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Q3851030 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


[...]


Para quem deseja ampliar ainda mais essa vibração, Márcia recomenda combinar o vermelho com dourado. A união intensifica a energia de prosperidade, honra, reconhecimento e oportunidades financeiras.


No entanto, nem só de tons intensos vive a virada. Márcia explica que azuis suaves também podem ser usados por quem busca proteção energética com mais tranquilidade. "Esses tons funcionam como um escudo vibracional contra conflitos, equilibram a impulsividade de Marte e trazem serenidade ao novo ciclo", ensina.


Por outro lado, algumas cores devem ser evitadas. Cinza opaco e marrom escuro podem bloquear a força de iniciativa e gerar sensação de estagnação. "Ou seja, movimentos contrários ao ano de Marte, que pede ação, impulso e movimento", finaliza Márcia.


(Disponível em: https://www.uol.com.br/universa/horoscopo/noticias/redacao/2025/12/09/marte-rege-2026-marcia-sensitiva-explica-qual-cor-usar-no-ano-novo. htm. Acesso em 09 dez. 2025. Adaptado.)

Um dos recursos para dar conexão entre ideias é o uso das chamadas partículas, locuções ou expressões de transição, as quais permitem encadear de maneira coerente vários enunciados, criando sentidos. No texto, há o uso da expressão "por outro lado". A respeito dela, analise as sentenças a seguir:



I.A expressão foi usada equivocadamente, pois ela prevê, anteriormente, seu par "de um lado". Desse modo, a ideia construída no texto ficou incompleta.


II.O sentido que essa expressão cria no texto é de adição ou de continuação, possibilitando a coesão sequencial.


III.A expressão poderia ser substituída por "de outro ponto de vista" ou "sob outra perspectiva", mantendo o encadeamento das ideias e o sentido dado pela autora do texto.



É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3851029 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O impacto das fake news na saúde de populações vulneráveis


A desinformação na saúde segue matando, afastando populações vulneráveis do cuidado e transformando a mentira em ferramenta política.


A disseminação de informações falsas sobre saúde representa uma das ameaças mais urgentes à saúde pública dos dias atuais, especialmente quando pensamos nos grupos marginalizados que já enfrentam barreiras no acesso aos serviços de qualidade.


É a partir desse recorte que estamos enxergando que a desinformação na área médica não é apenas um problema digital abstrato: ela mata, adoece e aprofunda desigualdades históricas.


E, infelizmente, comunidades com menor letramento digital tornam-se alvos preferenciais de narrativas enganosas sobre curas milagrosas, teorias conspiratórias e campanhas antivacina, por exemplo. [...] A desinformação se transformou em arma política − e seus efeitos já se refletem diretamente na saúde coletiva.


É preciso entender o impacto das fake news na saúde dessas comunidades e porque é fundamental construir estratégias efetivas de proteção coletiva. [...]


O impacto das fake news na saúde pública


Dados já comprovaram que o celular é mais democrático do que o acesso à saúde pública. Aliado a isso, moradores de periferias urbanas e áreas rurais remotas frequentemente carecem de acesso regular a profissionais de saúde qualificados, dependendo de agentes comunitários e da internet como fontes primárias de orientação médica.


É assim que fake news acabam se infiltrando nesses canais informais e o resultado se torna verdadeiramente devastador: desde a interrupção de tratamentos essenciais até a adesão a protocolos perigosos que prometem curas rápidas para doenças crônicas.


O sistema de saúde pública brasileiro, já sobrecarregado por demandas estruturais, vê seus esforços sabotados por campanhas de desinformação coordenadas. A queda nas taxas de vacinação infantil, por exemplo, está diretamente relacionada à proliferação de mentiras sobre supostos efeitos colaterais de imunizantes.


Comunidades indígenas, quilombolas e habitantes de favelas tornam-se particularmente vulneráveis quando informações falsas circulam em grupos fechados de WhatsApp e Telegram.


A expansão da telemedicina, embora promissora para reduzir desigualdades regionais, também cria novos vetores para a desinformação. Consultas on-line sem regulamentação adequada permitem que profissionais sem qualificação ou com intenções duvidosas prescrevam tratamentos ineficazes.


