de segurança e acessibilidade.


(__) Relações pautadas no acolhimento, na escuta sensível e no respeito, fundamentais para a construção da confiança e do desenvolvimento emocional e social.


(__) Situação cotidiana que envolve nutrição, convivência, construção de hábitos, autonomia e valorização de aspectos culturais relacionados à alimentação.



Assinale a alternativa que apresenta a associação correta entre as colunas:

Alternativas
Q3846322 Pedagogia

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) orienta que as práticas pedagógicas na Educação Infantil devem garantir às crianças experiências diversificadas por meio de diferentes linguagens. Considerando as linguagens musical, plástica, visual, matemática, científica e digital, a BNCC assegura como princípio fundamental: 

Alternativas
Q3846321 Pedagogia

A identidade da Educação Infantil é construída a partir de princípios pedagógicos, legais e sociais que a caracterizam como uma etapa específica da Educação Básica, com finalidades próprias. De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (DCNEI) e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a identidade da Educação Infantil busca assegurar:

Alternativas
Q3846320 Pedagogia

A ludicidade ocupa lugar central nas práticas pedagógicas da Educação Infantil, sendo compreendida como elemento fundamental para o desenvolvimento e a aprendizagem das crianças. À luz das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (DCNEI) e da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a ludicidade na Educação Infantil caracteriza-se por:

Alternativas
Q3846319 Pedagogia

À luz da Sociologia da Infância, analise as afirmativas a seguir:



I. A infância é compreendida como uma construção social e histórica, que varia conforme o tempo, a cultura e o contexto social.


II. As crianças são consideradas atores sociais competentes, que produzem culturas próprias e participam ativamente da vida social.


III. A infância é entendida como uma etapa homogênea e universal, determinada exclusivamente por fatores biológicos.



É correto o que se afirma em: 

Alternativas
Respostas
5081: B
5082: C
5083: D
5084: D
5085: C
5086: E
5087: A
5088: E
5089: A
5090: C
5091: D
5092: C
5093: D
5094: B
5095: C
5096: A
5097: E
5098: E
5099: E
5100: D