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Q4000709 Português
Em qual das frases a seguir a regência do verbo é a mesma do verbo dar na sentença da linguagem verbal [...] “quis te dar um presente” [...]. Marque a alternativa correta:
Alternativas
Q4000708 Português
A fala do personagem “SEMPRE QUIS TE DAR UM PRESENTE BEM CARO” é formada pelas seguintes classes de palavras, respectivamente:
Alternativas
Q4000707 Português
Na leitura de uma charge é preciso considerar a linguagem verbal e a linguagem visual para analisar, interpretar e compreender a mensagem que esse gênero textual apresenta. No texto em análise, pode-se inferir que o efeito de humor é criado principalmente pela linguagem:
Alternativas
Q4000706 Português
TEXTO II
Leia este trecho de notícia de jornal:

    No início do ano haverá concursos para preenchimentos de todas as vagas ociosas na Unicamp, promovidos pelas unidades onde serão oferecidas. [...] Se não houverem candidatos aptos em número suficiente para preencher as vagas, elas serão oferecidas somente no ano seguinte.
    Mas nem tudo estaria perdido para esse hipotético leitor fracassado, porque ele teria sempre à sua disposição, na página, um considerável espaço em branco para tomar seus apontamentos, fazer os seus cálculos ou a sua fezinha... Em todo caso, eu lhe dou de presente, hoje, a palavra “Ventania”. Serve?

(Folha de São Paulo, 11/02/1991). 
Nesse texto há duas passagens sintaticamente semelhantes que, se confrontadas, são contraditórias quanto à concordância verbal. Analise as afirmações a seguir.
I. “haverá concursos [...] para preenchimento de todas as vagas [...]”
II. “haverá concursos e [...] Se não houverem candidatos.”
III. “Se não houverem candidatos aptos [...], elas serão oferecidas no ano seguinte.”
Marque a alternativa na qual se encontram os itens que apresentam essas passagens contraditórias.
Alternativas
Q4000705 Português
TEXTO I

O LEITOR IDEAL

    O leitor ideal para o cronista seria aquele a quem bastasse uma frase. Uma frase? Uma palavra! O cronista escolheria uma palavra do dia: “Árvore”, por exemplo, ou “Menina”.
    Escreveria essa palavra bem no meio da página, com espaço em branco para todos os lados, como um campo aberto aos devaneios do leitor. Imaginem só uma meninazinha solta no meio da página. Sem mais nada. Até sem nome. Sem cor de vestido nem de olhos. Sem se saber para onde ia. . . Que mundo de sugestões e de poesia para o leitor! E que cúmulo de arte a crônica! Pois bem sabeis que arte é sugestão. . . E se o leitor nada conseguisse tirar dessa obra-prima, poderia o autor alegar, cavilosamente, que a culpa não era do cronista.
    Mas nem tudo estaria perdido para esse hipotético leitor fracassado, porque ele teria sempre à sua disposição, na página, um considerável espaço em branco para tomar seus apontamentos, fazer os seus cálculos ou a sua fezinha. . . Em todo caso, eu lhe dou de presente, hoje, a palavra “Ventania”. Serve?

(QUINTANA, Mário. Porta Giratória. São Paulo, Globo, 1988. p. 83). 
As palavras “apontamentos” e “meninazinha”, presentes no texto, são formadas pelos seguintes processos de formação de palavras:
Alternativas
Q4000704 Português
TEXTO I

O LEITOR IDEAL

    O leitor ideal para o cronista seria aquele a quem bastasse uma frase. Uma frase? Uma palavra! O cronista escolheria uma palavra do dia: “Árvore”, por exemplo, ou “Menina”.
    Escreveria essa palavra bem no meio da página, com espaço em branco para todos os lados, como um campo aberto aos devaneios do leitor. Imaginem só uma meninazinha solta no meio da página. Sem mais nada. Até sem nome. Sem cor de vestido nem de olhos. Sem se saber para onde ia. . . Que mundo de sugestões e de poesia para o leitor! E que cúmulo de arte a crônica! Pois bem sabeis que arte é sugestão. . . E se o leitor nada conseguisse tirar dessa obra-prima, poderia o autor alegar, cavilosamente, que a culpa não era do cronista.
    Mas nem tudo estaria perdido para esse hipotético leitor fracassado, porque ele teria sempre à sua disposição, na página, um considerável espaço em branco para tomar seus apontamentos, fazer os seus cálculos ou a sua fezinha. . . Em todo caso, eu lhe dou de presente, hoje, a palavra “Ventania”. Serve?

