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Q2369014 Português
Texto 4


Ser idoso no trânsito

Valdevino de Souza


Estou acordado na cama desde as três horas da madrugada. Agora escuto o assobio dos automóveis passando na Anhanguera, já é hora de levantar. Ligo o rádio que comprei na Santa Efigênia. Modifiquei a frequência para ouvir a previsão do tempo direto do Aeroporto, eles erram menos. Vejo na TV como está o trânsito na zona Oeste. O dia será promissor. Sol aberto e trânsito tranquilo nesta quarta-feira.

[...]

Hoje seria tão bom se pudesse fazer minha caminhada num lugar diferente. Quem sabe o Parque da Água Branca... Rever amigos e quem sabe antigos conhecidos do bairro em que morei logo que me casei.

De moletom, camisa manga curta, documentos no bolso, tênis e boné, ligo o velho Fusca - ainda em boa forma - e tiro a neblina com uma canequinha que meu netinho costumava usar quando pequeno aqui em casa. Abro os portões. Cumprimento o Sr. Wilson que põe o lixo na calçada.

— Já vai, Sr. Souza? - ele cumprimenta. Pego os óculos no porta-luvas. Olho pelo retrovisor para a frase que colei no vidro traseiro do Fusca: 'IDOSO Á BORDO'. Fecho os olhos por um instante. Ainda tem sereno!

[...]

Em mais dez minutos... Já estou na Francisco Matarazzo! Vejo o Shopping com suas pracinhas... Quem sabe à tardinha. Recordo-me que toda essa área pertenceu a uma única família, muito rica, numa época anterior a minha. Ainda estão de pé alguns dos tijolos dessa história. Penso: ‘O que deixei pra recordarem da minha história? Não sou rico, nem construí. Criei meus filhos de modo honesto. Trabalhei em muito escritório. Vi a cidade crescer...’

O Parque está logo adiante. Nem parece que sou um idoso no trânsito de São Paulo.

Opá! O sinal fechou.

O Sol já está à mostra. Fecho os olhos por um instante. Acordo com o bater de uma caneta no vidro do meu carro. Epa! Acho que cochilei. Que pena! Parece que eu estava apenas sonhando na garagem de novo... Ou não.

Vejo um rapaz bem-disposto sorrindo pra mim. É o meu neto que trabalha no CET me dizendo que o farol vai abrir.

Puxa! Por um instante quase acreditei que minha mente ainda corria mais rápido do que meu velho Fusca.

— Não esquece que hoje tem consulta, Vô! Ele me dá um novo adesivo, para colar no vidro da frente: 'Este vovô é rastreado pelo CET'. Com um neto assim, quem não consegue ser um idoso no trânsito de São Paulo! 



http://www.cetsp.com.br/consultas/educacao/a-historiado-premio-cet-de-educacao-de-transito/2a-edicao2010/terceira-idade-%E2%80%93-cronica.aspx
O texto “Ser idoso no trânsito” fala sobre:
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Q2369013 Português

Texto 3


Prefeitura monta força-tarefa para limpeza e desobstrução de vias em Petrópolis


Terça, 21 Novembro 2023 13:12



A Prefeitura montou uma força-tarefa em resposta à chuva registrada em Petrópolis na noite deste sábado (18/11). Além das equipes das secretarias de Proteção e Defesa Civil, CPTrans e Guarda Civil Municipal, que estão trabalhando desde a noite de ontem em atendimento as ocorrências, mais de 100 trabalhadores da Companhia Municipal de Desenvolvimento de Petrópolis (Comdep) foram mobilizados neste domingo (19/11) para realizarem a limpeza e desobstrução das vias afetadas por quedas de árvores e galhos.


“A cidade vai retornar à normalidade o mais breve possível. Para isso, aumentamos o número de funcionários que estão trabalhando nas ruas. O mais importante neste momento é que não houve vítimas", disse o prefeito Rubens Bomtempo.


Pela manhã, as equipes da Comdep estão atuando no corte e poda de árvores na Posse, Roseiral, Mosela, Duchas, Centro e Avenida Barão do Rio Branco. Esse trabalho também vai chegar nas demais áreas afetadas pela chuva, como na região Itaipava, por exemplo. Além disso, os trabalhadores estão mobilizados para realizar a remoção de galhos e troncos que estão obstruindo vias públicas.


O presidente da Comdep frisa que todas as ocorrências serão atendidas pela frente de trabalho da Companhia. “Estamos empenhados em liberar os acessos à todas as localidades afetadas pela chuva. Em alguns casos, precisamos que a Enel faça o desligamento da energia para que a Comdep possa concluir o corte das árvores e a limpeza das ruas”, disse Léo França.



https://www.petropolis.rj.gov.br/pmp/index.php/noticias/it

em/20988-prefeitura-monta-forca-tarefa-paralimpeza-e-desobstrucao-de-vias-em-petropolis


No trecho “...O mais importante neste momento é que não houve vítimas", disse o prefeito Rubens Bomtempo.” a palavra destacada está flexionada: 
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Q2369011 Português

Texto 3


Prefeitura monta força-tarefa para limpeza e desobstrução de vias em Petrópolis


Terça, 21 Novembro 2023 13:12



A Prefeitura montou uma força-tarefa em resposta à chuva registrada em Petrópolis na noite deste sábado (18/11). Além das equipes das secretarias de Proteção e Defesa Civil, CPTrans e Guarda Civil Municipal, que estão trabalhando desde a noite de ontem em atendimento as ocorrências, mais de 100 trabalhadores da Companhia Municipal de Desenvolvimento de Petrópolis (Comdep) foram mobilizados neste domingo (19/11) para realizarem a limpeza e desobstrução das vias afetadas por quedas de árvores e galhos.


“A cidade vai retornar à normalidade o mais breve possível. Para isso, aumentamos o número de funcionários que estão trabalhando nas ruas. O mais importante neste momento é que não houve vítimas", disse o prefeito Rubens Bomtempo.


Pela manhã, as equipes da Comdep estão atuando no corte e poda de árvores na Posse, Roseiral, Mosela, Duchas, Centro e Avenida Barão do Rio Branco. Esse trabalho também vai chegar nas demais áreas afetadas pela chuva, como na região Itaipava, por exemplo. Além disso, os trabalhadores estão mobilizados para realizar a remoção de galhos e troncos que estão obstruindo vias públicas.


O presidente da Comdep frisa que todas as ocorrências serão atendidas pela frente de trabalho da Companhia. “Estamos empenhados em liberar os acessos à todas as localidades afetadas pela chuva. Em alguns casos, precisamos que a Enel faça o desligamento da energia para que a Comdep possa concluir o corte das árvores e a limpeza das ruas”, disse Léo França.



https://www.petropolis.rj.gov.br/pmp/index.php/noticias/it

em/20988-prefeitura-monta-forca-tarefa-paralimpeza-e-desobstrucao-de-vias-em-petropolis


O assunto principal da notícia é falar sobre: 
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Q2369005 História e Geografia de Estados e Municípios
Dentre os principais segmentos da indústria de Petrópolis, que mais movimentam a economia local e geram empregos, destacam-se os ramos de:
Alternativas
Q2369004 História e Geografia de Estados e Municípios

Observe a figura a seguir.




Imagem associada para resolução da questão



“O Brasão do Município de Petrópolis foi criado pela deliberação nº 224 de 8 de janeiro de 1929, sendo o Prefeito o Dr. Paula Buarque.” 



(Disponível em: https://www.petropolis.rj.gov.br/pmp/index.php/cidade/29-brasao. Acesso em 24/11/23.)



A inscrição "Altiora Semper Petens", que consta no brasão da cidade de Petrópolis, significa:


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Q2369003 História e Geografia de Estados e Municípios
Geograficamente, a cidade de Petrópolis continua na Região Serrana, mas por se tornar prioridade na participação de programas em diversas áreas, como mobilidade e habitação voltou a integrar a Região:
Alternativas
Q2369002 História e Geografia de Estados e Municípios
O Parque Nacional que foi criado em 1939, através de um decreto assinado pelo então Presidente Getúlio Vargas, considerado o terceiro mais antigo parque nacional brasileiro e abrange os municípios de Teresópolis, Petrópolis, Magé e Guapimirim, denominase: 
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Q2369001 História e Geografia de Estados e Municípios

“A palavra distrito significa unidade administrativa de um município”


(Disponível em:

https://censo2010.ibge.gov.br/apps/atlas/pdf/209_213_Glossario_

ATLASDEMO%202010.pdf. Acesso em 24/11/23.)



O Município de Petrópolis está dividido em cinco distritos, são eles:

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Q2368990 Português
Texto 5


Crônica de uma Jundiaí profunda: esmagando ideias!

Texto de Rodrigo Félix sociólogo, ciclista e cicloativista em Jundiaí



Será que uma ideia pode ser esmagada? Nossa história começa em uma cidade chamada Carrolândia! Cidade onde as pessoas se cortejam pelo ronco dos motores; onde não se olham nos olhos, mas sim pelo reflexo do vidro fumê; onde as buzinadas são a língua oficial. Cidade da saúde via carro (“Drive-thru” da vacina – que esqueceu, num primeiro momento, dos nãomotorizados); da cultura via carro (“Drive-in” do cinema cult); do sexo via carro (“Drive-in” do motel). A Carrolândia foi recentemente considerada a segunda melhor cidade do país para se viver, segundo pesquisa. Além disso, ganhou o título de cidade inteligente, opssss…., inteligente não, “Smart”! O título adequado seria “Smart Car City” (grifos meus). Mas será que ela é “Smart” e boa de se viver para todos os seus habitantes?


Alguns habitantes da Carrolândia devem ter passado despercebidos nesta última pesquisa sobre qualidade de vida. Trata-se de gente invisível que habita a cidade! É que nem todo mundo é cidadão aqui na Carrolândia. Adivinhem vocês, “carros leitores”, quem é que não é considerado gente nesse reino do motor? Quem adivinhar, aperte a buzina!
[...] 


Um desses seres invisíveis e que nunca alcançaram a cidadania na Carrolândia é o Seu Buiú. Jardineiro, 60 anos, morador da “Vila Carros Gomes”. Por necessidade, como muitos, fez da bicicleta seu meio de transporte, justo aqui no reino do motor! Seu Buiú é gente, mas é também um sem-carro, e por isso não perguntaram pra ele...


Seu Buiú, numa dessas andanças, desautorizadamente sem-motor, cruzou num sábado de manhã com um motorista de caminhão...
[...]


Pois bem, parados no farol, Buiú e o motorista, a luta está posta, ainda que nenhum dos lados quisesse de fato brigar! ... Era o último farol para que ambos pudessem “descansar”, cada um a seu modo. Buiú, por um acidente, relatos indicam que por um susto com o barulho do escapamento do caminhão (ou por qualquer outro motivo), perdeu o equilíbrio e caiu. Foi a nocaute antes mesmo que a luta pudesse começar. Numa fração de segundos, a luz verde… o farol autorizou a partida do motor e a partida espiritual!


Pergunto de novo, “carro leitor”, será que uma ideia pode ser esmagada?


Parece que na Carrolândia, cidade da carrocracia e do carrocentrismo, qualquer coisa pode ser esmagada! Para isso basta entrar sem um carro nesse campo de guerra que são as “vias exclusivas para compradores de veículos automotores”. Buiú tinha ideias, sonhos e planos. Queria voltar a ver seu filho, queria voltar para sua terra natal, sair da Carrolândia (supostamente a segunda melhor cidade para se dirig… opsss para se viver!). Buiú tinha muitas ideias na cabeça, mas essa parte do seu corpo não resistiu à pressão da Carrolândia, que estava toda contida naquela roda de caminhão!
[...]


https://passapalavra.info/2021/11/140889/

Carrolândia..., carrocracia..., carrocentrismo..., carro leitor...
A intenção do autor do texto ao “criar” essas palavras é a de: 
Alternativas
Q2368989 Português
Texto 5


Crônica de uma Jundiaí profunda: esmagando ideias!

Texto de Rodrigo Félix sociólogo, ciclista e cicloativista em Jundiaí



Será que uma ideia pode ser esmagada? Nossa história começa em uma cidade chamada Carrolândia! Cidade onde as pessoas se cortejam pelo ronco dos motores; onde não se olham nos olhos, mas sim pelo reflexo do vidro fumê; onde as buzinadas são a língua oficial. Cidade da saúde via carro (“Drive-thru” da vacina – que esqueceu, num primeiro momento, dos nãomotorizados); da cultura via carro (“Drive-in” do cinema cult); do sexo via carro (“Drive-in” do motel). A Carrolândia foi recentemente considerada a segunda melhor cidade do país para se viver, segundo pesquisa. Além disso, ganhou o título de cidade inteligente, opssss…., inteligente não, “Smart”! O título adequado seria “Smart Car City” (grifos meus). Mas será que ela é “Smart” e boa de se viver para todos os seus habitantes?