No Nordeste brasileiro, onde há maiores índices de desigualdade socioeconômica e menores níveis médios de escolaridade, pacientes em situação de vulnerabilidade tendem a ter mais dificuldade em checar informações de saúde.


Algo que, na prática, os torna mais vulneráveis a acreditar em conteúdos enganosos ou em falsos especialistas nas redes. [...]


(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/conhecimento/fake-news-na-saude/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)

As palavras não têm sentido único e o sentido será dado pelo contexto em que as palavras atuam. Além disso, não há sinônimo absoluto. É o que acontece com as palavras "proliferação", "colaterais" e "imunizantes" no excerto a seguir:


"A queda nas taxas de vacinação infantil, por exemplo, está diretamente relacionada à proliferação de mentiras sobre supostos efeitos colaterais de imunizantes."


Tendo isso em consideração, analise as sentenças a seguir:



I."Proliferação", no excerto, tem o sentido de "gerar prole".


II."Colaterais", apesar de significar "aquilo que está lado a lado, em posição paralela", no excerto, seu sentido é de "aquilo que vai além do esperado".


III.A palavra "imunizante", no excerto, tem sentido literal: aquilo que torna imune ou torna refratário a (agentes patogênicos, moléstias).



É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3851028 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O impacto das fake news na saúde de populações vulneráveis


A desinformação na saúde segue matando, afastando populações vulneráveis do cuidado e transformando a mentira em ferramenta política.


A disseminação de informações falsas sobre saúde representa uma das ameaças mais urgentes à saúde pública dos dias atuais, especialmente quando pensamos nos grupos marginalizados que já enfrentam barreiras no acesso aos serviços de qualidade.


É a partir desse recorte que estamos enxergando que a desinformação na área médica não é apenas um problema digital abstrato: ela mata, adoece e aprofunda desigualdades históricas.


E, infelizmente, comunidades com menor letramento digital tornam-se alvos preferenciais de narrativas enganosas sobre curas milagrosas, teorias conspiratórias e campanhas antivacina, por exemplo. [...] A desinformação se transformou em arma política − e seus efeitos já se refletem diretamente na saúde coletiva.


É preciso entender o impacto das fake news na saúde dessas comunidades e porque é fundamental construir estratégias efetivas de proteção coletiva. [...]


O impacto das fake news na saúde pública


Dados já comprovaram que o celular é mais democrático do que o acesso à saúde pública. Aliado a isso, moradores de periferias urbanas e áreas rurais remotas frequentemente carecem de acesso regular a profissionais de saúde qualificados, dependendo de agentes comunitários e da internet como fontes primárias de orientação médica.


É assim que fake news acabam se infiltrando nesses canais informais e o resultado se torna verdadeiramente devastador: desde a interrupção de tratamentos essenciais até a adesão a protocolos perigosos que prometem curas rápidas para doenças crônicas.


O sistema de saúde pública brasileiro, já sobrecarregado por demandas estruturais, vê seus esforços sabotados por campanhas de desinformação coordenadas. A queda nas taxas de vacinação infantil, por exemplo, está diretamente relacionada à proliferação de mentiras sobre supostos efeitos colaterais de imunizantes.


Comunidades indígenas, quilombolas e habitantes de favelas tornam-se particularmente vulneráveis quando informações falsas circulam em grupos fechados de WhatsApp e Telegram.


A expansão da telemedicina, embora promissora para reduzir desigualdades regionais, também cria novos vetores para a desinformação. Consultas on-line sem regulamentação adequada permitem que profissionais sem qualificação ou com intenções duvidosas prescrevam tratamentos ineficazes.


No Nordeste brasileiro, onde há maiores índices de desigualdade socioeconômica e menores níveis médios de escolaridade, pacientes em situação de vulnerabilidade tendem a ter mais dificuldade em checar informações de saúde.


Algo que, na prática, os torna mais vulneráveis a acreditar em conteúdos enganosos ou em falsos especialistas nas redes. [...]