(QUINTANA, Mário. Porta Giratória. São Paulo, Globo, 1988. p. 83). 
Pode-se afirmar que o vocábulo escolheria, na terceira linha do texto, contém:
Alternativas
Q4000703 Português
TEXTO I

O LEITOR IDEAL

    O leitor ideal para o cronista seria aquele a quem bastasse uma frase. Uma frase? Uma palavra! O cronista escolheria uma palavra do dia: “Árvore”, por exemplo, ou “Menina”.
    Escreveria essa palavra bem no meio da página, com espaço em branco para todos os lados, como um campo aberto aos devaneios do leitor. Imaginem só uma meninazinha solta no meio da página. Sem mais nada. Até sem nome. Sem cor de vestido nem de olhos. Sem se saber para onde ia. . . Que mundo de sugestões e de poesia para o leitor! E que cúmulo de arte a crônica! Pois bem sabeis que arte é sugestão. . . E se o leitor nada conseguisse tirar dessa obra-prima, poderia o autor alegar, cavilosamente, que a culpa não era do cronista.
    Mas nem tudo estaria perdido para esse hipotético leitor fracassado, porque ele teria sempre à sua disposição, na página, um considerável espaço em branco para tomar seus apontamentos, fazer os seus cálculos ou a sua fezinha. . . Em todo caso, eu lhe dou de presente, hoje, a palavra “Ventania”. Serve?

(QUINTANA, Mário. Porta Giratória. São Paulo, Globo, 1988. p. 83). 
Observe as seguintes palavras extraídas do texto: “árvore/ página/ só/ até/ cúmulo/ considerável/ é/ crônica/ hipotético/ cálculos”. Marque a alternativa que apresenta a sequência de palavras acentuadas pela mesma regra:
Alternativas
Q4000702 Português
TEXTO I

O LEITOR IDEAL

    O leitor ideal para o cronista seria aquele a quem bastasse uma frase. Uma frase? Uma palavra! O cronista escolheria uma palavra do dia: “Árvore”, por exemplo, ou “Menina”.
    Escreveria essa palavra bem no meio da página, com espaço em branco para todos os lados, como um campo aberto aos devaneios do leitor. Imaginem só uma meninazinha solta no meio da página. Sem mais nada. Até sem nome. Sem cor de vestido nem de olhos. Sem se saber para onde ia. . . Que mundo de sugestões e de poesia para o leitor! E que cúmulo de arte a crônica! Pois bem sabeis que arte é sugestão. . . E se o leitor nada conseguisse tirar dessa obra-prima, poderia o autor alegar, cavilosamente, que a culpa não era do cronista.
    Mas nem tudo estaria perdido para esse hipotético leitor fracassado, porque ele teria sempre à sua disposição, na página, um considerável espaço em branco para tomar seus apontamentos, fazer os seus cálculos ou a sua fezinha. . . Em todo caso, eu lhe dou de presente, hoje, a palavra “Ventania”. Serve?

(QUINTANA, Mário. Porta Giratória. São Paulo, Globo, 1988. p. 83). 
Leia atentamente o fragmento seguinte, extraído do texto: “[. . . ] poderia o leitor alegar, cavilosamente, que a culpa não era do cronista: Marque a função gramatical da palavra sublinhada nesse fragmento:
Alternativas
Q4000701 Português
TEXTO I

O LEITOR IDEAL

    O leitor ideal para o cronista seria aquele a quem bastasse uma frase. Uma frase? Uma palavra! O cronista escolheria uma palavra do dia: “Árvore”, por exemplo, ou “Menina”.
    Escreveria essa palavra bem no meio da página, com espaço em branco para todos os lados, como um campo aberto aos devaneios do leitor. Imaginem só uma meninazinha solta no meio da página. Sem mais nada. Até sem nome. Sem cor de vestido nem de olhos. Sem se saber para onde ia. . . Que mundo de sugestões e de poesia para o leitor! E que cúmulo de arte a crônica! Pois bem sabeis que arte é sugestão. . . E se o leitor nada conseguisse tirar dessa obra-prima, poderia o autor alegar, cavilosamente, que a culpa não era do cronista.
    Mas nem tudo estaria perdido para esse hipotético leitor fracassado, porque ele teria sempre à sua disposição, na página, um considerável espaço em branco para tomar seus apontamentos, fazer os seus cálculos ou a sua fezinha. . . Em todo caso, eu lhe dou de presente, hoje, a palavra “Ventania”. Serve?

(QUINTANA, Mário. Porta Giratória. São Paulo, Globo, 1988. p. 83). 
A linguagem desempenha determinada função, de acordo com a ênfase que se dá a cada um dos elementos do processo de comunicação (emissor, receptor, mensagem, código, canal e contexto). Marque a alternativa que apresenta a função de linguagem predominante no texto:
Alternativas
Q4000700 Português
TEXTO I

O LEITOR IDEAL

    O leitor ideal para o cronista seria aquele a quem bastasse uma frase. Uma frase? Uma palavra! O cronista escolheria uma palavra do dia: “Árvore”, por exemplo, ou “Menina”.
    Escreveria essa palavra bem no meio da página, com espaço em branco para todos os lados, como um campo aberto aos devaneios do leitor. Imaginem só uma meninazinha solta no meio da página. Sem mais nada. Até sem nome. Sem cor de vestido nem de olhos. Sem se saber para onde ia. . . Que mundo de sugestões e de poesia para o leitor! E que cúmulo de arte a crônica! Pois bem sabeis que arte é sugestão. . . E se o leitor nada conseguisse tirar dessa obra-prima, poderia o autor alegar, cavilosamente, que a culpa não era do cronista.
    Mas nem tudo estaria perdido para esse hipotético leitor fracassado, porque ele teria sempre à sua disposição, na página, um considerável espaço em branco para tomar seus apontamentos, fazer os seus cálculos ou a sua fezinha. . . Em todo caso, eu lhe dou de presente, hoje, a palavra “Ventania”. Serve?

(QUINTANA, Mário. Porta Giratória. São Paulo, Globo, 1988. p. 83). 
O texto propõe uma forma aparentemente estranha de se escrever uma crônica. Marque a alternativa que justifica essa proposta:
Alternativas
Q2018050 Pedagogia
Refletindo sobre educação e seu processo, analise as assertivas.
I. Denomina-se conteúdo da educação a tudo o que se ensina e se aprende no processo educativo. Esse conteúdo pode ser desmembrado em saber, saber-fazer e valores, para efeito de estudo.
II. Toda educação comporta um tipo definido de homem e, portanto, é uma “interpretação” sociocultural do homem, entre outras possíveis. Por isso se fala da função doutrinadora da educação, porque é um dos modos de influenciar o outro.
III. A educação deve ser entendida como um processo que possibilita ao homem “construir-se” de acordo com o imaginário humano em cada tempo e lugar. Neste processo educativo, distinguem-se os seguintes elementos básicos: a finalidade, o conteúdo, a ação ou intervenção educativa e a aprendizagem.
IV. Podemos dizer que os objetivos propostos pela educação visam à autonomia pessoal, à integração ativa à comunidade, ao espírito de competitividade, à qualificação profissional, à capacidade de reproduzir modelos, à criatividade etc. Assim, o homem educado, no processo progressivo e cumulativo da educação, será aquele que, de modo consistente, por meio de ideologias propostas pelo sistema educacional, se comporte e se conduza como tal.
Marque a alternativa que apresenta todos os itens corretos.
Alternativas
Q2018049 Pedagogia
    Considere a tabela com a divisão de responsabilidade quanto à oferta da educação pública entre a União, Estados e Municípios, conforme a LDB n.9.394/1996, que explicita que os municípios são obrigados a oferecer a Educação Infantil, seguido do Ensino Fundamental, para não acarretar distorção idade/série.
               ESTADOS                                                    MUNICÍPIOS
Assegurar o Ensino Fundamental.                      Oferecer a Educação Infantil.
Oferecer, com prioridade, o Ensino Médio,               Oferecer, com prioridade, o  a todos que o demandarem, respeitando o                    Ensino Fundamental. disposto no art. 38 da LDB.   
Marque a alternativa correta.
Alternativas
Q2018048 Pedagogia
    Marque a instituição, ligada diretamente à estrutura do Estado, que possui a função de ser, ao mesmo tempo, normativa e deliberativa, entre as apresentadas nas alternativas.
Alternativas
Q2018047 Pedagogia
A Constituição Federal (1988) e a Lei de Diretrizes e Bases para a Educação Nacional (Lei 9394/1996) estabelecem a gestão democrática como princípio para organização e gestão do trabalho pedagógico nas instituições públicas de Educação Básica. Analise os pressupostos, considerando a gestão democrática.
I. Autonomia pedagógica e administrativa dos sujeitos da escola (direção, professores, funcionários administrativos, alunos e responsáveis) em construir, implementar e avaliar o seu Projeto Político-Pedagógico.
II. Hierarquização das funções que compõem a estrutura organizacional da escola, tendo em vista que, em uma gestão democrática, o papel do diretor é fundamental para o sucesso dos processos pedagógicos.
III. Construção de uma cultura organizacional que assuma a participação como elemento fundante da organização e gestão do trabalho pedagógico, com a finalidade da autonomia dos sujeitos que compõem a comunidade escolar.
IV. Construção coletiva do projeto político-pedagógico, fortalecimento do conselho escolar, implantação de canais efetivos de participação dos alunos (Grêmios Estudantis) e de pais (Associação de Pais e Mestres)
V. Negação das diretrizes e normas emitidas pelos sistemas de ensino e pelo Ministério da Educação, uma vez que a escola tem total autonomia para elaborar as suas próprias normas e diretrizes, conforme as exigências do seu projeto político pedagógico.
Marque a alternativa que apresenta todos os itens corretos.
Alternativas
Q2018046 Pedagogia

