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Q4039582 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Como a corrida ajuda na ansiedade, segundo a ciência

   Quem convive com ansiedade já ouviu conselhos como dormir bem, cuidar da alimentação e se exercitar.

    Entre essas recomendações, a corrida se destaca: não é apenas um treino para o corpo, mas também um aliado poderoso da mente — e a ciência explica por quê.

    Passar pelos primeiros quilômetros de corrida — ou até pelos primeiros minutos, dependendo da sua experiência — não é fácil: o corpo reclama, o coração dispara, a respiração fica curta, as pernas pesam.

    Enquanto isso, o organismo trabalha: uma série de reações fisiológicas e psicológicas entram em ação, liberando substâncias que fazem com que a recompensa valha a pena, segundo pesquisadores.

    Um dos levantamentos mais amplos já realizados sobre o tema, a revisão "A Scoping Review of the Relationship between Running and Mental Health" (em português, "Uma revisão exploratória da relação entre corrida e saúde mental"), analisou 116 estudos sobre corrida e saúde mental publicados entre 1970 e 2019.

   O trabalho concluiu que sessões de corrida — mesmo curtas, entre 10 e 60 minutos — estão associadas à melhora do humor, da ansiedade e dos sintomas depressivos.

    Os autores destacam que tanto a corrida recreativa quanto treinos regulares têm potencial de reduzir estresse e aumentar o bem-estar psicológico, embora níveis muito altos de prática (como em maratonistas ou corredores compulsivos) possam gerar efeitos negativos.

    Durante a corrida, o corpo e o cérebro entram em ação de formas complexas, liberando substâncias químicas que ajudam a reduzir a ansiedade e promovem sensação de prazer e bem-estar.


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy4p079v9dro.

Acesso em: 13 de março de 2026.
De acordo com o texto, a corrida:
Alternativas
Q4039581 Português
A mensagem central do anúncio “Não desaponte quem precisa” é composta por termos que pertencem respectivamente às classes morfológicas:
Alternativas
Q4039580 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


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Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/479422322827864215/. Acesso em: 12 de março de 2026.
Quanto ao processo de construção do verbo “desapontar”, analise as assertivas a seguir:

I. “des-” é um sufixo.
II. “apont-” é o radical do verbo.
III. É construído por derivação prefixal.
IV. O prefixo “des-” expressa ideia de negação.

Está correto o que se fala em:
Alternativas
Q4039579 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


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Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/479422322827864215/. Acesso em: 12 de março de 2026.
No anúncio, o verbo “desaponte” apresenta um sentido
Alternativas
Q4039578 Português
Leia e analise a construção da placa a seguir.

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Disponível em: https://ndmais.com.br/noticias/erros-de-portuguessao-comuns-em-placas-e-inscricoes-nas-areas-publicas-de-joinville/. Acesso em: 12 de março de 2026. 

Há um desvio relacionado à ortografia em:
Alternativas
Q4039577 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.



Disponível em: https://ponte.org/armandinho-por-alexandre-beck/. Acesso em: 12 de março de 2026. 
As letras destacadas nos vocábulos “tijolinho” e “construir” representam, respectivamente:
Alternativas
Q4039576 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.



Disponível em: https://ponte.org/armandinho-por-alexandre-beck/. Acesso em: 12 de março de 2026. 
Determine a frase que representa a reflexão provocada pela tira. 
Alternativas
Q4039575 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


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    Com 72 mortes confirmadas até este domingo (8), a tragédia provocada pelas chuvas da última semana de fevereiro na Zona da Mata mineira já é o quarto maior desastre causado por chuvas no Brasil na última década, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que monitora os dados desde 2016.
    
     O número coloca a região entre os episódios mais letais do país e revela a força destrutiva do evento climático que atingiu, sobretudo, Juiz de Fora e Ubá. A tragédia da Zona da Mata também já é considerada, conforme o Cemaden, o maior desastre por chuvas desde as enchentes do Rio Grande do Sul, em maio de 2024.

    Além de fatal, a chuva histórica que caiu apenas na noite de 23 de fevereiro, quando foram registrados entre 100 e quase 150 mm em seis horas, provocou enchentes e enxurradas que deixaram mais de 8.500 desabrigados e desalojados. [...]