Alguns habitantes da Carrolândia devem ter passado despercebidos nesta última pesquisa sobre qualidade de vida. Trata-se de gente invisível que habita a cidade! É que nem todo mundo é cidadão aqui na Carrolândia. Adivinhem vocês, “carros leitores”, quem é que não é considerado gente nesse reino do motor? Quem adivinhar, aperte a buzina!
[...] 


Um desses seres invisíveis e que nunca alcançaram a cidadania na Carrolândia é o Seu Buiú. Jardineiro, 60 anos, morador da “Vila Carros Gomes”. Por necessidade, como muitos, fez da bicicleta seu meio de transporte, justo aqui no reino do motor! Seu Buiú é gente, mas é também um sem-carro, e por isso não perguntaram pra ele...


Seu Buiú, numa dessas andanças, desautorizadamente sem-motor, cruzou num sábado de manhã com um motorista de caminhão...
[...]


Pois bem, parados no farol, Buiú e o motorista, a luta está posta, ainda que nenhum dos lados quisesse de fato brigar! ... Era o último farol para que ambos pudessem “descansar”, cada um a seu modo. Buiú, por um acidente, relatos indicam que por um susto com o barulho do escapamento do caminhão (ou por qualquer outro motivo), perdeu o equilíbrio e caiu. Foi a nocaute antes mesmo que a luta pudesse começar. Numa fração de segundos, a luz verde… o farol autorizou a partida do motor e a partida espiritual!


Pergunto de novo, “carro leitor”, será que uma ideia pode ser esmagada?


Parece que na Carrolândia, cidade da carrocracia e do carrocentrismo, qualquer coisa pode ser esmagada! Para isso basta entrar sem um carro nesse campo de guerra que são as “vias exclusivas para compradores de veículos automotores”. Buiú tinha ideias, sonhos e planos. Queria voltar a ver seu filho, queria voltar para sua terra natal, sair da Carrolândia (supostamente a segunda melhor cidade para se dirig… opsss para se viver!). Buiú tinha muitas ideias na cabeça, mas essa parte do seu corpo não resistiu à pressão da Carrolândia, que estava toda contida naquela roda de caminhão!
[...]


https://passapalavra.info/2021/11/140889/

A forma correta do plural de “...vidro fumê...” é:
Alternativas
Q2368988 Português
Texto 5


Crônica de uma Jundiaí profunda: esmagando ideias!

Texto de Rodrigo Félix sociólogo, ciclista e cicloativista em Jundiaí



Será que uma ideia pode ser esmagada? Nossa história começa em uma cidade chamada Carrolândia! Cidade onde as pessoas se cortejam pelo ronco dos motores; onde não se olham nos olhos, mas sim pelo reflexo do vidro fumê; onde as buzinadas são a língua oficial. Cidade da saúde via carro (“Drive-thru” da vacina – que esqueceu, num primeiro momento, dos nãomotorizados); da cultura via carro (“Drive-in” do cinema cult); do sexo via carro (“Drive-in” do motel). A Carrolândia foi recentemente considerada a segunda melhor cidade do país para se viver, segundo pesquisa. Além disso, ganhou o título de cidade inteligente, opssss…., inteligente não, “Smart”! O título adequado seria “Smart Car City” (grifos meus). Mas será que ela é “Smart” e boa de se viver para todos os seus habitantes?


Alguns habitantes da Carrolândia devem ter passado despercebidos nesta última pesquisa sobre qualidade de vida. Trata-se de gente invisível que habita a cidade! É que nem todo mundo é cidadão aqui na Carrolândia. Adivinhem vocês, “carros leitores”, quem é que não é considerado gente nesse reino do motor? Quem adivinhar, aperte a buzina!
[...] 


Um desses seres invisíveis e que nunca alcançaram a cidadania na Carrolândia é o Seu Buiú. Jardineiro, 60 anos, morador da “Vila Carros Gomes”. Por necessidade, como muitos, fez da bicicleta seu meio de transporte, justo aqui no reino do motor! Seu Buiú é gente, mas é também um sem-carro, e por isso não perguntaram pra ele...


Seu Buiú, numa dessas andanças, desautorizadamente sem-motor, cruzou num sábado de manhã com um motorista de caminhão...
[...]


Pois bem, parados no farol, Buiú e o motorista, a luta está posta, ainda que nenhum dos lados quisesse de fato brigar! ... Era o último farol para que ambos pudessem “descansar”, cada um a seu modo. Buiú, por um acidente, relatos indicam que por um susto com o barulho do escapamento do caminhão (ou por qualquer outro motivo), perdeu o equilíbrio e caiu. Foi a nocaute antes mesmo que a luta pudesse começar. Numa fração de segundos, a luz verde… o farol autorizou a partida do motor e a partida espiritual!


Pergunto de novo, “carro leitor”, será que uma ideia pode ser esmagada?


Parece que na Carrolândia, cidade da carrocracia e do carrocentrismo, qualquer coisa pode ser esmagada! Para isso basta entrar sem um carro nesse campo de guerra que são as “vias exclusivas para compradores de veículos automotores”. Buiú tinha ideias, sonhos e planos. Queria voltar a ver seu filho, queria voltar para sua terra natal, sair da Carrolândia (supostamente a segunda melhor cidade para se dirig… opsss para se viver!). Buiú tinha muitas ideias na cabeça, mas essa parte do seu corpo não resistiu à pressão da Carrolândia, que estava toda contida naquela roda de caminhão!
[...]


https://passapalavra.info/2021/11/140889/

O assunto principal do texto é: 
Alternativas
Q2368982 Português
Texto 1


Terça, 24 Outubro 2023 17:25

CPTrans e Polícia Militar realizam ações contra o transporte irregular



Equipes da Companhia Petropolitana de Trânsito e Transportes (CPTrans) e da Polícia Militar (PM) realizaram duas ações nesta segunda-feira (23) contra o transporte irregular. As blitzes aconteceram no Retiro e no Centro (Praça do Skate).


“Essas duas ações são desdobramentos da reunião realizada na semana passada com o comandante do 26ºBPM, tenente coronel Celso Lyra, para tratar dessas operações, que devem ser em conjunto. A CPTrans e a PM recebem muitas denúncias sobre o transporte irregular, como lotadas e motos barulhentas. Outras ações vão acontecer”, disse o prefeito Rubens Bomtempo. No Retiro, a ação aconteceu próximo a 105ª Delegacia de Polícia (DP). Foram 36 notificações entre falta do uso de cinto de segurança, uso do celular enquanto dirige e estacionamento irregular.


No Centro, foram 36 autuações, entre elas motoristas sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH). “As ações serão reforçadas e vamos atuar juntos para coibir o transporte irregular”, ressaltou o comandante do 26ºBPM, tenente coronel Celso Lyra.


https://www.petropolis.rj.gov.br/pmp/index.php/noticias/item/20860-
cptrans-e-policia-militar-realizam-acoes-contra-o-transporte-irregular

O grupo de palavras que faz o plural da mesma forma que a palavra “blitz” é: 
Alternativas
Q2368981 Português
Texto 1


Terça, 24 Outubro 2023 17:25

CPTrans e Polícia Militar realizam ações contra o transporte irregular



Equipes da Companhia Petropolitana de Trânsito e Transportes (CPTrans) e da Polícia Militar (PM) realizaram duas ações nesta segunda-feira (23) contra o transporte irregular. As blitzes aconteceram no Retiro e no Centro (Praça do Skate).


“Essas duas ações são desdobramentos da reunião realizada na semana passada com o comandante do 26ºBPM, tenente coronel Celso Lyra, para tratar dessas operações, que devem ser em conjunto. A CPTrans e a PM recebem muitas denúncias sobre o transporte irregular, como lotadas e motos barulhentas. Outras ações vão acontecer”, disse o prefeito Rubens Bomtempo. No Retiro, a ação aconteceu próximo a 105ª Delegacia de Polícia (DP). Foram 36 notificações entre falta do uso de cinto de segurança, uso do celular enquanto dirige e estacionamento irregular.


No Centro, foram 36 autuações, entre elas motoristas sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH). “As ações serão reforçadas e vamos atuar juntos para coibir o transporte irregular”, ressaltou o comandante do 26ºBPM, tenente coronel Celso Lyra.


https://www.petropolis.rj.gov.br/pmp/index.php/noticias/item/20860-
cptrans-e-policia-militar-realizam-acoes-contra-o-transporte-irregular

O assunto principal da notícia é falar sobre:
Alternativas
Q2368980 História e Geografia de Estados e Municípios
O município de Petrópolis, na Região Serrana do Rio, passa a ser oficialmente a Capital Estadual da Cerveja. O Distrito no qual grande parte da sua economia vem da cervejaria que tem o mesmo nome da cidade, Cervejaria Petrópolis, denomina-se:
Alternativas
Q2368979 História e Geografia de Estados e Municípios
O Mapa de Cultura do Estado do Rio de Janeiro é um projeto realizado pela Secretaria de Estado de Cultura para mapear e divulgar as principais manifestações culturais dos municípios. Em Petrópolis, destaca-se como patrimônio material da cidade: 
Alternativas
Q2368978 História e Geografia de Estados e Municípios
No brasão da cidade de Petrópolis foi inserida uma linha férrea, a Estrada de Ferro Petrópolis, que ligava o porto de Mauá, na Baía de Guanabara, à raiz da Serra da Estrela, atual Magé, encurtando o tempo de viagem até Petrópolis. Os trilhos e os dormentes referem-se a:
Alternativas
Q2368977 História e Geografia de Estados e Municípios

“Petrópolis, na Região Serrana do Rio, vai retomar o programa PET Zero” 


Disponível em: https://g1.globo.com/rj/regiaoserrana/noticia/2022/08/02/petropolis-retoma-programa-deincentivo-a-reciclagem-e-geracao-de-renda-no-vale-docarangola.ghtml. Acesso em 01/12/23)



O programa PET Zero faz referência ao ciclo de vida das garrafas feitas de plástico e tem como objetivo: 

Alternativas
Q2368976 História e Geografia de Estados e Municípios
Entre 1985 e 2020, houve um crescimento de 108,81% no espaço ocupado na cidade de Petrópolis pelos "aglomerados subnormais".

(Adaptado. Disponível em: https://g1.globo.com/rj/regiaoserrana/noticia/2022/02/23/ocupacao-irregular-de-areas-empetropolis-mais-do-que-dobrou-entre-1985-e-2020.ghtml. Acesso em 29/11/23)


O termo “aglomerados subnormais” refere-se:
Alternativas
Q2368975 Matemática

Na tabela a seguir estão os quatro funcionários do setor de logística de certa empresa.



Imagem associada para resolução da questão




Todos os salários aumentarão, no próximo mês, em R$ 180,00. O aumento total na folha de pagamento da empresa, em reais, foi de:

Alternativas
Q2368965 Português
Texto 3


OS BONDES


Pode ser fantasia, papel leva tudo, diz o povo, mas das gentis novidades que os jornais prometem por obra do novo prefeito do Rio, a que mais me entusiasma será a volta dos bondes, imagina, os bondes. Nem acredito, a tanto não chegam as minhas veleidades. Bonde circulando pela rua, a gente esperando no poste de listra branca, escalando o alto estribo, instalando-se no velho banco de madeira, abrindo o jornal e deixando o motorneiro correr, o vento nos banhando o rosto… E o dito motorneiro badalando na sua campa delém-delém! e o condutor tilintando os níqueis no nosso nariz distraído, faz favor! – e marcando as passagens na caixa sonora do teto, e a gente puxando a sineta para descer e os pingentes circunavegando os carros – não, não ouso acreditar. Bonde, o mais civilizado veículo concebido pela técnica, bonde não esquenta, não queima óleo, não vomita fumaça, não buzina, não sai do caminho, não ultrapassa os outros, não abalroa, não agride, não vira em canal, não despenca de viaduto, não caça pedestre, não fura pneu, não quebra barra de direção, não dá tranco para acomodar a carga humana, não depende de um motorista sofrendo de psicotécnica, mas de um motorneiro pachorrento, bonde, ah, bonde, não sei o que diga em teu louvor, já que, plagiando Manuel Bandeira, por mais que te louvemos nunca te louvaremos bem!
Sim, sei que são sonhos. Mas como para Deus nada é impossível, por que não um milagre? Um anjo inspirar o prefeito e ele começar, tentativamente, pondo bondinhos a correr pela periferia da cidade, subúrbios, ilhas, esses lugares cariocas mais pacíficos. Na ilha do Governador, por exemplo, de onde tiraram os bondes foi crime, com aquelas ruas estreitíssimas à beira-mar, onde só o bonde, preso ao trilho, circulava por elas sem risco. Depois dos ônibus, é só verem as estatísticas, morre lá mais gente atropelada do que de assalto.
E a experiência dando certo em Campo Grande, Santa Cruz – os felizardos! porque não ousar uma tentativa pelo Leblon, talvez um circular pela Lagoa, seria muito turístico. Ou, ainda melhor, uma linha Leblon-Arpoador, ao longo da praia, de onde seriam expulsos os automóveis; nos bondes os banhistas poderiam circular até de calção molhado – devolvendo-se ao uso a venerável instituição do taioba.
Falei em taioba. Alguém já pensou que, depois extintos os bondes de segunda classe, não existe mais maneira alguma de pobre carregar seus fardos – lavadeira a sua trouxa, mascate a sua mala, vassoureiro as suas vassouras, verdureiro a sua cesta? Que foi que botaram em substituição ao bonde taioba? Nada, claro. Quem pôde, comprou a sua bicicleta ou triciclo para atravancar ainda mais o tráfego. Pobre cada dia tem menos vez. Nos tempos de eu mocinha, em Fortaleza, era de bonde que se namorava. O primeiro sinal de interesse que o rapaz dava à moça era pagar a passagem dela. Se ela aceitava, estava começado o namoro e o galã tinha direito de vir sentar-se ao seu lado, ou pendurar-se no balaústre, junto, se ela ia na ponta do banco. Menina namoradeira escolhia sempre a ponta do banco, para facilitar.
Em Belo Horizonte, no bonde que, do Bar do Ponto, subia a Rua da Bahia, quando o condutor ficava quieto lá atrás, já se sabia: era o Senador Melo Viana que vinha naquele bonde e pagava a lotação inteira. Todos se viravam em procura do perfil severo do senador que lia o seu jornal; de um lado e de outro pipocavam discretos agradecimentos mineiros e o senador se mantinha impassível, embora, naturalmente, gratificadíssimo
As moças da Tijuca aqui no Rio, que vinham trabalhar na cidade, bordavam no trajeto de bonde grande parte do seu enxoval; muita velha senhora tijucana, hoje em dia, há de lembrar-se disso. As de Ipanema não sei, nunca me contaram. Mas todas essas galanterias se acabaram. Hoje, em transporte coletivo, só se escuta palavrão, resmungos e ranger de dentes.
Então, ante a dura realidade, ante os dinossauros assassinos disparados pelo asfalto, deixem-me sonhar com os bondes. Nesta cidade feroz, seria cada bonde uma ilha de segurança, de amável fraternidade, sempre cabia mais um! ai, saudades. Nosso reino por um bonde!


(Rio, 07/04/1975)
Coletânea de crônicas reunidas no livro Melhores Crônicas, de
Rachel de Queiroz, com seleção e prefácio de Heloisa Buarque de
Hollanda.

Observe o trecho a seguir:
“... Bonde, o mais civilizado veículo concebido pela técnica, bonde não esquenta, não queima óleo, não vomita fumaça, não buzina, não sai do caminho, não ultrapassa os outros, não abalroa, não agride, não vira em canal, não despenca de viaduto, não caça pedestre, não fura pneu, não quebra barra de direção, não dá tranco para acomodar a carga humana, não depende de um motorista sofrendo de psicotécnica, mas de um motorneiro pachorrento, bonde, ah, bonde, ...”

Ao fazer uso de uma sequência de orações negativas a autora quis:
Alternativas
Respostas
181: D
182: C
183: D
184: B
185: C
186: D
187: A
188: B
189: A
190: D
191: A
192: A
193: D
194: C
195: B
196: A
197: B
198: C
199: B
200: D