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Q3518249 Português

Leia o Texto II e responda à questão.


TEXTO II




Disponível em: http://portaldoprofessor.mec.gov.br. Acesso em 04 de julho de 2024.

A palavra "baixinho", morfologicamente, é formada pelo acréscimo do sufixo "-inho", o qual pode, dependendo do contexto, apresentar valores semânticos como afetividade, amabilidade, modéstia, desprezo e tamanho.
As palavras destacadas nos enunciados abaixo foram formadas com o acréscimo do sufixo "inho". Assinale única alternativa em que o sufixo tenha valor de diminutivo.
Alternativas
Q3518248 Português

Leia o Texto II e responda à questão.


TEXTO II




Disponível em: http://portaldoprofessor.mec.gov.br. Acesso em 04 de julho de 2024.

Sobre o Texto II, julgue os itens:

I. Por se tratar de uma tirinha, sua compreensão depende da observação apenas dos elementos não verbais.
II. Os elementos que compõem a tirinha sugerem ao leitor que o Cascão e o Cebolinha estejam se protegendo de "bullying" praticado pelo "valentão".
III. Na primeira fala ("Hoje eu quero brigar!), a forma verbal "quero" sugere que não há motivos para a briga, apenas é uma vontade do personagem.
Alternativas
Q3518247 Português
Leio o Texto I e responda à questão.


TEXTO I

O fim da superpopulação

As pessoas estão tendo cada vez menos filhos. Em 124 países, o índice de natalidade já caiu abaixo do mínimo necessário para manter a população estável. Ao longo deste século, o número de habitantes da Terra pode diminuir até 25%[...]


     Em abril de 1968, um grupo de cientistas de dez países, liderados por pesquisadores do MIT, se juntou para estudar o futuro da humanidade. O grande assunto da época era o crescimento populacional: naquela década, a taxa média de natalidade havia ultrapassado a marca de cinco filhos por mulher, a maior já registrada.

     O grupo, que ficou conhecido como Clube de Roma (a primeira reunião aconteceu na capital italiana), passou quatro anos debruçado sobre essa e outras questões, e em 1972 transformou as conclusões em livro: Os Limites do Crescimento.

    "Atualmente, cerca de 97% da produção de energia da humanidade vem de combustíveis fósseis. Quando esses combustíveis são queimados, eles liberam, entre outras substâncias, dióxido de carbono (CO2) na atmosfera", adverte a obra, numa época em que ninguém falava nisso. “Não é sabido quanto CO2 ou poluição térmica pode ser liberada sem causar mudanças irreversíveis no clima da Terra."

   
   O livro usava dados históricos e modelos matemáticos para mostrar como, além de aumentar as emissões de CO2 e esquentar a atmosfera, o forte crescimento da população - que acontecia devido à alta natalidade combinada à "redução, muito bem sucedida, na taxa de mortalidade global"- poderia ter outras consequências catastróficas, como o esgotamento dos recursos naturais.

   
   E apresentava duas possíveis soluções: ou a humanidade diminuía voluntariamente seu ritmo de crescimento, ou o próprio planeta acabaria fazendo isso, reduzindo a população por meio de um colapso ambiental.
       
      [...] 

     Hoje, o aquecimento global e outros problemas ambientais são temas dominantes - e urgentes. Todo ano, a ONG americana Global Footprint Network calcula o chamado Dia da Sobrecarga da Terra, a data em que ultrapassamos a capacidade do planeta de reequilibrar seus sistemas ecológicos e regenerar recursos naturais.

      Esse indicador é calculado desde 1971; naquele ano, a humanidade atravessou o limite em dezembro. Já em 2023, isso aconteceu no dia 2 de agosto. Isso significa que, no ano passado, usamos 75% mais recursos do que o planeta pode suportar [...]

     Mas, ao mesmo tempo, há algo diferente acontecendo. Nada menos do que 124 países estão com natalidade inferior a 2,1 filhos por mulher. Essa é a chamada "taxa de reposição", que segundo a ONU é a necessária para manter a população estável (2 pessoas novas substituem os pais, e o 0,1 adicional compensa о número de indivíduos que não geram descendentes).

      [...]

     Hoje, segundo a ONU, duas a cada três pessoas vivem em países de baixa fecundidade. Até a Índia, que em maio de 2023 superou a China e se tornou o país mais populoso do mundo, já caiu abaixo da taxa de reposição: em 2022, o país registrou taxa de fertilidade de 2,0 filhos por mulher.

    No Brasil, a taxa está em 1,65 (era de 6,12 em 1950, 4,04 em 1980 e 1,81 em 2010). Neste ritmo, nossa população vai alcançar o pico em 2045, com 229,6 milhões de pessoas. Mas, em 2100, terá caído para 180 milhões, segundo cálculos (3) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

     [...]

Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/o-fim-da-superpopulacao. Acesso em: 02 jul. 2024.
Quanto à acentuação gráfica, assinale a alternativa cujas palavras são todas proparoxítonas:
Alternativas
Q3518246 Português
Leio o Texto I e responda à questão.


TEXTO I

O fim da superpopulação

As pessoas estão tendo cada vez menos filhos. Em 124 países, o índice de natalidade já caiu abaixo do mínimo necessário para manter a população estável. Ao longo deste século, o número de habitantes da Terra pode diminuir até 25%[...]


     Em abril de 1968, um grupo de cientistas de dez países, liderados por pesquisadores do MIT, se juntou para estudar o futuro da humanidade. O grande assunto da época era o crescimento populacional: naquela década, a taxa média de natalidade havia ultrapassado a marca de cinco filhos por mulher, a maior já registrada.

     O grupo, que ficou conhecido como Clube de Roma (a primeira reunião aconteceu na capital italiana), passou quatro anos debruçado sobre essa e outras questões, e em 1972 transformou as conclusões em livro: Os Limites do Crescimento.

    "Atualmente, cerca de 97% da produção de energia da humanidade vem de combustíveis fósseis. Quando esses combustíveis são queimados, eles liberam, entre outras substâncias, dióxido de carbono (CO2) na atmosfera", adverte a obra, numa época em que ninguém falava nisso. “Não é sabido quanto CO2 ou poluição térmica pode ser liberada sem causar mudanças irreversíveis no clima da Terra."

   
   O livro usava dados históricos e modelos matemáticos para mostrar como, além de aumentar as emissões de CO2 e esquentar a atmosfera, o forte crescimento da população - que acontecia devido à alta natalidade combinada à "redução, muito bem sucedida, na taxa de mortalidade global"- poderia ter outras consequências catastróficas, como o esgotamento dos recursos naturais.

   
   E apresentava duas possíveis soluções: ou a humanidade diminuía voluntariamente seu ritmo de crescimento, ou o próprio planeta acabaria fazendo isso, reduzindo a população por meio de um colapso ambiental.
       
      [...] 

     Hoje, o aquecimento global e outros problemas ambientais são temas dominantes - e urgentes. Todo ano, a ONG americana Global Footprint Network calcula o chamado Dia da Sobrecarga da Terra, a data em que ultrapassamos a capacidade do planeta de reequilibrar seus sistemas ecológicos e regenerar recursos naturais.

      Esse indicador é calculado desde 1971; naquele ano, a humanidade atravessou o limite em dezembro. Já em 2023, isso aconteceu no dia 2 de agosto. Isso significa que, no ano passado, usamos 75% mais recursos do que o planeta pode suportar [...]

     Mas, ao mesmo tempo, há algo diferente acontecendo. Nada menos do que 124 países estão com natalidade inferior a 2,1 filhos por mulher. Essa é a chamada "taxa de reposição", que segundo a ONU é a necessária para manter a população estável (2 pessoas novas substituem os pais, e o 0,1 adicional compensa о número de indivíduos que não geram descendentes).

      [...]

     Hoje, segundo a ONU, duas a cada três pessoas vivem em países de baixa fecundidade. Até a Índia, que em maio de 2023 superou a China e se tornou o país mais populoso do mundo, já caiu abaixo da taxa de reposição: em 2022, o país registrou taxa de fertilidade de 2,0 filhos por mulher.

    No Brasil, a taxa está em 1,65 (era de 6,12 em 1950, 4,04 em 1980 e 1,81 em 2010). Neste ritmo, nossa população vai alcançar o pico em 2045, com 229,6 milhões de pessoas. Mas, em 2100, terá caído para 180 milhões, segundo cálculos (3) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

     [...]

Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/o-fim-da-superpopulacao. Acesso em: 02 jul. 2024.
Nas alternativas abaixo, o uso da vírgula, nas expressões em destaque, ocorre devido às mesmas razões sintáticas, EXCETO em:
Alternativas
Q3518245 Português
Leio o Texto I e responda à questão.


TEXTO I

O fim da superpopulação

As pessoas estão tendo cada vez menos filhos. Em 124 países, o índice de natalidade já caiu abaixo do mínimo necessário para manter a população estável. Ao longo deste século, o número de habitantes da Terra pode diminuir até 25%[...]


     Em abril de 1968, um grupo de cientistas de dez países, liderados por pesquisadores do MIT, se juntou para estudar o futuro da humanidade. O grande assunto da época era o crescimento populacional: naquela década, a taxa média de natalidade havia ultrapassado a marca de cinco filhos por mulher, a maior já registrada.

     O grupo, que ficou conhecido como Clube de Roma (a primeira reunião aconteceu na capital italiana), passou quatro anos debruçado sobre essa e outras questões, e em 1972 transformou as conclusões em livro: Os Limites do Crescimento.

    "Atualmente, cerca de 97% da produção de energia da humanidade vem de combustíveis fósseis. Quando esses combustíveis são queimados, eles liberam, entre outras substâncias, dióxido de carbono (CO2) na atmosfera", adverte a obra, numa época em que ninguém falava nisso. “Não é sabido quanto CO2 ou poluição térmica pode ser liberada sem causar mudanças irreversíveis no clima da Terra."

   
   O livro usava dados históricos e modelos matemáticos para mostrar como, além de aumentar as emissões de CO2 e esquentar a atmosfera, o forte crescimento da população - que acontecia devido à alta natalidade combinada à "redução, muito bem sucedida, na taxa de mortalidade global"- poderia ter outras consequências catastróficas, como o esgotamento dos recursos naturais.

   
   E apresentava duas possíveis soluções: ou a humanidade diminuía voluntariamente seu ritmo de crescimento, ou o próprio planeta acabaria fazendo isso, reduzindo a população por meio de um colapso ambiental.
       
      [...] 

     Hoje, o aquecimento global e outros problemas ambientais são temas dominantes - e urgentes. Todo ano, a ONG americana Global Footprint Network calcula o chamado Dia da Sobrecarga da Terra, a data em que ultrapassamos a capacidade do planeta de reequilibrar seus sistemas ecológicos e regenerar recursos naturais.

      Esse indicador é calculado desde 1971; naquele ano, a humanidade atravessou o limite em dezembro. Já em 2023, isso aconteceu no dia 2 de agosto. Isso significa que, no ano passado, usamos 75% mais recursos do que o planeta pode suportar [...]

     Mas, ao mesmo tempo, há algo diferente acontecendo. Nada menos do que 124 países estão com natalidade inferior a 2,1 filhos por mulher. Essa é a chamada "taxa de reposição", que segundo a ONU é a necessária para manter a população estável (2 pessoas novas substituem os pais, e o 0,1 adicional compensa о número de indivíduos que não geram descendentes).

      [...]

     Hoje, segundo a ONU, duas a cada três pessoas vivem em países de baixa fecundidade. Até a Índia, que em maio de 2023 superou a China e se tornou o país mais populoso do mundo, já caiu abaixo da taxa de reposição: em 2022, o país registrou taxa de fertilidade de 2,0 filhos por mulher.

    No Brasil, a taxa está em 1,65 (era de 6,12 em 1950, 4,04 em 1980 e 1,81 em 2010). Neste ritmo, nossa população vai alcançar o pico em 2045, com 229,6 milhões de pessoas. Mas, em 2100, terá caído para 180 milhões, segundo cálculos (3) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

     [...]

Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/o-fim-da-superpopulacao. Acesso em: 02 jul. 2024.
Coesão textual é o recurso utilizado na produção dos textos, permitindo a articulação entre as suas partes. A esse respeito, identifica-se que estão corretas as alternativas, EXCETO:
Alternativas
Q3518244 Português
Leio o Texto I e responda à questão.


TEXTO I

O fim da superpopulação

As pessoas estão tendo cada vez menos filhos. Em 124 países, o índice de natalidade já caiu abaixo do mínimo necessário para manter a população estável. Ao longo deste século, o número de habitantes da Terra pode diminuir até 25%[...]


     Em abril de 1968, um grupo de cientistas de dez países, liderados por pesquisadores do MIT, se juntou para estudar o futuro da humanidade. O grande assunto da época era o crescimento populacional: naquela década, a taxa média de natalidade havia ultrapassado a marca de cinco filhos por mulher, a maior já registrada.

     O grupo, que ficou conhecido como Clube de Roma (a primeira reunião aconteceu na capital italiana), passou quatro anos debruçado sobre essa e outras questões, e em 1972 transformou as conclusões em livro: Os Limites do Crescimento.

    "Atualmente, cerca de 97% da produção de energia da humanidade vem de combustíveis fósseis. Quando esses combustíveis são queimados, eles liberam, entre outras substâncias, dióxido de carbono (CO2) na atmosfera", adverte a obra, numa época em que ninguém falava nisso. “Não é sabido quanto CO2 ou poluição térmica pode ser liberada sem causar mudanças irreversíveis no clima da Terra."

   
   O livro usava dados históricos e modelos matemáticos para mostrar como, além de aumentar as emissões de CO2 e esquentar a atmosfera, o forte crescimento da população - que acontecia devido à alta natalidade combinada à "redução, muito bem sucedida, na taxa de mortalidade global"- poderia ter outras consequências catastróficas, como o esgotamento dos recursos naturais.

   
   E apresentava duas possíveis soluções: ou a humanidade diminuía voluntariamente seu ritmo de crescimento, ou o próprio planeta acabaria fazendo isso, reduzindo a população por meio de um colapso ambiental.
       
      [...] 

     Hoje, o aquecimento global e outros problemas ambientais são temas dominantes - e urgentes. Todo ano, a ONG americana Global Footprint Network calcula o chamado Dia da Sobrecarga da Terra, a data em que ultrapassamos a capacidade do planeta de reequilibrar seus sistemas ecológicos e regenerar recursos naturais.

      Esse indicador é calculado desde 1971; naquele ano, a humanidade atravessou o limite em dezembro. Já em 2023, isso aconteceu no dia 2 de agosto. Isso significa que, no ano passado, usamos 75% mais recursos do que o planeta pode suportar [...]

     Mas, ao mesmo tempo, há algo diferente acontecendo. Nada menos do que 124 países estão com natalidade inferior a 2,1 filhos por mulher. Essa é a chamada "taxa de reposição", que segundo a ONU é a necessária para manter a população estável (2 pessoas novas substituem os pais, e o 0,1 adicional compensa о número de indivíduos que não geram descendentes).

      [...]

     Hoje, segundo a ONU, duas a cada três pessoas vivem em países de baixa fecundidade. Até a Índia, que em maio de 2023 superou a China e se tornou o país mais populoso do mundo, já caiu abaixo da taxa de reposição: em 2022, o país registrou taxa de fertilidade de 2,0 filhos por mulher.

    No Brasil, a taxa está em 1,65 (era de 6,12 em 1950, 4,04 em 1980 e 1,81 em 2010). Neste ritmo, nossa população vai alcançar o pico em 2045, com 229,6 milhões de pessoas. Mas, em 2100, terá caído para 180 milhões, segundo cálculos (3) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

     [...]

Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/o-fim-da-superpopulacao. Acesso em: 02 jul. 2024.
Julgue as afirmativas a seguir, levando em consideração as informações extraídas da leitura do texto.

I. Em 2022, a humanidade usou 75% mais recursos do que o planeta pode suportar.
II. A China registrou, em 2022, taxa de fertilidade de 2,0 filhos por mulher.
III. No Brasil, em 2100, a população terá reduzido em 49,6 milhões de pessoas em relação ao ano de 2045.
Alternativas
Q3518243 Português
Leio o Texto I e responda à questão.


TEXTO I

O fim da superpopulação

As pessoas estão tendo cada vez menos filhos. Em 124 países, o índice de natalidade já caiu abaixo do mínimo necessário para manter a população estável. Ao longo deste século, o número de habitantes da Terra pode diminuir até 25%[...]


     Em abril de 1968, um grupo de cientistas de dez países, liderados por pesquisadores do MIT, se juntou para estudar o futuro da humanidade. O grande assunto da época era o crescimento populacional: naquela década, a taxa média de natalidade havia ultrapassado a marca de cinco filhos por mulher, a maior já registrada.

     O grupo, que ficou conhecido como Clube de Roma (a primeira reunião aconteceu na capital italiana), passou quatro anos debruçado sobre essa e outras questões, e em 1972 transformou as conclusões em livro: Os Limites do Crescimento.

    "Atualmente, cerca de 97% da produção de energia da humanidade vem de combustíveis fósseis. Quando esses combustíveis são queimados, eles liberam, entre outras substâncias, dióxido de carbono (CO2) na atmosfera", adverte a obra, numa época em que ninguém falava nisso. “Não é sabido quanto CO2 ou poluição térmica pode ser liberada sem causar mudanças irreversíveis no clima da Terra."

   
   O livro usava dados históricos e modelos matemáticos para mostrar como, além de aumentar as emissões de CO2 e esquentar a atmosfera, o forte crescimento da população - que acontecia devido à alta natalidade combinada à "redução, muito bem sucedida, na taxa de mortalidade global"- poderia ter outras consequências catastróficas, como o esgotamento dos recursos naturais.

   
   E apresentava duas possíveis soluções: ou a humanidade diminuía voluntariamente seu ritmo de crescimento, ou o próprio planeta acabaria fazendo isso, reduzindo a população por meio de um colapso ambiental.
       
      [...] 

     Hoje, o aquecimento global e outros problemas ambientais são temas dominantes - e urgentes. Todo ano, a ONG americana Global Footprint Network calcula o chamado Dia da Sobrecarga da Terra, a data em que ultrapassamos a capacidade do planeta de reequilibrar seus sistemas ecológicos e regenerar recursos naturais.

      Esse indicador é calculado desde 1971; naquele ano, a humanidade atravessou o limite em dezembro. Já em 2023, isso aconteceu no dia 2 de agosto. Isso significa que, no ano passado, usamos 75% mais recursos do que o planeta pode suportar [...]

     Mas, ao mesmo tempo, há algo diferente acontecendo. Nada menos do que 124 países estão com natalidade inferior a 2,1 filhos por mulher. Essa é a chamada "taxa de reposição", que segundo a ONU é a necessária para manter a população estável (2 pessoas novas substituem os pais, e o 0,1 adicional compensa о número de indivíduos que não geram descendentes).

      [...]

     Hoje, segundo a ONU, duas a cada três pessoas vivem em países de baixa fecundidade. Até a Índia, que em maio de 2023 superou a China e se tornou o país mais populoso do mundo, já caiu abaixo da taxa de reposição: em 2022, o país registrou taxa de fertilidade de 2,0 filhos por mulher.

    No Brasil, a taxa está em 1,65 (era de 6,12 em 1950, 4,04 em 1980 e 1,81 em 2010). Neste ritmo, nossa população vai alcançar o pico em 2045, com 229,6 milhões de pessoas. Mas, em 2100, terá caído para 180 milhões, segundo cálculos (3) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

     [...]

Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/o-fim-da-superpopulacao. Acesso em: 02 jul. 2024.
Pode-se afirmar sobre a estrutura textual do gênero a que se refere o Texto I, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IF-MT Órgão: IF-MT Prova: IF-MT - 2024 - IF-MT - Pedagogo |
Q3515012 Pedagogia
No que tange às políticas públicas para a educação profissional e tecnológica, considere:

I. Programa Novos Caminhos: reúne um conjunto de ações para o fortalecimento da política de Educação Profissional e Tecnológica (EPT), apoiando as redes e instituições de ensino no planejamento da oferta de cursos, alinhadas às demandas do setor produtivo, e na incorporação das transformações produzidas pelos processos de inovação tecnológica.
II. EduCA+, Educação Centrada na Aprendizagem: projeto estratégico institucional que tem como objetivo promover a incorporação, pelas instituições de Educação Básica, dos conhecimentos produzidos pela Educação Profissional e Tecnológica (EPT) em todo o Brasil, relativos aos conceitos da Educação para o Mundo 4.0.
III. Sistema Nacional de Reconhecimento e Certificação de Saberes e Competências Profissionais – Re-Saber: objetiva promover o aperfeiçoamento e a desburocratização do processo de reconhecimento de saberes e competências, para fins de exercício profissional ou para prosseguimento de estudos, para trabalhadores maiores de 18 anos.
IV. Desenvolvimentos de Novos Negócios em TIC: objetiva ampliar a oferta de profissionais qualificados na área diante da alta demanda do setor produtivo por profissionais desenvolvedores de aplicativos iOS e Android, com enfoque na atuação empreendedora.

São desenvolvidos pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec):
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IF-MT Órgão: IF-MT Prova: IF-MT - 2024 - IF-MT - Pedagogo |
Q3515011 Pedagogia
Acerca da pesquisa na Educação Básica, na Educação Profissional e Tecnológica e na Educação Superior e suas implicações sociais educativas, considere fatores que contribuem para os impactos sociais educativos das pesquisas realizadas nos diferentes níveis de educação:

I. vinculação da Educação Superior com a Educação Básica.
II. distanciamento das instituições de Educação Básica e Educação Profissional e Tecnológica em relação aos problemas práticos.
III. visão idealizada e teórica da Educação Profissional e Tecnológica sobre o ensino.
IV. divulgação dos resultados das pesquisas realizadas pela Educação Superior.

Sobre os fatores, estão CORRETOS:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IF-MT Órgão: IF-MT Prova: IF-MT - 2024 - IF-MT - Pedagogo |
Q3515010 Pedagogia
Sobre as tecnologias da comunicação e da informação na educação, é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IF-MT Órgão: IF-MT Prova: IF-MT - 2024 - IF-MT - Pedagogo |
Q3515009 Pedagogia
A respeito do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), do Projeto Pedagógico Institucional (PPI) e do Projeto Pedagógico de Curso (PPC), considere:

I. O PDI, elaborado para um período de dez anos, identifica a instituição de ensino superior em relação à sua filosofia de trabalho, à sua missão, às diretrizes pedagógicas que orientam suas ações, à sua estrutura organizacional e às atividades acadêmicas desenvolvidas e/ou que pretende desenvolver.
II. O PDI deve conter o perfil do corpo docente, informações sobre infraestrutura física e instalações acadêmicas, oferta de educação a distância, oferta de cursos e programas de mestrado e doutorado e demonstrativo de capacidade e sustentabilidade financeiras.
III.O PPC deve conter os nomes, as cargas horárias e as ementas das disciplinas, organizadas a partir do regime letivo semestral de créditos, acompanhadas de seus programas de ensino, bibliografias básica e complementar e sistema de avaliação do ensino e da aprendizagem dos discentes.
IV. São elementos do PPI: inserção regional, princípios filosóficos e técnico-metodológicos gerais, organização didático-pedagógica da instituição, políticas de ensino, políticas de pesquisa, políticas de extensão, políticas de gestão e responsabilidade social da IES.

Estão CORRETAS:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IF-MT Órgão: IF-MT Prova: IF-MT - 2024 - IF-MT - Pedagogo |
Q3515008 Pedagogia
Libâneo defende que:

“A avaliação é uma tarefa didática necessária e permanente do trabalho docente, que deve acompanhar passo a passo o processo de ensino e aprendizagem. Por meio dela, os resultados que vão sendo obtidos no decorrer do trabalho conjunto do professor e dos alunos são comparados com os objetivos propostos, a fim de constatar progressos, dificuldades, e reorientar o trabalho para as correções necessárias.”
Fonte: (Libâneo, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 2013, p. 216).

A partir da perspectiva adotada pelo autor, a avaliação NÃO:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IF-MT Órgão: IF-MT Prova: IF-MT - 2024 - IF-MT - Pedagogo |
Q3515007 Pedagogia
Acerca do planejamento, marque V para as assertivas verdadeiras e F para as falsas.

( ) O planejamento de ensino compreende a previsão das atividades didáticas em termos da sua organização e coordenação em função dos objetivos propostos, bem como a sua revisão e adaptação ao longo do processo educativo.
( ) Para uma educação com equidade social, o planejamento de ensino expressa objetivos, conteúdos e métodos únicos e iguais a todos os alunos de uma mesma rede de ensino.
( ) O planejamento de ensino é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, associando a atividade escolar e a problemática do contexto social mais amplo.
( ) Sendo instrumento para a ação, os planos apresentam ordem sequencial, objetividade, coerência e flexibilidade.
( ) A escola pode desconsiderar, em função de sua autonomia, as exigências dos planos e programas oficiais e as condições prévias dos estudantes para a aprendizagem.

Assinale a sequência CORRETA:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IF-MT Órgão: IF-MT Prova: IF-MT - 2024 - IF-MT - Pedagogo |
Q3515006 Pedagogia
Sobre a organização do tempo e do conhecimento nos currículos da Educação Básica, da Educação Profissional e Tecnológica e da Educação Superior, considere:

I. A educação básica, nos níveis fundamental e médio, deve ser organizada com carga horária mínima anual de oitocentas horas, distribuídas por um mínimo de duzentos dias de efetivo trabalho escolar, excluído o tempo reservado aos exames finais, quando houver.
II. Na educação superior, o ano letivo regular, independente do ano civil, tem, no mínimo, duzentos e vinte dias de trabalho acadêmico efetivo, incluído o tempo reservado aos exames finais.
III.A educação profissional e tecnológica organizada em eixos tecnológicos deve observar o princípio da integração curricular entre cursos e programas, de modo a viabilizar itinerários formativos contínuos e trajetórias progressivas de formação entre todos os níveis educacionais.
IV.A educação profissional técnica de nível médio é desenvolvida nas seguintes formas: I. articulada com o ensino médio; II. subsequente, em cursos destinados a quem já tenha concluído o ensino médio.

Em relação à organização do tempo e do conhecimento nos currículos da Educação Básica, da Educação Profissional e Tecnológica e da Educação Superior, estão CORRETAS:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IF-MT Órgão: IF-MT Prova: IF-MT - 2024 - IF-MT - Pedagogo |
Q3515005 Pedagogia
Segundo Ilma Veiga, em “Projeto político-pedagógico da escola: uma construção coletiva” (In: Veiga, Ilma Passos da (org.). Projeto político-pedagógico da escola: uma construção possível. Campinas: Papirus, 1998, p.11-35.), o Projeto Político-Pedagógico (PPP) tem a ver com a organização do trabalho pedagógico em dois níveis: 1) como organização da escola como um todo; e 2) como organização da sala de aula.

NÃO é princípio norteador do PPP:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IF-MT Órgão: IF-MT Prova: IF-MT - 2024 - IF-MT - Pedagogo |
Q3515004 Pedagogia
Acerca da gestão democrática, considere:

I. A participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola constitui-se como um dos princípios da gestão democrática.
II. O Conselho Escolar é um órgão deliberativo, composto pelo Diretor da Escola, membro nato, e por representantes das comunidades escolar e local, eleitos por seus pares.
III. O Fórum dos Conselhos Escolares é norteado pelos princípios de racionalização e controle do uso dos recursos públicos e fiscalização dos resultados das avaliações externas.

