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Q1169328 Português

Cem anos de perdão


    Quem nunca roubou não vai me entender. E quem nunca roubou rosas, então é que jamais poderá me entender. Eu, em pequena, roubava rosas.

      Havia em Recife inúmeras ruas, as ruas dos ricos, ladeadas por palacetes que ficavam no centro de grandes jardins. Eu e uma amiguinha brincávamos muito de decidir a quem pertenciam os palacetes. “Aquele branco é meu.” “Não, eu já disse que os brancos são meus.” “Mas esse não é totalmente branco, tem janelas verdes.” Parávamos às vezes longo tempo, a cara imprensada nas grades, olhando.

      Começou assim. Numa das brincadeiras de “essa casa é minha”, paramos diante de uma que parecia um pequeno castelo. No fundo via-se o imenso pomar. E, à frente, em canteiros bem ajardinados, estavam plantadas as flores.

      Bem, mas isolada no seu canteiro estava uma rosa apenas entreaberta cor-de-rosa-vivo. Fiquei feito boba, olhando com admiração aquela rosa altaneira que nem mulher feita ainda não era. E então aconteceu: do fundo de meu coração, eu queria aquela rosa para mim. Eu queria, ah como eu queria. E não havia jeito de obtê-la. Se o jardineiro estivesse por ali, pediria a rosa, mesmo sabendo que ele nos expulsaria como se expulsam moleques. Não havia jardineiro à vista, ninguém. E as janelas, por causa do sol, estavam de venezianas fechadas. Era uma rua onde não passavam bondes e raro era o carro que aparecia. No meio do meu silêncio e do silêncio da rosa, havia o meu desejo de possuí-la como coisa só minha. Eu queria poder pegar nela. Queria cheirá-la até sentir a vista escura de tanta tonteira de perfume.

      Então não pude mais. O plano se formou em mim instantaneamente, cheio de paixão. Mas, como boa realizadora que eu era, raciocinei friamente com minha amiguinha, explicando-lhe qual seria o seu papel: vigiar as janelas da casa ou a aproximação ainda possível do jardineiro, vigiar os transeuntes raros na rua. Enquanto isso, entreabri lentamente o portão de grades um pouco enferrujadas, contando já com o leve rangido. Entreabri somente o bastante para que meu esguio corpo de menina pudesse passar. E, pé ante pé, mas veloz, andava pelos pedregulhos que rodeavam os canteiros. Até chegar à rosa foi um século de coração batendo.

      Eis-me afinal diante dela. Paro um instante, perigosamente, porque de perto ela ainda é mais linda. Finalmente começo a lhe quebrar o talo, arranhando-me com os espinhos, e chupando o sangue dos dedos.

      E, de repente – ei-la toda na minha mão. A corrida de volta ao portão tinha também de ser sem barulho. Pelo portão que deixara entreaberto, passei segurando a rosa. E então nós duas pálidas, eu e a rosa, corremos literalmente para longe da casa.

      O que é que fazia eu com a rosa? Fazia isso: ela era minha.

      Levei-a para casa, coloquei-a num copo d’água, onde ficou soberana, de pétalas grossas e aveludadas, com vários entretons de rosa-chá. No centro dela a cor se concentrava mais e seu coração quase parecia vermelho.

       Foi tão bom.

      Foi tão bom que simplesmente passei a roubar rosas. O processo era sempre o mesmo: a menina vigiando, eu entrando, eu quebrando o talo e fugindo com a rosa na mão. Sempre com o coração batendo e sempre com aquela glória que ninguém me tirava.

      Também roubava pitangas. Havia uma igreja presbiteriana perto de casa, rodeada por uma sebe verde, alta e tão densa que impossibilitava a visão da igreja. Nunca cheguei a vê-la, além de uma ponta de telhado. A sebe era de pitangueira. Mas pitangas são frutas que se escondem: eu não via nenhuma. Então, olhando antes para os lados para ver se ninguém vinha, eu metia a mão por entre as grades, mergulhava-a dentro da sebe e começava a apalpar até meus dedos sentirem o úmido da frutinha. Muitas vezes na minha pressa, eu esmagava uma pitanga madura demais com os dedos que ficavam como ensanguentados. Colhia várias que ia comendo ali mesmo, umas até verdes demais, que eu jogava fora.

