Foram encontradas 8.920 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2568984 Português
Como Surgiram os Homens


     Existem várias lendas entre os índios sobre como os homens surgiram na Terra. Uma delas é esta:

   A selva era deserta. Nem uma aldeia, nem uma rede pendurada, nem uma fogueira, nem uma cabana, nem famílias, nem roçado. O dia nascia, mas só iluminava o vazio. Só dava luz à solidão. Os pássaros voavam e só pousavam nos galhos das árvores. Nem um telhado, nem uma palha trançada. Os peixes nadavam nos rios sem uma canoa como companhia. Até que surgiu o primeiro dos homens. Era jovem e belo e corria livre pela mata. Era amigo das matas e dos animais. Caçava só para comer, nadava com os peixes do rio, dormia com os macacos, sonhava com os pássaros. Tinha tudo para ser feliz.

    Mas o índio começou a ficar triste. Sentia-se sozinho. Via que os animais tinham companheiros e ele vivia numa grande solidão. Ele queria ter uma companheira e seres iguais a ele para conversar. Um dia, o rapaz foi conversar com sua amiga onça e contou sua tristeza:

   - Queria tanto uma companheira. Queria muito correr, conversar e brincar com outros parecidos comigo.

    A onça ouviu em silêncio o lamento do amigo. Pensou bastante e resolveu contar o segredo de como o índio poderia ter seus companheiros. A onça disse com cuidado nos ouvidos do nosso herói o grande segredo. O segredo da criação dos homens. O índio ficou feliz com a descoberta e logo começou a trabalhar como a onça ensinou. Foi até a mata e cortou árvores fazendo grossas toras. Pegou um grande pilão e socou as toras nele. Depois passou pimenta, fincou as toras num descampado e esperou a noite chegar.

   Quando anoiteceu, fez uma fogueira ao redor de cada uma das toras. Mas nada aconteceu. Ninguém apareceu. E nosso herói chorou muito. Mesmo assim, ele não desistiu. Talvez tivesse errado no tipo de árvore que cortou. Voltou para a floresta e cortou toras de outra árvore. E fez tudo como na primeira vez: socou as toras no pilão, passou pimenta e as fincou todas no descampado. Quando anoiteceu, acendeu uma fogueira em volta de cada tora. Novamente, a madeira não se transformou em gente. E o herói mais uma vez chorou. Foi um choro tão sofrido, tão grande, que o coitado adormeceu ali mesmo. No meio do descampado, as toras continuavam fincadas no chão.

   Quando o Sol foi nascendo devagar e acertando seus raios em cada uma das toras, elas se transformaram. Uma a uma foram virando gente. Com o calor do Sol, os índios despertaram e viveram. Eram tão belos e jovens que todos os animais fizeram uma festa para homenageá-los. E nosso herói viu com alegria o surgimento dos índios. Ele trocou olhares com uma bela índia e os dois se apaixonaram. Logo toda a terra estava povoada.

      E até hoje, no Alto Xingu, os índios dançam comemorando esse dia.


Disponível em: https://www.saobernardo.sp.gov.br. Acesso em 05/04/2024.

Observe os trechos a seguir:


I. “Só dava luz à solidão.”

II. “Foi até a mata e cortou árvores fazendo grossas toras.”


Assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q2568983 Português
Como Surgiram os Homens


     Existem várias lendas entre os índios sobre como os homens surgiram na Terra. Uma delas é esta:

   A selva era deserta. Nem uma aldeia, nem uma rede pendurada, nem uma fogueira, nem uma cabana, nem famílias, nem roçado. O dia nascia, mas só iluminava o vazio. Só dava luz à solidão. Os pássaros voavam e só pousavam nos galhos das árvores. Nem um telhado, nem uma palha trançada. Os peixes nadavam nos rios sem uma canoa como companhia. Até que surgiu o primeiro dos homens. Era jovem e belo e corria livre pela mata. Era amigo das matas e dos animais. Caçava só para comer, nadava com os peixes do rio, dormia com os macacos, sonhava com os pássaros. Tinha tudo para ser feliz.

    Mas o índio começou a ficar triste. Sentia-se sozinho. Via que os animais tinham companheiros e ele vivia numa grande solidão. Ele queria ter uma companheira e seres iguais a ele para conversar. Um dia, o rapaz foi conversar com sua amiga onça e contou sua tristeza:

   - Queria tanto uma companheira. Queria muito correr, conversar e brincar com outros parecidos comigo.