    De acordo com a Defesa Civil, cinco pessoas morreram por conta da tragédia no bairro Esplanada e, quase 10 dias depois, os moradores ainda vivem a incerteza. Para minimizar danos, eles mesmos construíram uma contenção para evitar que a água da chuva escorra pelo barranco que deslizou.

    "Já conteve bastante aqui, não teve mais problema nenhum, mas o que a gente quer agora é solução. Saber se algumas pessoas podem voltar para casa ou não", disse outro morador do local, Washington Luiz de Oliveira.

    Já na cidade vizinha de Ubá, o comerciante Jucelito Gomes contou que a água ultrapassou um metro e meio de altura no Centro da cidade destruindo várias lojas e levando ao prejuízo centenas de pessoas.

    "Não deu pra salvar nada e é muito tenso, né. Não é só a perda material, a gente fica psicologicamente abalado, a gente não dorme, À noite, quando dá uma chuva, a gente acorda assustado com medo de acontecer algo. A gente perde aquela segurança de dormir em paz".


Disponível em: https://g1.globo.com/mg/zona-damata/noticia/2026/03/08/tragedia-com-72-mortos-na-zona-da-matamineira-e-o-4o-maior-desastre-por-chuvas-no-brasil-nos-ultimosdez-anos.ghtml. Acesso em: 11 de março de 2026.
No segundo parágrafo do texto, o termo “destrutiva” pode ser substituído, sem que seu sentido no contexto seja alterado, pelo vocábulo: 
Alternativas
Q4039574 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


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    Com 72 mortes confirmadas até este domingo (8), a tragédia provocada pelas chuvas da última semana de fevereiro na Zona da Mata mineira já é o quarto maior desastre causado por chuvas no Brasil na última década, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que monitora os dados desde 2016.
    
     O número coloca a região entre os episódios mais letais do país e revela a força destrutiva do evento climático que atingiu, sobretudo, Juiz de Fora e Ubá. A tragédia da Zona da Mata também já é considerada, conforme o Cemaden, o maior desastre por chuvas desde as enchentes do Rio Grande do Sul, em maio de 2024.

    Além de fatal, a chuva histórica que caiu apenas na noite de 23 de fevereiro, quando foram registrados entre 100 e quase 150 mm em seis horas, provocou enchentes e enxurradas que deixaram mais de 8.500 desabrigados e desalojados. [...]

    De acordo com a Defesa Civil, cinco pessoas morreram por conta da tragédia no bairro Esplanada e, quase 10 dias depois, os moradores ainda vivem a incerteza. Para minimizar danos, eles mesmos construíram uma contenção para evitar que a água da chuva escorra pelo barranco que deslizou.

    "Já conteve bastante aqui, não teve mais problema nenhum, mas o que a gente quer agora é solução. Saber se algumas pessoas podem voltar para casa ou não", disse outro morador do local, Washington Luiz de Oliveira.

    Já na cidade vizinha de Ubá, o comerciante Jucelito Gomes contou que a água ultrapassou um metro e meio de altura no Centro da cidade destruindo várias lojas e levando ao prejuízo centenas de pessoas.

    "Não deu pra salvar nada e é muito tenso, né. Não é só a perda material, a gente fica psicologicamente abalado, a gente não dorme, À noite, quando dá uma chuva, a gente acorda assustado com medo de acontecer algo. A gente perde aquela segurança de dormir em paz".


Disponível em: https://g1.globo.com/mg/zona-damata/noticia/2026/03/08/tragedia-com-72-mortos-na-zona-da-matamineira-e-o-4o-maior-desastre-por-chuvas-no-brasil-nos-ultimosdez-anos.ghtml. Acesso em: 11 de março de 2026.
Analise a separação silábica dos vocábulos a seguir e assinale a alternativa que apresenta a divisão correta conforme as regras gramaticais: 
Alternativas
Q4039573 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


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    Com 72 mortes confirmadas até este domingo (8), a tragédia provocada pelas chuvas da última semana de fevereiro na Zona da Mata mineira já é o quarto maior desastre causado por chuvas no Brasil na última década, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que monitora os dados desde 2016.
    
     O número coloca a região entre os episódios mais letais do país e revela a força destrutiva do evento climático que atingiu, sobretudo, Juiz de Fora e Ubá. A tragédia da Zona da Mata também já é considerada, conforme o Cemaden, o maior desastre por chuvas desde as enchentes do Rio Grande do Sul, em maio de 2024.

    Além de fatal, a chuva histórica que caiu apenas na noite de 23 de fevereiro, quando foram registrados entre 100 e quase 150 mm em seis horas, provocou enchentes e enxurradas que deixaram mais de 8.500 desabrigados e desalojados. [...]

    De acordo com a Defesa Civil, cinco pessoas morreram por conta da tragédia no bairro Esplanada e, quase 10 dias depois, os moradores ainda vivem a incerteza. Para minimizar danos, eles mesmos construíram uma contenção para evitar que a água da chuva escorra pelo barranco que deslizou.

    "Já conteve bastante aqui, não teve mais problema nenhum, mas o que a gente quer agora é solução. Saber se algumas pessoas podem voltar para casa ou não", disse outro morador do local, Washington Luiz de Oliveira.

    Já na cidade vizinha de Ubá, o comerciante Jucelito Gomes contou que a água ultrapassou um metro e meio de altura no Centro da cidade destruindo várias lojas e levando ao prejuízo centenas de pessoas.

    "Não deu pra salvar nada e é muito tenso, né. Não é só a perda material, a gente fica psicologicamente abalado, a gente não dorme, À noite, quando dá uma chuva, a gente acorda assustado com medo de acontecer algo. A gente perde aquela segurança de dormir em paz".


Disponível em: https://g1.globo.com/mg/zona-damata/noticia/2026/03/08/tragedia-com-72-mortos-na-zona-da-matamineira-e-o-4o-maior-desastre-por-chuvas-no-brasil-nos-ultimosdez-anos.ghtml. Acesso em: 11 de março de 2026.
No trecho “Já na cidade vizinha de Ubá, o comerciante Jucelito Gomes contou que a água ultrapassou um metro e meio de altura no Centro da cidade destruindo várias lojas e levando ao prejuízo centenas de pessoas.”, os termos em destaque podem ser classificados quanto à quantidade de sílabas, respectivamente, como: 
Alternativas
Q4039571 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


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    Com 72 mortes confirmadas até este domingo (8), a tragédia provocada pelas chuvas da última semana de fevereiro na Zona da Mata mineira já é o quarto maior desastre causado por chuvas no Brasil na última década, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que monitora os dados desde 2016.
    
     O número coloca a região entre os episódios mais letais do país e revela a força destrutiva do evento climático que atingiu, sobretudo, Juiz de Fora e Ubá. A tragédia da Zona da Mata também já é considerada, conforme o Cemaden, o maior desastre por chuvas desde as enchentes do Rio Grande do Sul, em maio de 2024.

    Além de fatal, a chuva histórica que caiu apenas na noite de 23 de fevereiro, quando foram registrados entre 100 e quase 150 mm em seis horas, provocou enchentes e enxurradas que deixaram mais de 8.500 desabrigados e desalojados. [...]

    De acordo com a Defesa Civil, cinco pessoas morreram por conta da tragédia no bairro Esplanada e, quase 10 dias depois, os moradores ainda vivem a incerteza. Para minimizar danos, eles mesmos construíram uma contenção para evitar que a água da chuva escorra pelo barranco que deslizou.

    "Já conteve bastante aqui, não teve mais problema nenhum, mas o que a gente quer agora é solução. Saber se algumas pessoas podem voltar para casa ou não", disse outro morador do local, Washington Luiz de Oliveira.

    Já na cidade vizinha de Ubá, o comerciante Jucelito Gomes contou que a água ultrapassou um metro e meio de altura no Centro da cidade destruindo várias lojas e levando ao prejuízo centenas de pessoas.

    "Não deu pra salvar nada e é muito tenso, né. Não é só a perda material, a gente fica psicologicamente abalado, a gente não dorme, À noite, quando dá uma chuva, a gente acorda assustado com medo de acontecer algo. A gente perde aquela segurança de dormir em paz".


Disponível em: https://g1.globo.com/mg/zona-damata/noticia/2026/03/08/tragedia-com-72-mortos-na-zona-da-matamineira-e-o-4o-maior-desastre-por-chuvas-no-brasil-nos-ultimosdez-anos.ghtml. Acesso em: 11 de março de 2026.
Os termos “no Brasil” e “histórica”, destacados respectivamente no primeiro e no terceiro parágrafos do texto, classificam-se morfologicamente como: 
Alternativas
Q4039570 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


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    Com 72 mortes confirmadas até este domingo (8), a tragédia provocada pelas chuvas da última semana de fevereiro na Zona da Mata mineira já é o quarto maior desastre causado por chuvas no Brasil na última década, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que monitora os dados desde 2016.
    
     O número coloca a região entre os episódios mais letais do país e revela a força destrutiva do evento climático que atingiu, sobretudo, Juiz de Fora e Ubá. A tragédia da Zona da Mata também já é considerada, conforme o Cemaden, o maior desastre por chuvas desde as enchentes do Rio Grande do Sul, em maio de 2024.

    Além de fatal, a chuva histórica que caiu apenas na noite de 23 de fevereiro, quando foram registrados entre 100 e quase 150 mm em seis horas, provocou enchentes e enxurradas que deixaram mais de 8.500 desabrigados e desalojados. [...]

    De acordo com a Defesa Civil, cinco pessoas morreram por conta da tragédia no bairro Esplanada e, quase 10 dias depois, os moradores ainda vivem a incerteza. Para minimizar danos, eles mesmos construíram uma contenção para evitar que a água da chuva escorra pelo barranco que deslizou.

    "Já conteve bastante aqui, não teve mais problema nenhum, mas o que a gente quer agora é solução. Saber se algumas pessoas podem voltar para casa ou não", disse outro morador do local, Washington Luiz de Oliveira.

    Já na cidade vizinha de Ubá, o comerciante Jucelito Gomes contou que a água ultrapassou um metro e meio de altura no Centro da cidade destruindo várias lojas e levando ao prejuízo centenas de pessoas.

    "Não deu pra salvar nada e é muito tenso, né. Não é só a perda material, a gente fica psicologicamente abalado, a gente não dorme, À noite, quando dá uma chuva, a gente acorda assustado com medo de acontecer algo. A gente perde aquela segurança de dormir em paz".


Disponível em: https://g1.globo.com/mg/zona-damata/noticia/2026/03/08/tragedia-com-72-mortos-na-zona-da-matamineira-e-o-4o-maior-desastre-por-chuvas-no-brasil-nos-ultimosdez-anos.ghtml. Acesso em: 11 de março de 2026.
Assinale a alternativa cujo termo em destaque representa o sujeito da oração. 
Alternativas
Q4039569 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


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    Com 72 mortes confirmadas até este domingo (8), a tragédia provocada pelas chuvas da última semana de fevereiro na Zona da Mata mineira já é o quarto maior desastre causado por chuvas no Brasil na última década, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que monitora os dados desde 2016.
    
     O número coloca a região entre os episódios mais letais do país e revela a força destrutiva do evento climático que atingiu, sobretudo, Juiz de Fora e Ubá. A tragédia da Zona da Mata também já é considerada, conforme o Cemaden, o maior desastre por chuvas desde as enchentes do Rio Grande do Sul, em maio de 2024.

    Além de fatal, a chuva histórica que caiu apenas na noite de 23 de fevereiro, quando foram registrados entre 100 e quase 150 mm em seis horas, provocou enchentes e enxurradas que deixaram mais de 8.500 desabrigados e desalojados. [...]

    De acordo com a Defesa Civil, cinco pessoas morreram por conta da tragédia no bairro Esplanada e, quase 10 dias depois, os moradores ainda vivem a incerteza. Para minimizar danos, eles mesmos construíram uma contenção para evitar que a água da chuva escorra pelo barranco que deslizou.

    "Já conteve bastante aqui, não teve mais problema nenhum, mas o que a gente quer agora é solução. Saber se algumas pessoas podem voltar para casa ou não", disse outro morador do local, Washington Luiz de Oliveira.

    Já na cidade vizinha de Ubá, o comerciante Jucelito Gomes contou que a água ultrapassou um metro e meio de altura no Centro da cidade destruindo várias lojas e levando ao prejuízo centenas de pessoas.

    "Não deu pra salvar nada e é muito tenso, né. Não é só a perda material, a gente fica psicologicamente abalado, a gente não dorme, À noite, quando dá uma chuva, a gente acorda assustado com medo de acontecer algo. A gente perde aquela segurança de dormir em paz".


Disponível em: https://g1.globo.com/mg/zona-damata/noticia/2026/03/08/tragedia-com-72-mortos-na-zona-da-matamineira-e-o-4o-maior-desastre-por-chuvas-no-brasil-nos-ultimosdez-anos.ghtml. Acesso em: 11 de março de 2026.
Releia o último parágrafo do texto. 

    "Não deu pra salvar nada e é muito tenso, né. Não é só a perda material, a gente fica psicologicamente abalado, a gente não dorme, À noite, quando dá uma chuva, a gente acorda assustado com medo de acontecer algo. A gente perde aquela segurança de dormir em paz".

Quanto ao nível da linguagem, o parágrafo em destaque apresenta:
Alternativas
Q4039568 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Captura_de tela 2026-05-06 110208.png (432×185)


    Com 72 mortes confirmadas até este domingo (8), a tragédia provocada pelas chuvas da última semana de fevereiro na Zona da Mata mineira já é o quarto maior desastre causado por chuvas no Brasil na última década, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que monitora os dados desde 2016.
    
     O número coloca a região entre os episódios mais letais do país e revela a força destrutiva do evento climático que atingiu, sobretudo, Juiz de Fora e Ubá. A tragédia da Zona da Mata também já é considerada, conforme o Cemaden, o maior desastre por chuvas desde as enchentes do Rio Grande do Sul, em maio de 2024.

    Além de fatal, a chuva histórica que caiu apenas na noite de 23 de fevereiro, quando foram registrados entre 100 e quase 150 mm em seis horas, provocou enchentes e enxurradas que deixaram mais de 8.500 desabrigados e desalojados. [...]

    De acordo com a Defesa Civil, cinco pessoas morreram por conta da tragédia no bairro Esplanada e, quase 10 dias depois, os moradores ainda vivem a incerteza. Para minimizar danos, eles mesmos construíram uma contenção para evitar que a água da chuva escorra pelo barranco que deslizou.

    "Já conteve bastante aqui, não teve mais problema nenhum, mas o que a gente quer agora é solução. Saber se algumas pessoas podem voltar para casa ou não", disse outro morador do local, Washington Luiz de Oliveira.

    Já na cidade vizinha de Ubá, o comerciante Jucelito Gomes contou que a água ultrapassou um metro e meio de altura no Centro da cidade destruindo várias lojas e levando ao prejuízo centenas de pessoas.

    "Não deu pra salvar nada e é muito tenso, né. Não é só a perda material, a gente fica psicologicamente abalado, a gente não dorme, À noite, quando dá uma chuva, a gente acorda assustado com medo de acontecer algo. A gente perde aquela segurança de dormir em paz".


Disponível em: https://g1.globo.com/mg/zona-damata/noticia/2026/03/08/tragedia-com-72-mortos-na-zona-da-matamineira-e-o-4o-maior-desastre-por-chuvas-no-brasil-nos-ultimosdez-anos.ghtml. Acesso em: 11 de março de 2026.
A função comunicativa do texto apresentado é: 
Alternativas
Q4039296 Pedagogia
Considerando a interlocução entre Didática e Currículo, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4039295 Pedagogia
Em uma escola pública de Ensino Fundamental, a professora Ana recebe em sua turma um estudante com deficiência intelectual. Ao perceber dificuldades na aprendizagem, a equipe pedagógica da escola decide discutir coletivamente estratégias para favorecer a participação do estudante nas atividades escolares, considerando adaptações metodológicas, o trabalho colaborativo com o professor do Atendimento Educacional Especializado (AEE) e a valorização das diferenças presentes na turma. Considerando os princípios da educação inclusiva e os debates contemporâneos sobre inclusão escolar, analise as afirmativas a seguir.

I. A educação inclusiva pressupõe a transformação das práticas pedagógicas e das condições institucionais da escola para atender às necessidades de todos os estudantes, reconhecendo as diferenças como elemento constitutivo do processo educativo.
II. A responsabilidade pela flexibilização curricular do estudante com deficiência intelectual que consiste na redução sistemática dos conteúdos escolares, dispensando-os do acesso ao currículo comum e restringindo sua participação às atividades consideradas mais simples ou adaptadas, deve ser atribuída ao professor do Atendimento Educacional Especializado, visto que ele possui formação específica para lidar com essas necessidades.
III. A construção de práticas inclusivas envolve o trabalho colaborativo entre professores da sala comum, profissionais do AEE e demais atores escolares, com o objetivo de garantir condições de aprendizagem para todos os estudantes.
IV. De acordo com a Lei nº 9.394/1996 (LDB), o atendimento educacional aos estudantes com deficiência deve ocorrer preferencialmente em instituições ou classes especiais, cabendo à escola comum encaminhar esses estudantes para os serviços especializados, sem responsabilidade direta sobre seu processo de escolarização.
V. A perspectiva inclusiva compreende as barreiras à aprendizagem a partir do Modelo Social da Deficiência.

Após análise, conclui-se que está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4039294 Pedagogia
No contexto das transformações socioculturais contemporâneas, diversas tendências pedagógicas passaram a dialogar com o pensamento denominado “pós-moderno” (Libâneo, 2005). Considerando essas transformações e suas implicações para a educação, assinale a alternativa correta sobre as tendências pedagógicas modernas e contemporâneas alinhadas ao pensamento “pós-moderno”.
Alternativas
Q4039293 Pedagogia
Sobre a formação docente em uma perspectiva multidisciplinar, analise as assertivas a seguir.

I. É aceitar a infinidade de possibilidades de aprender, formar e formar-se ao longo dessa jornada, pois o caminhar pela docência é linear na ação do professor de adquirir e interiorizar informações.
II. Constitui um processo formativo que integra saberes provenientes de diferentes campos do conhecimento, possibilitando ao professor desenvolver uma compreensão ampliada dos fenômenos educacionais e construir práticas pedagógicas mais contextualizadas e capazes de responder à complexidade dos processos de ensino e aprendizagem na contemporaneidade.
III. Os saberes construídos na experiência profissional possuem relevância secundária, pois a atuação pedagógica deve basear-se sobretudo na aplicação de métodos previamente estabelecidos pela teoria educacional.
IV. Os saberes profissionais do professor não se limitam ao domínio de conteúdos disciplinares ou pedagógicos isolados, mas resultam da articulação entre diferentes tipos de saberes — acadêmicos, curriculares, experienciais e profissionais — construídos ao longo da trajetória formativa e da prática docente, constituindo-se, assim, como um processo dinâmico e socialmente situado de produção dos conhecimentos.
V. Estrutura-se, prioritariamente, na especialização disciplinar autônoma e na relativa dissociação entre conhecimentos pedagógicos e saberes científicos específicos, partindo do pressuposto de que a complexidade inerente aos processos de ensino e aprendizagem demanda, sobretudo, o aprofundamento técnico em campos particulares do conhecimento,

Após análise, conclui-se que está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4039292 Matemática
Considere as afirmações a seguir e julgue-as como Verdadeiras (V) ou Falsas (F).

I. O número de permutações de 4 elementos distintos é 4!.
II. O número de arranjos (ordem importa, sem repetição) de seis elementos tomados quatro a quatro é 360.
III. Se a repetição de símbolos é permitida, o número de palavras de seis letras (com sentido ou não) formadas a partir de um alfabeto de 26 letras é (266 – 6).
IV. O número de anagramas distintos da palavra AREIA é 60.
V. O número de maneiras de formar uma comissão ordenada de quatro pessoas escolhidas entre seis é 360.

Após análise, conclui-se que a sequência correta é: 
Alternativas
Q4039291 Raciocínio Lógico
A sentença P → (Q ∨ R) equivale logicamente a:
Alternativas
Respostas
41: D
42: A
43: B
44: D
45: C
46: E
47: A
48: B
49: E
50: B
51: D
52: E
53: C
54: B
55: E
56: D
57: C
58: B
59: B
60: A