      Nunca ninguém soube. Não me arrependo: ladrão de rosas e de pitangas tem 100 anos de perdão. As pitangas, por exemplo, são elas mesmas que pedem para ser colhidas, em vez de amadurecer e morrer no galho, virgens.

LISPECTOR, Clarice. Todos os contos. Rio de Janeiro: Rocco, 2016. p. 408-410.

Numa das brincadeiras de “essa casa é minha”, paramos diante de uma que parecia um pequeno castelo.

A frase em destaque nesse trecho apresenta o RECURSO coesivo denominado:
Alternativas
Q1169326 Português

Cem anos de perdão


    Quem nunca roubou não vai me entender. E quem nunca roubou rosas, então é que jamais poderá me entender. Eu, em pequena, roubava rosas.

      Havia em Recife inúmeras ruas, as ruas dos ricos, ladeadas por palacetes que ficavam no centro de grandes jardins. Eu e uma amiguinha brincávamos muito de decidir a quem pertenciam os palacetes. “Aquele branco é meu.” “Não, eu já disse que os brancos são meus.” “Mas esse não é totalmente branco, tem janelas verdes.” Parávamos às vezes longo tempo, a cara imprensada nas grades, olhando.

      Começou assim. Numa das brincadeiras de “essa casa é minha”, paramos diante de uma que parecia um pequeno castelo. No fundo via-se o imenso pomar. E, à frente, em canteiros bem ajardinados, estavam plantadas as flores.

      Bem, mas isolada no seu canteiro estava uma rosa apenas entreaberta cor-de-rosa-vivo. Fiquei feito boba, olhando com admiração aquela rosa altaneira que nem mulher feita ainda não era. E então aconteceu: do fundo de meu coração, eu queria aquela rosa para mim. Eu queria, ah como eu queria. E não havia jeito de obtê-la. Se o jardineiro estivesse por ali, pediria a rosa, mesmo sabendo que ele nos expulsaria como se expulsam moleques. Não havia jardineiro à vista, ninguém. E as janelas, por causa do sol, estavam de venezianas fechadas. Era uma rua onde não passavam bondes e raro era o carro que aparecia. No meio do meu silêncio e do silêncio da rosa, havia o meu desejo de possuí-la como coisa só minha. Eu queria poder pegar nela. Queria cheirá-la até sentir a vista escura de tanta tonteira de perfume.

      Então não pude mais. O plano se formou em mim instantaneamente, cheio de paixão. Mas, como boa realizadora que eu era, raciocinei friamente com minha amiguinha, explicando-lhe qual seria o seu papel: vigiar as janelas da casa ou a aproximação ainda possível do jardineiro, vigiar os transeuntes raros na rua. Enquanto isso, entreabri lentamente o portão de grades um pouco enferrujadas, contando já com o leve rangido. Entreabri somente o bastante para que meu esguio corpo de menina pudesse passar. E, pé ante pé, mas veloz, andava pelos pedregulhos que rodeavam os canteiros. Até chegar à rosa foi um século de coração batendo.

      Eis-me afinal diante dela. Paro um instante, perigosamente, porque de perto ela ainda é mais linda. Finalmente começo a lhe quebrar o talo, arranhando-me com os espinhos, e chupando o sangue dos dedos.

      E, de repente – ei-la toda na minha mão. A corrida de volta ao portão tinha também de ser sem barulho. Pelo portão que deixara entreaberto, passei segurando a rosa. E então nós duas pálidas, eu e a rosa, corremos literalmente para longe da casa.

      O que é que fazia eu com a rosa? Fazia isso: ela era minha.

      Levei-a para casa, coloquei-a num copo d’água, onde ficou soberana, de pétalas grossas e aveludadas, com vários entretons de rosa-chá. No centro dela a cor se concentrava mais e seu coração quase parecia vermelho.

       Foi tão bom.

