Questões de Concurso
Para ameosc
Foram encontradas 49.720 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
I.A Demonstração do Valor Adicionado no setor público tem como principal objetivo evidenciar como a entidade contribui para a geração de riqueza e sua distribuição entre os diversos agentes econômicos e sociais.
II.A Demonstração do Valor Adicionado deve obrigatoriamente compor o conjunto de demonstrações contábeis de todos os órgãos e entidades da administração pública direta e indireta, nos termos da NBC TSP 12.
III.O valor adicionado líquido apurado na Demonstração do Valor Adicionado representa o lucro contábil da entidade pública e deve ser transferido integralmente ao patrimônio líquido.
Após análise, assinale a alternativa correta.
(__)O contador poderá revelar informações sigilosas obtidas no exercício da profissão quando houver solicitação por autoridade competente, mesmo sem autorização do cliente, desde que amparado por norma legal específica.
(__)É permitido ao profissional da contabilidade compartilhar dados contábeis de uma entidade com terceiros, desde que os dados estejam em demonstrações financeiras publicadas em jornais de grande circulação.
(__)A obrigação de manter o sigilo profissional cessa com o encerramento do contrato de prestação de serviços entre o contador e o cliente, salvo em caso de litígio.
(__)O contador pode divulgar informações confidenciais do cliente se entender que essa divulgação poderá evitar prejuízo à sociedade ou à economia nacional, ainda que sem respaldo legal.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O homem rouco
Deus sabe o que andei falando por aí; coisa boa não há de ter sido, pois Ele me tirou a voz.
Ela sempre foi embrulhada e confusa; a mim próprio muitas vezes parecia monótona e enjoada, que dirá aos outros. Mas era, afinal de contas, a voz de uma pessoa, e bem ou mal eu podia dizer ao mendigo "não tenho trocado", ao homem parado na esquina, "o senhor pode ter a gentileza de me dar fogo", e ao garçom, "por favor, mais um pedaço de gelo". Dizia certamente outras coisas e numa delas me perdi. Fiquei vários dias afônico e, hoje, me comunico e lamento com uma voz de túnel, roufenha, intermitente e infame.
Ora, naturalmente que me trato. Deram-me várias pastilhas horríveis e um especialista me receitou uma injeção e uma inalação que cheguei a fazer uma vez e me aborreceu pelo seu desagradável jeito de vício secreto ou de rito religioso oriental. Uma leitora me receitou pelo telefone chá de pitangueira, laranja da terra e eucalipto, tudo isso agravado por um dente de alho bem moído.
Não farei essas coisas. Vejo-me à noite, no recolhimento do lar, tomando esse chá dos tempos coloniais e me sinto velho e triste de cortar o coração.
Alguém me disse que se trata de rouquidão nervosa, o que me deixa desconfiado de mim mesmo. Terei muitos complexos? Precisamente quantos? Feios, graves? Por que me atacaram a garganta e não, por exemplo, o joelho? Ou quem sabe que havia alguma coisa que eu queria dizer e não podia, não devia, não ousava, estrangulado de timidez, e então engoli a voz?
Quando era criança, agora me lembro, passei um ano gago porque fui com outros moleques gritar alto "Capitão Banana" diante da tenda de um velho que vendia frutas, e ele estava escondido no escuro e me varejou um balde d'água em cima. Naturalmente devo contar essa história a um psicanalista. Mas então ele começará a me escarafunchar a pobre alma e isso não vale a pena. Respeitemos a morna paz desse brejo noturno onde fermentam coisas estranhas e se movem monstros informes e insensatos.
Afinal posso aguentar isso, sou um rapaz direito, bem comportado, talvez até bom partido para uma senhorita da classe média que não faça questão da beleza física, mas sim da moral, modéstia à parte.
O remédio é falar menos e escrever mais, antes que os complexos me paralisem os dedos, pobres dedos, triste mão que... Mas, francamente, página de jornal não é lugar para a gente falar essas coisas.
Eu vos direi, senhora, apenas, que a voz é feia e roufenha, mas o sentimento é límpido, é cristalino, puro − e vosso.
− Crônica de Rubem Braga
https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13137/o-homem-rouco
"Deus sabe o que andei falando por aí; coisa boa não há de ter sido, pois Ele me tirou a voz."
Com base na acentuação dos vocábulos presentes no trecho e no texto-base, identifique a alternativa INCORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O homem rouco
Deus sabe o que andei falando por aí; coisa boa não há de ter sido, pois Ele me tirou a voz.
Ela sempre foi embrulhada e confusa; a mim próprio muitas vezes parecia monótona e enjoada, que dirá aos outros. Mas era, afinal de contas, a voz de uma pessoa, e bem ou mal eu podia dizer ao mendigo "não tenho trocado", ao homem parado na esquina, "o senhor pode ter a gentileza de me dar fogo", e ao garçom, "por favor, mais um pedaço de gelo". Dizia certamente outras coisas e numa delas me perdi. Fiquei vários dias afônico e, hoje, me comunico e lamento com uma voz de túnel, roufenha, intermitente e infame.
Ora, naturalmente que me trato. Deram-me várias pastilhas horríveis e um especialista me receitou uma injeção e uma inalação que cheguei a fazer uma vez e me aborreceu pelo seu desagradável jeito de vício secreto ou de rito religioso oriental. Uma leitora me receitou pelo telefone chá de pitangueira, laranja da terra e eucalipto, tudo isso agravado por um dente de alho bem moído.
Não farei essas coisas. Vejo-me à noite, no recolhimento do lar, tomando esse chá dos tempos coloniais e me sinto velho e triste de cortar o coração.
Alguém me disse que se trata de rouquidão nervosa, o que me deixa desconfiado de mim mesmo. Terei muitos complexos? Precisamente quantos? Feios, graves? Por que me atacaram a garganta e não, por exemplo, o joelho? Ou quem sabe que havia alguma coisa que eu queria dizer e não podia, não devia, não ousava, estrangulado de timidez, e então engoli a voz?
Quando era criança, agora me lembro, passei um ano gago porque fui com outros moleques gritar alto "Capitão Banana" diante da tenda de um velho que vendia frutas, e ele estava escondido no escuro e me varejou um balde d'água em cima. Naturalmente devo contar essa história a um psicanalista. Mas então ele começará a me escarafunchar a pobre alma e isso não vale a pena. Respeitemos a morna paz desse brejo noturno onde fermentam coisas estranhas e se movem monstros informes e insensatos.
Afinal posso aguentar isso, sou um rapaz direito, bem comportado, talvez até bom partido para uma senhorita da classe média que não faça questão da beleza física, mas sim da moral, modéstia à parte.
O remédio é falar menos e escrever mais, antes que os complexos me paralisem os dedos, pobres dedos, triste mão que... Mas, francamente, página de jornal não é lugar para a gente falar essas coisas.
Eu vos direi, senhora, apenas, que a voz é feia e roufenha, mas o sentimento é límpido, é cristalino, puro − e vosso.
− Crônica de Rubem Braga
https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13137/o-homem-rouco
"Ela sempre foi embrulhada e confusa; a mim próprio muitas vezes parecia monótona e enjoada, que dirá aos outros. Mas era, afinal de contas, a voz de uma pessoa, e bem ou mal eu podia dizer ao mendigo "não tenho trocado", ao homem parado na esquina, "o senhor pode ter a gentileza de me dar fogo", e ao garçom, "por favor, mais um pedaço de gelo"."
Com base na análise sintática do trecho, julgue as afirmativas:
I. As expressões 'monótona' e 'enjoada' são predicativos do sujeito que se referem ao sujeito expresso pelo pronome oblíquo 'mim'.
II. A expressão 'a voz de uma pessoa' representa o sujeito simples da oração, sendo considerada termo essencial.
III. A forma verbal 'dar' apresenta dois termos integrantes da oração: um objeto direto e um objeto indireto, ambos explícitos.
IV. A expressão 'ao mendigo' é um termo integrante da oração com função de objeto indireto.
V. A expressão 'trocado' tem valor de adjetivo; refere-se ao verbo 'trocar' no particípio, exercendo a função de predicativo do sujeito.
É correto o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O homem rouco
Deus sabe o que andei falando por aí; coisa boa não há de ter sido, pois Ele me tirou a voz.
Ela sempre foi embrulhada e confusa; a mim próprio muitas vezes parecia monótona e enjoada, que dirá aos outros. Mas era, afinal de contas, a voz de uma pessoa, e bem ou mal eu podia dizer ao mendigo "não tenho trocado", ao homem parado na esquina, "o senhor pode ter a gentileza de me dar fogo", e ao garçom, "por favor, mais um pedaço de gelo". Dizia certamente outras coisas e numa delas me perdi. Fiquei vários dias afônico e, hoje, me comunico e lamento com uma voz de túnel, roufenha, intermitente e infame.
Ora, naturalmente que me trato. Deram-me várias pastilhas horríveis e um especialista me receitou uma injeção e uma inalação que cheguei a fazer uma vez e me aborreceu pelo seu desagradável jeito de vício secreto ou de rito religioso oriental. Uma leitora me receitou pelo telefone chá de pitangueira, laranja da terra e eucalipto, tudo isso agravado por um dente de alho bem moído.
Não farei essas coisas. Vejo-me à noite, no recolhimento do lar, tomando esse chá dos tempos coloniais e me sinto velho e triste de cortar o coração.
Alguém me disse que se trata de rouquidão nervosa, o que me deixa desconfiado de mim mesmo. Terei muitos complexos? Precisamente quantos? Feios, graves? Por que me atacaram a garganta e não, por exemplo, o joelho? Ou quem sabe que havia alguma coisa que eu queria dizer e não podia, não devia, não ousava, estrangulado de timidez, e então engoli a voz?
