Questões de Concurso
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Analise as afirmações abaixo:
I. Grande parte dos alunos entregaram os relatórios no prazo combinado.
II. Fui eu quem chegou mais cedo à reunião, antes mesmo do diretor.
III. Vende-se apartamentos de alto padrão nesta região valorizada da cidade.
IV. Nem a secretária nem o coordenador estavam presentes na conferência.
V. São uma hora e trinta minutos de viagem até o destino final.
Identifique em quais afirmativas o uso da concordância verbal está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
Considerando as regras de acentuação gráfica na língua portuguesa e, em especial, a classificação das palavras quanto à posição da sílaba tônica, analise o seguinte trecho:
"O diagnóstico clínico revelou padrões tóxicos e níveis anômalos de substâncias químicas que comprometem a integridade do organismo."
Com base na norma ortográfica vigente, avalie a correção da acentuação gráfica das palavras destacadas e a classificação de suas tonicidades, e assinale a alternativa correta:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Ovo de dinossauro de 70 milhões de anos é achado intacto na Patagônia
No dia 7 de outubro de 2025, na estepe da Patagônia argentina, ocorreu um episódio memorável, que poderia ser descrito como um dos mais espetaculares da paleontologia moderna — não apenas pela raridade da descoberta, mas porque foi transmitido ao vivo, para milhares de espectadores do YouTube.
Um dos pesquisadores da escavação no sítio de Rio Negro contou: "Encontramos um pequeno ninho. Estávamos caminhando com nosso companheiro e pensamos: 'Será que isso [o ovo] é de uma ema?' E quando começamos a desenterrá-lo, descobrimos que estava cheio de terra. Isso é absolutamente insano".
No vídeo da chamada Expedición Cretácica I — que viralizou imediatamente nas redes sociais — o líder da pesquisa, Federico Agnolín, identificou a descoberta como um ovo de dinossauro. Como o local é conhecido por descobertas fósseis de dinossauros carnívoros, é possível que o ovo pertença a um terópode.
A descoberta chamou a atenção pela sua raridade: ovos de dinossauros carnívoros são muito mais difíceis de encontrar e conservar do que os de herbívoros, porque suas cascas tendem a ser mais finas e mais vulneráveis à erosão. Não por acaso, as aves, herdeiras evolutivas dos terópodes, possuem esse mesmo padrão de casca.
O estado de preservação, considerado pelos paleontólogos do Conicet (Instituto Nacional de Ciências Naturais, da Argentina) como "quase perfeito" ou "intacto", é notável para um fóssil de cerca de 70 milhões de anos, e permite muitas oportunidades para estudo microanatômico, principalmente se contiver um embrião.
O "ovo bem preservado", com uma ornamentação típica de um grupo de dinossauro visível na superfície da casca, foi exibido via streaming ao público conectado. O momento conseguiu unir emoção da descoberta à divulgação científica, o que é um dos compromissos do Conicet na campanha.
Sobre a possível existência de um embrião, Muñoz mostrou cautela ao abordar o assunto: "Um embrião é um organismo muito delicado e sua preservação é complexa. Embora o ovo tenha se preservado completo, não sabemos se havia um embrião que morreu, ou se era um ovo não fertilizado", disse.
O próximo passo da expedição será submeter o fóssil a microtomografias e tomografias computadorizadas de alta resolução para revelar seu interior sem danificar a estrutura. Se confirmada sua existência, um embrião fossilizado poderia esclarecer algumas questões fundamentais sobre a biologia reprodutiva dos terópodes.
Os pesquisadores esperam identificar o grupo específico ao qual o ovo pertence, compreender o desenvolvimento embrionário e o estágio de eclosão, além de revelar aspectos da evolução de dinossauros para aves — lacunas cruciais na história evolutiva desses animais.
Muñoz destacou as possibilidades científicas de um possível embrião na entrevista à National Geographic: "Pode acontecer que vejamos uma linhagem que ainda não conhecemos, ou que entendamos que tipo de ovo alguns dos dinossauros comuns dessa época punham, perto do final da era dos dinossauros na Patagônia argentina".
https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/ovo-de-dinossauro-de-70-milho es-de-anos-e-achado-intacto-na-patagonia/
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Ovo de dinossauro de 70 milhões de anos é achado intacto na Patagônia
No dia 7 de outubro de 2025, na estepe da Patagônia argentina, ocorreu um episódio memorável, que poderia ser descrito como um dos mais espetaculares da paleontologia moderna — não apenas pela raridade da descoberta, mas porque foi transmitido ao vivo, para milhares de espectadores do YouTube.
Um dos pesquisadores da escavação no sítio de Rio Negro contou: "Encontramos um pequeno ninho. Estávamos caminhando com nosso companheiro e pensamos: 'Será que isso [o ovo] é de uma ema?' E quando começamos a desenterrá-lo, descobrimos que estava cheio de terra. Isso é absolutamente insano".
No vídeo da chamada Expedición Cretácica I — que viralizou imediatamente nas redes sociais — o líder da pesquisa, Federico Agnolín, identificou a descoberta como um ovo de dinossauro. Como o local é conhecido por descobertas fósseis de dinossauros carnívoros, é possível que o ovo pertença a um terópode.
A descoberta chamou a atenção pela sua raridade: ovos de dinossauros carnívoros são muito mais difíceis de encontrar e conservar do que os de herbívoros, porque suas cascas tendem a ser mais finas e mais vulneráveis à erosão. Não por acaso, as aves, herdeiras evolutivas dos terópodes, possuem esse mesmo padrão de casca.
O estado de preservação, considerado pelos paleontólogos do Conicet (Instituto Nacional de Ciências Naturais, da Argentina) como "quase perfeito" ou "intacto", é notável para um fóssil de cerca de 70 milhões de anos, e permite muitas oportunidades para estudo microanatômico, principalmente se contiver um embrião.
O "ovo bem preservado", com uma ornamentação típica de um grupo de dinossauro visível na superfície da casca, foi exibido via streaming ao público conectado. O momento conseguiu unir emoção da descoberta à divulgação científica, o que é um dos compromissos do Conicet na campanha.
Sobre a possível existência de um embrião, Muñoz mostrou cautela ao abordar o assunto: "Um embrião é um organismo muito delicado e sua preservação é complexa. Embora o ovo tenha se preservado completo, não sabemos se havia um embrião que morreu, ou se era um ovo não fertilizado", disse.
O próximo passo da expedição será submeter o fóssil a microtomografias e tomografias computadorizadas de alta resolução para revelar seu interior sem danificar a estrutura. Se confirmada sua existência, um embrião fossilizado poderia esclarecer algumas questões fundamentais sobre a biologia reprodutiva dos terópodes.
Os pesquisadores esperam identificar o grupo específico ao qual o ovo pertence, compreender o desenvolvimento embrionário e o estágio de eclosão, além de revelar aspectos da evolução de dinossauros para aves — lacunas cruciais na história evolutiva desses animais.
Muñoz destacou as possibilidades científicas de um possível embrião na entrevista à National Geographic: "Pode acontecer que vejamos uma linhagem que ainda não conhecemos, ou que entendamos que tipo de ovo alguns dos dinossauros comuns dessa época punham, perto do final da era dos dinossauros na Patagônia argentina".
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Ovo de dinossauro de 70 milhões de anos é achado intacto na Patagônia
No dia 7 de outubro de 2025, na estepe da Patagônia argentina, ocorreu um episódio memorável, que poderia ser descrito como um dos mais espetaculares da paleontologia moderna — não apenas pela raridade da descoberta, mas porque foi transmitido ao vivo, para milhares de espectadores do YouTube.
Um dos pesquisadores da escavação no sítio de Rio Negro contou: "Encontramos um pequeno ninho. Estávamos caminhando com nosso companheiro e pensamos: 'Será que isso [o ovo] é de uma ema?' E quando começamos a desenterrá-lo, descobrimos que estava cheio de terra. Isso é absolutamente insano".
No vídeo da chamada Expedición Cretácica I — que viralizou imediatamente nas redes sociais — o líder da pesquisa, Federico Agnolín, identificou a descoberta como um ovo de dinossauro. Como o local é conhecido por descobertas fósseis de dinossauros carnívoros, é possível que o ovo pertença a um terópode.
A descoberta chamou a atenção pela sua raridade: ovos de dinossauros carnívoros são muito mais difíceis de encontrar e conservar do que os de herbívoros, porque suas cascas tendem a ser mais finas e mais vulneráveis à erosão. Não por acaso, as aves, herdeiras evolutivas dos terópodes, possuem esse mesmo padrão de casca.
O estado de preservação, considerado pelos paleontólogos do Conicet (Instituto Nacional de Ciências Naturais, da Argentina) como "quase perfeito" ou "intacto", é notável para um fóssil de cerca de 70 milhões de anos, e permite muitas oportunidades para estudo microanatômico, principalmente se contiver um embrião.
O "ovo bem preservado", com uma ornamentação típica de um grupo de dinossauro visível na superfície da casca, foi exibido via streaming ao público conectado. O momento conseguiu unir emoção da descoberta à divulgação científica, o que é um dos compromissos do Conicet na campanha.
Sobre a possível existência de um embrião, Muñoz mostrou cautela ao abordar o assunto: "Um embrião é um organismo muito delicado e sua preservação é complexa. Embora o ovo tenha se preservado completo, não sabemos se havia um embrião que morreu, ou se era um ovo não fertilizado", disse.
O próximo passo da expedição será submeter o fóssil a microtomografias e tomografias computadorizadas de alta resolução para revelar seu interior sem danificar a estrutura. Se confirmada sua existência, um embrião fossilizado poderia esclarecer algumas questões fundamentais sobre a biologia reprodutiva dos terópodes.
Os pesquisadores esperam identificar o grupo específico ao qual o ovo pertence, compreender o desenvolvimento embrionário e o estágio de eclosão, além de revelar aspectos da evolução de dinossauros para aves — lacunas cruciais na história evolutiva desses animais.
Muñoz destacou as possibilidades científicas de um possível embrião na entrevista à National Geographic: "Pode acontecer que vejamos uma linhagem que ainda não conhecemos, ou que entendamos que tipo de ovo alguns dos dinossauros comuns dessa época punham, perto do final da era dos dinossauros na Patagônia argentina".
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Ovo de dinossauro de 70 milhões de anos é achado intacto na Patagônia
No dia 7 de outubro de 2025, na estepe da Patagônia argentina, ocorreu um episódio memorável, que poderia ser descrito como um dos mais espetaculares da paleontologia moderna — não apenas pela raridade da descoberta, mas porque foi transmitido ao vivo, para milhares de espectadores do YouTube.
Um dos pesquisadores da escavação no sítio de Rio Negro contou: "Encontramos um pequeno ninho. Estávamos caminhando com nosso companheiro e pensamos: 'Será que isso [o ovo] é de uma ema?' E quando começamos a desenterrá-lo, descobrimos que estava cheio de terra. Isso é absolutamente insano".
No vídeo da chamada Expedición Cretácica I — que viralizou imediatamente nas redes sociais — o líder da pesquisa, Federico Agnolín, identificou a descoberta como um ovo de dinossauro. Como o local é conhecido por descobertas fósseis de dinossauros carnívoros, é possível que o ovo pertença a um terópode.
A descoberta chamou a atenção pela sua raridade: ovos de dinossauros carnívoros são muito mais difíceis de encontrar e conservar do que os de herbívoros, porque suas cascas tendem a ser mais finas e mais vulneráveis à erosão. Não por acaso, as aves, herdeiras evolutivas dos terópodes, possuem esse mesmo padrão de casca.