(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/conhecimento/fake-news-na-saude/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)

Analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:



(__)A expressão "fake news" é um estrangeirismo, ou seja, trata-se de uma palavra de outro idioma, incorporada ao português. É o mesmo que acontece com "on-line". 


(__)A palavra "antivacina" é formada pelo processo de derivação prefixal. O acréscimo do prefixo "anti-" confere à nova palavra a ideia de "condição, de movimento contrário".


(__)A palavra "socioeconômica" é composta por justaposição.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q3851027 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O impacto das fake news na saúde de populações vulneráveis


A desinformação na saúde segue matando, afastando populações vulneráveis do cuidado e transformando a mentira em ferramenta política.


A disseminação de informações falsas sobre saúde representa uma das ameaças mais urgentes à saúde pública dos dias atuais, especialmente quando pensamos nos grupos marginalizados que já enfrentam barreiras no acesso aos serviços de qualidade.


É a partir desse recorte que estamos enxergando que a desinformação na área médica não é apenas um problema digital abstrato: ela mata, adoece e aprofunda desigualdades históricas.


E, infelizmente, comunidades com menor letramento digital tornam-se alvos preferenciais de narrativas enganosas sobre curas milagrosas, teorias conspiratórias e campanhas antivacina, por exemplo. [...] A desinformação se transformou em arma política − e seus efeitos já se refletem diretamente na saúde coletiva.


É preciso entender o impacto das fake news na saúde dessas comunidades e porque é fundamental construir estratégias efetivas de proteção coletiva. [...]


O impacto das fake news na saúde pública


Dados já comprovaram que o celular é mais democrático do que o acesso à saúde pública. Aliado a isso, moradores de periferias urbanas e áreas rurais remotas frequentemente carecem de acesso regular a profissionais de saúde qualificados, dependendo de agentes comunitários e da internet como fontes primárias de orientação médica.


É assim que fake news acabam se infiltrando nesses canais informais e o resultado se torna verdadeiramente devastador: desde a interrupção de tratamentos essenciais até a adesão a protocolos perigosos que prometem curas rápidas para doenças crônicas.


O sistema de saúde pública brasileiro, já sobrecarregado por demandas estruturais, vê seus esforços sabotados por campanhas de desinformação coordenadas. A queda nas taxas de vacinação infantil, por exemplo, está diretamente relacionada à proliferação de mentiras sobre supostos efeitos colaterais de imunizantes.


Comunidades indígenas, quilombolas e habitantes de favelas tornam-se particularmente vulneráveis quando informações falsas circulam em grupos fechados de WhatsApp e Telegram.


A expansão da telemedicina, embora promissora para reduzir desigualdades regionais, também cria novos vetores para a desinformação. Consultas on-line sem regulamentação adequada permitem que profissionais sem qualificação ou com intenções duvidosas prescrevam tratamentos ineficazes.


No Nordeste brasileiro, onde há maiores índices de desigualdade socioeconômica e menores níveis médios de escolaridade, pacientes em situação de vulnerabilidade tendem a ter mais dificuldade em checar informações de saúde.


Algo que, na prática, os torna mais vulneráveis a acreditar em conteúdos enganosos ou em falsos especialistas nas redes. [...]


(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/conhecimento/fake-news-na-saude/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)

A respeito da coesão, analise o excerto e as sentenças. Lembre-se que essa análise precisa considerar o texto como um todo e não apenas o excerto isolado. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:


"É a partir desse recorte que estamos enxergando que a desinformação na área médica não é apenas um problema digital abstrato: ela mata, adoece e aprofunda desigualdades históricas."



(__)O pronome demonstrativo "esse" tem como referente o recorte apresentado no parágrafo anterior, que está na relação entre a disseminação de informações falsas e os impactos na saúde, em especial nos grupos marginalizados.


(__)Um dos recursos coesivos é o uso de pronomes pessoais substituindo algo que já foi mencionado no texto, em uma coesão referencial. Um exemplo disso é o pronome "ela" que tem como referente apenas "desinformação".


