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(BAKHTIN, Mikhail. Estética da criação verbal, 4.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003. BRASIL.)
O trecho acima apresenta o conceito de:
TEXTO 2
Um certo jornalista perguntou a Gilbert Keith Chesterton, o famoso escritor e jornalista inglês, qual o único livro que gostaria de ter caso fosse parar numa ilha deserta. Por certo, esperava que ele citasse uma das grandes obras da literatura universal. Depois de uma pequena pausa, ele respondeu: "Já sei: Guia prático para a construção de navios"
Por outro lado, o filósofo francês Luc Ferry (que não é cristão) declarou que escolheria o Evangelho de João, constante no Novo Testamento.
Pensei, então, que livro eu próprio levaria para uma ilha deserta. Teria que ser um "clássico". Para Italo Calvino, um dos grandes escritores italianos do século XX, o clássico seria aquele livro que constitui uma riqueza para quem o tenha lido e amado e que "nunca terminou de dizer aquilo que tinha para dizer". Como sou cristão, levaria o Antigo e o Novo Testamento completos. Para mim, são clássicos na real acepção da palavra. Nunca a sua leitura se esgota. Sempre há algo novo a ser percebido, mesmo que sejam lidos várias vezes.
(GONSALVES,
George.https://www.recantodasletras.com.br/artigos-de-literatura.
Acesso em 08/08/2023)
TEXTO 2
Um certo jornalista perguntou a Gilbert Keith Chesterton, o famoso escritor e jornalista inglês, qual o único livro que gostaria de ter caso fosse parar numa ilha deserta. Por certo, esperava que ele citasse uma das grandes obras da literatura universal. Depois de uma pequena pausa, ele respondeu: "Já sei: Guia prático para a construção de navios"
Por outro lado, o filósofo francês Luc Ferry (que não é cristão) declarou que escolheria o Evangelho de João, constante no Novo Testamento.
Pensei, então, que livro eu próprio levaria para uma ilha deserta. Teria que ser um "clássico". Para Italo Calvino, um dos grandes escritores italianos do século XX, o clássico seria aquele livro que constitui uma riqueza para quem o tenha lido e amado e que "nunca terminou de dizer aquilo que tinha para dizer". Como sou cristão, levaria o Antigo e o Novo Testamento completos. Para mim, são clássicos na real acepção da palavra. Nunca a sua leitura se esgota. Sempre há algo novo a ser percebido, mesmo que sejam lidos várias vezes.
(GONSALVES,
George.https://www.recantodasletras.com.br/artigos-de-literatura.
Acesso em 08/08/2023)
TEXTO 2
Um certo jornalista perguntou a Gilbert Keith Chesterton, o famoso escritor e jornalista inglês, qual o único livro que gostaria de ter caso fosse parar numa ilha deserta. Por certo, esperava que ele citasse uma das grandes obras da literatura universal. Depois de uma pequena pausa, ele respondeu: "Já sei: Guia prático para a construção de navios"
Por outro lado, o filósofo francês Luc Ferry (que não é cristão) declarou que escolheria o Evangelho de João, constante no Novo Testamento.
Pensei, então, que livro eu próprio levaria para uma ilha deserta. Teria que ser um "clássico". Para Italo Calvino, um dos grandes escritores italianos do século XX, o clássico seria aquele livro que constitui uma riqueza para quem o tenha lido e amado e que "nunca terminou de dizer aquilo que tinha para dizer". Como sou cristão, levaria o Antigo e o Novo Testamento completos. Para mim, são clássicos na real acepção da palavra. Nunca a sua leitura se esgota. Sempre há algo novo a ser percebido, mesmo que sejam lidos várias vezes.
(GONSALVES,
George.https://www.recantodasletras.com.br/artigos-de-literatura.
Acesso em 08/08/2023)
I. A novação ocorre quando o devedor contrai com o credor nova dívida para extinguir e substituir a anterior.
II. A novação por substituição do devedor pode ser efetuada independentemente de consentimento deste.
III. Importa exoneração do fiador a novação feita sem seu consenso com o devedor principal.
IV. Se o novo devedor for insolvente, tem o credor, que o aceitou, direito à ação regressiva contra o primeiro.
V. Dá-se a novação quando, em virtude de obrigação nova, outro credor é substituído ao antigo, ficando o devedor quite com este.