      Foi tão bom que simplesmente passei a roubar rosas. O processo era sempre o mesmo: a menina vigiando, eu entrando, eu quebrando o talo e fugindo com a rosa na mão. Sempre com o coração batendo e sempre com aquela glória que ninguém me tirava.

      Também roubava pitangas. Havia uma igreja presbiteriana perto de casa, rodeada por uma sebe verde, alta e tão densa que impossibilitava a visão da igreja. Nunca cheguei a vê-la, além de uma ponta de telhado. A sebe era de pitangueira. Mas pitangas são frutas que se escondem: eu não via nenhuma. Então, olhando antes para os lados para ver se ninguém vinha, eu metia a mão por entre as grades, mergulhava-a dentro da sebe e começava a apalpar até meus dedos sentirem o úmido da frutinha. Muitas vezes na minha pressa, eu esmagava uma pitanga madura demais com os dedos que ficavam como ensanguentados. Colhia várias que ia comendo ali mesmo, umas até verdes demais, que eu jogava fora.

      Nunca ninguém soube. Não me arrependo: ladrão de rosas e de pitangas tem 100 anos de perdão. As pitangas, por exemplo, são elas mesmas que pedem para ser colhidas, em vez de amadurecer e morrer no galho, virgens.

LISPECTOR, Clarice. Todos os contos. Rio de Janeiro: Rocco, 2016. p. 408-410.

Havia uma igreja presbiteriana perto de casa, rodeada por uma sebe verde, alta e tão densa que impossibilitava a visão da igreja. Nunca cheguei a vê-la, além de uma ponta de telhado.


O pronome em destaque RETOMA o termo:

Alternativas
Q1169325 Português

Cem anos de perdão


    Quem nunca roubou não vai me entender. E quem nunca roubou rosas, então é que jamais poderá me entender. Eu, em pequena, roubava rosas.

      Havia em Recife inúmeras ruas, as ruas dos ricos, ladeadas por palacetes que ficavam no centro de grandes jardins. Eu e uma amiguinha brincávamos muito de decidir a quem pertenciam os palacetes. “Aquele branco é meu.” “Não, eu já disse que os brancos são meus.” “Mas esse não é totalmente branco, tem janelas verdes.” Parávamos às vezes longo tempo, a cara imprensada nas grades, olhando.

      Começou assim. Numa das brincadeiras de “essa casa é minha”, paramos diante de uma que parecia um pequeno castelo. No fundo via-se o imenso pomar. E, à frente, em canteiros bem ajardinados, estavam plantadas as flores.

      Bem, mas isolada no seu canteiro estava uma rosa apenas entreaberta cor-de-rosa-vivo. Fiquei feito boba, olhando com admiração aquela rosa altaneira que nem mulher feita ainda não era. E então aconteceu: do fundo de meu coração, eu queria aquela rosa para mim. Eu queria, ah como eu queria. E não havia jeito de obtê-la. Se o jardineiro estivesse por ali, pediria a rosa, mesmo sabendo que ele nos expulsaria como se expulsam moleques. Não havia jardineiro à vista, ninguém. E as janelas, por causa do sol, estavam de venezianas fechadas. Era uma rua onde não passavam bondes e raro era o carro que aparecia. No meio do meu silêncio e do silêncio da rosa, havia o meu desejo de possuí-la como coisa só minha. Eu queria poder pegar nela. Queria cheirá-la até sentir a vista escura de tanta tonteira de perfume.

      Então não pude mais. O plano se formou em mim instantaneamente, cheio de paixão. Mas, como boa realizadora que eu era, raciocinei friamente com minha amiguinha, explicando-lhe qual seria o seu papel: vigiar as janelas da casa ou a aproximação ainda possível do jardineiro, vigiar os transeuntes raros na rua. Enquanto isso, entreabri lentamente o portão de grades um pouco enferrujadas, contando já com o leve rangido. Entreabri somente o bastante para que meu esguio corpo de menina pudesse passar. E, pé ante pé, mas veloz, andava pelos pedregulhos que rodeavam os canteiros. Até chegar à rosa foi um século de coração batendo.