Sobre a gestão democrática, está(ão) CORRETA(S):
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IF-MT Órgão: IF-MT Prova: IF-MT - 2024 - IF-MT - Pedagogo |
Q3515003 Pedagogia
Sobre o trabalho docente e o papel do pedagogo na escola, assinale a assertiva INCORRETA:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IF-MT Órgão: IF-MT Prova: IF-MT - 2024 - IF-MT - Pedagogo |
Q3515002 Pedagogia
O “Novo Ensino Médio” foi implementado a partir da publicação da Medida Provisória 746/2016, convertida na Lei 13.415/2017, estabelecendo a composição do currículo do Ensino Médio em duas partes: a Formação Geral Básica e os Itinerários Formativos.

I. A Formação Geral Básica compreende as áreas do conhecimento de Linguagens e suas Tecnologias; Matemática e suas Tecnologias; Ciências da Natureza e suas Tecnologias; Ciências Humanas e Sociais Aplicadas.
II. Os Itinerários Formativos compreendem as áreas do conhecimento Linguagens e suas Tecnologias; Matemática e suas Tecnologias; Ciências da Natureza e suas Tecnologias; Ciências Humanas e Sociais Aplicadas; e Formação Técnica e Profissional.
III. Esse currículo, fruto da aprovação da Lei 13.415/2017, amplia a Formação Geral e a importância de todas as áreas do conhecimento, priorizando Português e Matemática, embora essas disciplinas também tenham perdido carga horária para a parte flexível.
IV. O componente curricular denominado Projeto de Vida tem uma centralidade maior, uma vez que, além de estar contemplado em todos os anos do Ensino Médio, deverá ser o condutor das “escolhas” e ofertas formativas das juventudes do Ensino Médio e das escolas.

Estão CORRETAS as assertivas:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IF-MT Órgão: IF-MT Prova: IF-MT - 2024 - IF-MT - Pedagogo |
Q3515001 Pedagogia
Para Imbernón (2024), uma política progressista parte do pressuposto de uma visão aberta da formação, de um currículo de formação mais contextualizado e de uma realidade baseada na incerteza e na mudança.

Sobre essa perspectiva, considere as assertivas a seguir.

I. Implica uma postura ética e política determinada para lutar contra a desigualdade social, a desigualdade escolar e pela equidade e justiça social e escolar.
II. Caracteriza-se pela luta por uma escola nova e renovada e com mais confiança nos professores, no desenvolvimento e na menor intervenção do currículo, em uma escola pública e laica.
III. Visa ao desenvolvimento e à extensão de práticas de revisão da legitimação oficial do conhecimento escolar, tentando colocar os alunos em contato com um campo específico do conhecimento especializado.
IV. Visa a uma resposta sistêmica e articulada por meio de decisões de políticas públicas sociais, especialmente na educação, na saúde, nos serviços sociais e nas transferências de apoio econômico redistributivo.
Fonte: Francisco Imbernón. Formação de professores e políticas educacionais. Revista e-Curriculum, São Paulo, v. 22, p. 1-18, 2024e-ISSN: 1809- 3876.


Estão CORRETAS:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IF-MT Órgão: IF-MT Prova: IF-MT - 2024 - IF-MT - Pedagogo |
Q3515000 Pedagogia
As competências que ora se esboçam na BNC-Formação remetem a uma formação que busca preparar graduandos(as) para fins determinados e alicerçados na prática do ensino, com vistas a reproduzir as competências da BNCC. Nesse sentido, uma formação que se alinha exclusivamente à lógica das competências favorece:

I. A percepção de uma produção empresarial, de cunho neoliberal, na qual haverá poucas oportunidades para a construção de uma autonomia.
II. O currículo que se volta para o atendimento de habilidades já prescritas.
III. O papel docente reduzido à aplicação técnica dos conteúdos, baseada na eficiência e na eficácia.
IV. A formação que se aproxima de uma prática política, ética, contribuindo na ampliação da consciência dos sujeitos.

Estão CORRETAS:
Alternativas
Respostas
1001: D
1002: C
1003: B
1004: E
1005: D
1006: A
1007: B
1008: E
1009: A
1010: B
1011: D
1012: B
1013: A
1014: C
1015: B
1016: C
1017: E
1018: B
1019: A
1020: C