Questões de Concurso
Para prefeitura de campinas - sp
Foram encontradas 531 questões
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O setor de limpeza de um município conta com 500 funcionários. O gráfico abaixo indica o total de funcionários que se ausentaram do trabalho nos oito primeiros dias de um mês de 30 dias.
Se a meta do setor é a de não ultrapassar 1,2% de faltas por dia, a porcentagem do total de dias do mês em questão que NÃO será cumprida é de, no ...... , ...... %.
As lacunas da frase acima podem ser, correta e respectivamente, preenchidas com:
Um número natural J, de seis dígitos, é formado pelos algarismos 1, 3, 4, 6, 7 e 8, não necessariamente nessa ordem. A respeito da posição dos algarismos em J, sabe-se que:
− o 7 está à esquerda do 1;
− o 3 e o 4 são vizinhos do 1, mas não do 7;
− o 4 e o 6 não são vizinhos do 8;
− o 4 ocupa a casa da centena.
Nas condições descritas, a soma do algarismo na posição da dezena de milhar com o algarismo na posição da unidade de J é igual a
Uma caixa contém apenas três tipos de peças: parafusos, pregos e buchas. Nessa caixa, todas as peças, menos 31, são parafusos; todas as peças, menos 29, são pregos; e todas as peças, menos 26, são buchas. O número de peças nessa caixa é igual a
Considere a figura que representa o padrão com círculos brancos e pretos abaixo.
Mantido o mesmo padrão até que se atinja uma linha com 50 círculos pretos, a figura inteira terá, no total, uma quantidade de círculos pretos igual a
Uma campanha de arrecadação de donativos conseguiu R$ 12.000,00, que seriam destinados a atender certo número de entidades sociais, cada uma recebendo a mesma quantia. Na hora de repartir os donativos por entidade, verificou-se que três delas não atendiam às normas exigidas. A eliminação dessas três entidades implicou em acréscimo no valor de R$ 900,00 para cada entidade que efetivamente recebeu a doação. De acordo com os dados, a soma dos algarismos do número que representa, em reais, o valor que cada entidade efetivamente recebeu de doação é igual a
Uma luminária vertical é composta, de cima para baixo, por cúpula, corpo e base, nessa ordem. A cúpula tem 24 cm de altura, o corpo tem altura igual a terça parte da altura da cúpula, mais da altura da base. A base da luminária tem altura igual a metade da soma das alturas da cúpula e do corpo. Nas condições descritas, a extensão vertical total dessa luminária, em centímetros, é igual a
A matriz de uma fábrica produz 360 peças do tipo P, 600 peças do tipo Q e 720 peças do tipo R. Essas peças serão distribuídas para as sucursais dessa fábrica. Sabe-se que, após a distribuição, cada sucursal terá recebido a mesma quantidade de peças dos tipos P, Q e R, e que não sobrará nenhuma dessas peças na matriz. Se o número de sucursais é o maior possível, cada uma receberá, ao todo, uma quantidade de peças dos tipos P e Q igual a
Na fórmula T = 0,02n +8,5, T indica a temperatura média na superfície da Terra, em grau Celsius (°C), e n representa o número de anos decorridos desde 1900. Por exemplo, em 1901 a temperatura média na superfície da Terra era de 8,52 °C. De acordo com essa fórmula, do ano 2016 para o ano 2020 a temperatura média na superfície da Terra irá aumentar em
Certa cor, denominada por C, será criada misturando-se 3 partes de tinta azul com 5 partes de tinta vermelha. Na produção de 40 latas de tinta da cor C, o número de latas de tinta vermelha irá superar o número de latas de tinta azul em
A montagem de um mecanismo exige que ele contenha pelo menos duas, e no máximo quatro, de seis peças diferentes (A, B, C, D, E, F). Sabendo que as únicas peças que compõem esse mecanismo são as seis peças mencionadas, o total de possibilidades diferentes, de montagem desse mecanismo, é igual a
Aurélio, Bartolomeu, Cléber e Décio receberam de herança um terreno, a ser dividido entre eles. Cada um receberá uma fração do terreno, mais alguns lotes da parte restante do terreno depois que todos já receberam sua fração do terreno. O acordo entre eles foi feito da seguinte maneira:
− Aurélio receberá do terreno, mais 15 lotes da parte restante;
− Bartolomeu receberá do terreno, mais 25 lotes da parte restante;
− Cléber receberá do terreno, mais 18 lotes da parte restante;
− Décio receberá do terreno, mais 4 lotes da parte restante.
A parte restante do terreno, depois de distribuídas as frações do terreno, foi dividida em 62 lotes. Após a repartição total das terras (frações iniciais do terreno e lotes), a porcentagem de área total das terras, que coube a quem recebeu mais terras, foi igual a
Em um lote de m peças, não pode haver mais do que n peças com defeito, caso contrário o lote deve ser descartado. Sabe-se que o menor valor da fração irredutível para que um lote não seja descartado é 8. Nas condições dadas, a porcentagem limite de peças com defeitos, em um lote para que ele não seja descartado, é igual a
Atenção: Para responder às questões de números 6 a 10, considere o texto abaixo.