Quando era criança, agora me lembro, passei um ano gago porque fui com outros moleques gritar alto "Capitão Banana" diante da tenda de um velho que vendia frutas, e ele estava escondido no escuro e me varejou um balde d'água em cima. Naturalmente devo contar essa história a um psicanalista. Mas então ele começará a me escarafunchar a pobre alma e isso não vale a pena. Respeitemos a morna paz desse brejo noturno onde fermentam coisas estranhas e se movem monstros informes e insensatos.
Afinal posso aguentar isso, sou um rapaz direito, bem comportado, talvez até bom partido para uma senhorita da classe média que não faça questão da beleza física, mas sim da moral, modéstia à parte.
O remédio é falar menos e escrever mais, antes que os complexos me paralisem os dedos, pobres dedos, triste mão que... Mas, francamente, página de jornal não é lugar para a gente falar essas coisas.
Eu vos direi, senhora, apenas, que a voz é feia e roufenha, mas o sentimento é límpido, é cristalino, puro − e vosso.
− Crônica de Rubem Braga
https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13137/o-homem-rouco
"Uma leitora me receitou pelo telefone chá de pitangueira.."
Quanto à regência do verbo 'receitar' empregado no trecho acima, a afirmativa que apresenta sua transitividade de forma totalmente correta é:
Assinale a alternativa que apresenta todas as assertivas corretas sobre os procedimentos no transporte escolar:
I. O controle de presença deve ser feito diariamente no embarque e desembarque dos alunos.
II. A comunicação com os responsáveis é opcional e ocorre apenas em casos graves.
III. O registro de ocorrências é um procedimento importante para garantir segurança e transparência.
IV. A conferência de alunos durante passeios e eventos é dispensável, desde que haja um professor responsável.
Podemos afirmar que:
Analise as afirmações a seguir sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e marque (V) quando verdadeiro e (F) quando falso:
(__) O Estatuto da Criança e do Adolescente estabelece que toda criança tem direito à convivência familiar e comunitária.
(__) Cabe apenas à escola garantir a proteção integral das crianças e adolescentes.
(__) Em caso de risco, é papel do Monitor de Transporte Escolar relatar a situação à direção escolar ou órgãos competentes.
(__) Toda forma de negligência, discriminação ou violência contra crianças deve ser denunciada.
Marque a alternativa com a sequência correta:
Sobre a comunicação e mediação de conflitos no transporte escolar, analise:
I. O Monitor de Transporte Escolar deve manter diálogo constante com o motorista e a escola.
II. Conflitos entre alunos devem ser registrados e comunicados à escola.
III. O Monitor de Transporte Escolar pode resolver os problemas com punições imediatas.
IV. O uso de linguagem agressiva pode ser necessário em situações graves.
Está correto o que se afirma em:
O Estatuto da Criança e do Adolescente, no Artigo 53, assegura direitos essenciais para a educação da criança e do adolescente. Sobre esses direitos, analise as afirmativas:
I. É garantida a igualdade de condições para o acesso e a permanência na escola.
II. O respeito por parte dos educadores é um direito apenas dos alunos que apresentam bom desempenho.
III. Crianças e adolescentes têm o direito de contestar critérios avaliativos e recorrer às instâncias escolares superiores.
IV. Os alunos podem se organizar e participar de entidades estudantis para fortalecer sua cidadania.
Está correto o que se afirma em:
Sobre a inclusão de alunos com deficiência no transporte escolar, analise as afirmativas e marque como (V) quando verdadeiras e (F) quando falsas:
(__) O Monitor de Transporte Escolar deve adaptar a comunicação para facilitar o entendimento do aluno com necessidades especiais.
(__) A presença de acompanhantes é obrigatória para todos os alunos com deficiência durante o transporte.
(__) A acessibilidade no veículo é responsabilidade exclusiva dos pais do aluno.
(__) O Monitor de Transporte Escolar deve ser informado previamente sobre as necessidades específicas de cada aluno para planejar o atendimento adequado.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
Associe os procedimentos (coluna 1) às respectivas práticas (coluna 2) do Monitor de Transporte Escolar:
Coluna 1
1. Conferência de alunos.
2. Registro de ocorrências.
3. Acompanhamento em passeios.
4. Comunicação com equipe.
Coluna 2
(__) Informar à direção em caso de atraso, falta ou problemas com alunos.
(__) Preencher relatório sobre conduta inadequada.
(__) Garantir a presença dos alunos no embarque.
(__) Zelar pela segurança dos alunos em eventos externos.
Assinale a alternativa com a sequência da associação correta:
Sobre os procedimentos básicos de primeiros socorros no transporte escolar, analise os itens abaixo:
I. Em caso de queda com suspeita de fratura, evite movimentar a criança e acione imediatamente o socorro especializado.
II. Em cortes leves, o ideal é aplicar álcool diretamente na ferida e cobrir com algodão.
III. Em caso de desmaio, é indicado deitar a criança de lado e manter as vias respiratórias livres.
IV. O contato com os serviços de emergência deve ser feito apenas após esgotar todas as tentativas de socorro.
Qual(is) está(ão) correto(s)?