      Eis-me afinal diante dela. Paro um instante, perigosamente, porque de perto ela ainda é mais linda. Finalmente começo a lhe quebrar o talo, arranhando-me com os espinhos, e chupando o sangue dos dedos.

      E, de repente – ei-la toda na minha mão. A corrida de volta ao portão tinha também de ser sem barulho. Pelo portão que deixara entreaberto, passei segurando a rosa. E então nós duas pálidas, eu e a rosa, corremos literalmente para longe da casa.

      O que é que fazia eu com a rosa? Fazia isso: ela era minha.

      Levei-a para casa, coloquei-a num copo d’água, onde ficou soberana, de pétalas grossas e aveludadas, com vários entretons de rosa-chá. No centro dela a cor se concentrava mais e seu coração quase parecia vermelho.

       Foi tão bom.

      Foi tão bom que simplesmente passei a roubar rosas. O processo era sempre o mesmo: a menina vigiando, eu entrando, eu quebrando o talo e fugindo com a rosa na mão. Sempre com o coração batendo e sempre com aquela glória que ninguém me tirava.

      Também roubava pitangas. Havia uma igreja presbiteriana perto de casa, rodeada por uma sebe verde, alta e tão densa que impossibilitava a visão da igreja. Nunca cheguei a vê-la, além de uma ponta de telhado. A sebe era de pitangueira. Mas pitangas são frutas que se escondem: eu não via nenhuma. Então, olhando antes para os lados para ver se ninguém vinha, eu metia a mão por entre as grades, mergulhava-a dentro da sebe e começava a apalpar até meus dedos sentirem o úmido da frutinha. Muitas vezes na minha pressa, eu esmagava uma pitanga madura demais com os dedos que ficavam como ensanguentados. Colhia várias que ia comendo ali mesmo, umas até verdes demais, que eu jogava fora.

      Nunca ninguém soube. Não me arrependo: ladrão de rosas e de pitangas tem 100 anos de perdão. As pitangas, por exemplo, são elas mesmas que pedem para ser colhidas, em vez de amadurecer e morrer no galho, virgens.

LISPECTOR, Clarice. Todos os contos. Rio de Janeiro: Rocco, 2016. p. 408-410.

Eu, em pequena, roubava rosas.


A forma verbal em destaque, flexionada no pretérito imperfeito do indicativo, no contexto em que está inserida, DENOTA:

Alternativas
Q1169324 Português

Cem anos de perdão


    Quem nunca roubou não vai me entender. E quem nunca roubou rosas, então é que jamais poderá me entender. Eu, em pequena, roubava rosas.

      Havia em Recife inúmeras ruas, as ruas dos ricos, ladeadas por palacetes que ficavam no centro de grandes jardins. Eu e uma amiguinha brincávamos muito de decidir a quem pertenciam os palacetes. “Aquele branco é meu.” “Não, eu já disse que os brancos são meus.” “Mas esse não é totalmente branco, tem janelas verdes.” Parávamos às vezes longo tempo, a cara imprensada nas grades, olhando.

      Começou assim. Numa das brincadeiras de “essa casa é minha”, paramos diante de uma que parecia um pequeno castelo. No fundo via-se o imenso pomar. E, à frente, em canteiros bem ajardinados, estavam plantadas as flores.

      Bem, mas isolada no seu canteiro estava uma rosa apenas entreaberta cor-de-rosa-vivo. Fiquei feito boba, olhando com admiração aquela rosa altaneira que nem mulher feita ainda não era. E então aconteceu: do fundo de meu coração, eu queria aquela rosa para mim. Eu queria, ah como eu queria. E não havia jeito de obtê-la. Se o jardineiro estivesse por ali, pediria a rosa, mesmo sabendo que ele nos expulsaria como se expulsam moleques. Não havia jardineiro à vista, ninguém. E as janelas, por causa do sol, estavam de venezianas fechadas. Era uma rua onde não passavam bondes e raro era o carro que aparecia. No meio do meu silêncio e do silêncio da rosa, havia o meu desejo de possuí-la como coisa só minha. Eu queria poder pegar nela. Queria cheirá-la até sentir a vista escura de tanta tonteira de perfume.

      Então não pude mais. O plano se formou em mim instantaneamente, cheio de paixão. Mas, como boa realizadora que eu era, raciocinei friamente com minha amiguinha, explicando-lhe qual seria o seu papel: vigiar as janelas da casa ou a aproximação ainda possível do jardineiro, vigiar os transeuntes raros na rua. Enquanto isso, entreabri lentamente o portão de grades um pouco enferrujadas, contando já com o leve rangido. Entreabri somente o bastante para que meu esguio corpo de menina pudesse passar. E, pé ante pé, mas veloz, andava pelos pedregulhos que rodeavam os canteiros. Até chegar à rosa foi um século de coração batendo.

      Eis-me afinal diante dela. Paro um instante, perigosamente, porque de perto ela ainda é mais linda. Finalmente começo a lhe quebrar o talo, arranhando-me com os espinhos, e chupando o sangue dos dedos.

      E, de repente – ei-la toda na minha mão. A corrida de volta ao portão tinha também de ser sem barulho. Pelo portão que deixara entreaberto, passei segurando a rosa. E então nós duas pálidas, eu e a rosa, corremos literalmente para longe da casa.

      O que é que fazia eu com a rosa? Fazia isso: ela era minha.

      Levei-a para casa, coloquei-a num copo d’água, onde ficou soberana, de pétalas grossas e aveludadas, com vários entretons de rosa-chá. No centro dela a cor se concentrava mais e seu coração quase parecia vermelho.

       Foi tão bom.

      Foi tão bom que simplesmente passei a roubar rosas. O processo era sempre o mesmo: a menina vigiando, eu entrando, eu quebrando o talo e fugindo com a rosa na mão. Sempre com o coração batendo e sempre com aquela glória que ninguém me tirava.

      Também roubava pitangas. Havia uma igreja presbiteriana perto de casa, rodeada por uma sebe verde, alta e tão densa que impossibilitava a visão da igreja. Nunca cheguei a vê-la, além de uma ponta de telhado. A sebe era de pitangueira. Mas pitangas são frutas que se escondem: eu não via nenhuma. Então, olhando antes para os lados para ver se ninguém vinha, eu metia a mão por entre as grades, mergulhava-a dentro da sebe e começava a apalpar até meus dedos sentirem o úmido da frutinha. Muitas vezes na minha pressa, eu esmagava uma pitanga madura demais com os dedos que ficavam como ensanguentados. Colhia várias que ia comendo ali mesmo, umas até verdes demais, que eu jogava fora.

      Nunca ninguém soube. Não me arrependo: ladrão de rosas e de pitangas tem 100 anos de perdão. As pitangas, por exemplo, são elas mesmas que pedem para ser colhidas, em vez de amadurecer e morrer no galho, virgens.

LISPECTOR, Clarice. Todos os contos. Rio de Janeiro: Rocco, 2016. p. 408-410.

Para justificar os roubos que cometia, a narradora se vale de um argumento que se pauta:
Alternativas
Q2803325 Direito Constitucional

São direitos sociais dos trabalhadores urbanos e rurais previstos na CF/1988 que visem a melhoria de sua condição social, EXCETO :

Alternativas
Q2803324 Direito Constitucional

De acordo com a Constituição Brasileira, não haverá penas, EXCETO:

Alternativas
Q2803323 Administração Geral

A comunicação é tudo o que um profissional de atendimento usa para exercer o seu trabalho. Essa máxima também deve ser a premissa de um entrevistador. A s informações e os dados necessários para uma boa entrevista dependerá da capacidade do entrevistador se comunicar com o público da mensagem que transmitir á ao entrevistado. Nesse sentido, comunicação é qualquer processo pelo qual um pensamento é transmitido de pessoa a pessoa, sem perder, tanto quanto possível, a sua intenção ou conteúdo original. Sobre essa temática, analise as afirmativas a seguir:


I- Emissor - É quem deseja transmitir alguma coisa.

