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Associe os itens da Coluna 1 às descrições correspondentes da Coluna 2.
Coluna 1
1. Tramitação
2. Arquivamento
3. Despacho
Coluna 2
A. Ato administrativo que orienta providências ou encaminhamentos.
B. Movimento do processo entre setores, conforme fluxo definido.
C. Guarda organizada e definitiva de documentos após conclusão.
Assinale a alternativa que contém a associação correta dos itens acima, de cima para baixo.
A secretaria escolar solicitou à servidora Letícia que elaborasse um relatório mensal contendo dados sobre matrículas, transferências e atendimentos. Ela percebeu que alguns relatórios antigos apresentavam falta de clareza, ausência de objetivos e conclusões vagas. A diretora pediu que Letícia seguisse padrões básicos de redação administrativa para corrigir tais problemas.
Assinale a alternativa CORRETA.
I. A atualização regular da frequência é essencial para subsidiar decisões pedagógicas e administrativas.
II. O histórico escolar deve ser preenchido com informações oficiais e verificáveis, sem abreviações indevidas.
III. A guarda de documentos escolares pode ser dispensada após o encerramento do ano letivo.
Assinale a alternativa CORRETA:
I. O inventário dos materiais deve ser atualizado periodicamente para refletir o estoque real.
II. O controle de saída permite identificar consumo, repor materiais e evitar desperdícios.
III. A escola pode dispensar o registro de entrada de materiais provenientes de doações.
Assinale a alternativa CORRETA:
A Secretaria Municipal de Educação implantou um programa voltado ao reforço escolar, e a servidora Camila foi responsável por acompanhar a execução nas escolas. Ela precisou registrar ações, informar resultados parciais, coletar dados e comunicar ajustes necessários. Em uma reunião, a equipe questionou qual seria o papel da secretaria escolar no apoio à implementação do programa.
Assinale a alternativa CORRETA.
(__) A qualidade do serviço educacional depende também da eficiência dos processos administrativos.
(__) A melhoria contínua exige coleta sistemática de dados e revisão de procedimentos.
(__) A avaliação da qualidade deve considerar apenas a percepção dos professores, pois são os principais usuários do serviço.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Neste sentido, assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Robôs cuidadores e roupas com GPS: as apostas do Japão contra crise de demência entre idosos
Atualmente, cerca de 30% da população japonesa tem sessenta e cinco anos ou mais, o que agrava a crise diante da redução da força de trabalho e das restrições à entrada de estrangeiros para atuar nos cuidados.
O governo japonês trata a demência como prioridade e estima que os gastos com saúde e assistência social chegarão a quatorze trilhões de ienes até 2030. Para aliviar a pressão sobre o sistema, a principal aposta é a tecnologia. Sistemas com GPS e dispositivos vestíveis ajudam a localizar idosos perdidos, enquanto redes comunitárias, como funcionários de lojas de conveniência, recebem alertas em tempo real para agilizar os resgates.
A inteligência artificial também é usada para a detecção precoce da doença. O sistema aiGait, da Fujitsu, analisa a postura e a forma de caminhar para identificar sinais iniciais de demência. Já a Universidade Waseda desenvolve o robô humanoide AIREC, projetado para auxiliar em tarefas cotidianas e, futuramente, em cuidados mais complexos.
Robôs semelhantes já são utilizados em casas de repouso para tocar músicas aos residentes ou orientá-los em exercícios simples de alongamento. Eles também monitoram pacientes durante a noite, instalados sob os colchões para acompanhar o sono e as condições de saúde, reduzindo a necessidade de rondas humanas.
Outro exemplo é o Poketomo, pequeno robô que lembra horários de medicamentos, informa sobre o clima e conversa com pessoas que vivem sozinhas, ajudando a reduzir o isolamento social. Apesar dos avanços, especialistas reforçam que os robôs devem complementar, e não substituir, os cuidadores humanos.
O valor das relações humanas aparece em um restaurante, em Tóquio, onde pessoas com demência trabalham atendendo clientes. Criado por Akiko Kanna, o espaço promove o engajamento social e mostra que, embora a tecnologia seja uma aliada, a conexão humana continua sendo essencial para quem vive com a doença.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1dzq7gpkqgo.adaptado.
Em relação à grafia das palavras, ao uso de maiúsculas, às siglas e à acentuação, é CORRETO afirmar que:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Robôs cuidadores e roupas com GPS: as apostas do Japão contra crise de demência entre idosos
Atualmente, cerca de 30% da população japonesa tem sessenta e cinco anos ou mais, o que agrava a crise diante da redução da força de trabalho e das restrições à entrada de estrangeiros para atuar nos cuidados.
O governo japonês trata a demência como prioridade e estima que os gastos com saúde e assistência social chegarão a quatorze trilhões de ienes até 2030. Para aliviar a pressão sobre o sistema, a principal aposta é a tecnologia. Sistemas com GPS e dispositivos vestíveis ajudam a localizar idosos perdidos, enquanto redes comunitárias, como funcionários de lojas de conveniência, recebem alertas em tempo real para agilizar os resgates.
A inteligência artificial também é usada para a detecção precoce da doença. O sistema aiGait, da Fujitsu, analisa a postura e a forma de caminhar para identificar sinais iniciais de demência. Já a Universidade Waseda desenvolve o robô humanoide AIREC, projetado para auxiliar em tarefas cotidianas e, futuramente, em cuidados mais complexos.
Robôs semelhantes já são utilizados em casas de repouso para tocar músicas aos residentes ou orientá-los em exercícios simples de alongamento. Eles também monitoram pacientes durante a noite, instalados sob os colchões para acompanhar o sono e as condições de saúde, reduzindo a necessidade de rondas humanas.
Outro exemplo é o Poketomo, pequeno robô que lembra horários de medicamentos, informa sobre o clima e conversa com pessoas que vivem sozinhas, ajudando a reduzir o isolamento social. Apesar dos avanços, especialistas reforçam que os robôs devem complementar, e não substituir, os cuidadores humanos.
O valor das relações humanas aparece em um restaurante, em Tóquio, onde pessoas com demência trabalham atendendo clientes. Criado por Akiko Kanna, o espaço promove o engajamento social e mostra que, embora a tecnologia seja uma aliada, a conexão humana continua sendo essencial para quem vive com a doença.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1dzq7gpkqgo.adaptado.
[...] o que agrava a crise diante da redução da força de trabalho e das restrições "à" entrada de estrangeiros para atuar nos cuidados.
Em relação ao sinal indicativo de crase, é CORRETO afirmar que, nesta frase,
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Robôs cuidadores e roupas com GPS: as apostas do Japão contra crise de demência entre idosos
Atualmente, cerca de 30% da população japonesa tem sessenta e cinco anos ou mais, o que agrava a crise diante da redução da força de trabalho e das restrições à entrada de estrangeiros para atuar nos cuidados.
O governo japonês trata a demência como prioridade e estima que os gastos com saúde e assistência social chegarão a quatorze trilhões de ienes até 2030. Para aliviar a pressão sobre o sistema, a principal aposta é a tecnologia. Sistemas com GPS e dispositivos vestíveis ajudam a localizar idosos perdidos, enquanto redes comunitárias, como funcionários de lojas de conveniência, recebem alertas em tempo real para agilizar os resgates.
A inteligência artificial também é usada para a detecção precoce da doença. O sistema aiGait, da Fujitsu, analisa a postura e a forma de caminhar para identificar sinais iniciais de demência. Já a Universidade Waseda desenvolve o robô humanoide AIREC, projetado para auxiliar em tarefas cotidianas e, futuramente, em cuidados mais complexos.
Robôs semelhantes já são utilizados em casas de repouso para tocar músicas aos residentes ou orientá-los em exercícios simples de alongamento. Eles também monitoram pacientes durante a noite, instalados sob os colchões para acompanhar o sono e as condições de saúde, reduzindo a necessidade de rondas humanas.
Outro exemplo é o Poketomo, pequeno robô que lembra horários de medicamentos, informa sobre o clima e conversa com pessoas que vivem sozinhas, ajudando a reduzir o isolamento social. Apesar dos avanços, especialistas reforçam que os robôs devem complementar, e não substituir, os cuidadores humanos.
O valor das relações humanas aparece em um restaurante, em Tóquio, onde pessoas com demência trabalham atendendo clientes. Criado por Akiko Kanna, o espaço promove o engajamento social e mostra que, embora a tecnologia seja uma aliada, a conexão humana continua sendo essencial para quem vive com a doença.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1dzq7gpkqgo.adaptado.
Conjugando o verbo destacado no futuro do pretérito do indicativo, tem-se:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Robôs cuidadores e roupas com GPS: as apostas do Japão contra crise de demência entre idosos
Atualmente, cerca de 30% da população japonesa tem sessenta e cinco anos ou mais, o que agrava a crise diante da redução da força de trabalho e das restrições à entrada de estrangeiros para atuar nos cuidados.
O governo japonês trata a demência como prioridade e estima que os gastos com saúde e assistência social chegarão a quatorze trilhões de ienes até 2030. Para aliviar a pressão sobre o sistema, a principal aposta é a tecnologia. Sistemas com GPS e dispositivos vestíveis ajudam a localizar idosos perdidos, enquanto redes comunitárias, como funcionários de lojas de conveniência, recebem alertas em tempo real para agilizar os resgates.
A inteligência artificial também é usada para a detecção precoce da doença. O sistema aiGait, da Fujitsu, analisa a postura e a forma de caminhar para identificar sinais iniciais de demência. Já a Universidade Waseda desenvolve o robô humanoide AIREC, projetado para auxiliar em tarefas cotidianas e, futuramente, em cuidados mais complexos.
Robôs semelhantes já são utilizados em casas de repouso para tocar músicas aos residentes ou orientá-los em exercícios simples de alongamento. Eles também monitoram pacientes durante a noite, instalados sob os colchões para acompanhar o sono e as condições de saúde, reduzindo a necessidade de rondas humanas.
Outro exemplo é o Poketomo, pequeno robô que lembra horários de medicamentos, informa sobre o clima e conversa com pessoas que vivem sozinhas, ajudando a reduzir o isolamento social. Apesar dos avanços, especialistas reforçam que os robôs devem complementar, e não substituir, os cuidadores humanos.
O valor das relações humanas aparece em um restaurante, em Tóquio, onde pessoas com demência trabalham atendendo clientes. Criado por Akiko Kanna, o espaço promove o engajamento social e mostra que, embora a tecnologia seja uma aliada, a conexão humana continua sendo essencial para quem vive com a doença.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1dzq7gpkqgo.adaptado.
O texto apresenta informações sobre transformações sociais, desafios demográficos e estratégias adotadas para o cuidado de pessoas idosas em um contexto de envelhecimento populacional.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Robôs cuidadores e roupas com GPS: as apostas do Japão contra crise de demência entre idosos
Atualmente, cerca de 30% da população japonesa tem sessenta e cinco anos ou mais, o que agrava a crise diante da redução da força de trabalho e das restrições à entrada de estrangeiros para atuar nos cuidados.
O governo japonês trata a demência como prioridade e estima que os gastos com saúde e assistência social chegarão a quatorze trilhões de ienes até 2030. Para aliviar a pressão sobre o sistema, a principal aposta é a tecnologia. Sistemas com GPS e dispositivos vestíveis ajudam a localizar idosos perdidos, enquanto redes comunitárias, como funcionários de lojas de conveniência, recebem alertas em tempo real para agilizar os resgates.
A inteligência artificial também é usada para a detecção precoce da doença. O sistema aiGait, da Fujitsu, analisa a postura e a forma de caminhar para identificar sinais iniciais de demência. Já a Universidade Waseda desenvolve o robô humanoide AIREC, projetado para auxiliar em tarefas cotidianas e, futuramente, em cuidados mais complexos.
Robôs semelhantes já são utilizados em casas de repouso para tocar músicas aos residentes ou orientá-los em exercícios simples de alongamento. Eles também monitoram pacientes durante a noite, instalados sob os colchões para acompanhar o sono e as condições de saúde, reduzindo a necessidade de rondas humanas.
Outro exemplo é o Poketomo, pequeno robô que lembra horários de medicamentos, informa sobre o clima e conversa com pessoas que vivem sozinhas, ajudando a reduzir o isolamento social. Apesar dos avanços, especialistas reforçam que os robôs devem complementar, e não substituir, os cuidadores humanos.
O valor das relações humanas aparece em um restaurante, em Tóquio, onde pessoas com demência trabalham atendendo clientes. Criado por Akiko Kanna, o espaço promove o engajamento social e mostra que, embora a tecnologia seja uma aliada, a conexão humana continua sendo essencial para quem vive com a doença.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1dzq7gpkqgo.adaptado.
Em relação aos mecanismos de coesão textual presentes na frase, é CORRETO afirmar que
Em um órgão público que recebe grande volume de ligações diárias, a recepção desempenha papel estratégico na filtragem inicial das demandas e na garantia da comunicação institucional eficiente. Durante o atendimento telefônico, a recepcionista deve observar protocolos formais adotados para assegurar padronização, rastreabilidade e continuidade do serviço. Considerando boas práticas de comunicação verbal, normas internas de registro e a necessidade de manter fluxo organizado entre setores, analise as afirmativas a seguir e preencha as lacunas utilizando "V", para as verdadeiras, e "F", para as falsas:
(__) Identificar-se com nome e setor no início do atendimento é procedimento indispensável para garantir transparência, permitir futura rastreabilidade do contato e reforçar a credibilidade institucional diante do usuário.
(__) Transferir a chamada sem registrar o motivo ou sem informar adequadamente o setor destinatário é prática admissível quando o servidor responsável estiver ausente, desde que a recepcionista considere a demanda simples ou rotineira.
(__) Anotar recado contendo, no mínimo, hora da ligação, nome do contato, telefone de retorno e síntese do assunto é etapa fundamental para assegurar continuidade do atendimento, evitar perda de informações e permitir que o setor adequado responda ao usuário de forma eficaz.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA, de cima para baixo:
Numa unidade de atenção básica à saúde, o fluxo de atendimento prevê triagem por ordem de prioridade clínica. Chega à recepção um usuário visivelmente angustiado que pede prioridade alegando condição crônica, mas não apresenta documentação. A recepcionista está orientada a zelar pelo acolhimento e pela correta atribuição de prioridade clínica.
Considerando princípios de atendimento humanizado e fluxos de triagem, assinale a alternativa que descreve a atitude CORRETA da recepcionista.