    A onça ouviu em silêncio o lamento do amigo. Pensou bastante e resolveu contar o segredo de como o índio poderia ter seus companheiros. A onça disse com cuidado nos ouvidos do nosso herói o grande segredo. O segredo da criação dos homens. O índio ficou feliz com a descoberta e logo começou a trabalhar como a onça ensinou. Foi até a mata e cortou árvores fazendo grossas toras. Pegou um grande pilão e socou as toras nele. Depois passou pimenta, fincou as toras num descampado e esperou a noite chegar.

   Quando anoiteceu, fez uma fogueira ao redor de cada uma das toras. Mas nada aconteceu. Ninguém apareceu. E nosso herói chorou muito. Mesmo assim, ele não desistiu. Talvez tivesse errado no tipo de árvore que cortou. Voltou para a floresta e cortou toras de outra árvore. E fez tudo como na primeira vez: socou as toras no pilão, passou pimenta e as fincou todas no descampado. Quando anoiteceu, acendeu uma fogueira em volta de cada tora. Novamente, a madeira não se transformou em gente. E o herói mais uma vez chorou. Foi um choro tão sofrido, tão grande, que o coitado adormeceu ali mesmo. No meio do descampado, as toras continuavam fincadas no chão.

   Quando o Sol foi nascendo devagar e acertando seus raios em cada uma das toras, elas se transformaram. Uma a uma foram virando gente. Com o calor do Sol, os índios despertaram e viveram. Eram tão belos e jovens que todos os animais fizeram uma festa para homenageá-los. E nosso herói viu com alegria o surgimento dos índios. Ele trocou olhares com uma bela índia e os dois se apaixonaram. Logo toda a terra estava povoada.

      E até hoje, no Alto Xingu, os índios dançam comemorando esse dia.


Disponível em: https://www.saobernardo.sp.gov.br. Acesso em 05/04/2024.

“Um dia, o rapaz foi conversar com sua amiga onça e contou sua tristeza:”

Os dois-pontos são utilizados para:

Alternativas
Q2568982 Português
Como Surgiram os Homens


     Existem várias lendas entre os índios sobre como os homens surgiram na Terra. Uma delas é esta:

   A selva era deserta. Nem uma aldeia, nem uma rede pendurada, nem uma fogueira, nem uma cabana, nem famílias, nem roçado. O dia nascia, mas só iluminava o vazio. Só dava luz à solidão. Os pássaros voavam e só pousavam nos galhos das árvores. Nem um telhado, nem uma palha trançada. Os peixes nadavam nos rios sem uma canoa como companhia. Até que surgiu o primeiro dos homens. Era jovem e belo e corria livre pela mata. Era amigo das matas e dos animais. Caçava só para comer, nadava com os peixes do rio, dormia com os macacos, sonhava com os pássaros. Tinha tudo para ser feliz.

    Mas o índio começou a ficar triste. Sentia-se sozinho. Via que os animais tinham companheiros e ele vivia numa grande solidão. Ele queria ter uma companheira e seres iguais a ele para conversar. Um dia, o rapaz foi conversar com sua amiga onça e contou sua tristeza:

   - Queria tanto uma companheira. Queria muito correr, conversar e brincar com outros parecidos comigo.

    A onça ouviu em silêncio o lamento do amigo. Pensou bastante e resolveu contar o segredo de como o índio poderia ter seus companheiros. A onça disse com cuidado nos ouvidos do nosso herói o grande segredo. O segredo da criação dos homens. O índio ficou feliz com a descoberta e logo começou a trabalhar como a onça ensinou. Foi até a mata e cortou árvores fazendo grossas toras. Pegou um grande pilão e socou as toras nele. Depois passou pimenta, fincou as toras num descampado e esperou a noite chegar.

   Quando anoiteceu, fez uma fogueira ao redor de cada uma das toras. Mas nada aconteceu. Ninguém apareceu. E nosso herói chorou muito. Mesmo assim, ele não desistiu. Talvez tivesse errado no tipo de árvore que cortou. Voltou para a floresta e cortou toras de outra árvore. E fez tudo como na primeira vez: socou as toras no pilão, passou pimenta e as fincou todas no descampado. Quando anoiteceu, acendeu uma fogueira em volta de cada tora. Novamente, a madeira não se transformou em gente. E o herói mais uma vez chorou. Foi um choro tão sofrido, tão grande, que o coitado adormeceu ali mesmo. No meio do descampado, as toras continuavam fincadas no chão.

   Quando o Sol foi nascendo devagar e acertando seus raios em cada uma das toras, elas se transformaram. Uma a uma foram virando gente. Com o calor do Sol, os índios despertaram e viveram. Eram tão belos e jovens que todos os animais fizeram uma festa para homenageá-los. E nosso herói viu com alegria o surgimento dos índios. Ele trocou olhares com uma bela índia e os dois se apaixonaram. Logo toda a terra estava povoada.

      E até hoje, no Alto Xingu, os índios dançam comemorando esse dia.


Disponível em: https://www.saobernardo.sp.gov.br. Acesso em 05/04/2024.
Sobre as características do gênero textual, analise as afirmações como VERDADEIRA (V) ou FALSA (F).

( )Transmite conhecimentos e valores culturais de uma comunidade.

( )É transmitido oralmente ou por meio da escrita.

( )Pertence ao campo de atuação das práticas de estudos e pesquisas, pois expõe e utiliza humor para levantar questionamentos e levar o leitor a refletir sobre eventos científicos.

( )Há a presença de elementos fantásticos e sobrenaturais que contribuem para a criação de um ambiente de mistério e encantamento, despertando a curiosidade e a imaginação do leitor.


A sequência CORRETA é:
Alternativas
Q2568981 Português
Como Surgiram os Homens


     Existem várias lendas entre os índios sobre como os homens surgiram na Terra. Uma delas é esta:

   A selva era deserta. Nem uma aldeia, nem uma rede pendurada, nem uma fogueira, nem uma cabana, nem famílias, nem roçado. O dia nascia, mas só iluminava o vazio. Só dava luz à solidão. Os pássaros voavam e só pousavam nos galhos das árvores. Nem um telhado, nem uma palha trançada. Os peixes nadavam nos rios sem uma canoa como companhia. Até que surgiu o primeiro dos homens. Era jovem e belo e corria livre pela mata. Era amigo das matas e dos animais. Caçava só para comer, nadava com os peixes do rio, dormia com os macacos, sonhava com os pássaros. Tinha tudo para ser feliz.

    Mas o índio começou a ficar triste. Sentia-se sozinho. Via que os animais tinham companheiros e ele vivia numa grande solidão. Ele queria ter uma companheira e seres iguais a ele para conversar. Um dia, o rapaz foi conversar com sua amiga onça e contou sua tristeza:

   - Queria tanto uma companheira. Queria muito correr, conversar e brincar com outros parecidos comigo.

    A onça ouviu em silêncio o lamento do amigo. Pensou bastante e resolveu contar o segredo de como o índio poderia ter seus companheiros. A onça disse com cuidado nos ouvidos do nosso herói o grande segredo. O segredo da criação dos homens. O índio ficou feliz com a descoberta e logo começou a trabalhar como a onça ensinou. Foi até a mata e cortou árvores fazendo grossas toras. Pegou um grande pilão e socou as toras nele. Depois passou pimenta, fincou as toras num descampado e esperou a noite chegar.

   Quando anoiteceu, fez uma fogueira ao redor de cada uma das toras. Mas nada aconteceu. Ninguém apareceu. E nosso herói chorou muito. Mesmo assim, ele não desistiu. Talvez tivesse errado no tipo de árvore que cortou. Voltou para a floresta e cortou toras de outra árvore. E fez tudo como na primeira vez: socou as toras no pilão, passou pimenta e as fincou todas no descampado. Quando anoiteceu, acendeu uma fogueira em volta de cada tora. Novamente, a madeira não se transformou em gente. E o herói mais uma vez chorou. Foi um choro tão sofrido, tão grande, que o coitado adormeceu ali mesmo. No meio do descampado, as toras continuavam fincadas no chão.

   Quando o Sol foi nascendo devagar e acertando seus raios em cada uma das toras, elas se transformaram. Uma a uma foram virando gente. Com o calor do Sol, os índios despertaram e viveram. Eram tão belos e jovens que todos os animais fizeram uma festa para homenageá-los. E nosso herói viu com alegria o surgimento dos índios. Ele trocou olhares com uma bela índia e os dois se apaixonaram. Logo toda a terra estava povoada.

      E até hoje, no Alto Xingu, os índios dançam comemorando esse dia.


Disponível em: https://www.saobernardo.sp.gov.br. Acesso em 05/04/2024.
A tipologia textual é predominantemente:
Alternativas
Q2551321 Pedagogia
A respeito dos livros sagrados, analise os itens a seguir.

I. É um registro das palavras exatas reveladas por Deus por intermédio do anjo Gabriel ao Profeta Mohammad. Foi memorizado por ele, e então ditado aos seus companheiros, e registrado pelos seus escribas, que o conferiram durante sua vida.

II. É uma coleção ou compilação de livros sagrados, contendo as histórias, doutrinas, códigos e tradições que guiam os cristãos, com base na tradição judaica e na divulgação do evangelho.

III. São a segunda fonte da qual os ensinamentos do Islam são esboçados.

IV. É o nome dado aos cinco primeiros livros do Tanakh e que constituem o texto central do judaísmo, chamado também de Lei de Moisés.

Assinale a alternativa que apresenta os nomes dos livros sagrados, RESPECTIVAMENTE indicados nos itens: 
Alternativas
Q2551320 Pedagogia
“Um príncipe hindu rico, possuidor de todos os bens necessários para uma vida agradável, sem problemas e pertencente a uma das maiores castas. Bem que Siddartha Gautama poderia desfrutar tudo isso e viver sua vida com sua esposa, sua ilha recém-nascida, nos palácios de seu pai. [...] Passou a ser conhecido como Buda ou “Iluminado”. Espalhou suas descobertas por toda a Índia dando origem a uma das religiões mais influentes do mundo”. 

Sobre as verdades em torno das quais Buda desenvolveu o seu pensamento, analise os itens a seguir:
( )A primeira verdade é que o sofrimento é universal.
( ) A segunda identifica a causa do sofrimento (o desejo interno).
( ) A terceira indica a necessidade de dominar o desejo e aniquilar a ambição.
( ) A quarta verdade vai mostrar o caminho (os oito caminhos) para aniquilar a ambição.
( ) A quarta verdade também indica a indisposição de se sacrificar por todos os seres e de suportar humilhações e calúnias.


A sequência CORRETA é:
Alternativas
Q2551319 Pedagogia
“... é sociológico, não só teológico. Isso significa que é sobre como vivemos juntos e não necessariamente o que nós pensamos. Podemos discordar fundamentalmente sobre conceitos como Deus, Inferno, purgatório, transubstanciação e criação, mas, mesmo assim, concordamos que temos muito que aprender e a conviver juntos. Isso significa que cristãos não devem se fechar no seu mundo, porque ateus, agnósticos, e aqueles que se declaram não-religiosos devem ser bem-vindos.”

O conceito refere-se à ou ao:
Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2551318 Pedagogia
O Espiritismo é, ao mesmo tempo, uma ciência de observação e uma doutrina filosófica. Como ciência prática ele consiste nas relações que se estabelecem entre nós e os Espíritos; como filosofia, compreende todas as consequências morais que dimanam dessas mesmas relações.

Assinale a alternativa que NÃO CONDIZ com os ensinamentos fundamentais do Espiritismo.
Alternativas
Q2551317 Pedagogia
O movimento religioso contemporâneo Nova Era apareceu dessa forma no ano de 1937, numa perspectiva esotérica ligada à Era de Aquário como passagem para uma nova constelação. O ano de 2009 também se situa na Era de Aquário quando, a partir do movimento dos astros, sol, constelações, surgem novas civilizações. Essas novas civilizações trarão consigo um novo pensamento, uma “tomada de consciência” sobre a importância do Universo.

Sobre as partes da base espiritual dessa “tomada de consciência”, assinale a alternativa INADEQUADA. 
Alternativas
Q2551316 Pedagogia
No que diz respeito ao Ensino Religioso, julgue as assertivas a seguir.

( )Com a Constituição de 1934, o ensino da religião retoma seu lugar na escola, possuindo novo nome Ensino Religioso. Utilizando-se do argumento de a fé católica ser professada pela maioria da população, a Igreja tomou a frente desse ensino.

( )Na Lei n. 4.024/61, havia um ponto de vista teológico, confessional, doutrinal e esse ensino era ministrado como extensão da confessionalidade católica, pois seu eixo articulador era a dimensão do saber em si.

( )Com a Lei n. 5.692/71, tem-se o oferecimento de uma disciplina interconfessional, considerando os aspectos antropológico e axiológico. Nesse sentido, a disciplina já não é uma exclusividade dos católicos, outros credos passam a ser legítimas instâncias para ministrar tais aulas.

( )A Lei n. 9.394/96 passa a privilegiar a dimensão do saber em si, mas numa perspectiva diferente da confessionalidade; nessa nova forma de ministrar a disciplina, a religião é considerada como fenômeno humano, ou melhor, como experiência humana diversa.

A sequência CORRETA é:
Alternativas
Q2551315 Pedagogia
“É uma religião que não tem um fundador, apenas um livro sagrado ou regras singulares que nos ajudam a entender suas crenças e suas tradições. Passou por constantes transformações ao longo dos séculos. Apesar da diversidade de deuses e formas de encontrar o caminho, um aspecto é comum entre todos: a vida na Terra é parte de um ciclo de nascimentos, mortes e renascimentos, do qual é preciso se libertar”.

É CORRETO afirmar que o texto faz referência a religião: 
Alternativas
Q2551314 Pedagogia
“[...] é um campo de forças e de valores que eleva o homem religioso acima de si mesmo, que o transporta para um meio distinto daquele do qual transcorre sua existência. É por meio dos símbolos, dos mitos e dos ritos que o sagrado exerce sua função de mediação entre o homem e a divindade.”

O texto apresenta a concepção de
Alternativas
Q2551313 Conhecimentos Gerais
O Xamanismo é o conjunto de rituais ancestrais que são praticados para estabelecer uma ligação com o Sagrado.

Sobre o Xamanismo, assinale a alternativa FALSA.
Alternativas
Q2551312 Conhecimentos Gerais
“O culto aos orixás chegou ao Brasil juntamente com os africanos que atravessaram o Atlântico e foram escravizados aqui na América portuguesa. Do encontro cultural entre os elementos das três matrizes formadoras da sociedade brasileira - índio, africano e europeu -, surgiram às chamadas religiões afro-brasileiras”. 

São religiões afro-brasileiras, EXCETO:
Alternativas
Q2551311 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
De acordo com o artigo 32 da Lei nº 12.852/13 – Estatuto da Juventude, analise as alternativas e assinale a CORRETA:

No sistema de transporte coletivo interestadual, observar-se-á, nos termos da legislação específica:
Alternativas
Q2551307 Pedagogia
A respeito da família substituta, prevista no Art. 28. da Lei nº 8.069/90 – ECA, analise as alternativas e assinale a INCORRETA:
Alternativas
Q2551296 Direito Sanitário
A Lei Nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências.

Sobre os objetivos do Sistema Único de Saúde SUS, julgue as assertivas a seguir, de acordo com a Lei nº 8.080 de 19/09/90.

( )A identificação e divulgação dos fatores condicionantes e determinantes da saúde.

( )A formulação de política de saúde destinada a promover, nos campos econômico e social, a observância do disposto no § 1º do art. 2º desta lei.

( )A assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção, proteção e recuperação da saúde, com a realização integrada das ações assistenciais e das atividades preventivas.

( )A universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência.

A sequência CORRETA é:
Alternativas
Q2551295 Educação Física
Sobre a Capoeira, analise as alternativas e assinale a FALSA.
Alternativas
Q2551294 Educação Física
Sobre a dança, analise as alternativas e assinale a FALSA.
Alternativas
Q2551293 Educação Física
Considerando que cada evento esportivo possui suas próprias regras, particularidades e características próprias do formato, analise os itens a seguir.

I. No mundo dos eventos esportivos, é a modalidade mais comum. Nesse tipo de evento, todas as equipes/times competem entre si pelo menos em uma das fases de jogos. Geralmente, são eventos de longa duração.

II. São competições muito mais curtas, em que são disputados prêmios e posições em sistemas de eliminatórias simples ou duplas.

III. São atividades recreativas que envolvem diversos desafios e competições esportivas que geralmente fogem do habitual. Nesse formato, as equipes são compostas de várias pessoas, de diversas faixas etárias diferentes. Devido ao seu caráter recreativo, as regras costumam ser muito mais flexíveis.

IV. São modalidades dinâmicas e geralmente recreativas, em que as famílias e amigos prestigiam a performance dos jogadores – que podem praticar diversas modalidades diferentes.

As características próprias do formato, apresentadas nos itens, são referentes aos dos eventos esportivos RESPECTIVAMENTE:
Alternativas
Respostas
4761: D
4762: D
4763: B
4764: E
4765: B
4766: E
4767: B
4768: C
4769: D
4770: B
4771: C
4772: A
4773: D
4774: D
4775: D
4776: B
4777: B
4778: A
4779: A
4780: A