[Um leopardo no Kilimanjaro]
O Kilimanjaro é aquela montanha na África onde, segundo Hemingway disse num conto*, um dia encontraram a carcaça congelada de um leopardo perto do cume, e nunca ficaram sabendo o que o leopardo fazia por lá. O leopardo de Hemingway já foi considerado símbolo de muitas coisas: espírito de aventura, a busca solitária do inalcançável, a imprevisibilidade do comportamento humano, a pretensão ou a simples inquietação que move bichos e artistas.
Num mundo ameaçado de afogamento pelo degelo causado pelo aquecimento global, o leopardo de Hemingway também pode simbolizar o instinto suicida que nos trouxe a este ponto. O próprio Kilimanjaro é um termômetro assustador do efeito estufa cujas consequências e combate se discutiram na Conferência de Bali. O pico do monte já perdeu mais de 80 por cento de sua cobertura de neve nos últimos noventa anos e o cálculo é que a neve desaparecerá por completo nos próximos vinte.
* “As neves do Kilimanjaro”, conto do escritor norte-americano Ernest Hemingway (1899-1961)
(Verissimo, Luis Fernando. O mundo é bárbaro. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008, p. 121)
Está inteiramente adequada a pontuação da seguinte frase:
Atenção: Para responder às questões de números 6 a 10, considere o texto abaixo.
[Um leopardo no Kilimanjaro]
O Kilimanjaro é aquela montanha na África onde, segundo Hemingway disse num conto*, um dia encontraram a carcaça congelada de um leopardo perto do cume, e nunca ficaram sabendo o que o leopardo fazia por lá. O leopardo de Hemingway já foi considerado símbolo de muitas coisas: espírito de aventura, a busca solitária do inalcançável, a imprevisibilidade do comportamento humano, a pretensão ou a simples inquietação que move bichos e artistas.
Num mundo ameaçado de afogamento pelo degelo causado pelo aquecimento global, o leopardo de Hemingway também pode simbolizar o instinto suicida que nos trouxe a este ponto. O próprio Kilimanjaro é um termômetro assustador do efeito estufa cujas consequências e combate se discutiram na Conferência de Bali. O pico do monte já perdeu mais de 80 por cento de sua cobertura de neve nos últimos noventa anos e o cálculo é que a neve desaparecerá por completo nos próximos vinte.
* “As neves do Kilimanjaro”, conto do escritor norte-americano Ernest Hemingway (1899-1961)
(Verissimo, Luis Fernando. O mundo é bárbaro. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008, p. 121)
O segmento O próprio Kilimanjaro é um termômetro assustador do efeito estufa cujas consequências e combate se discutiram na Conferência de Bali ganha nova e correta redação, preservando-se ainda seu sentido original, na seguinte construção: Na Conferência de Bali,
Atenção: Para responder às questões de números 1 a 5, considere o texto abaixo.
Criadores e legados
Dando alguns como aceitável que a nossa vida possa ser considerada um absurdo, já que ela existe para culminar na morte, parece-lhes ainda mais absurda quando se considera o caso dos grandes criadores, dos artistas, dos pensadores. Eles empregam tanta energia e tempo para reconhecer, formular e articular linguagens e ideias, tanto esforço para criar ou desafiar teorias e correntes do pensamento, é-lhes sempre tão custoso edificar qualquer coisa a partir da solidez de uma base e com vistas a alguma projeção no espaço e no tempo – que a morte parece surgir como o mais injusto e absurdo desmoronamento para quem justamente mais se aplicou na engenharia de toda uma vida.
Por outro lado, pode-se ponderar melhor: se o legado é grande, e não morre tão cedo, a desaparição de quem o construiu em nada reduz a atualização de sentido do que foi deixado. O criador não testemunhará o desfrute, mas quem recolher seu legado reconhecerá nele a força de um sujeito, de uma autoria confortadora para quantos que se beneficiam da obra deixada, e que dela assim compartilham. Sem sombra de rancor, uma sonata de Beethoven modula-se no dedilhar de uma sucessão de pianistas e por gerações de ouvintes, a cada vez que é interpretada e renovada. Na onda ecoante, no papel, no celuloide, no marfim, no mármore, no barro, no metal, na voz das palavras, é o tempo da vida e da arte, não o da morte, que se celebra no Feito.
O legado teimoso das obras consumadas parece contar com o fundamento mesmo da morte para reafirmar a cada dia o tempo que lhes é próprio. Essa é a sua riqueza e o seu desafio. Sempre alguém poderá dizer, na voz do poeta Manuel Bandeira: “ tenho o fogo das constelações extintas há milênios”, ecoando tanto uma verdade da astrofísica como a poesia imensa do nosso grande lírico.
