Questões de Concurso Para inaz do pará

Foram encontradas 9.307 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2737671 Português

TEXTO PARA AS QUESTÕES 01 A 05

A crise dos refugiados: um teste à caridade humana

O contingente de refugiados venezuelanos em Roraima, que já ganha contornos de crise humanitária, representa um teste poucas vezes colocado ao Brasil em sua história recente. Entre números oficiais e estimativas informais, são mais de 40 mil venezuelanos no Estado nortista, alterando drasticamente o cotidiano de seus habitantes. A reação do governo federal tem sido tímida e lenta, de forma que é possível prever a repetição do padrão ocorrido a partir de 2011, quando mais de 44 mil haitianos adentraram o Brasil pelo Acre: destacaram-se ações de entidades religiosas e ONGs, e muito pouco foi feito pelo governo federal para ajudar os refugiados ou mesmo as prefeituras e o governo acreano, que os acolheram inicialmente.

Vale recordar, para dotar o caso brasileiro de perspectiva, a experiência pela qual passou a Alemanha no final de 2015. Em meio à maior crise de refugiados das últimas sete décadas, o país mais rico da Europa funcionou como um ímã para multidões de desvalidos do Oriente Médio e África: após vencer as correntes do Mediterrâneo, escapar do confinamento na Grécia ou Itália e burlar os controles de fronteira em mais de meia dúzia de países, cerca de 1,1 milhão de pessoas foram recebidas na Alemanha. A chanceler Angela Merkel, destoando de quase todos os chefes de Estado do continente, anunciou uma política de portas abertas, vista como oportunidade histórica para que a Alemanha escrevesse um capítulo positivo, do ponto de vista humanitário, de sua história perante o mundo.

Desde então, o apoio popular aos refugiados desapareceu em muitas partes do país, fruto principalmente do estranhamento derivado do choque entre culturas muito distintas. As urnas refletiram essa mudança, levando ao crescimento do poder da direita radical, assim como a uma queda expressiva na própria votação de Merkel.

Formando, a duras penas, um governo de ampla composição partidária, Merkel agora se vê entre o fogo cruzado de seus ministros, que têm posições diversas em relação à imigração. Os social-democratas, esquerdistas que controlam o Ministério dos Negócios Estrangeiros, pleiteiam que, para que a Alemanha continue liderando o continente, é preciso seguir como referência em meio à crise dos refugiados, absorvendo a maior parcela do problema. Já o Ministério do Interior, responsável pelas questões de segurança, é comandado pelos democrata-cristãos, correligionários da própria Merkel: refletindo o eleitorado da direita moderada e contrapondo-se à própria chanceler, defendem critérios rígidos na concessão do direito de permanência dos refugiados na Alemanha, algo que levaria à deportação da maior parte destes.

Dentre os refugiados muçulmanos, muitos têm abraçado a fé cristã como estratégia para evitar a deportação: originários de países que punem severamente as conversões religiosas, eles buscam explorar dispositivo da lei alemã que impede a deportação quando há risco à integridade do refugiado em seu país de origem. Mesmo em tais casos extremos, há brechas legais e atores políticos dispostos a explorá-las.

Vale questionar, assim, se a falta de ação brasileira seria tão condenável quanto as idas e vindas da hospitalidade germânica. Respeitando as devidas proporções e peculiaridades, é fato que o acolhimento dos mais necessitados dificilmente é um tema bem aceito pela opinião pública: triste ocasião na qual se pode vislumbrar os limites da caridade humana.

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/paulo-diniz/a-crise-dos-refugiados-um-teste-%C3%A0-caridade-humana-1.1603533. Acesso em: 03/05/2018.

No trecho “refletindo o eleitorado da direita moderada e contrapondo-se à própria chanceler”, percebe-se a utilização de uma ênclise que se justifica por:

Alternativas
Q2737667 Português

TEXTO PARA AS QUESTÕES 01 A 05

A crise dos refugiados: um teste à caridade humana

O contingente de refugiados venezuelanos em Roraima, que já ganha contornos de crise humanitária, representa um teste poucas vezes colocado ao Brasil em sua história recente. Entre números oficiais e estimativas informais, são mais de 40 mil venezuelanos no Estado nortista, alterando drasticamente o cotidiano de seus habitantes. A reação do governo federal tem sido tímida e lenta, de forma que é possível prever a repetição do padrão ocorrido a partir de 2011, quando mais de 44 mil haitianos adentraram o Brasil pelo Acre: destacaram-se ações de entidades religiosas e ONGs, e muito pouco foi feito pelo governo federal para ajudar os refugiados ou mesmo as prefeituras e o governo acreano, que os acolheram inicialmente.

Vale recordar, para dotar o caso brasileiro de perspectiva, a experiência pela qual passou a Alemanha no final de 2015. Em meio à maior crise de refugiados das últimas sete décadas, o país mais rico da Europa funcionou como um ímã para multidões de desvalidos do Oriente Médio e África: após vencer as correntes do Mediterrâneo, escapar do confinamento na Grécia ou Itália e burlar os controles de fronteira em mais de meia dúzia de países, cerca de 1,1 milhão de pessoas foram recebidas na Alemanha. A chanceler Angela Merkel, destoando de quase todos os chefes de Estado do continente, anunciou uma política de portas abertas, vista como oportunidade histórica para que a Alemanha escrevesse um capítulo positivo, do ponto de vista humanitário, de sua história perante o mundo.

Desde então, o apoio popular aos refugiados desapareceu em muitas partes do país, fruto principalmente do estranhamento derivado do choque entre culturas muito distintas. As urnas refletiram essa mudança, levando ao crescimento do poder da direita radical, assim como a uma queda expressiva na própria votação de Merkel.

Formando, a duras penas, um governo de ampla composição partidária, Merkel agora se vê entre o fogo cruzado de seus ministros, que têm posições diversas em relação à imigração. Os social-democratas, esquerdistas que controlam o Ministério dos Negócios Estrangeiros, pleiteiam que, para que a Alemanha continue liderando o continente, é preciso seguir como referência em meio à crise dos refugiados, absorvendo a maior parcela do problema. Já o Ministério do Interior, responsável pelas questões de segurança, é comandado pelos democrata-cristãos, correligionários da própria Merkel: refletindo o eleitorado da direita moderada e contrapondo-se à própria chanceler, defendem critérios rígidos na concessão do direito de permanência dos refugiados na Alemanha, algo que levaria à deportação da maior parte destes.

Dentre os refugiados muçulmanos, muitos têm abraçado a fé cristã como estratégia para evitar a deportação: originários de países que punem severamente as conversões religiosas, eles buscam explorar dispositivo da lei alemã que impede a deportação quando há risco à integridade do refugiado em seu país de origem. Mesmo em tais casos extremos, há brechas legais e atores políticos dispostos a explorá-las.

Vale questionar, assim, se a falta de ação brasileira seria tão condenável quanto as idas e vindas da hospitalidade germânica. Respeitando as devidas proporções e peculiaridades, é fato que o acolhimento dos mais necessitados dificilmente é um tema bem aceito pela opinião pública: triste ocasião na qual se pode vislumbrar os limites da caridade humana.

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/paulo-diniz/a-crise-dos-refugiados-um-teste-%C3%A0-caridade-humana-1.1603533. Acesso em: 03/05/2018.

Entre as palavras abaixo, a única que sofreu processo de formação diferente das outras, foi:

Alternativas
Q2737657 Português

TEXTO PARA AS QUESTÕES 01 A 05

A crise dos refugiados: um teste à caridade humana

O contingente de refugiados venezuelanos em Roraima, que já ganha contornos de crise humanitária, representa um teste poucas vezes colocado ao Brasil em sua história recente. Entre números oficiais e estimativas informais, são mais de 40 mil venezuelanos no Estado nortista, alterando drasticamente o cotidiano de seus habitantes. A reação do governo federal tem sido tímida e lenta, de forma que é possível prever a repetição do padrão ocorrido a partir de 2011, quando mais de 44 mil haitianos adentraram o Brasil pelo Acre: destacaram-se ações de entidades religiosas e ONGs, e muito pouco foi feito pelo governo federal para ajudar os refugiados ou mesmo as prefeituras e o governo acreano, que os acolheram inicialmente.

Vale recordar, para dotar o caso brasileiro de perspectiva, a experiência pela qual passou a Alemanha no final de 2015. Em meio à maior crise de refugiados das últimas sete décadas, o país mais rico da Europa funcionou como um ímã para multidões de desvalidos do Oriente Médio e África: após vencer as correntes do Mediterrâneo, escapar do confinamento na Grécia ou Itália e burlar os controles de fronteira em mais de meia dúzia de países, cerca de 1,1 milhão de pessoas foram recebidas na Alemanha. A chanceler Angela Merkel, destoando de quase todos os chefes de Estado do continente, anunciou uma política de portas abertas, vista como oportunidade histórica para que a Alemanha escrevesse um capítulo positivo, do ponto de vista humanitário, de sua história perante o mundo.

Desde então, o apoio popular aos refugiados desapareceu em muitas partes do país, fruto principalmente do estranhamento derivado do choque entre culturas muito distintas. As urnas refletiram essa mudança, levando ao crescimento do poder da direita radical, assim como a uma queda expressiva na própria votação de Merkel.

Formando, a duras penas, um governo de ampla composição partidária, Merkel agora se vê entre o fogo cruzado de seus ministros, que têm posições diversas em relação à imigração. Os social-democratas, esquerdistas que controlam o Ministério dos Negócios Estrangeiros, pleiteiam que, para que a Alemanha continue liderando o continente, é preciso seguir como referência em meio à crise dos refugiados, absorvendo a maior parcela do problema. Já o Ministério do Interior, responsável pelas questões de segurança, é comandado pelos democrata-cristãos, correligionários da própria Merkel: refletindo o eleitorado da direita moderada e contrapondo-se à própria chanceler, defendem critérios rígidos na concessão do direito de permanência dos refugiados na Alemanha, algo que levaria à deportação da maior parte destes.

Dentre os refugiados muçulmanos, muitos têm abraçado a fé cristã como estratégia para evitar a deportação: originários de países que punem severamente as conversões religiosas, eles buscam explorar dispositivo da lei alemã que impede a deportação quando há risco à integridade do refugiado em seu país de origem. Mesmo em tais casos extremos, há brechas legais e atores políticos dispostos a explorá-las.

Vale questionar, assim, se a falta de ação brasileira seria tão condenável quanto as idas e vindas da hospitalidade germânica. Respeitando as devidas proporções e peculiaridades, é fato que o acolhimento dos mais necessitados dificilmente é um tema bem aceito pela opinião pública: triste ocasião na qual se pode vislumbrar os limites da caridade humana.

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/paulo-diniz/a-crise-dos-refugiados-um-teste-%C3%A0-caridade-humana-1.1603533. Acesso em: 03/05/2018.

Os termos destacados abaixo estão corretamente justificados por suas respectivas classes gramaticais, exceto na alternativa:

Alternativas
Q2040332 Nutrição
A Resolução ANVISA RDC 360/03 - Regulamento Técnico Sobre Rotulagem Nutricional de Alimentos Embalados torna obrigatória a rotulagem nutricional baseada nas regras estabelecidas com o objetivo principal de atuar em benefício do consumidor e ainda evitar obstáculos técnicos ao comércio. Disponível em: (http://portal.anvisa.gov.br/documents/33916/389979/Rotulagem+Nutricional+Obrigat%C3%B3ria+Manual+de+Orienta%C3%A7%C3%A3o+%C3%A0s+Ind%C3%BAstrias+de+Alimentos/ae72b30a07af-42e2-8b76-10ff96b64ca4/ Acesso em 29 jan. 2018).

A rotulagem nutricional compreende: 
Alternativas
Q2040331 Nutrição
A Resolução-RDC N° 216, de 15 de setembro de 2004, da ANVISA, dispõe sobre:
Alternativas
Q2040330 Nutrição
Considerando a competência do nutricionista para a prescrição de suplementos nutricionais que está estabelecida no inciso VII, do artigo 4º, da Lei 8234/1991, Resolução CFN nº 390/2006 e, de acordo com a Resolução CFN nº 380/2005, é considerada atividade complementar do nutricionista nas áreas de Nutrição Clínica, Saúde Coletiva e Nutrição em Esportes;
Disponível em: (http://www.cfn.org.br/index.php/cfn-divulga-recomendacao-sobre-suplementos-nutricionais/Acesso em 29 jan. 2018).
Considerando as recomendações do CFN para a prescrição de suplementos nutricionais, é correto afirmar que:
Alternativas
Q2040329 Nutrição
Sobre a RESOLUÇÃO CFN Nº 465/2010 é correto afirmar que:
Alternativas
Q2040328 Nutrição
Apesar de informações circulantes de malefícios sobre a sucralose, não foram encontrados estudos científicos (desenvolvidos com humanos e em quantidade representativa) que suportem as afirmações de que o consumo do edulcorante aumentaria a secreção de insulina, causaria alterações na tireoide e câncer. A sucralose foi aprovado pela Food and Drug Administration (FDA) como um edulcorante de mesa em 1998, seguindo-se a aprovação como um adoçante de uso geral em 1999. Antes de aprovar o adoçante, o FDA revisou mais de 100 estudos de segurança realizados no edulcorante, incluindo estudos para avaliar o risco de câncer. Os resultados destes estudos não mostraram nenhuma evidência de que o adoçante cause câncer ou represente qualquer outra ameaça à saúde humana. Não existem evidências claras de que os adoçantes disponíveis comercialmente nos Estados Unidos estejam associados com o risco de câncer em seres humanos.
Disponível em: (http://www.cfn.org.br/index.php/recomendacao-cfn-no-32016-sucralose/Acesso em 20 fev. 2018).
Em relação a sucralose, é correto afirmar que o Conselho Federal de Nutricionistas CFN recomenda:
Alternativas
Q2040327 Nutrição
Em relação a ANVISA, Resolução da Diretoria Colegiada - RDC nº 275 de 21/10/2002, podemos afirmar que:
Alternativas
Q2040326 Nutrição
Em relação a ANVISA, Resolução da Diretoria Colegiada - RCD N° 63, de 6 de julho de 2000, podemos afirmar que:
Alternativas
Q2040325 Nutrição
Sobre a RESOLUÇÃO CFN Nº 334/2004, é correto afirmar que:
Alternativas
Q2040324 Nutrição
Em relação a Portaria Interministerial Nº 1.010, de 08 de maio de 2006, do Ministério da Saúde, podemos afirmar que: 
Alternativas
Q2040323 Nutrição
Além da soja e do milho transgênicos, que já ocupam a maior parte das plantações em vários países (como o Brasil), há pesquisas ao redor do mundo com arroz, banana, beterraba, cana-de-açúcar, laranja, mamão, mandioca, berinjela e abobrinha geneticamente modificados, entre outros alimentos. O objetivo é expressar nessas espécies as mais diferentes características, como resistência a insetos, fungos e vírus, tolerância a herbicidas e à seca, e melhorias em suas composições nutricionais. À medida que os cientistas fazem novas descobertas, outras características e variedades são incluídas na lista de transgênicos.
Disponível em: (http://cib.org.br/faq/quais-alimentos-transgenicos-sao-pesquisados-no-brasil-e-no-mundo/ Acesso em 29 jan. 2018).
É posição do CFN em relação aos alimentos transgênicos:
Alternativas
Q2040322 Nutrição
De acordo com a I Diretriz sobre o Consumo de Gorduras e Saúde Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia, o coco e o óleo de coco são importantes fontes naturais de gorduras saturadas, especialmente de ácido láurico. Em relação aos demais tipos de gorduras saturadas, o ácido láurico apresenta maior poder em elevar LDL-C, bem como HDL-C. Apesar de estudos mostrarem redução da relação LDL:HDL, aumento do HDL-C e redução da circunferência abdominal em grupos que utilizam óleo de coco, outros comprovam seu efeito hipercolesterolêmico – grupos tratados com óleo de coco apresentam aumento significativo da fração não HDL e triglicérides.
Disponível em: (http://www.cfn.org.br/index.php/saiba-mais-sobre-oleos-de-coco-e-de-canola/Acesso em 29 jan. 2018).
Em relação às recomendações do CFN sobre o óleo de coco, é correto afirmar que:
Alternativas
Q2040321 Pedagogia
Em relação ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, a Resolução Nº 26, de 17 de junho de 2013, dispõe:
Alternativas
Q2040320 Nutrição
Sobre a RESOLUÇÃO CFN Nº 390/2006 é correto afirmar que:
Alternativas
Q2040319 Nutrição
Sobre a RESOLUÇÃO CFN Nº 306/2003, é correto afirmar que:
Alternativas
Q2040318 Nutrição
“Dispõe sobre a participação do nutricionista em equipes multiprofissionais de terapias nutricionais (EMTN), para a prática de terapias nutricionais enterais (TNE), e dá outras providências”  O texto acima se refere à: 
Alternativas
Q2040317 Nutrição
A alimentação escolar é um direito dos alunos da educação básica pública e dever do Estado, e será promovida e incentivada, com vista ao atendimento dos princípios e das diretrizes estabelecidas na Resolução/CD/FNDE N º 38, de 16 de julho de 2009. O conhecimento do profissional nutricionista sobre a alimentação escolar do Programa Nacional de Alimentação Escolar – PNAE torna-se indispensável.
Sobre esta temática, marque abaixo a alternativa incorreta, sobre os princípios do PNAE:
Alternativas
Q2040316 Nutrição
O SISVAN (Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional) corresponde a um sistema de informações que tem como objetivo ______________________________________________________________________. Esta informação irá fornecer uma base para decisões a serem tomadas pelos responsáveis por políticas, planejamento e gerenciamento de programas relacionados com a melhoria dos padrões de consumo alimentar e do estado nutricional.
Disponível em: (http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/SISVAN/CNV/notas_sisvan.html/ Acesso em 20 fev. 2018).
A frase que completa corretamente o espaço acima é:
Alternativas
Respostas
6561: B
6562: C
6563: D
6564: A
6565: A
6566: B
6567: B
6568: A
6569: C
6570: B
6571: A
6572: E
6573: A
6574: C
6575: C
6576: B
6577: C
6578: A
6579: X
6580: E