II - Receptor - É o destinatário da mensagem.

III - Mensagem - É o próprio conteúdo que se deseja transmitir.

IV - Feedback ou retorno - É a confirmação de que a mensagem foi recebida.

V - Meio ou veículo - É a forma pela qual a mensagem é transmitida (tv, rádio, presencial, jornal, telefone, e -mail etc.).

VI - Código - É a linguagem usada para expressar a mensagem (letras, números, figuras, sons, imagens).


Estão CORRETAS as afirmativas:

Alternativas
Q2803322 Administração Pública

De acordo com o Sistema do Cadastro Único o perfil para usuários finais PDUNN0003 deve ser utilizado para consulta municipal que tem como funcionalidade, EXCETO:

Alternativas
Q2803321 Serviço Social

Os benefícios do Programa Bolsa Família poderão ser pagos das seguintes formas nos termos adotados pelo Banco Central, EXCETO:

Alternativas
Q2803319 Serviço Social

O Programa Bolsa Família definido pela Lei nº 10.836, de 9 de janeiro de 2004 é destinado às ações de transferência de renda com condicionalidades. Nesse sentido, constituem benefícios financeiros desse Programa, EXCETO:

Alternativas
Q2803318 Administração Pública

O cadastro das famílias será preenchido pelos Municípios que tenham aderido aos termos estabelecidos pelo Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) a partir dos seguintes critérios, EXCETO:

Alternativas
Q2803316 Serviço Social

Leia o trecho a seguir:

O Cadastro Único para Programas Sociais - CadÚnico é o instrumento de identificação e caracterização ________________ das famílias brasileiras de baixa renda, a ser obrigatoriamente utilizado para _____________ de beneficiários e _____________ de programas ______________ do Governo Federal voltados ao atendimento desse público. Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE as lacunas:

Alternativas
Q2803314 Geografia

São cidades que fazem divisa com o município de Itabira-MG, EXCETO:

Alternativas
Q2803309 Noções de Informática

Para Restaurar o tamanho da janela ativa após maximizá-la, no MS-Word 2010, usa-se o atalho:

Alternativas
Q2803308 Noções de Informática

Em diversas ocasiões, no Sistema Operacional Windows 10, é necessário o acesso à determinadas aplicações usando comandos. Essas ocasiões podem resumir-se em comportamentos inesperados do ambiente gráfico e dos aplicativos instalados. Alguns recursos do Windows possuem atalhos que permitem que você execute-os rapidamente a partir da caixa "Executar". Basta você abrir o Executar pressionando a tecla de atalho "Win+R" e digitar o comando.

Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE o comando que abre as propriedades de data e hora do Windows.

Alternativas
Q2803300 Português

Leia atentamente o Texto para responder as questões de 01 a 05.


(Texto)


Sonda da Nasa busca poeira do asteroide Bentu

para estudos; entenda as etapas da missão


1 Nem bem passou a festa pelo sucesso do pouso da

InSight em Marte, já temos outra marca para

comemorar: a chegada da OSIRIS-REx ao

asteroide Bentu. Em setembro de 2016 a NASA

5 lançou a sonsa OSIRIS-REx em parceiria com a

Universidade do Arizona com o objetivo de estudar

o asteroide Bentu. Esse asteroide está na categoria

de Asteroides Potencialmente Perigosos, mas que

não representa nenhum risco real para a Terra. Ao

10 menos nos próximos séculos. Essa classe abrange

os asteroides que atinjam distância igual ou menor

que 20 vezes a distância Terra-Lua quando ele

cruza a órbita do nosso planeta. Então asteroides

dessa categoria são bons alvos porque estão perto

15 e, além de potencialmente perigosos, são também

potencialmente lucrativos! Depois de viajar 2

bilhões de quilômetros, a OSIRIS-REx finalmente

adentrou a 'Esfera de Hills' do asteroide. Essa esfera

representa o ponto onde a força gravitacional de um

20 corpo no espaço, no caso Bentu, se torna mais

intensa que a força gravitacional do Sol. Em outras

palavras, a sonsa foi capturada pelo campo

gravitacional do asteroide. A missão da OSIRIS-

Rex é bem ousada, depois de mapear a superfície

25 do asteroide, irá se aproximar dele e colher uma

amostra do terreno para enviá-la à Terra para

análise.


(Fonte adaptada: https://g1.globo.com>acesso em 07 de dezembro de 2018)

Acerca da pontuação, é CORRETO afirmar que os dois pontos (:) utilizados na linha 3 do Texto foram empregados pelo autor para:

Alternativas
Q2803299 Português

Leia atentamente o Texto para responder as questões de 01 a 05.


(Texto)


Sonda da Nasa busca poeira do asteroide Bentu

para estudos; entenda as etapas da missão


1 Nem bem passou a festa pelo sucesso do pouso da

InSight em Marte, já temos outra marca para

comemorar: a chegada da OSIRIS-REx ao

asteroide Bentu. Em setembro de 2016 a NASA

5 lançou a sonsa OSIRIS-REx em parceiria com a

Universidade do Arizona com o objetivo de estudar

o asteroide Bentu. Esse asteroide está na categoria

de Asteroides Potencialmente Perigosos, mas que

não representa nenhum risco real para a Terra. Ao

10 menos nos próximos séculos. Essa classe abrange

os asteroides que atinjam distância igual ou menor

que 20 vezes a distância Terra-Lua quando ele

cruza a órbita do nosso planeta. Então asteroides

dessa categoria são bons alvos porque estão perto

15 e, além de potencialmente perigosos, são também

potencialmente lucrativos! Depois de viajar 2

bilhões de quilômetros, a OSIRIS-REx finalmente

adentrou a 'Esfera de Hills' do asteroide. Essa esfera

representa o ponto onde a força gravitacional de um

20 corpo no espaço, no caso Bentu, se torna mais

intensa que a força gravitacional do Sol. Em outras

palavras, a sonsa foi capturada pelo campo

gravitacional do asteroide. A missão da OSIRIS-

Rex é bem ousada, depois de mapear a superfície

25 do asteroide, irá se aproximar dele e colher uma

amostra do terreno para enviá-la à Terra para

análise.


(Fonte adaptada: https://g1.globo.com>acesso em 07 de dezembro de 2018)

A crase em “[...] enviá-la à Terra para análise.” (linhas 26 e 27) foi empregada, pois:

Alternativas
Q2803298 Português

Leia atentamente o Texto para responder as questões de 01 a 05.


(Texto)


Sonda da Nasa busca poeira do asteroide Bentu

para estudos; entenda as etapas da missão


1 Nem bem passou a festa pelo sucesso do pouso da

InSight em Marte, já temos outra marca para

comemorar: a chegada da OSIRIS-REx ao

asteroide Bentu. Em setembro de 2016 a NASA

5 lançou a sonsa OSIRIS-REx em parceiria com a

Universidade do Arizona com o objetivo de estudar

o asteroide Bentu. Esse asteroide está na categoria

de Asteroides Potencialmente Perigosos, mas que

não representa nenhum risco real para a Terra. Ao

10 menos nos próximos séculos. Essa classe abrange

os asteroides que atinjam distância igual ou menor

que 20 vezes a distância Terra-Lua quando ele

cruza a órbita do nosso planeta. Então asteroides

dessa categoria são bons alvos porque estão perto

15 e, além de potencialmente perigosos, são também

potencialmente lucrativos! Depois de viajar 2

bilhões de quilômetros, a OSIRIS-REx finalmente

adentrou a 'Esfera de Hills' do asteroide. Essa esfera

representa o ponto onde a força gravitacional de um

20 corpo no espaço, no caso Bentu, se torna mais

intensa que a força gravitacional do Sol. Em outras

palavras, a sonsa foi capturada pelo campo

gravitacional do asteroide. A missão da OSIRIS-

Rex é bem ousada, depois de mapear a superfície

25 do asteroide, irá se aproximar dele e colher uma

amostra do terreno para enviá-la à Terra para

análise.