(Justino de Azevedo, inédito)
Está correto o emprego de ambos os segmentos sublinhados na frase:
Atenção: Para responder às questões de números 1 a 5, considere o texto abaixo.
Criadores e legados
Dando alguns como aceitável que a nossa vida possa ser considerada um absurdo, já que ela existe para culminar na morte, parece-lhes ainda mais absurda quando se considera o caso dos grandes criadores, dos artistas, dos pensadores. Eles empregam tanta energia e tempo para reconhecer, formular e articular linguagens e ideias, tanto esforço para criar ou desafiar teorias e correntes do pensamento, é-lhes sempre tão custoso edificar qualquer coisa a partir da solidez de uma base e com vistas a alguma projeção no espaço e no tempo – que a morte parece surgir como o mais injusto e absurdo desmoronamento para quem justamente mais se aplicou na engenharia de toda uma vida.
Por outro lado, pode-se ponderar melhor: se o legado é grande, e não morre tão cedo, a desaparição de quem o construiu em nada reduz a atualização de sentido do que foi deixado. O criador não testemunhará o desfrute, mas quem recolher seu legado reconhecerá nele a força de um sujeito, de uma autoria confortadora para quantos que se beneficiam da obra deixada, e que dela assim compartilham. Sem sombra de rancor, uma sonata de Beethoven modula-se no dedilhar de uma sucessão de pianistas e por gerações de ouvintes, a cada vez que é interpretada e renovada. Na onda ecoante, no papel, no celuloide, no marfim, no mármore, no barro, no metal, na voz das palavras, é o tempo da vida e da arte, não o da morte, que se celebra no Feito.
O legado teimoso das obras consumadas parece contar com o fundamento mesmo da morte para reafirmar a cada dia o tempo que lhes é próprio. Essa é a sua riqueza e o seu desafio. Sempre alguém poderá dizer, na voz do poeta Manuel Bandeira: “ tenho o fogo das constelações extintas há milênios”, ecoando tanto uma verdade da astrofísica como a poesia imensa do nosso grande lírico.
(Justino de Azevedo, inédito)
As normas de concordância verbal estão plenamente observadas na frase:
Atenção: Para responder às questões de números 1 a 5, considere o texto abaixo.
Criadores e legados
Dando alguns como aceitável que a nossa vida possa ser considerada um absurdo, já que ela existe para culminar na morte, parece-lhes ainda mais absurda quando se considera o caso dos grandes criadores, dos artistas, dos pensadores. Eles empregam tanta energia e tempo para reconhecer, formular e articular linguagens e ideias, tanto esforço para criar ou desafiar teorias e correntes do pensamento, é-lhes sempre tão custoso edificar qualquer coisa a partir da solidez de uma base e com vistas a alguma projeção no espaço e no tempo – que a morte parece surgir como o mais injusto e absurdo desmoronamento para quem justamente mais se aplicou na engenharia de toda uma vida.
Por outro lado, pode-se ponderar melhor: se o legado é grande, e não morre tão cedo, a desaparição de quem o construiu em nada reduz a atualização de sentido do que foi deixado. O criador não testemunhará o desfrute, mas quem recolher seu legado reconhecerá nele a força de um sujeito, de uma autoria confortadora para quantos que se beneficiam da obra deixada, e que dela assim compartilham. Sem sombra de rancor, uma sonata de Beethoven modula-se no dedilhar de uma sucessão de pianistas e por gerações de ouvintes, a cada vez que é interpretada e renovada. Na onda ecoante, no papel, no celuloide, no marfim, no mármore, no barro, no metal, na voz das palavras, é o tempo da vida e da arte, não o da morte, que se celebra no Feito.
O legado teimoso das obras consumadas parece contar com o fundamento mesmo da morte para reafirmar a cada dia o tempo que lhes é próprio. Essa é a sua riqueza e o seu desafio. Sempre alguém poderá dizer, na voz do poeta Manuel Bandeira: “ tenho o fogo das constelações extintas há milênios”, ecoando tanto uma verdade da astrofísica como a poesia imensa do nosso grande lírico.
(Justino de Azevedo, inédito)
No 1o parágrafo, ao considerar que a morte parece ainda mais absurda quando se considera o caso dos grandes criadores, dos artistas, dos pensadores, o autor justifica-se admitindo que

era uma noite a professora tava eisinando os alunos a soprar os tava muito vriu quanto a pareseu um mostro e ele aseideu a lareira e neum aluno vicom mais com frio.

Um louco estava viagando para frases ele chegoudono eroporto emtrou na agencia de turismo e atacom uma moça bunitinha e ela correu mas tinha uma máquina que ele não comcegiu escapar e ele acabo podendo cer preso.
Os textos produzidos revelam que: