Questões de Concurso Para ima

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Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Floriano - PI
Q1224213 Odontologia
O exame clínico periodontal deve ser sistemático, começando-se na região dos molares e executado em toda a arcada. Serve como guia para a condição periodontal do paciente e resposta ao tratamento.
São parâmetros clínicos periodontais avaliados no periodontograma:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Floriano - PI
Q1224129 Odontologia
A doença periodontal é uma doença infecto-inflamatória que acomete os tecidos de suporte dos dentes, podendo levar a perda destes elementos caso não seja paralisada. Em relação às doenças periodontais, leia as afirmativas abaixo: 
I. A periodontite de progressão lenta tem como características: A inflamação gengival, formação de bolsa e perda óssea.
II. A gengivite causa à inflamação do tecido gengival, ocasionando a perda de inserção e a lesão de furca.
III. Na gengivite generalizada podemos visualizar a perda óssea no exame radiográfico.
IV. A utilização da antibioticoterapia antecede a raspagem e alisamento radicular.
Podemos afirmar:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Raposa - MA
Q1223864 Nutrição
A organização de prateleiras, armários e geladeira, além de ajudar muito no dia a dia da cozinha, ajuda a evitar desperdícios e contaminações de alimentos. Nas geladeiras, as hortaliças devem sempre ser higienizadas previamente, assim como os outros produtos. Na prateleira superior da geladeira deve ser colocado: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Raposa - MA
Q1223783 Nutrição
Dos fatores a serem observados na estocagem de alimentos, descritos abaixo, assinale àquele que não está correto: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Caxias - MA
Q1223657 Enfermagem
Sobre a Tuberculose, não se pode afirmar que: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Caxias - MA
Q1223587 Medicina
São sinais e sintomas de fraturas diafisárias de fêmur, EXCETO: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Caxias - MA
Q1223568 Medicina
As lesões tumorais na pelve são raras, podem representar tumores ósseos primários (sarcomas), secundários (metástases ósseas) ou ainda neoplasias de partes moles que acometem os ossos da pelve por contigüidade. Considerando a afirmativa marque a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Caxias - MA
Q1223444 Enfermagem
Não representa um agravo de notificação compulsória de periodicidade semanal: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Câmara de Cocal - PI
Q1223442 Português
ORIGEM DA VIDA 
A Terra quando se formou, há cerca de 5 bilhões de anos, era muito quente. Havia milhares de vulcões em erupção soltando muitos gases e vapores na atmosfera. 
Esses vapores formavam imensas nuvens e a Terra era constantemente devastada por fortes tempestades. Devido à alta temperatura, o calor evaporava a água que se transformava novamente em nuvens que se precipitavam em grandes tempestades. Esse ciclo de água foi acontecendo por milhões de anos. Pouco a pouco a Terra foi esfriando e as águas se acumulando na Terra, formando os mares e oceanos. Através da infiltração no solo, as águas formavam os lençóis de água subterrâneos que brotavam na superfície através de fontes de água.
Cientistas, através do estudo dos fósseis, descobriram que os primeiros seres vivos que surgiram na Terra há 3 bilhões de anos, se originaram nos oceanos. 
Com o passar do tempo, animais e vegetais foram sendo modificados e surgiram outros seres vivos. 
Depois vieram as aves, os mamíferos e o surgimento de uma enorme diversidade de seres vivos, incluindo o homem, que teve sua origem há mais ou menos 100 mil anos.  Há cerca de 200 milhões de anos, a Terra era dominada por dinossauros, hoje totalmente extintos.

Segundo o texto, os primeiros seres vivos que surgiram na Terra, se originaram: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Caxias - MA
Q1223395 Medicina
Nas fraturas agudas do colo do fêmur em pacientes idosos o primeiro passo para o manejo da fratura é estabelecer a idade fisiológica do paciente. Considerando a afirmativa, marque a alternativa que não representa uma variável usada para estabelecimento da idade fisiológica: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Caxias - MA
Q1223393 Enfermagem
Na consulta de enfermagem de puericultura devem ser avaliados os aspectos do desenvolvimento da criança. A preensão voluntária das mãos deve estar presente a partir da seguinte idade: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Câmara de Cocal - PI
Q1223324 Geografia
ORIGEM DA VIDA 
A Terra quando se formou, há cerca de 5 bilhões de anos, era muito quente. Havia milhares de vulcões em erupção soltando muitos gases e vapores na atmosfera. 
Esses vapores formavam imensas nuvens e a Terra era constantemente devastada por fortes tempestades. Devido à alta temperatura, o calor evaporava a água que se transformava novamente em nuvens que se precipitavam em grandes tempestades. Esse ciclo de água foi acontecendo por milhões de anos. Pouco a pouco a Terra foi esfriando e as águas se acumulando na Terra, formando os mares e oceanos. Através da infiltração no solo, as águas formavam os lençóis de água subterrâneos que brotavam na superfície através de fontes de água.
Cientistas, através do estudo dos fósseis, descobriram que os primeiros seres vivos que surgiram na Terra há 3 bilhões de anos, se originaram nos oceanos. 
Com o passar do tempo, animais e vegetais foram sendo modificados e surgiram outros seres vivos. 
Depois vieram as aves, os mamíferos e o surgimento de uma enorme diversidade de seres vivos, incluindo o homem, que teve sua origem há mais ou menos 100 mil anos.  Há cerca de 200 milhões de anos, a Terra era dominada por dinossauros, hoje totalmente extintos.

Através da infiltração no solo, as águas formavam: 

Alternativas
Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Câmara de Cocal - PI
Q1223306 Geologia
ORIGEM DA VIDA 
A Terra quando se formou, há cerca de 5 bilhões de anos, era muito quente. Havia milhares de vulcões em erupção soltando muitos gases e vapores na atmosfera. 
Esses vapores formavam imensas nuvens e a Terra era constantemente devastada por fortes tempestades. Devido à alta temperatura, o calor evaporava a água que se transformava novamente em nuvens que se precipitavam em grandes tempestades. Esse ciclo de água foi acontecendo por milhões de anos. Pouco a pouco a Terra foi esfriando e as águas se acumulando na Terra, formando os mares e oceanos. Através da infiltração no solo, as águas formavam os lençóis de água subterrâneos que brotavam na superfície através de fontes de água.
Cientistas, através do estudo dos fósseis, descobriram que os primeiros seres vivos que surgiram na Terra há 3 bilhões de anos, se originaram nos oceanos. 
Com o passar do tempo, animais e vegetais foram sendo modificados e surgiram outros seres vivos. 
Depois vieram as aves, os mamíferos e o surgimento de uma enorme diversidade de seres vivos, incluindo o homem, que teve sua origem há mais ou menos 100 mil anos.  Há cerca de 200 milhões de anos, a Terra era dominada por dinossauros, hoje totalmente extintos.

A Terra quando se formou, há cerca de 5 bilhões de anos era constantemente, devastada: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Raposa - MA
Q1222893 Arquivologia
A escolha da forma de ordenação depende muito da natureza dos documentos. Que técnica de arquivamento de documentos costuma aplicar na divisão dos assuntos, a estrutura abaixo? 
 Divisão do assunto em capítulos.    Divisão de cada capítulo em famílias.   Divisão de cada família em grupos, representando assuntos especializados.    Divisão eventual de cada grupo em subgrupos, indicando uma divisão particular. 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Benedito Leite - MA
Q1222835 Português
VIOLÊNCIA, TV E CRIANÇA: O COMEÇO DE UMA NOVA ERA. SERÁ? 
Muita gente culpa os meios de comunicação por disseminar e incentivar, através de programas e notícias, a violência no mundo. A tevê então é a principal acusada deste malefício à sociedade.
Acontece que os meios de comunicação são considerados, por estas mesmas pessoas, como causa de alguma coisa e não reflexo e causa ao mesmo tempo, num processo interativo, como pessoalmente creio ocorrer. Quer dizer: a tevê não é a causa das coisas, das transformações, dos fatos. Não. Ela é veículo. É meio pelo qual as coisas, as transformações e os fatos chegam aos indivíduos. 
Pois bem, é neste ponto que três temas passam a ser profundamente entrelaçados e discutidos, adquirindo a maior importância em qualquer sociedade: criança – violência e televisão. 
As crianças, estas estão aí. No Brasil, sessenta por cento da população têm menos de vinte anos de idade, o que desde logo dá a devida magnitude do problema. 
A violência também está aí mesmo. Com uma diferença: ao longo da história do mundo ela sempre esteve presente só que lá longe. Agora, graças aos meios de comunicação são as pessoas, em suas casas, as que estão presentes a ela. As gerações anteriores, para saber das guerras, ou as viam “idealizadas”, glamourizadas e heroicizadas no cinema, ou liam a respeito nos livros de história. Hoje, ninguém idealiza nada. Vê. Vê, via satélite. Não ouve falar dos horrores. Participa deles. Por outro lado, a violência aumenta em proporções assustadoras, tanto no resto do mundo como aqui bem perto, em cada esquina.
Pergunto eu: será só o incentivo à violência o resultado único desse processo de informação em escala mundial? 
É preciso lembrar, por exemplo, que muito da campanha de opinião pública contra a guerra do Vietnã nos Estados Unidos deveu-se à cobertura instantânea da televisão. Nada é estático. O que divulga provoca também resistências. Hoje as pessoas deixaram de ter a violência como algo sempre distante, algo que “só acontece com os outros”. Todos estão ameaçados nesta bolota azul em que vivemos. Logo, repudiar a violência é tarefa comum. 
 Não é verdade, igualmente, que os meios de comunicação só disseminem a violência. Quem acompanha de boa-fé, assiste ao alerta diário destes meios contra todas as formas de violência e as ameaças de destruição tanto da terra quanto da espécie, no caso de persistirem as ameaças nucleares e as afrontas ecológicas. 
Ninguém aguenta tensões prolongadas. A humanidade está podendo se ver a cada dia. Está podendo julgar e avaliar a que leva os seus desvarios. Está se conhecendo em seus máximos e em seus mínimos, em suas grandezas e em suas patologias, como nunca antes da televisão fora possível. Está secretando os anticorpos à violência e as atitudes necessárias à sua sobrevivência. Está consciente de que a ameaça é conjuntural. De que ou o homem se entende e redescobre o Direito estabelecendo seu primado, ou se aniquila: no macro do mundo ou no micro de cada comunidade.
E as crianças? Elas estão assistindo a tudo isso. Elas, por definição, são mais saudáveis, mais instintivas, mais purificadas. Ninguém vai lhes contar histórias sobre as guerras: elas as acompanham. Sobre os atentados brutais: elas os veem. E no segredo de sua psique, ainda plena dos instintos vitais, seguramente elaboram os mecanismos de defesa necessários à preservação da vida.
É analisando estes assuntos que me recordo de uma tese, estranha, mas séria e digna de reflexão, de um amigo meu, médico, homem de idade, sabedoria e ciência. Diz ele que nunca como hoje a humanidade pôde conviver tão perto da loucura. Ela entra diariamente através dos noticiários, dos fatos e das imagens, enfim, da comunicação moderna. E acrescenta: só quando o ser humano aceitar conviver com seu lado louco ele começa a se aproximar da cura. Negar a loucura é tão louco quanto ela. Aceitá-la como dado desse eterno conflito em superação no caminho absoluto que é o homem significa poder entrar em relação com a doença e só assim tratá-la, superá-la, dimensioná-la, aproveitar o fluxo de sua energia desordenada para a tarefa de reconstrução humana. 
Desnecessário dizer que ele é psiquiatra. Como necessário é concluir o artigo dizendo: concordando ou não, sua tese merece reflexão. E perguntando com pavor: será mesmo necessário pagar um preço existencial tão alto para se ter esperança? Que ela venha com as crianças deste país que sei (por intuição) serão os pontais de uma civilização espiritualizada que há de emergir (já está começando) das cinzas da violência, se possível antes da generalização desta como única forma de resolver os conflitos e as diferenças entre os homens. Eros e Tanatos, sempre. Mas o amor é maior que o ódio.   Artur da Távola - 1979 

“Elas estão assistindo a tudo isso.”  (10º parágrafo) 
A regência do verbo destacado  contraria os padrões cultos da língua escrita em:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Benedito Leite - MA
Q1222783 Português
A palavra “SE” é classificada como pronome apassivador em:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Benedito Leite - MA
Q1222686 Português
VIOLÊNCIA, TV E CRIANÇA: O COMEÇO DE UMA NOVA ERA. SERÁ? 
Muita gente culpa os meios de comunicação por disseminar e incentivar, através de programas e notícias, a violência no mundo. A tevê então é a principal acusada deste malefício à sociedade.
Acontece que os meios de comunicação são considerados, por estas mesmas pessoas, como causa de alguma coisa e não reflexo e causa ao mesmo tempo, num processo interativo, como pessoalmente creio ocorrer. Quer dizer: a tevê não é a causa das coisas, das transformações, dos fatos. Não. Ela é veículo. É meio pelo qual as coisas, as transformações e os fatos chegam aos indivíduos. 
Pois bem, é neste ponto que três temas passam a ser profundamente entrelaçados e discutidos, adquirindo a maior importância em qualquer sociedade: criança – violência e televisão. 
As crianças, estas estão aí. No Brasil, sessenta por cento da população têm menos de vinte anos de idade, o que desde logo dá a devida magnitude do problema. 
A violência também está aí mesmo. Com uma diferença: ao longo da história do mundo ela sempre esteve presente só que lá longe. Agora, graças aos meios de comunicação são as pessoas, em suas casas, as que estão presentes a ela. As gerações anteriores, para saber das guerras, ou as viam “idealizadas”, glamourizadas e heroicizadas no cinema, ou liam a respeito nos livros de história. Hoje, ninguém idealiza nada. Vê. Vê, via satélite. Não ouve falar dos horrores. Participa deles. Por outro lado, a violência aumenta em proporções assustadoras, tanto no resto do mundo como aqui bem perto, em cada esquina.
Pergunto eu: será só o incentivo à violência o resultado único desse processo de informação em escala mundial? 
É preciso lembrar, por exemplo, que muito da campanha de opinião pública contra a guerra do Vietnã nos Estados Unidos deveu-se à cobertura instantânea da televisão. Nada é estático. O que divulga provoca também resistências. Hoje as pessoas deixaram de ter a violência como algo sempre distante, algo que “só acontece com os outros”. Todos estão ameaçados nesta bolota azul em que vivemos. Logo, repudiar a violência é tarefa comum. 
 Não é verdade, igualmente, que os meios de comunicação só disseminem a violência. Quem acompanha de boa-fé, assiste ao alerta diário destes meios contra todas as formas de violência e as ameaças de destruição tanto da terra quanto da espécie, no caso de persistirem as ameaças nucleares e as afrontas ecológicas. 
Ninguém aguenta tensões prolongadas. A humanidade está podendo se ver a cada dia. Está podendo julgar e avaliar a que leva os seus desvarios. Está se conhecendo em seus máximos e em seus mínimos, em suas grandezas e em suas patologias, como nunca antes da televisão fora possível. Está secretando os anticorpos à violência e as atitudes necessárias à sua sobrevivência. Está consciente de que a ameaça é conjuntural. De que ou o homem se entende e redescobre o Direito estabelecendo seu primado, ou se aniquila: no macro do mundo ou no micro de cada comunidade.
E as crianças? Elas estão assistindo a tudo isso. Elas, por definição, são mais saudáveis, mais instintivas, mais purificadas. Ninguém vai lhes contar histórias sobre as guerras: elas as acompanham. Sobre os atentados brutais: elas os veem. E no segredo de sua psique, ainda plena dos instintos vitais, seguramente elaboram os mecanismos de defesa necessários à preservação da vida.
É analisando estes assuntos que me recordo de uma tese, estranha, mas séria e digna de reflexão, de um amigo meu, médico, homem de idade, sabedoria e ciência. Diz ele que nunca como hoje a humanidade pôde conviver tão perto da loucura. Ela entra diariamente através dos noticiários, dos fatos e das imagens, enfim, da comunicação moderna. E acrescenta: só quando o ser humano aceitar conviver com seu lado louco ele começa a se aproximar da cura. Negar a loucura é tão louco quanto ela. Aceitá-la como dado desse eterno conflito em superação no caminho absoluto que é o homem significa poder entrar em relação com a doença e só assim tratá-la, superá-la, dimensioná-la, aproveitar o fluxo de sua energia desordenada para a tarefa de reconstrução humana. 
Desnecessário dizer que ele é psiquiatra. Como necessário é concluir o artigo dizendo: concordando ou não, sua tese merece reflexão. E perguntando com pavor: será mesmo necessário pagar um preço existencial tão alto para se ter esperança? Que ela venha com as crianças deste país que sei (por intuição) serão os pontais de uma civilização espiritualizada que há de emergir (já está começando) das cinzas da violência, se possível antes da generalização desta como única forma de resolver os conflitos e as diferenças entre os homens. Eros e Tanatos, sempre. Mas o amor é maior que o ódio.   Artur da Távola - 1979 

“Está se conhecendo em seus máximos e em seus mínimos, em suas grandezas e em suas patologias, como nunca antes da televisão fora possível.” (9º parágrafo)

O verbo destacado nessa frase está conjugado no: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Benedito Leite - MA
Q1222658 Português
Marque a alternativa que contraria as regras de concordância:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Benedito Leite - MA
Q1222634 Português
É uma palavra formada por derivação sufixal :  
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Benedito Leite - MA
Q1222621 Português
VIOLÊNCIA, TV E CRIANÇA: O COMEÇO DE UMA NOVA ERA. SERÁ? 
Muita gente culpa os meios de comunicação por disseminar e incentivar, através de programas e notícias, a violência no mundo. A tevê então é a principal acusada deste malefício à sociedade.
Acontece que os meios de comunicação são considerados, por estas mesmas pessoas, como causa de alguma coisa e não reflexo e causa ao mesmo tempo, num processo interativo, como pessoalmente creio ocorrer. Quer dizer: a tevê não é a causa das coisas, das transformações, dos fatos. Não. Ela é veículo. É meio pelo qual as coisas, as transformações e os fatos chegam aos indivíduos. 
Pois bem, é neste ponto que três temas passam a ser profundamente entrelaçados e discutidos, adquirindo a maior importância em qualquer sociedade: criança – violência e televisão. 
As crianças, estas estão aí. No Brasil, sessenta por cento da população têm menos de vinte anos de idade, o que desde logo dá a devida magnitude do problema. 
A violência também está aí mesmo. Com uma diferença: ao longo da história do mundo ela sempre esteve presente só que lá longe. Agora, graças aos meios de comunicação são as pessoas, em suas casas, as que estão presentes a ela. As gerações anteriores, para saber das guerras, ou as viam “idealizadas”, glamourizadas e heroicizadas no cinema, ou liam a respeito nos livros de história. Hoje, ninguém idealiza nada. Vê. Vê, via satélite. Não ouve falar dos horrores. Participa deles. Por outro lado, a violência aumenta em proporções assustadoras, tanto no resto do mundo como aqui bem perto, em cada esquina.
Pergunto eu: será só o incentivo à violência o resultado único desse processo de informação em escala mundial? 
É preciso lembrar, por exemplo, que muito da campanha de opinião pública contra a guerra do Vietnã nos Estados Unidos deveu-se à cobertura instantânea da televisão. Nada é estático. O que divulga provoca também resistências. Hoje as pessoas deixaram de ter a violência como algo sempre distante, algo que “só acontece com os outros”. Todos estão ameaçados nesta bolota azul em que vivemos. Logo, repudiar a violência é tarefa comum. 
 Não é verdade, igualmente, que os meios de comunicação só disseminem a violência. Quem acompanha de boa-fé, assiste ao alerta diário destes meios contra todas as formas de violência e as ameaças de destruição tanto da terra quanto da espécie, no caso de persistirem as ameaças nucleares e as afrontas ecológicas. 
Ninguém aguenta tensões prolongadas. A humanidade está podendo se ver a cada dia. Está podendo julgar e avaliar a que leva os seus desvarios. Está se conhecendo em seus máximos e em seus mínimos, em suas grandezas e em suas patologias, como nunca antes da televisão fora possível. Está secretando os anticorpos à violência e as atitudes necessárias à sua sobrevivência. Está consciente de que a ameaça é conjuntural. De que ou o homem se entende e redescobre o Direito estabelecendo seu primado, ou se aniquila: no macro do mundo ou no micro de cada comunidade.
E as crianças? Elas estão assistindo a tudo isso. Elas, por definição, são mais saudáveis, mais instintivas, mais purificadas. Ninguém vai lhes contar histórias sobre as guerras: elas as acompanham. Sobre os atentados brutais: elas os veem. E no segredo de sua psique, ainda plena dos instintos vitais, seguramente elaboram os mecanismos de defesa necessários à preservação da vida.
É analisando estes assuntos que me recordo de uma tese, estranha, mas séria e digna de reflexão, de um amigo meu, médico, homem de idade, sabedoria e ciência. Diz ele que nunca como hoje a humanidade pôde conviver tão perto da loucura. Ela entra diariamente através dos noticiários, dos fatos e das imagens, enfim, da comunicação moderna. E acrescenta: só quando o ser humano aceitar conviver com seu lado louco ele começa a se aproximar da cura. Negar a loucura é tão louco quanto ela. Aceitá-la como dado desse eterno conflito em superação no caminho absoluto que é o homem significa poder entrar em relação com a doença e só assim tratá-la, superá-la, dimensioná-la, aproveitar o fluxo de sua energia desordenada para a tarefa de reconstrução humana. 
Desnecessário dizer que ele é psiquiatra. Como necessário é concluir o artigo dizendo: concordando ou não, sua tese merece reflexão. E perguntando com pavor: será mesmo necessário pagar um preço existencial tão alto para se ter esperança? Que ela venha com as crianças deste país que sei (por intuição) serão os pontais de uma civilização espiritualizada que há de emergir (já está começando) das cinzas da violência, se possível antes da generalização desta como única forma de resolver os conflitos e as diferenças entre os homens. Eros e Tanatos, sempre. Mas o amor é maior que o ódio.   Artur da Távola - 1979 

Logo, repudiar a violência é tarefa comum.”  (7º parágrafo) 

Mantendo-se o sentido da frase, a palavra destacada pode ser substituída pelas conjunções apresentadas a seguir, exceto: 
Alternativas
Respostas
1841: D
1842: A
1843: C
1844: A
1845: B
1846: C
1847: C
1848: A
1849: C
1850: A
1851: D
1852: A
1853: C
1854: C
1855: B
1856: C
1857: D
1858: A
1859: C
1860: B