Questões de Concurso Para fronte

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Q3929006 Português
A Hegemonia do Padrão e o Silenciamento das Alteridades

A persistência do mito do monolitismo linguístico no Brasil constitui um dos maiores entraves à democratização do ensino de língua materna. Ao erigir a norma-padrão como a única manifestação legítima do pensamento, o sistema educacional frequentemente opera uma clivagem que marginaliza o sujeito em sua própria fala. Não se trata de negar a importância da variedade de prestígio — ferramenta essencial para o acesso aos espaços de poder —, mas de desmistificar a ideia de que a gramática normativa é um sistema autônomo e neutro. Na verdade, a norma é uma construção histórica e política, frequentemente utilizada como instrumento de distinção social.

Para o docente de Língua Portuguesa, o desafio é equilibrar a função de mediador da norma com a de analista crítico das relações de poder que a perpassam. O ensino produtivo deve, portanto, pautar-se pela plurivalência discursiva, permitindo que o aluno compreenda a língua como um território em constante disputa. Ignorar a natureza dinâmica do idioma em prol de uma rigidez descritiva é uma forma de anacronismo pedagógico. O texto, nesse contexto, deve ser visto como um espaço de negociação, onde a subjetividade do autor se choca com as expectativas sociais de correção, exigindo do professor um olhar que vá além da superfície textual para alcançar as camadas de interdiscursividade que sustentam o dizer. 
No texto, o termo "arcabouço" (2º parágrafo) é utilizado com o sentido de:
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Q3929005 Português
A Hegemonia do Padrão e o Silenciamento das Alteridades

A persistência do mito do monolitismo linguístico no Brasil constitui um dos maiores entraves à democratização do ensino de língua materna. Ao erigir a norma-padrão como a única manifestação legítima do pensamento, o sistema educacional frequentemente opera uma clivagem que marginaliza o sujeito em sua própria fala. Não se trata de negar a importância da variedade de prestígio — ferramenta essencial para o acesso aos espaços de poder —, mas de desmistificar a ideia de que a gramática normativa é um sistema autônomo e neutro. Na verdade, a norma é uma construção histórica e política, frequentemente utilizada como instrumento de distinção social.

Para o docente de Língua Portuguesa, o desafio é equilibrar a função de mediador da norma com a de analista crítico das relações de poder que a perpassam. O ensino produtivo deve, portanto, pautar-se pela plurivalência discursiva, permitindo que o aluno compreenda a língua como um território em constante disputa. Ignorar a natureza dinâmica do idioma em prol de uma rigidez descritiva é uma forma de anacronismo pedagógico. O texto, nesse contexto, deve ser visto como um espaço de negociação, onde a subjetividade do autor se choca com as expectativas sociais de correção, exigindo do professor um olhar que vá além da superfície textual para alcançar as camadas de interdiscursividade que sustentam o dizer. 
Assinale a alternativa que apresenta a colocação do pronome oblíquo átono em total conformidade com a norma-padrão:
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Q3929004 Português
A Hegemonia do Padrão e o Silenciamento das Alteridades

A persistência do mito do monolitismo linguístico no Brasil constitui um dos maiores entraves à democratização do ensino de língua materna. Ao erigir a norma-padrão como a única manifestação legítima do pensamento, o sistema educacional frequentemente opera uma clivagem que marginaliza o sujeito em sua própria fala. Não se trata de negar a importância da variedade de prestígio — ferramenta essencial para o acesso aos espaços de poder —, mas de desmistificar a ideia de que a gramática normativa é um sistema autônomo e neutro. Na verdade, a norma é uma construção histórica e política, frequentemente utilizada como instrumento de distinção social.

Para o docente de Língua Portuguesa, o desafio é equilibrar a função de mediador da norma com a de analista crítico das relações de poder que a perpassam. O ensino produtivo deve, portanto, pautar-se pela plurivalência discursiva, permitindo que o aluno compreenda a língua como um território em constante disputa. Ignorar a natureza dinâmica do idioma em prol de uma rigidez descritiva é uma forma de anacronismo pedagógico. O texto, nesse contexto, deve ser visto como um espaço de negociação, onde a subjetividade do autor se choca com as expectativas sociais de correção, exigindo do professor um olhar que vá além da superfície textual para alcançar as camadas de interdiscursividade que sustentam o dizer. 
Identifique a alternativa que apresenta uma METÁFORA:
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Q3929003 Português
A Hegemonia do Padrão e o Silenciamento das Alteridades

A persistência do mito do monolitismo linguístico no Brasil constitui um dos maiores entraves à democratização do ensino de língua materna. Ao erigir a norma-padrão como a única manifestação legítima do pensamento, o sistema educacional frequentemente opera uma clivagem que marginaliza o sujeito em sua própria fala. Não se trata de negar a importância da variedade de prestígio — ferramenta essencial para o acesso aos espaços de poder —, mas de desmistificar a ideia de que a gramática normativa é um sistema autônomo e neutro. Na verdade, a norma é uma construção histórica e política, frequentemente utilizada como instrumento de distinção social.

Para o docente de Língua Portuguesa, o desafio é equilibrar a função de mediador da norma com a de analista crítico das relações de poder que a perpassam. O ensino produtivo deve, portanto, pautar-se pela plurivalência discursiva, permitindo que o aluno compreenda a língua como um território em constante disputa. Ignorar a natureza dinâmica do idioma em prol de uma rigidez descritiva é uma forma de anacronismo pedagógico. O texto, nesse contexto, deve ser visto como um espaço de negociação, onde a subjetividade do autor se choca com as expectativas sociais de correção, exigindo do professor um olhar que vá além da superfície textual para alcançar as camadas de interdiscursividade que sustentam o dizer. 
No texto, a palavra "estático" é acentuada. Assinale a alternativa em que a palavra apresenta acento gráfico exatamente pelo mesmo motivo gramatical: 
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Q3929002 Português
A Hegemonia do Padrão e o Silenciamento das Alteridades

A persistência do mito do monolitismo linguístico no Brasil constitui um dos maiores entraves à democratização do ensino de língua materna. Ao erigir a norma-padrão como a única manifestação legítima do pensamento, o sistema educacional frequentemente opera uma clivagem que marginaliza o sujeito em sua própria fala. Não se trata de negar a importância da variedade de prestígio — ferramenta essencial para o acesso aos espaços de poder —, mas de desmistificar a ideia de que a gramática normativa é um sistema autônomo e neutro. Na verdade, a norma é uma construção histórica e política, frequentemente utilizada como instrumento de distinção social.

Para o docente de Língua Portuguesa, o desafio é equilibrar a função de mediador da norma com a de analista crítico das relações de poder que a perpassam. O ensino produtivo deve, portanto, pautar-se pela plurivalência discursiva, permitindo que o aluno compreenda a língua como um território em constante disputa. Ignorar a natureza dinâmica do idioma em prol de uma rigidez descritiva é uma forma de anacronismo pedagógico. O texto, nesse contexto, deve ser visto como um espaço de negociação, onde a subjetividade do autor se choca com as expectativas sociais de correção, exigindo do professor um olhar que vá além da superfície textual para alcançar as camadas de interdiscursividade que sustentam o dizer. 
Assinale a alternativa em que a pontuação foi utilizada para isolar um termo com a mesma função sintática que no trecho: "O texto, esse organismo vivo, pede para ser respirado..."
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Q3929001 Português
A Hegemonia do Padrão e o Silenciamento das Alteridades

A persistência do mito do monolitismo linguístico no Brasil constitui um dos maiores entraves à democratização do ensino de língua materna. Ao erigir a norma-padrão como a única manifestação legítima do pensamento, o sistema educacional frequentemente opera uma clivagem que marginaliza o sujeito em sua própria fala. Não se trata de negar a importância da variedade de prestígio — ferramenta essencial para o acesso aos espaços de poder —, mas de desmistificar a ideia de que a gramática normativa é um sistema autônomo e neutro. Na verdade, a norma é uma construção histórica e política, frequentemente utilizada como instrumento de distinção social.

Para o docente de Língua Portuguesa, o desafio é equilibrar a função de mediador da norma com a de analista crítico das relações de poder que a perpassam. O ensino produtivo deve, portanto, pautar-se pela plurivalência discursiva, permitindo que o aluno compreenda a língua como um território em constante disputa. Ignorar a natureza dinâmica do idioma em prol de uma rigidez descritiva é uma forma de anacronismo pedagógico. O texto, nesse contexto, deve ser visto como um espaço de negociação, onde a subjetividade do autor se choca com as expectativas sociais de correção, exigindo do professor um olhar que vá além da superfície textual para alcançar as camadas de interdiscursividade que sustentam o dizer. 
O autor afirma que a variedade de prestígio é uma "ferramenta essencial para o acesso aos espaços de poder". Essa afirmação revela que o texto:
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Q3929000 Português
A Hegemonia do Padrão e o Silenciamento das Alteridades

A persistência do mito do monolitismo linguístico no Brasil constitui um dos maiores entraves à democratização do ensino de língua materna. Ao erigir a norma-padrão como a única manifestação legítima do pensamento, o sistema educacional frequentemente opera uma clivagem que marginaliza o sujeito em sua própria fala. Não se trata de negar a importância da variedade de prestígio — ferramenta essencial para o acesso aos espaços de poder —, mas de desmistificar a ideia de que a gramática normativa é um sistema autônomo e neutro. Na verdade, a norma é uma construção histórica e política, frequentemente utilizada como instrumento de distinção social.

Para o docente de Língua Portuguesa, o desafio é equilibrar a função de mediador da norma com a de analista crítico das relações de poder que a perpassam. O ensino produtivo deve, portanto, pautar-se pela plurivalência discursiva, permitindo que o aluno compreenda a língua como um território em constante disputa. Ignorar a natureza dinâmica do idioma em prol de uma rigidez descritiva é uma forma de anacronismo pedagógico. O texto, nesse contexto, deve ser visto como um espaço de negociação, onde a subjetividade do autor se choca com as expectativas sociais de correção, exigindo do professor um olhar que vá além da superfície textual para alcançar as camadas de interdiscursividade que sustentam o dizer. 
De acordo com a visão de "texto" apresentada no final do segundo parágrafo, o professor deve: 
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Q3928999 Português
A Hegemonia do Padrão e o Silenciamento das Alteridades

A persistência do mito do monolitismo linguístico no Brasil constitui um dos maiores entraves à democratização do ensino de língua materna. Ao erigir a norma-padrão como a única manifestação legítima do pensamento, o sistema educacional frequentemente opera uma clivagem que marginaliza o sujeito em sua própria fala. Não se trata de negar a importância da variedade de prestígio — ferramenta essencial para o acesso aos espaços de poder —, mas de desmistificar a ideia de que a gramática normativa é um sistema autônomo e neutro. Na verdade, a norma é uma construção histórica e política, frequentemente utilizada como instrumento de distinção social.

Para o docente de Língua Portuguesa, o desafio é equilibrar a função de mediador da norma com a de analista crítico das relações de poder que a perpassam. O ensino produtivo deve, portanto, pautar-se pela plurivalência discursiva, permitindo que o aluno compreenda a língua como um território em constante disputa. Ignorar a natureza dinâmica do idioma em prol de uma rigidez descritiva é uma forma de anacronismo pedagógico. O texto, nesse contexto, deve ser visto como um espaço de negociação, onde a subjetividade do autor se choca com as expectativas sociais de correção, exigindo do professor um olhar que vá além da superfície textual para alcançar as camadas de interdiscursividade que sustentam o dizer. 
Ao caracterizar a rigidez descritiva como um "anacronismo pedagógico" (2º parágrafo), o autor critica:
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Q3928998 Português
A Hegemonia do Padrão e o Silenciamento das Alteridades

A persistência do mito do monolitismo linguístico no Brasil constitui um dos maiores entraves à democratização do ensino de língua materna. Ao erigir a norma-padrão como a única manifestação legítima do pensamento, o sistema educacional frequentemente opera uma clivagem que marginaliza o sujeito em sua própria fala. Não se trata de negar a importância da variedade de prestígio — ferramenta essencial para o acesso aos espaços de poder —, mas de desmistificar a ideia de que a gramática normativa é um sistema autônomo e neutro. Na verdade, a norma é uma construção histórica e política, frequentemente utilizada como instrumento de distinção social.

Para o docente de Língua Portuguesa, o desafio é equilibrar a função de mediador da norma com a de analista crítico das relações de poder que a perpassam. O ensino produtivo deve, portanto, pautar-se pela plurivalência discursiva, permitindo que o aluno compreenda a língua como um território em constante disputa. Ignorar a natureza dinâmica do idioma em prol de uma rigidez descritiva é uma forma de anacronismo pedagógico. O texto, nesse contexto, deve ser visto como um espaço de negociação, onde a subjetividade do autor se choca com as expectativas sociais de correção, exigindo do professor um olhar que vá além da superfície textual para alcançar as camadas de interdiscursividade que sustentam o dizer. 
No que diz respeito à neutralidade da gramática, a tese defendida no texto sustenta que:
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Q3928997 Português
A Hegemonia do Padrão e o Silenciamento das Alteridades

A persistência do mito do monolitismo linguístico no Brasil constitui um dos maiores entraves à democratização do ensino de língua materna. Ao erigir a norma-padrão como a única manifestação legítima do pensamento, o sistema educacional frequentemente opera uma clivagem que marginaliza o sujeito em sua própria fala. Não se trata de negar a importância da variedade de prestígio — ferramenta essencial para o acesso aos espaços de poder —, mas de desmistificar a ideia de que a gramática normativa é um sistema autônomo e neutro. Na verdade, a norma é uma construção histórica e política, frequentemente utilizada como instrumento de distinção social.

Para o docente de Língua Portuguesa, o desafio é equilibrar a função de mediador da norma com a de analista crítico das relações de poder que a perpassam. O ensino produtivo deve, portanto, pautar-se pela plurivalência discursiva, permitindo que o aluno compreenda a língua como um território em constante disputa. Ignorar a natureza dinâmica do idioma em prol de uma rigidez descritiva é uma forma de anacronismo pedagógico. O texto, nesse contexto, deve ser visto como um espaço de negociação, onde a subjetividade do autor se choca com as expectativas sociais de correção, exigindo do professor um olhar que vá além da superfície textual para alcançar as camadas de interdiscursividade que sustentam o dizer. 
A partir da leitura do primeiro parágrafo, depreende-se que a "clivagem" mencionada pelo autor refere-se: 
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Q3928996 Pedagogia
O Decreto nº 10.502/2020 instituiu uma nova Política Nacional de Educação Especial que foi objeto de intensa controvérsia e suspensão pelo STF (ADIs 6590). A principal crítica acadêmica e jurídica a esse decreto, que o diferencia da Política de 2008, foi: 
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Q3928995 Pedagogia
No contexto da implementação do "Novo Ensino Médio" e da BNCC, a Portaria nº 1.432/2018 estabelece os referenciais curriculares para a elaboração dos itinerários formativos. Considere a complexidade da integração curricular e a interdisciplinaridade proposta. No que diz respeito ao eixo estruturante "Mediação e Intervenção Sociocultural", a ação pedagógica deve visar prioritariamente:
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Q3928994 Pedagogia
Ao discutir a relação entre currículo e conhecimento, Michael Young propõe o conceito de "conhecimento poderoso". Para o autor, esse conceito se diferencia do "conhecimento dos poderosos" porque:
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Q3928993 Pedagogia
A garantia de uma escola inclusiva exige mudanças estruturais e atitudinais. De acordo com a Política Nacional (2008), a Educação Especial é uma modalidade de ensino que:
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Q3928992 Pedagogia
A organização da Educação Profissional e Tecnológica (EPT) sofreu modificações estruturais significativas pela Lei nº 14.645/2023. No contexto da articulação entre o ensino médio e a EPT, a legislação atual prevê que:
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Q3928991 Matemática
Um almoxarifado comprou um total de 60 itens, entre grampeadores e caixas de clipes, para as salas dos professores. Cada grampeador custou R$ 20,00 e cada caixa de clipes custou R$ 5,00. Sabendo que o valor total da nota fiscal dessa compra foi de R$ 750,00, a quantidade de grampeadores adquiridos foi de:
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Q3928990 Matemática
Para transportar os alunos em uma excursão pedagógica, um ônibus percorre uma distância de 120 quilômetros em exatamente 2 horas, mantendo uma velocidade constante. Para percorrer uma distância de 300 quilômetros mantendo esse mesmo padrão de velocidade, o tempo necessário será de:
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Q3928989 Matemática Financeira
A secretaria de uma escola aplicou uma verba de R$ 10.000,00 em um fundo de investimento que rende juros simples a uma taxa de 1% ao mês. Se o valor permanecer investido por exatamente um ano (12 meses), o montante total (capital + juros) que a escola terá ao final do período será de: 
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Q3928988 Matemática
Em uma escola, um lote com 400 novos livros didáticos foi entregue na biblioteca. Após a conferência, a bibliotecária constatou que 15% desses livros apresentavam algum defeito de impressão e precisariam ser trocados. O número de livros que estavam em perfeitas condições para uso é:
Alternativas
Q3928987 Matemática
Um professor de geometria desenha um triângulo no quadro e informa aos alunos que a soma das medidas dos ângulos internos de qualquer triângulo é sempre 180°. Se dois dos ângulos desse triângulo medem exatamente 45° e 75°, a medida do terceiro ângulo interno é: 
Alternativas
Respostas
521: A
522: B
523: C
524: A
525: D
526: B
527: C
528: A
529: D
530: B
531: C
532: B
533: B
534: D
535: D
536: A
537: B
538: C
539: D
540: B