(__)A expressão "não apenas" mobiliza a sequenciação, uma vez que ela precisa de um completo, instaurado pelo trecho "ela mata, adoece e aprofunda desigualdades históricas".


(__)A construção "um problema digital abstrato" retoma "desinformação na área médica".



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q3851026 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O impacto das fake news na saúde de populações vulneráveis


A desinformação na saúde segue matando, afastando populações vulneráveis do cuidado e transformando a mentira em ferramenta política.


A disseminação de informações falsas sobre saúde representa uma das ameaças mais urgentes à saúde pública dos dias atuais, especialmente quando pensamos nos grupos marginalizados que já enfrentam barreiras no acesso aos serviços de qualidade.


É a partir desse recorte que estamos enxergando que a desinformação na área médica não é apenas um problema digital abstrato: ela mata, adoece e aprofunda desigualdades históricas.


E, infelizmente, comunidades com menor letramento digital tornam-se alvos preferenciais de narrativas enganosas sobre curas milagrosas, teorias conspiratórias e campanhas antivacina, por exemplo. [...] A desinformação se transformou em arma política − e seus efeitos já se refletem diretamente na saúde coletiva.


É preciso entender o impacto das fake news na saúde dessas comunidades e porque é fundamental construir estratégias efetivas de proteção coletiva. [...]


O impacto das fake news na saúde pública


Dados já comprovaram que o celular é mais democrático do que o acesso à saúde pública. Aliado a isso, moradores de periferias urbanas e áreas rurais remotas frequentemente carecem de acesso regular a profissionais de saúde qualificados, dependendo de agentes comunitários e da internet como fontes primárias de orientação médica.


É assim que fake news acabam se infiltrando nesses canais informais e o resultado se torna verdadeiramente devastador: desde a interrupção de tratamentos essenciais até a adesão a protocolos perigosos que prometem curas rápidas para doenças crônicas.


O sistema de saúde pública brasileiro, já sobrecarregado por demandas estruturais, vê seus esforços sabotados por campanhas de desinformação coordenadas. A queda nas taxas de vacinação infantil, por exemplo, está diretamente relacionada à proliferação de mentiras sobre supostos efeitos colaterais de imunizantes.


Comunidades indígenas, quilombolas e habitantes de favelas tornam-se particularmente vulneráveis quando informações falsas circulam em grupos fechados de WhatsApp e Telegram.


A expansão da telemedicina, embora promissora para reduzir desigualdades regionais, também cria novos vetores para a desinformação. Consultas on-line sem regulamentação adequada permitem que profissionais sem qualificação ou com intenções duvidosas prescrevam tratamentos ineficazes.


No Nordeste brasileiro, onde há maiores índices de desigualdade socioeconômica e menores níveis médios de escolaridade, pacientes em situação de vulnerabilidade tendem a ter mais dificuldade em checar informações de saúde.


Algo que, na prática, os torna mais vulneráveis a acreditar em conteúdos enganosos ou em falsos especialistas nas redes. [...]


(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/conhecimento/fake-news-na-saude/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)

Para a boa leitura e interpretação de um texto, não basta ao leitor decodificar as palavras ou ler apenas o texto escrito. Ele precisa mobilizar conhecimentos prévios para fazer leituras que não estão explícitas nas linhas do texto, a partir de reflexões sobre situações anteriores em que teve contato com os temas ali tratados. Tendo isso em consideração, analise as sentenças a seguir:



I.A parcela da população mais suscetível a ser enganada pelas informações falsas sobre saúde é a população com menor educação digital. Isso agrava pelo fato de que o acesso ao celular é mais democrático do que o acesso à saúde.


II.A discussão no texto possibilita ao leitor inferir que há uma relação entre a falta de investimento em saúde pública, o que prejudica, por exemplo, o acesso regular a profissionais de saúde, e o acesso às informações falsas.


III.Por causa de informações falsas, divulgadas nos grupos de redes sociais virtuais por exemplo, pessoas interrompem tratamentos e adotam práticas perigosas, inclusive, no que se refere à não vacinação.



É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3851025 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O impacto das fake news na saúde de populações vulneráveis


A desinformação na saúde segue matando, afastando populações vulneráveis do cuidado e transformando a mentira em ferramenta política.


A disseminação de informações falsas sobre saúde representa uma das ameaças mais urgentes à saúde pública dos dias atuais, especialmente quando pensamos nos grupos marginalizados que já enfrentam barreiras no acesso aos serviços de qualidade.


É a partir desse recorte que estamos enxergando que a desinformação na área médica não é apenas um problema digital abstrato: ela mata, adoece e aprofunda desigualdades históricas.


E, infelizmente, comunidades com menor letramento digital tornam-se alvos preferenciais de narrativas enganosas sobre curas milagrosas, teorias conspiratórias e campanhas antivacina, por exemplo. [...] A desinformação se transformou em arma política − e seus efeitos já se refletem diretamente na saúde coletiva.


É preciso entender o impacto das fake news na saúde dessas comunidades e porque é fundamental construir estratégias efetivas de proteção coletiva. [...]


O impacto das fake news na saúde pública


Dados já comprovaram que o celular é mais democrático do que o acesso à saúde pública. Aliado a isso, moradores de periferias urbanas e áreas rurais remotas frequentemente carecem de acesso regular a profissionais de saúde qualificados, dependendo de agentes comunitários e da internet como fontes primárias de orientação médica.


É assim que fake news acabam se infiltrando nesses canais informais e o resultado se torna verdadeiramente devastador: desde a interrupção de tratamentos essenciais até a adesão a protocolos perigosos que prometem curas rápidas para doenças crônicas.


O sistema de saúde pública brasileiro, já sobrecarregado por demandas estruturais, vê seus esforços sabotados por campanhas de desinformação coordenadas. A queda nas taxas de vacinação infantil, por exemplo, está diretamente relacionada à proliferação de mentiras sobre supostos efeitos colaterais de imunizantes.


Comunidades indígenas, quilombolas e habitantes de favelas tornam-se particularmente vulneráveis quando informações falsas circulam em grupos fechados de WhatsApp e Telegram.


A expansão da telemedicina, embora promissora para reduzir desigualdades regionais, também cria novos vetores para a desinformação. Consultas on-line sem regulamentação adequada permitem que profissionais sem qualificação ou com intenções duvidosas prescrevam tratamentos ineficazes.


No Nordeste brasileiro, onde há maiores índices de desigualdade socioeconômica e menores níveis médios de escolaridade, pacientes em situação de vulnerabilidade tendem a ter mais dificuldade em checar informações de saúde.


Algo que, na prática, os torna mais vulneráveis a acreditar em conteúdos enganosos ou em falsos especialistas nas redes. [...]


(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/conhecimento/fake-news-na-saude/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)

"O sistema de saúde pública brasileiro, já sobrecarregado por demandas estruturais, vê seus esforços sabotados por campanhas de desinformação coordenadas."


Analise o excerto quanto ao uso das vírgulas e assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3851024 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O impacto das fake news na saúde de populações vulneráveis


A desinformação na saúde segue matando, afastando populações vulneráveis do cuidado e transformando a mentira em ferramenta política.


A disseminação de informações falsas sobre saúde representa uma das ameaças mais urgentes à saúde pública dos dias atuais, especialmente quando pensamos nos grupos marginalizados que já enfrentam barreiras no acesso aos serviços de qualidade.


É a partir desse recorte que estamos enxergando que a desinformação na área médica não é apenas um problema digital abstrato: ela mata, adoece e aprofunda desigualdades históricas.


E, infelizmente, comunidades com menor letramento digital tornam-se alvos preferenciais de narrativas enganosas sobre curas milagrosas, teorias conspiratórias e campanhas antivacina, por exemplo. [...] A desinformação se transformou em arma política − e seus efeitos já se refletem diretamente na saúde coletiva.


É preciso entender o impacto das fake news na saúde dessas comunidades e porque é fundamental construir estratégias efetivas de proteção coletiva. [...]


O impacto das fake news na saúde pública


Dados já comprovaram que o celular é mais democrático do que o acesso à saúde pública. Aliado a isso, moradores de periferias urbanas e áreas rurais remotas frequentemente carecem de acesso regular a profissionais de saúde qualificados, dependendo de agentes comunitários e da internet como fontes primárias de orientação médica.


É assim que fake news acabam se infiltrando nesses canais informais e o resultado se torna verdadeiramente devastador: desde a interrupção de tratamentos essenciais até a adesão a protocolos perigosos que prometem curas rápidas para doenças crônicas.


O sistema de saúde pública brasileiro, já sobrecarregado por demandas estruturais, vê seus esforços sabotados por campanhas de desinformação coordenadas. A queda nas taxas de vacinação infantil, por exemplo, está diretamente relacionada à proliferação de mentiras sobre supostos efeitos colaterais de imunizantes.


Comunidades indígenas, quilombolas e habitantes de favelas tornam-se particularmente vulneráveis quando informações falsas circulam em grupos fechados de WhatsApp e Telegram.


A expansão da telemedicina, embora promissora para reduzir desigualdades regionais, também cria novos vetores para a desinformação. Consultas on-line sem regulamentação adequada permitem que profissionais sem qualificação ou com intenções duvidosas prescrevam tratamentos ineficazes.


No Nordeste brasileiro, onde há maiores índices de desigualdade socioeconômica e menores níveis médios de escolaridade, pacientes em situação de vulnerabilidade tendem a ter mais dificuldade em checar informações de saúde.


Algo que, na prática, os torna mais vulneráveis a acreditar em conteúdos enganosos ou em falsos especialistas nas redes. [...]


(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/conhecimento/fake-news-na-saude/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)

A respeito do texto, analise as sentenças a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:



(__)O texto faz um recorte temático para desenvolver sua discussão: o impacto da disseminação de informações falsas na saúde de populações marginalizadas, mais vulneráveis.


(__)O texto apresenta um tom mais impessoal, característico de textos que não são, prioritariamente, opinativos. Uma das marcas dessa impessoalidade está na escolha por usar a 3ª pessoa ao invés da 1ª. No texto, apesar de haver dois verbos em 1ª pessoa do plural (1º e 2º parágrafos), o que predomina é a 3ª pessoa, tornando o texto mais impessoal.


(__)Ao optar por colocar um subtítulo no texto, o(a) autor(a) tem como objetivo ampliar o foco do texto, melhorando a percepção que o leitor tem sobre o conteúdo que será trabalhado. O subtítulo do texto em análise cumpre esse objetivo.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q3851023 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O impacto das fake news na saúde de populações vulneráveis


A desinformação na saúde segue matando, afastando populações vulneráveis do cuidado e transformando a mentira em ferramenta política.


A disseminação de informações falsas sobre saúde representa uma das ameaças mais urgentes à saúde pública dos dias atuais, especialmente quando pensamos nos grupos marginalizados que já enfrentam barreiras no acesso aos serviços de qualidade.


É a partir desse recorte que estamos enxergando que a desinformação na área médica não é apenas um problema digital abstrato: ela mata, adoece e aprofunda desigualdades históricas.


E, infelizmente, comunidades com menor letramento digital tornam-se alvos preferenciais de narrativas enganosas sobre curas milagrosas, teorias conspiratórias e campanhas antivacina, por exemplo. [...] A desinformação se transformou em arma política − e seus efeitos já se refletem diretamente na saúde coletiva.


É preciso entender o impacto das fake news na saúde dessas comunidades e porque é fundamental construir estratégias efetivas de proteção coletiva. [...]


O impacto das fake news na saúde pública


Dados já comprovaram que o celular é mais democrático do que o acesso à saúde pública. Aliado a isso, moradores de periferias urbanas e áreas rurais remotas frequentemente carecem de acesso regular a profissionais de saúde qualificados, dependendo de agentes comunitários e da internet como fontes primárias de orientação médica.


É assim que fake news acabam se infiltrando nesses canais informais e o resultado se torna verdadeiramente devastador: desde a interrupção de tratamentos essenciais até a adesão a protocolos perigosos que prometem curas rápidas para doenças crônicas.


O sistema de saúde pública brasileiro, já sobrecarregado por demandas estruturais, vê seus esforços sabotados por campanhas de desinformação coordenadas. A queda nas taxas de vacinação infantil, por exemplo, está diretamente relacionada à proliferação de mentiras sobre supostos efeitos colaterais de imunizantes.


Comunidades indígenas, quilombolas e habitantes de favelas tornam-se particularmente vulneráveis quando informações falsas circulam em grupos fechados de WhatsApp e Telegram.


A expansão da telemedicina, embora promissora para reduzir desigualdades regionais, também cria novos vetores para a desinformação. Consultas on-line sem regulamentação adequada permitem que profissionais sem qualificação ou com intenções duvidosas prescrevam tratamentos ineficazes.


No Nordeste brasileiro, onde há maiores índices de desigualdade socioeconômica e menores níveis médios de escolaridade, pacientes em situação de vulnerabilidade tendem a ter mais dificuldade em checar informações de saúde.


Algo que, na prática, os torna mais vulneráveis a acreditar em conteúdos enganosos ou em falsos especialistas nas redes. [...]


(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/conhecimento/fake-news-na-saude/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)

A respeito da acentuação gráfica, analise as sentenças:



I.A palavra "vulneráveis" é acentuada porque se trata de uma paroxítona terminada em ditongo oral. Já seu singular, "vulnerável", também é uma paroxítona, mas terminada em -l.


II.A palavra "área" é uma proparoxítona e, por isso, é acentuada. É o mesmo caso de "indígena" e "socioeconômica".


III.As palavras "adesão" e "orientação" são paroxítonas, mas não recebem acento porque terminam em -ão(s).


IV.A palavra "saúde" é acentuada porque, diz a regra, serão acentuados o -i e o -u tônicos que não formam ditongo com a vogal anterior, ou seja, formam um hiato. É o mesmo caso de "conteúdos".



É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3846323 Pedagogia

Considerando os princípios que orientam o educar e o cuidar nas instituições de creche e pré-escola, associe a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando os elementos do cotidiano da Educação Infantil a suas respectivas descrições:



Primeira coluna: elementos do cotidiano



1. Ambiente educativo


2. Organização da rotina


3. Vínculos afetivos


4. Práticas alimentares


5. Cuidados com higiene e saúde



Segunda coluna: descrições



(__) Conjunto de práticas voltadas à preservação da saúde, prevenção de doenças e promoção do autocuidado, integradas ao cotidiano das crianças.


(__) Planejamento do tempo diário que estrutura as atividades, garantindo estabilidade, segurança emocional e compreensão da sequência dos acontecimentos.


(__) Espaço físico intencionalmente organizado para favorecer interações, explorações, aprendizagens e autonomia, respeitando critérios de segurança e acessibilidade.


(__) Relações pautadas no acolhimento, na escuta sensível e no respeito, fundamentais para a construção da confiança e do desenvolvimento emocional e social.


(__) Situação cotidiana que envolve nutrição, convivência, construção de hábitos, autonomia e valorização de aspectos culturais relacionados à alimentação.



Assinale a alternativa que apresenta a associação correta entre as colunas:

Alternativas
Q3846322 Pedagogia

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) orienta que as práticas pedagógicas na Educação Infantil devem garantir às crianças experiências diversificadas por meio de diferentes linguagens. Considerando as linguagens musical, plástica, visual, matemática, científica e digital, a BNCC assegura como princípio fundamental: 

Alternativas
Q3846321 Pedagogia

A identidade da Educação Infantil é construída a partir de princípios pedagógicos, legais e sociais que a caracterizam como uma etapa específica da Educação Básica, com finalidades próprias. De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (DCNEI) e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a identidade da Educação Infantil busca assegurar:

Alternativas
Q3846320 Pedagogia

A ludicidade ocupa lugar central nas práticas pedagógicas da Educação Infantil, sendo compreendida como elemento fundamental para o desenvolvimento e a aprendizagem das crianças. À luz das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (DCNEI) e da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a ludicidade na Educação Infantil caracteriza-se por:

Alternativas
Q3846319 Pedagogia

À luz da Sociologia da Infância, analise as afirmativas a seguir:



I. A infância é compreendida como uma construção social e histórica, que varia conforme o tempo, a cultura e o contexto social.


II. As crianças são consideradas atores sociais competentes, que produzem culturas próprias e participam ativamente da vida social.


III. A infância é entendida como uma etapa homogênea e universal, determinada exclusivamente por fatores biológicos.



É correto o que se afirma em: 

Alternativas
Q3846318 Pedagogia

As concepções de criança e infância influenciam diretamente as práticas pedagógicas na Educação Infantil. Considerando a perspectiva contemporânea presente nos documentos legais e nos estudos da área, compreende-se a criança como: 

Alternativas
Q3846317 Pedagogia

Considere as afirmativas a seguir, relacionadas ao desenvolvimento cognitivo, socioafetivo e psicomotor na Educação Infantil, conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (DCNEI) e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:



(__) O desenvolvimento cognitivo, socioafetivo e psicomotor ocorre de forma integrada, sendo influenciado pelas interações, pelas brincadeiras e pelas experiências significativas vivenciadas pelas crianças.


(__) O desenvolvimento psicomotor está restrito ao aperfeiçoamento de habilidades físicas e não se relaciona com aspectos emocionais, sociais ou cognitivos.


(__) As experiências que envolvem linguagem, movimento, exploração do ambiente e convivência contribuem simultaneamente para a construção do pensamento, da autonomia e dos vínculos afetivos.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 

Alternativas
Q3846316 Pedagogia

À luz das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (DCNEI) e da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), analise as afirmativas a seguir sobre a criança como sujeito de direitos e protagonista de seu processo de aprendizagem:



I. A criança é reconhecida como sujeito de direitos, devendo participar ativamente das experiências educativas propostas na Educação Infantil.


II. O protagonismo infantil pressupõe que a criança possa expressar opiniões, fazer escolhas e interagir de forma significativa com o ambiente, os adultos e outras crianças.


III. O reconhecimento da criança como protagonista elimina a necessidade de intencionalidade pedagógica e da mediação do professor. 



É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3846315 Pedagogia

Ao analisar a trajetória histórica da Educação Infantil, é possível identificar mudanças significativas nas concepções sobre a criança e sua educação. Nesse contexto, a consolidação da Educação Infantil como primeira etapa da Educação Básica no Brasil está relacionada principalmente à compreensão de que:

Alternativas
Q3846314 Pedagogia

O brincar é reconhecido, nos documentos oficiais da Educação Infantil, como um direito da criança e uma forma privilegiada de expressão e linguagem. De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (DCNEI) e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), essa concepção do brincar busca assegurar:

Alternativas
Q3846307 Pedagogia

Em uma rede municipal, a Secretaria estabelece que sequências didáticas devem evidenciar intencionalidade, mediação e evidências de aprendizagem, sem reduzir o ensino à execução de atividades. Uma escola propõe trabalhar "mobilidade urbana no entorno" com turmas heterogêneas e tempo restrito. A decisão metodológica mais consistente é:

Alternativas
Q3846306 Pedagogia

Considere as proposições sobre planejamento e seus registros na escola municipal. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:



(__) O planejamento é processo contínuo de decisão pedagógica; o plano de ensino registra escolhas para um período; o plano de aula operacionaliza a intervenção com gestão de tempo, recursos e evidências.


(__) Os planos de ensino e de aula substituem a referência do PPP, pois decisões cotidianas tornam dispensável a explicitação de finalidades e princípios institucionais.


(__) O replanejamento integra o planejamento, pois a ação pedagógica realimenta decisões com base em evidências de aprendizagem e condições concretas da turma.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Respostas
2161: A
2162: E
2163: A
2164: C
2165: D
2166: C
2167: D
2168: B
2169: A
2170: E
2171: E
2172: E
2173: D
2174: B
2175: D
2176: B
2177: B
2178: C
2179: B
2180: E