    A violência física é uma das formas de violação dos direitos de crianças e adolescentes mais arraigada e tolerada pela cultura, que, sob alegação de propósitos pedagógicos, aceita o uso da violência. O Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA abre o debate sobre essa questão e, em 2011, é alterado com a aprovação do Projeto de Lei que estabelece o direito da criança e do adolescente a não serem submetidos a qualquer forma de punição corporal. Vários estudos sobre essa temática são realizados. Observe os dados da pesquisa apresentados na tabela.


    Resumo das conclusões da meta-análise de pesquisa sobre consequências do castigo corporal para o desenvolvimento (Gershoff, 2018).


Imagem associada para resolução da questão


    Analise as assertivas, de acordo com esse quadro.


I. Os estudos confirmam que a maioria das crianças que são punidas fisicamente tem menos chance de aprender valores morais que as crianças que não sofrem castigos corporais.

II. O castigo corporal é um modo eficaz de educar a criança.

III. As descobertas das pesquisas demonstraram que o castigo corporal não está relacionado à questão da saúde mental da criança.

IV. O castigo corporal expõe as crianças ao risco de uma série de resultados negativos.

V. O estudo aponta que o aprendizado de respostas agressivas, na resolução de conflitos, acontece, sendo a punição física um indicador de níveis mais elevados de agressividade nas crianças e nos adolescentes.


    Marque a alternativa que apresenta todos os itens corretos.

Alternativas
Q2018045 Pedagogia
    Entre o mestre e o aluno se estabelece uma relação de vontade a vontade: relação de dominação do mestre, que tivera por consequência uma relação inteiramente livre da inteligência do aluno com aquela do livro – inteligência do livro que era, também, a coisa comum, o laço intelectual igualitário entre o mestre e o aluno. Esse dispositivo permitia destrinchar as categorias misturadas do ato pedagógico e definir exatamente o embrutecimento explicador. Há embrutecimento quando uma inteligência é subordinada a outra inteligência. [...] Chamar-se-á emancipação à diferença conhecida e mantida entre as duas relações, o ato de uma inteligência que não obedece senão a ela mesma, ainda que a vontade obedeça a uma outra vontade. (RANCIÈRE, J. O mestre ignorante. Belo Horizonte: Autêntica, 2002, p. 31-32)     A partir desse texto, pode-se concluir que (marque a única alternativa correta)
Alternativas
Q2018044 Pedagogia
    Na escola Os Pioneiros da Educação, desejava-se implantar um currículo que partisse da concepção de conhecimentos em rede e que se aproximasse da vida cotidiana. Em uma reunião com o corpo docente, a gestão trouxe, para reflexão, alguns argumentos.
I. O conhecimento é, na dimensão das redes, uma propriedade ou uma característica do indivíduo.
    II. Aprendemos que relevante no nosso fazer é “o quê”, possível de ser medido, quantificado, regulamentado e controlado.
    III. Todas as atividades que desempenhamos em nossas vidas são aprendidas, mesmo que, em alguns casos, instintiva ou mecanicamente.
    IV. Os currículos que criamos misturam elementos das propostas formais e organizadas com as possibilidades que temos de implantá-las.
    Marque a alternativa que apresenta corretamente todos os argumentos coerentes com a implantação pretendida.
Alternativas
Respostas
5621: B
5622: C
5623: A
5624: D
5625: B
5626: C
5627: B
5628: C
5629: A
5630: D
5631: C
5632: B
5633: A
5634: A
5635: C
5636: B
5637: C
5638: B
5639: A
5640: D