(Fonte adaptada: https://g1.globo.com>acesso em 07 de dezembro de 2018)

É CORRETO afirmar que a partícula “que” (linha 11) exerce função morfológica de:

Alternativas
Q2803297 Português

Leia atentamente o Texto para responder as questões de 01 a 05.


(Texto)


Sonda da Nasa busca poeira do asteroide Bentu

para estudos; entenda as etapas da missão


1 Nem bem passou a festa pelo sucesso do pouso da

InSight em Marte, já temos outra marca para

comemorar: a chegada da OSIRIS-REx ao

asteroide Bentu. Em setembro de 2016 a NASA

5 lançou a sonsa OSIRIS-REx em parceiria com a

Universidade do Arizona com o objetivo de estudar

o asteroide Bentu. Esse asteroide está na categoria

de Asteroides Potencialmente Perigosos, mas que

não representa nenhum risco real para a Terra. Ao

10 menos nos próximos séculos. Essa classe abrange

os asteroides que atinjam distância igual ou menor

que 20 vezes a distância Terra-Lua quando ele

cruza a órbita do nosso planeta. Então asteroides

dessa categoria são bons alvos porque estão perto

15 e, além de potencialmente perigosos, são também

potencialmente lucrativos! Depois de viajar 2

bilhões de quilômetros, a OSIRIS-REx finalmente

adentrou a 'Esfera de Hills' do asteroide. Essa esfera

representa o ponto onde a força gravitacional de um

20 corpo no espaço, no caso Bentu, se torna mais

intensa que a força gravitacional do Sol. Em outras

palavras, a sonsa foi capturada pelo campo

gravitacional do asteroide. A missão da OSIRIS-

Rex é bem ousada, depois de mapear a superfície

25 do asteroide, irá se aproximar dele e colher uma

amostra do terreno para enviá-la à Terra para

análise.


(Fonte adaptada: https://g1.globo.com>acesso em 07 de dezembro de 2018)

Com base na regra gramatical de acentuação da palavra “quilômetros” (linha 17), assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2802689 Português

Leia atentamente o Texto para responder as questões de 01 a 05.


(Texto)


Sonda da Nasa busca poeira do asteroide Bentu

para estudos; entenda as etapas da missão


1 Nem bem passou a festa pelo sucesso do pouso da

InSight em Marte, já temos outra marca para

comemorar: a chegada da OSIRIS-REx ao

asteroide Bentu. Em setembro de 2016 a NASA

5 lançou a sonsa OSIRIS-REx em parceiria com a

Universidade do Arizona com o objetivo de estudar

o asteroide Bentu. Esse asteroide está na categoria

de Asteroides Potencialmente Perigosos, mas que

não representa nenhum risco real para a Terra. Ao

10 menos nos próximos séculos. Essa classe abrange

os asteroides que atinjam distância igual ou menor

que 20 vezes a distância Terra-Lua quando ele

cruza a órbita do nosso planeta. Então asteroides

dessa categoria são bons alvos porque estão perto

15 e, além de potencialmente perigosos, são também

potencialmente lucrativos! Depois de viajar 2

bilhões de quilômetros, a OSIRIS-REx finalmente

adentrou a 'Esfera de Hills' do asteroide. Essa esfera

representa o ponto onde a força gravitacional de um

20 corpo no espaço, no caso Bentu, se torna mais

intensa que a força gravitacional do Sol. Em outras

palavras, a sonsa foi capturada pelo campo

gravitacional do asteroide. A missão da OSIRIS-

Rex é bem ousada, depois de mapear a superfície

25 do asteroide, irá se aproximar dele e colher uma

amostra do terreno para enviá-la à Terra para

análise.


(Fonte adaptada: https://g1.globo.com>acesso em 07 de dezembro de 2018)

Sobre o Texto e seu contexto, assinale a alternativa INCORRETA:

Alternativas
Respostas
1801: A
1802: D
1803: A
1804: B
1805: D
1806: A
1807: D
1808: D
1809: C
1810: D
1811: B
1812: B
1813: B
1814: A
1815: B
1816: C
1817: A
1818: D
1819: A
1820: D