O estado de preservação, considerado pelos paleontólogos do Conicet (Instituto Nacional de Ciências Naturais, da Argentina) como "quase perfeito" ou "intacto", é notável para um fóssil de cerca de 70 milhões de anos, e permite muitas oportunidades para estudo microanatômico, principalmente se contiver um embrião.
O "ovo bem preservado", com uma ornamentação típica de um grupo de dinossauro visível na superfície da casca, foi exibido via streaming ao público conectado. O momento conseguiu unir emoção da descoberta à divulgação científica, o que é um dos compromissos do Conicet na campanha.
Sobre a possível existência de um embrião, Muñoz mostrou cautela ao abordar o assunto: "Um embrião é um organismo muito delicado e sua preservação é complexa. Embora o ovo tenha se preservado completo, não sabemos se havia um embrião que morreu, ou se era um ovo não fertilizado", disse.
O próximo passo da expedição será submeter o fóssil a microtomografias e tomografias computadorizadas de alta resolução para revelar seu interior sem danificar a estrutura. Se confirmada sua existência, um embrião fossilizado poderia esclarecer algumas questões fundamentais sobre a biologia reprodutiva dos terópodes.
Os pesquisadores esperam identificar o grupo específico ao qual o ovo pertence, compreender o desenvolvimento embrionário e o estágio de eclosão, além de revelar aspectos da evolução de dinossauros para aves — lacunas cruciais na história evolutiva desses animais.
Muñoz destacou as possibilidades científicas de um possível embrião na entrevista à National Geographic: "Pode acontecer que vejamos uma linhagem que ainda não conhecemos, ou que entendamos que tipo de ovo alguns dos dinossauros comuns dessa época punham, perto do final da era dos dinossauros na Patagônia argentina".
https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/ovo-de-dinossauro-de-70-milho es-de-anos-e-achado-intacto-na-patagonia/
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Ovo de dinossauro de 70 milhões de anos é achado intacto na Patagônia
No dia 7 de outubro de 2025, na estepe da Patagônia argentina, ocorreu um episódio memorável, que poderia ser descrito como um dos mais espetaculares da paleontologia moderna — não apenas pela raridade da descoberta, mas porque foi transmitido ao vivo, para milhares de espectadores do YouTube.
Um dos pesquisadores da escavação no sítio de Rio Negro contou: "Encontramos um pequeno ninho. Estávamos caminhando com nosso companheiro e pensamos: 'Será que isso [o ovo] é de uma ema?' E quando começamos a desenterrá-lo, descobrimos que estava cheio de terra. Isso é absolutamente insano".
No vídeo da chamada Expedición Cretácica I — que viralizou imediatamente nas redes sociais — o líder da pesquisa, Federico Agnolín, identificou a descoberta como um ovo de dinossauro. Como o local é conhecido por descobertas fósseis de dinossauros carnívoros, é possível que o ovo pertença a um terópode.
A descoberta chamou a atenção pela sua raridade: ovos de dinossauros carnívoros são muito mais difíceis de encontrar e conservar do que os de herbívoros, porque suas cascas tendem a ser mais finas e mais vulneráveis à erosão. Não por acaso, as aves, herdeiras evolutivas dos terópodes, possuem esse mesmo padrão de casca.
O estado de preservação, considerado pelos paleontólogos do Conicet (Instituto Nacional de Ciências Naturais, da Argentina) como "quase perfeito" ou "intacto", é notável para um fóssil de cerca de 70 milhões de anos, e permite muitas oportunidades para estudo microanatômico, principalmente se contiver um embrião.
O "ovo bem preservado", com uma ornamentação típica de um grupo de dinossauro visível na superfície da casca, foi exibido via streaming ao público conectado. O momento conseguiu unir emoção da descoberta à divulgação científica, o que é um dos compromissos do Conicet na campanha.
Sobre a possível existência de um embrião, Muñoz mostrou cautela ao abordar o assunto: "Um embrião é um organismo muito delicado e sua preservação é complexa. Embora o ovo tenha se preservado completo, não sabemos se havia um embrião que morreu, ou se era um ovo não fertilizado", disse.
O próximo passo da expedição será submeter o fóssil a microtomografias e tomografias computadorizadas de alta resolução para revelar seu interior sem danificar a estrutura. Se confirmada sua existência, um embrião fossilizado poderia esclarecer algumas questões fundamentais sobre a biologia reprodutiva dos terópodes.
Os pesquisadores esperam identificar o grupo específico ao qual o ovo pertence, compreender o desenvolvimento embrionário e o estágio de eclosão, além de revelar aspectos da evolução de dinossauros para aves — lacunas cruciais na história evolutiva desses animais.
Muñoz destacou as possibilidades científicas de um possível embrião na entrevista à National Geographic: "Pode acontecer que vejamos uma linhagem que ainda não conhecemos, ou que entendamos que tipo de ovo alguns dos dinossauros comuns dessa época punham, perto do final da era dos dinossauros na Patagônia argentina".
https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/ovo-de-dinossauro-de-70-milho es-de-anos-e-achado-intacto-na-patagonia/
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Ovo de dinossauro de 70 milhões de anos é achado intacto na Patagônia
No dia 7 de outubro de 2025, na estepe da Patagônia argentina, ocorreu um episódio memorável, que poderia ser descrito como um dos mais espetaculares da paleontologia moderna — não apenas pela raridade da descoberta, mas porque foi transmitido ao vivo, para milhares de espectadores do YouTube.
Um dos pesquisadores da escavação no sítio de Rio Negro contou: "Encontramos um pequeno ninho. Estávamos caminhando com nosso companheiro e pensamos: 'Será que isso [o ovo] é de uma ema?' E quando começamos a desenterrá-lo, descobrimos que estava cheio de terra. Isso é absolutamente insano".
No vídeo da chamada Expedición Cretácica I — que viralizou imediatamente nas redes sociais — o líder da pesquisa, Federico Agnolín, identificou a descoberta como um ovo de dinossauro. Como o local é conhecido por descobertas fósseis de dinossauros carnívoros, é possível que o ovo pertença a um terópode.
A descoberta chamou a atenção pela sua raridade: ovos de dinossauros carnívoros são muito mais difíceis de encontrar e conservar do que os de herbívoros, porque suas cascas tendem a ser mais finas e mais vulneráveis à erosão. Não por acaso, as aves, herdeiras evolutivas dos terópodes, possuem esse mesmo padrão de casca.
O estado de preservação, considerado pelos paleontólogos do Conicet (Instituto Nacional de Ciências Naturais, da Argentina) como "quase perfeito" ou "intacto", é notável para um fóssil de cerca de 70 milhões de anos, e permite muitas oportunidades para estudo microanatômico, principalmente se contiver um embrião.
O "ovo bem preservado", com uma ornamentação típica de um grupo de dinossauro visível na superfície da casca, foi exibido via streaming ao público conectado. O momento conseguiu unir emoção da descoberta à divulgação científica, o que é um dos compromissos do Conicet na campanha.
Sobre a possível existência de um embrião, Muñoz mostrou cautela ao abordar o assunto: "Um embrião é um organismo muito delicado e sua preservação é complexa. Embora o ovo tenha se preservado completo, não sabemos se havia um embrião que morreu, ou se era um ovo não fertilizado", disse.
O próximo passo da expedição será submeter o fóssil a microtomografias e tomografias computadorizadas de alta resolução para revelar seu interior sem danificar a estrutura. Se confirmada sua existência, um embrião fossilizado poderia esclarecer algumas questões fundamentais sobre a biologia reprodutiva dos terópodes.
Os pesquisadores esperam identificar o grupo específico ao qual o ovo pertence, compreender o desenvolvimento embrionário e o estágio de eclosão, além de revelar aspectos da evolução de dinossauros para aves — lacunas cruciais na história evolutiva desses animais.
Muñoz destacou as possibilidades científicas de um possível embrião na entrevista à National Geographic: "Pode acontecer que vejamos uma linhagem que ainda não conhecemos, ou que entendamos que tipo de ovo alguns dos dinossauros comuns dessa época punham, perto do final da era dos dinossauros na Patagônia argentina".
https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/ovo-de-dinossauro-de-70-milho es-de-anos-e-achado-intacto-na-patagonia/
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Ovo de dinossauro de 70 milhões de anos é achado intacto na Patagônia
No dia 7 de outubro de 2025, na estepe da Patagônia argentina, ocorreu um episódio memorável, que poderia ser descrito como um dos mais espetaculares da paleontologia moderna — não apenas pela raridade da descoberta, mas porque foi transmitido ao vivo, para milhares de espectadores do YouTube.
Um dos pesquisadores da escavação no sítio de Rio Negro contou: "Encontramos um pequeno ninho. Estávamos caminhando com nosso companheiro e pensamos: 'Será que isso [o ovo] é de uma ema?' E quando começamos a desenterrá-lo, descobrimos que estava cheio de terra. Isso é absolutamente insano".
No vídeo da chamada Expedición Cretácica I — que viralizou imediatamente nas redes sociais — o líder da pesquisa, Federico Agnolín, identificou a descoberta como um ovo de dinossauro. Como o local é conhecido por descobertas fósseis de dinossauros carnívoros, é possível que o ovo pertença a um terópode.
A descoberta chamou a atenção pela sua raridade: ovos de dinossauros carnívoros são muito mais difíceis de encontrar e conservar do que os de herbívoros, porque suas cascas tendem a ser mais finas e mais vulneráveis à erosão. Não por acaso, as aves, herdeiras evolutivas dos terópodes, possuem esse mesmo padrão de casca.
O estado de preservação, considerado pelos paleontólogos do Conicet (Instituto Nacional de Ciências Naturais, da Argentina) como "quase perfeito" ou "intacto", é notável para um fóssil de cerca de 70 milhões de anos, e permite muitas oportunidades para estudo microanatômico, principalmente se contiver um embrião.
O "ovo bem preservado", com uma ornamentação típica de um grupo de dinossauro visível na superfície da casca, foi exibido via streaming ao público conectado. O momento conseguiu unir emoção da descoberta à divulgação científica, o que é um dos compromissos do Conicet na campanha.
Sobre a possível existência de um embrião, Muñoz mostrou cautela ao abordar o assunto: "Um embrião é um organismo muito delicado e sua preservação é complexa. Embora o ovo tenha se preservado completo, não sabemos se havia um embrião que morreu, ou se era um ovo não fertilizado", disse.
O próximo passo da expedição será submeter o fóssil a microtomografias e tomografias computadorizadas de alta resolução para revelar seu interior sem danificar a estrutura. Se confirmada sua existência, um embrião fossilizado poderia esclarecer algumas questões fundamentais sobre a biologia reprodutiva dos terópodes.
Os pesquisadores esperam identificar o grupo específico ao qual o ovo pertence, compreender o desenvolvimento embrionário e o estágio de eclosão, além de revelar aspectos da evolução de dinossauros para aves — lacunas cruciais na história evolutiva desses animais.
Muñoz destacou as possibilidades científicas de um possível embrião na entrevista à National Geographic: "Pode acontecer que vejamos uma linhagem que ainda não conhecemos, ou que entendamos que tipo de ovo alguns dos dinossauros comuns dessa época punham, perto do final da era dos dinossauros na Patagônia argentina".
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Vinte e seis anos após a divulgação do Informe Warnock, identifica-se, no conceito adotado pela Declaração de Salamanca (1994), a presença das ideias centrais já formuladas no início da década de 1970. Essas concepções foram preservadas na expressão extraída do Informe e retomadas sob o paradigma de uma escola de qualidade para todos, ou seja, uma escola inclusiva. O próprio Informe Warnock já abordava a importância da não segregação dos alunos com dificuldades de aprendizagem, incentivando sua integração sob três formas principais: (X) . Tais ideias evoluíram e reaparecem na Declaração de Salamanca, no conceito de escolas integradoras, compreendidas como aquelas que buscam educar, com êxito, todas as crianças, adolescentes e jovens, inclusive aqueles com deficiências graves.
Fonte: Edler Carvalho, Rosita. Removendo barreiras para a aprendizagem: educação inclusiva. Porto Alegre: Mediação, 2000.
Assinale a alternativa que substitui corretamente o (X) do texto.
As Diretrizes e Bases da Educação Nacional, instituídas pela Lei nº 9.394/1996, estabelecem no Art. 5º que o acesso à educação básica obrigatória é direito público subjetivo, podendo qualquer cidadão, grupo de cidadãos, associação comunitária, organização sindical, entidade de classe ou o Ministério Público acionar o poder público para exigi-lo. Nesse sentido, o poder público, dentro de sua esfera de competência federativa, deve adotar determinadas ações de garantia desse direito. Analise as afirmações a seguir e julgue-as como Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
(__) Recensear anualmente, somente as crianças e adolescentes em idade escolar.
(__) Fazer-lhes a chamada pública.
(__) Zelar, junto aos pais ou responsáveis, pela frequência à escola.
Assinale a alternativa com a sequência CORRETA, de cima para baixo.
De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), Lei nº 8.069/1990, em seu Art. 57, o poder público deve estimular pesquisas, experiências e novas propostas relacionadas a calendário, seriação, currículo, metodologia, didática e avaliação, com o objetivo de promover a inserção de crianças e adolescentes excluídos do(a):
I. Ensino médio.
II. Ensino fundamental obrigatório.
III. Educação infantil obrigatório.
É CORRETO o que se afirma em:
A Psicologia do Desenvolvimento busca compreender a criança e o adolescente por meio da descrição e análise das transformações psicológicas que ocorrem ao longo do tempo, investigando como essas mudanças podem ser explicadas e interpretadas. Sobre esse tema, considere as afirmativas a seguir:
I. O tempo, por si só, constitui uma variável psicológica.
II. A essência da Psicologia do Desenvolvimento está no estudo das mudanças que ocorrem em função da idade cronológica.
III. O foco da Psicologia do Desenvolvimento está nas mudanças de comportamento decorrentes dos processos intraindividuais e das influências ambientais.
Está CORRETO o que se afirma em:
O bullying é uma prática devastadora que, segundo dados da Unesco, no documento Violência escolar e bullying: relatório sobre a situação mundial (UNESCO, 2019), constitui-se como "[...] o tipo de violência mais comum nas escolas." As consequências dessa prática são graves e abrangem desde a baixa autoestima, queda no desempenho escolar e medo de frequentar a escola, até evasão escolar, depressão, automutilação, ideação suicida e suicídio. Além das vítimas diretas, o ambiente escolar também é afetado, pois a presença da violência e do clima de insegurança provoca mal-estar coletivo. Foi o caso do suicídio de três adolescentes na Noruega, na década de 1970, que motivou os estudos pioneiros do professor Dan Olweus sobre o fenômeno. Em 2011, o psiquiatra Timothy Brewerton, em entrevista à Folha de São Paulo, analisou os ataques em escolas, como os da Escola de Columbine (1999) e da Universidade Estadual da Virgínia (2007), nos Estados Unidos, e os casos brasileiros da Escola Municipal Tasso da Silveira (2011) e da Escola Estadual Professor Raul Brasil (2019), entre outros. Segundo Brewerton, tais episódios têm origem multifatorial, envolvendo aspectos biológicos, familiares, sociais e culturais, sendo o bullying um denominador comum.
Fonte: Faria, D. F.; Fernandes, C. H.; da Silveira Nunes, S. (06 de abril de 2023). Violência escolar e bullying: Redação. Universidade Federal de Alfenas − UNIFAL-MG.
De acordo com o texto, é possível AFIRMAR que: