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Q3856146 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
Conforme a Lei Orgânica do Município, a Câmara Municipal possui atribuições privativas relacionadas à sua organização interna e ao exercício de funções de controle e fiscalização. Com base nessas disposições, analise as assertivas a seguir.

I. Compete à Câmara Municipal elaborar o seu Regimento Interno e eleger a sua Mesa Diretora, bem como destituí-la na forma prevista na Lei Orgânica e no Regimento Interno.

II. Compete à Câmara Municipal exercer, com o auxílio do Tribunal de Contas, a fiscalização financeira, orçamentária, operacional e patrimonial do Município.

III. A Lei Orgânica fixa em 30 (trinta) dias, não prorrogáveis, o prazo para que os responsáveis pelos órgãos da administração direta e indireta prestem informações e encaminhem documentos requisitados pela Câmara Municipal.

Das assertivas, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3856145 Direito Constitucional
Nos termos da Constituição Federal, o servidor público da administração direta, autárquica e fundacional que exerce mandato eletivo submete-se a regras específicas quanto ao afastamento, à remuneração e ao vínculo previdenciário. Considerando essas disposições constitucionais, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3856144 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
De acordo com a Lei Orgânica do Município, compete à Câmara Municipal, com a sanção do Prefeito Municipal, legislar sobre matérias de competência municipal. Considerando essas disposições, assinale a alternativa que corresponde a uma competência atribuída à Câmara Municipal: 
Alternativas
Q3856143 Matemática
Durante a organização de etiquetas numéricas para identificação de produtos, foram analisados alguns números naturais quanto à possibilidade de serem classificados como primos. Considerando essa análise, o conjunto que apresenta apenas números primos corresponde a: 
Alternativas
Q3856142 Matemática
Em um depósito, havia inicialmente 100 sacos de ração armazenados. Ao longo do dia, foram utilizados 20% desse total para atendimento de pedidos. Em seguida, chegaram ao depósito mais 15 sacos do mesmo produto. Considerando as operações realizadas, a quantidade de sacos que permaneceu no depósito ao final do dia corresponde a: 
Alternativas
Q3856141 Matemática
Durante uma atividade de manutenção em uma trilha ecológica, foram utilizados 3 rolos de cabo metálico, cada um com 2,4 metros de comprimento, para a instalação de uma proteção lateral. Após a instalação, verificou-se que o conjunto dos cabos possuía massa total de 18 quilogramas, distribuída de forma uniforme ao longo de toda a extensão instalada. Considerando os dados apresentados, a massa correspondente a cada metro de cabo instalado corresponde a:
Alternativas
Q3856140 Matemática
Durante uma atividade de compra em uma feira escolar, um aluno adquiriu materiais didáticos cujo valor total era de R$ 137,50. No momento do pagamento, foi concedido um desconto de R$ 10,00 sobre esse valor. Para quitar a compra, o aluno entregou duas notas de R$ 100,00 ao responsável pelo caixa. Considerando os valores envolvidos após a aplicação do desconto e a forma de pagamento utilizada, o montante correto referente ao troco recebido corresponde a:
Alternativas
Q3856139 Matemática
Durante a organização de materiais em um almoxarifado escolar, foram separados 8 caixas com 45 cadernos cada uma para distribuição nas salas de aula. Após essa separação inicial, verificou-se a necessidade de retirar 96 cadernos para reposição de estoque danificado e, posteriormente, dividir igualmente o total restante entre 6 turmas do turno da manhã. Considerando essas operações sucessivas, a quantidade de cadernos recebida por cada turma corresponde a: 
Alternativas
Q3856138 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Resolver


    Gosto da presença sol dentro da palavra resolver, verbo regular, pronominal e transitivo. Re-sol-ver, e penso: voltar a ver o sol. 


    Manoel de Barros, poeta mato-grossense nos lembra a importância das coisas pequenas. Observar passarinhos. Olhar a lua. Respeitar o tempo de fala do outro. Desacelerar para não ter um infarto. Mas somos ou demasiados cheios de preocupações ou demasiadamente desconectados de tudo o que é belo. Vejamos. Na virada do ano, as notícias se repetiram mais uma vez, as praias acumularam toneladas de lixo. A areia, o mar, a beleza do encontro com a natureza completamente atravessada pela sujeira deixada ali. Como pode o ser humano ter chegado a este ponto? Como é possível que alguém vá até a praia, se vista de branco, brinde a chegada de um novo ano, pule sei lá quantas ondas desejando um ano bom, rico, cheio de saúde e amor e descarte sem o menor pudor o lixo que produziu? Pensemos juntos. O assunto tem várias implicações. Primeiro que estamos falando de pessoas que emporcalham o espaço da natureza; segundo estas mesmas pessoas sujam um local em que um outro, geralmente um trabalhador assalariado e mal remunerado, terá de limpar a sujeira deixada; terceiro, que o modo como vemos o mundo e nos relacionamos com ele é um reflexo do que carregamos por dentro. O fora será sempre o dentro.


    Que tipo de pessoas somos? Que tipo de mundo habita dentro de nós? Quanto lixo espalhamos por onde andamos? Tenho a impressão que duas frentes precisam ser (re)construídas. Uma que é da ordem do poder público e chama educação ambiental. Trabalho de formiga, bem sei, invisível e constante. Todo sujeito precisa compreender que ele não mora no planeta Terra, ele é o planeta em que habita. Assim, ele também é o lixo que larga por aí. A outra é um convite a implicar-se no processo. É dar-se conta de que o lixo não vai embora sozinho e que é uma falta de respeito imensa com todos que habitam este mesmo espaço não se responsabilizar pelo lixo produzido. 


    O ano está começando, outra vez, ainda bem. Temos a oportunidade de sermos mais gentis consigo, com o outro, com o mundo. Para ser gentil é preciso, primeiro, conseguir perceber o outro. Não é sobre se colocar no lugar do outro. É sobre abrir espaço para que o outro não sofra, principalmente por nossa causa. É agir com consideração e pode ser um gesto silencioso, como abrir uma porta, dar um bom dia na entrada do elevador, não jogar o lixo no chão. Ser gentil é cuidar sem aparecer. É uma escolha. É escolher ser suave. É o sol de resolver.


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).

erro de separação silábica em: 
Alternativas
Q3856137 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Resolver


    Gosto da presença sol dentro da palavra resolver, verbo regular, pronominal e transitivo. Re-sol-ver, e penso: voltar a ver o sol. 


    Manoel de Barros, poeta mato-grossense nos lembra a importância das coisas pequenas. Observar passarinhos. Olhar a lua. Respeitar o tempo de fala do outro. Desacelerar para não ter um infarto. Mas somos ou demasiados cheios de preocupações ou demasiadamente desconectados de tudo o que é belo. Vejamos. Na virada do ano, as notícias se repetiram mais uma vez, as praias acumularam toneladas de lixo. A areia, o mar, a beleza do encontro com a natureza completamente atravessada pela sujeira deixada ali. Como pode o ser humano ter chegado a este ponto? Como é possível que alguém vá até a praia, se vista de branco, brinde a chegada de um novo ano, pule sei lá quantas ondas desejando um ano bom, rico, cheio de saúde e amor e descarte sem o menor pudor o lixo que produziu? Pensemos juntos. O assunto tem várias implicações. Primeiro que estamos falando de pessoas que emporcalham o espaço da natureza; segundo estas mesmas pessoas sujam um local em que um outro, geralmente um trabalhador assalariado e mal remunerado, terá de limpar a sujeira deixada; terceiro, que o modo como vemos o mundo e nos relacionamos com ele é um reflexo do que carregamos por dentro. O fora será sempre o dentro.


    Que tipo de pessoas somos? Que tipo de mundo habita dentro de nós? Quanto lixo espalhamos por onde andamos? Tenho a impressão que duas frentes precisam ser (re)construídas. Uma que é da ordem do poder público e chama educação ambiental. Trabalho de formiga, bem sei, invisível e constante. Todo sujeito precisa compreender que ele não mora no planeta Terra, ele é o planeta em que habita. Assim, ele também é o lixo que larga por aí. A outra é um convite a implicar-se no processo. É dar-se conta de que o lixo não vai embora sozinho e que é uma falta de respeito imensa com todos que habitam este mesmo espaço não se responsabilizar pelo lixo produzido. 


    O ano está começando, outra vez, ainda bem. Temos a oportunidade de sermos mais gentis consigo, com o outro, com o mundo. Para ser gentil é preciso, primeiro, conseguir perceber o outro. Não é sobre se colocar no lugar do outro. É sobre abrir espaço para que o outro não sofra, principalmente por nossa causa. É agir com consideração e pode ser um gesto silencioso, como abrir uma porta, dar um bom dia na entrada do elevador, não jogar o lixo no chão. Ser gentil é cuidar sem aparecer. É uma escolha. É escolher ser suave. É o sol de resolver.


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).

Quanto à localização da sílaba tônica, qual das palavras a seguir é classificada como proparoxítona?
Alternativas
Q3856136 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Resolver


    Gosto da presença sol dentro da palavra resolver, verbo regular, pronominal e transitivo. Re-sol-ver, e penso: voltar a ver o sol. 


    Manoel de Barros, poeta mato-grossense nos lembra a importância das coisas pequenas. Observar passarinhos. Olhar a lua. Respeitar o tempo de fala do outro. Desacelerar para não ter um infarto. Mas somos ou demasiados cheios de preocupações ou demasiadamente desconectados de tudo o que é belo. Vejamos. Na virada do ano, as notícias se repetiram mais uma vez, as praias acumularam toneladas de lixo. A areia, o mar, a beleza do encontro com a natureza completamente atravessada pela sujeira deixada ali. Como pode o ser humano ter chegado a este ponto? Como é possível que alguém vá até a praia, se vista de branco, brinde a chegada de um novo ano, pule sei lá quantas ondas desejando um ano bom, rico, cheio de saúde e amor e descarte sem o menor pudor o lixo que produziu? Pensemos juntos. O assunto tem várias implicações. Primeiro que estamos falando de pessoas que emporcalham o espaço da natureza; segundo estas mesmas pessoas sujam um local em que um outro, geralmente um trabalhador assalariado e mal remunerado, terá de limpar a sujeira deixada; terceiro, que o modo como vemos o mundo e nos relacionamos com ele é um reflexo do que carregamos por dentro. O fora será sempre o dentro.


    Que tipo de pessoas somos? Que tipo de mundo habita dentro de nós? Quanto lixo espalhamos por onde andamos? Tenho a impressão que duas frentes precisam ser (re)construídas. Uma que é da ordem do poder público e chama educação ambiental. Trabalho de formiga, bem sei, invisível e constante. Todo sujeito precisa compreender que ele não mora no planeta Terra, ele é o planeta em que habita. Assim, ele também é o lixo que larga por aí. A outra é um convite a implicar-se no processo. É dar-se conta de que o lixo não vai embora sozinho e que é uma falta de respeito imensa com todos que habitam este mesmo espaço não se responsabilizar pelo lixo produzido. 


    O ano está começando, outra vez, ainda bem. Temos a oportunidade de sermos mais gentis consigo, com o outro, com o mundo. Para ser gentil é preciso, primeiro, conseguir perceber o outro. Não é sobre se colocar no lugar do outro. É sobre abrir espaço para que o outro não sofra, principalmente por nossa causa. É agir com consideração e pode ser um gesto silencioso, como abrir uma porta, dar um bom dia na entrada do elevador, não jogar o lixo no chão. Ser gentil é cuidar sem aparecer. É uma escolha. É escolher ser suave. É o sol de resolver.


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).

Considerando a relação entre letras e fonemas de palavras do texto, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3856135 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Resolver


    Gosto da presença sol dentro da palavra resolver, verbo regular, pronominal e transitivo. Re-sol-ver, e penso: voltar a ver o sol. 


    Manoel de Barros, poeta mato-grossense nos lembra a importância das coisas pequenas. Observar passarinhos. Olhar a lua. Respeitar o tempo de fala do outro. Desacelerar para não ter um infarto. Mas somos ou demasiados cheios de preocupações ou demasiadamente desconectados de tudo o que é belo. Vejamos. Na virada do ano, as notícias se repetiram mais uma vez, as praias acumularam toneladas de lixo. A areia, o mar, a beleza do encontro com a natureza completamente atravessada pela sujeira deixada ali. Como pode o ser humano ter chegado a este ponto? Como é possível que alguém vá até a praia, se vista de branco, brinde a chegada de um novo ano, pule sei lá quantas ondas desejando um ano bom, rico, cheio de saúde e amor e descarte sem o menor pudor o lixo que produziu? Pensemos juntos. O assunto tem várias implicações. Primeiro que estamos falando de pessoas que emporcalham o espaço da natureza; segundo estas mesmas pessoas sujam um local em que um outro, geralmente um trabalhador assalariado e mal remunerado, terá de limpar a sujeira deixada; terceiro, que o modo como vemos o mundo e nos relacionamos com ele é um reflexo do que carregamos por dentro. O fora será sempre o dentro.


    Que tipo de pessoas somos? Que tipo de mundo habita dentro de nós? Quanto lixo espalhamos por onde andamos? Tenho a impressão que duas frentes precisam ser (re)construídas. Uma que é da ordem do poder público e chama educação ambiental. Trabalho de formiga, bem sei, invisível e constante. Todo sujeito precisa compreender que ele não mora no planeta Terra, ele é o planeta em que habita. Assim, ele também é o lixo que larga por aí. A outra é um convite a implicar-se no processo. É dar-se conta de que o lixo não vai embora sozinho e que é uma falta de respeito imensa com todos que habitam este mesmo espaço não se responsabilizar pelo lixo produzido. 


    O ano está começando, outra vez, ainda bem. Temos a oportunidade de sermos mais gentis consigo, com o outro, com o mundo. Para ser gentil é preciso, primeiro, conseguir perceber o outro. Não é sobre se colocar no lugar do outro. É sobre abrir espaço para que o outro não sofra, principalmente por nossa causa. É agir com consideração e pode ser um gesto silencioso, como abrir uma porta, dar um bom dia na entrada do elevador, não jogar o lixo no chão. Ser gentil é cuidar sem aparecer. É uma escolha. É escolher ser suave. É o sol de resolver.


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).

No texto, a autora seleciona palavras e expressões que produzem efeitos de sentido específicos, podendo ser analisadas a partir de relações de sinonímia e antonímia. Considerando o uso contextual dessas relações, analise as assertivas a seguir:

I. No contexto do texto, a palavra “gentil” aproxima-se semanticamente de termos como atencioso e considerado, em oposição a atitudes de indiferença.

II. A expressão “desacelerar” estabelece relação de antonímia contextual com ideias associadas à pressa e ao excesso de preocupações cotidianas.

III. O termo “resolver”, conforme construído simbolicamente no texto, apresenta sentido antônimo de agir, por remeter à introspecção e não à ação.

Das assertivas, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3856134 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Resolver


    Gosto da presença sol dentro da palavra resolver, verbo regular, pronominal e transitivo. Re-sol-ver, e penso: voltar a ver o sol. 


    Manoel de Barros, poeta mato-grossense nos lembra a importância das coisas pequenas. Observar passarinhos. Olhar a lua. Respeitar o tempo de fala do outro. Desacelerar para não ter um infarto. Mas somos ou demasiados cheios de preocupações ou demasiadamente desconectados de tudo o que é belo. Vejamos. Na virada do ano, as notícias se repetiram mais uma vez, as praias acumularam toneladas de lixo. A areia, o mar, a beleza do encontro com a natureza completamente atravessada pela sujeira deixada ali. Como pode o ser humano ter chegado a este ponto? Como é possível que alguém vá até a praia, se vista de branco, brinde a chegada de um novo ano, pule sei lá quantas ondas desejando um ano bom, rico, cheio de saúde e amor e descarte sem o menor pudor o lixo que produziu? Pensemos juntos. O assunto tem várias implicações. Primeiro que estamos falando de pessoas que emporcalham o espaço da natureza; segundo estas mesmas pessoas sujam um local em que um outro, geralmente um trabalhador assalariado e mal remunerado, terá de limpar a sujeira deixada; terceiro, que o modo como vemos o mundo e nos relacionamos com ele é um reflexo do que carregamos por dentro. O fora será sempre o dentro.


    Que tipo de pessoas somos? Que tipo de mundo habita dentro de nós? Quanto lixo espalhamos por onde andamos? Tenho a impressão que duas frentes precisam ser (re)construídas. Uma que é da ordem do poder público e chama educação ambiental. Trabalho de formiga, bem sei, invisível e constante. Todo sujeito precisa compreender que ele não mora no planeta Terra, ele é o planeta em que habita. Assim, ele também é o lixo que larga por aí. A outra é um convite a implicar-se no processo. É dar-se conta de que o lixo não vai embora sozinho e que é uma falta de respeito imensa com todos que habitam este mesmo espaço não se responsabilizar pelo lixo produzido. 


    O ano está começando, outra vez, ainda bem. Temos a oportunidade de sermos mais gentis consigo, com o outro, com o mundo. Para ser gentil é preciso, primeiro, conseguir perceber o outro. Não é sobre se colocar no lugar do outro. É sobre abrir espaço para que o outro não sofra, principalmente por nossa causa. É agir com consideração e pode ser um gesto silencioso, como abrir uma porta, dar um bom dia na entrada do elevador, não jogar o lixo no chão. Ser gentil é cuidar sem aparecer. É uma escolha. É escolher ser suave. É o sol de resolver.


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).

Ao caracterizar a educação ambiental como “trabalho de formiga”, o texto utiliza uma expressão metafórica para qualificar esse processo. Considerando o sentido atribuído no texto, a substituição que preserva com maior precisão o valor semântico e argumentativo da expressão é: 
Alternativas
Q3856133 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Resolver


    Gosto da presença sol dentro da palavra resolver, verbo regular, pronominal e transitivo. Re-sol-ver, e penso: voltar a ver o sol. 


    Manoel de Barros, poeta mato-grossense nos lembra a importância das coisas pequenas. Observar passarinhos. Olhar a lua. Respeitar o tempo de fala do outro. Desacelerar para não ter um infarto. Mas somos ou demasiados cheios de preocupações ou demasiadamente desconectados de tudo o que é belo. Vejamos. Na virada do ano, as notícias se repetiram mais uma vez, as praias acumularam toneladas de lixo. A areia, o mar, a beleza do encontro com a natureza completamente atravessada pela sujeira deixada ali. Como pode o ser humano ter chegado a este ponto? Como é possível que alguém vá até a praia, se vista de branco, brinde a chegada de um novo ano, pule sei lá quantas ondas desejando um ano bom, rico, cheio de saúde e amor e descarte sem o menor pudor o lixo que produziu? Pensemos juntos. O assunto tem várias implicações. Primeiro que estamos falando de pessoas que emporcalham o espaço da natureza; segundo estas mesmas pessoas sujam um local em que um outro, geralmente um trabalhador assalariado e mal remunerado, terá de limpar a sujeira deixada; terceiro, que o modo como vemos o mundo e nos relacionamos com ele é um reflexo do que carregamos por dentro. O fora será sempre o dentro.


    Que tipo de pessoas somos? Que tipo de mundo habita dentro de nós? Quanto lixo espalhamos por onde andamos? Tenho a impressão que duas frentes precisam ser (re)construídas. Uma que é da ordem do poder público e chama educação ambiental. Trabalho de formiga, bem sei, invisível e constante. Todo sujeito precisa compreender que ele não mora no planeta Terra, ele é o planeta em que habita. Assim, ele também é o lixo que larga por aí. A outra é um convite a implicar-se no processo. É dar-se conta de que o lixo não vai embora sozinho e que é uma falta de respeito imensa com todos que habitam este mesmo espaço não se responsabilizar pelo lixo produzido. 


    O ano está começando, outra vez, ainda bem. Temos a oportunidade de sermos mais gentis consigo, com o outro, com o mundo. Para ser gentil é preciso, primeiro, conseguir perceber o outro. Não é sobre se colocar no lugar do outro. É sobre abrir espaço para que o outro não sofra, principalmente por nossa causa. É agir com consideração e pode ser um gesto silencioso, como abrir uma porta, dar um bom dia na entrada do elevador, não jogar o lixo no chão. Ser gentil é cuidar sem aparecer. É uma escolha. É escolher ser suave. É o sol de resolver.


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).

No texto, a autora afirma que “o fora será sempre o dentro”, construindo uma relação entre comportamento social e interioridade do sujeito. No contexto argumentativo em que a expressão é empregada, seu sentido corresponde à ideia de que: 
Alternativas
Q3856132 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Resolver


    Gosto da presença sol dentro da palavra resolver, verbo regular, pronominal e transitivo. Re-sol-ver, e penso: voltar a ver o sol. 


    Manoel de Barros, poeta mato-grossense nos lembra a importância das coisas pequenas. Observar passarinhos. Olhar a lua. Respeitar o tempo de fala do outro. Desacelerar para não ter um infarto. Mas somos ou demasiados cheios de preocupações ou demasiadamente desconectados de tudo o que é belo. Vejamos. Na virada do ano, as notícias se repetiram mais uma vez, as praias acumularam toneladas de lixo. A areia, o mar, a beleza do encontro com a natureza completamente atravessada pela sujeira deixada ali. Como pode o ser humano ter chegado a este ponto? Como é possível que alguém vá até a praia, se vista de branco, brinde a chegada de um novo ano, pule sei lá quantas ondas desejando um ano bom, rico, cheio de saúde e amor e descarte sem o menor pudor o lixo que produziu? Pensemos juntos. O assunto tem várias implicações. Primeiro que estamos falando de pessoas que emporcalham o espaço da natureza; segundo estas mesmas pessoas sujam um local em que um outro, geralmente um trabalhador assalariado e mal remunerado, terá de limpar a sujeira deixada; terceiro, que o modo como vemos o mundo e nos relacionamos com ele é um reflexo do que carregamos por dentro. O fora será sempre o dentro.


    Que tipo de pessoas somos? Que tipo de mundo habita dentro de nós? Quanto lixo espalhamos por onde andamos? Tenho a impressão que duas frentes precisam ser (re)construídas. Uma que é da ordem do poder público e chama educação ambiental. Trabalho de formiga, bem sei, invisível e constante. Todo sujeito precisa compreender que ele não mora no planeta Terra, ele é o planeta em que habita. Assim, ele também é o lixo que larga por aí. A outra é um convite a implicar-se no processo. É dar-se conta de que o lixo não vai embora sozinho e que é uma falta de respeito imensa com todos que habitam este mesmo espaço não se responsabilizar pelo lixo produzido. 


    O ano está começando, outra vez, ainda bem. Temos a oportunidade de sermos mais gentis consigo, com o outro, com o mundo. Para ser gentil é preciso, primeiro, conseguir perceber o outro. Não é sobre se colocar no lugar do outro. É sobre abrir espaço para que o outro não sofra, principalmente por nossa causa. É agir com consideração e pode ser um gesto silencioso, como abrir uma porta, dar um bom dia na entrada do elevador, não jogar o lixo no chão. Ser gentil é cuidar sem aparecer. É uma escolha. É escolher ser suave. É o sol de resolver.


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).

O texto constrói uma reflexão que articula linguagem poética, crítica social e responsabilidade ética, utilizando situações cotidianas para ampliar o sentido do verbo “resolver”. Considerando o percurso argumentativo desenvolvido, assinale a alternativa que melhor expressa a ideia central do texto. 
Alternativas
Q3856131 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Resolver


    Gosto da presença sol dentro da palavra resolver, verbo regular, pronominal e transitivo. Re-sol-ver, e penso: voltar a ver o sol. 


    Manoel de Barros, poeta mato-grossense nos lembra a importância das coisas pequenas. Observar passarinhos. Olhar a lua. Respeitar o tempo de fala do outro. Desacelerar para não ter um infarto. Mas somos ou demasiados cheios de preocupações ou demasiadamente desconectados de tudo o que é belo. Vejamos. Na virada do ano, as notícias se repetiram mais uma vez, as praias acumularam toneladas de lixo. A areia, o mar, a beleza do encontro com a natureza completamente atravessada pela sujeira deixada ali. Como pode o ser humano ter chegado a este ponto? Como é possível que alguém vá até a praia, se vista de branco, brinde a chegada de um novo ano, pule sei lá quantas ondas desejando um ano bom, rico, cheio de saúde e amor e descarte sem o menor pudor o lixo que produziu? Pensemos juntos. O assunto tem várias implicações. Primeiro que estamos falando de pessoas que emporcalham o espaço da natureza; segundo estas mesmas pessoas sujam um local em que um outro, geralmente um trabalhador assalariado e mal remunerado, terá de limpar a sujeira deixada; terceiro, que o modo como vemos o mundo e nos relacionamos com ele é um reflexo do que carregamos por dentro. O fora será sempre o dentro.


    Que tipo de pessoas somos? Que tipo de mundo habita dentro de nós? Quanto lixo espalhamos por onde andamos? Tenho a impressão que duas frentes precisam ser (re)construídas. Uma que é da ordem do poder público e chama educação ambiental. Trabalho de formiga, bem sei, invisível e constante. Todo sujeito precisa compreender que ele não mora no planeta Terra, ele é o planeta em que habita. Assim, ele também é o lixo que larga por aí. A outra é um convite a implicar-se no processo. É dar-se conta de que o lixo não vai embora sozinho e que é uma falta de respeito imensa com todos que habitam este mesmo espaço não se responsabilizar pelo lixo produzido. 


    O ano está começando, outra vez, ainda bem. Temos a oportunidade de sermos mais gentis consigo, com o outro, com o mundo. Para ser gentil é preciso, primeiro, conseguir perceber o outro. Não é sobre se colocar no lugar do outro. É sobre abrir espaço para que o outro não sofra, principalmente por nossa causa. É agir com consideração e pode ser um gesto silencioso, como abrir uma porta, dar um bom dia na entrada do elevador, não jogar o lixo no chão. Ser gentil é cuidar sem aparecer. É uma escolha. É escolher ser suave. É o sol de resolver.


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).

Ao abordar o problema do lixo e da relação do ser humano com o ambiente, o texto estabelece conexões entre atitudes individuais, coletividade e interioridade. Considerando essa construção, analise as assertivas a seguir:

I. O texto sugere que a forma como o indivíduo se relaciona com o espaço externo reflete valores e posturas internalizadas.

II. A crítica à sujeira deixada nas praias é utilizada como exemplo de um problema mais amplo de responsabilidade social e ética.

III. A autora atribui exclusivamente à ausência de políticas públicas a degradação ambiental observada.

Das assertivas, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3856130 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Resolver


    Gosto da presença sol dentro da palavra resolver, verbo regular, pronominal e transitivo. Re-sol-ver, e penso: voltar a ver o sol. 


    Manoel de Barros, poeta mato-grossense nos lembra a importância das coisas pequenas. Observar passarinhos. Olhar a lua. Respeitar o tempo de fala do outro. Desacelerar para não ter um infarto. Mas somos ou demasiados cheios de preocupações ou demasiadamente desconectados de tudo o que é belo. Vejamos. Na virada do ano, as notícias se repetiram mais uma vez, as praias acumularam toneladas de lixo. A areia, o mar, a beleza do encontro com a natureza completamente atravessada pela sujeira deixada ali. Como pode o ser humano ter chegado a este ponto? Como é possível que alguém vá até a praia, se vista de branco, brinde a chegada de um novo ano, pule sei lá quantas ondas desejando um ano bom, rico, cheio de saúde e amor e descarte sem o menor pudor o lixo que produziu? Pensemos juntos. O assunto tem várias implicações. Primeiro que estamos falando de pessoas que emporcalham o espaço da natureza; segundo estas mesmas pessoas sujam um local em que um outro, geralmente um trabalhador assalariado e mal remunerado, terá de limpar a sujeira deixada; terceiro, que o modo como vemos o mundo e nos relacionamos com ele é um reflexo do que carregamos por dentro. O fora será sempre o dentro.


    Que tipo de pessoas somos? Que tipo de mundo habita dentro de nós? Quanto lixo espalhamos por onde andamos? Tenho a impressão que duas frentes precisam ser (re)construídas. Uma que é da ordem do poder público e chama educação ambiental. Trabalho de formiga, bem sei, invisível e constante. Todo sujeito precisa compreender que ele não mora no planeta Terra, ele é o planeta em que habita. Assim, ele também é o lixo que larga por aí. A outra é um convite a implicar-se no processo. É dar-se conta de que o lixo não vai embora sozinho e que é uma falta de respeito imensa com todos que habitam este mesmo espaço não se responsabilizar pelo lixo produzido. 


    O ano está começando, outra vez, ainda bem. Temos a oportunidade de sermos mais gentis consigo, com o outro, com o mundo. Para ser gentil é preciso, primeiro, conseguir perceber o outro. Não é sobre se colocar no lugar do outro. É sobre abrir espaço para que o outro não sofra, principalmente por nossa causa. É agir com consideração e pode ser um gesto silencioso, como abrir uma porta, dar um bom dia na entrada do elevador, não jogar o lixo no chão. Ser gentil é cuidar sem aparecer. É uma escolha. É escolher ser suave. É o sol de resolver.


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).

 Na construção simbólica do texto, a autora associa o verbo “resolver” à ideia de transformação ética e sensível do modo de viver. Ao afirmar que “resolver” é “o sol de resolver”, o texto sugere a noção de __________, vinculada à escolha consciente por atitudes gentis, responsáveis e atentas ao outro e ao ambiente.

Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna, de acordo com o sentido do texto.  
Alternativas
Q3856129 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Resolver


    Gosto da presença sol dentro da palavra resolver, verbo regular, pronominal e transitivo. Re-sol-ver, e penso: voltar a ver o sol. 


    Manoel de Barros, poeta mato-grossense nos lembra a importância das coisas pequenas. Observar passarinhos. Olhar a lua. Respeitar o tempo de fala do outro. Desacelerar para não ter um infarto. Mas somos ou demasiados cheios de preocupações ou demasiadamente desconectados de tudo o que é belo. Vejamos. Na virada do ano, as notícias se repetiram mais uma vez, as praias acumularam toneladas de lixo. A areia, o mar, a beleza do encontro com a natureza completamente atravessada pela sujeira deixada ali. Como pode o ser humano ter chegado a este ponto? Como é possível que alguém vá até a praia, se vista de branco, brinde a chegada de um novo ano, pule sei lá quantas ondas desejando um ano bom, rico, cheio de saúde e amor e descarte sem o menor pudor o lixo que produziu? Pensemos juntos. O assunto tem várias implicações. Primeiro que estamos falando de pessoas que emporcalham o espaço da natureza; segundo estas mesmas pessoas sujam um local em que um outro, geralmente um trabalhador assalariado e mal remunerado, terá de limpar a sujeira deixada; terceiro, que o modo como vemos o mundo e nos relacionamos com ele é um reflexo do que carregamos por dentro. O fora será sempre o dentro.


    Que tipo de pessoas somos? Que tipo de mundo habita dentro de nós? Quanto lixo espalhamos por onde andamos? Tenho a impressão que duas frentes precisam ser (re)construídas. Uma que é da ordem do poder público e chama educação ambiental. Trabalho de formiga, bem sei, invisível e constante. Todo sujeito precisa compreender que ele não mora no planeta Terra, ele é o planeta em que habita. Assim, ele também é o lixo que larga por aí. A outra é um convite a implicar-se no processo. É dar-se conta de que o lixo não vai embora sozinho e que é uma falta de respeito imensa com todos que habitam este mesmo espaço não se responsabilizar pelo lixo produzido. 


    O ano está começando, outra vez, ainda bem. Temos a oportunidade de sermos mais gentis consigo, com o outro, com o mundo. Para ser gentil é preciso, primeiro, conseguir perceber o outro. Não é sobre se colocar no lugar do outro. É sobre abrir espaço para que o outro não sofra, principalmente por nossa causa. É agir com consideração e pode ser um gesto silencioso, como abrir uma porta, dar um bom dia na entrada do elevador, não jogar o lixo no chão. Ser gentil é cuidar sem aparecer. É uma escolha. É escolher ser suave. É o sol de resolver.


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).

No desenvolvimento do texto, a autora propõe diferentes caminhos para a transformação das relações entre indivíduo, sociedade e meio ambiente. Considerando essas proposições, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3856078 Noções de Informática
O Google Chrome disponibiliza recursos que ampliam a segurança e a privacidade do usuário durante a navegação. Considerando essas funcionalidades, assinale a alternativa que nomeia corretamente o recurso do navegador que permite acessar páginas sem registrar histórico, cookies e dados de formulários após o encerramento da sessão. 
Alternativas
Q3856077 Arquivologia
 A classificação dos arquivos considera a frequência de uso e a função administrativa dos documentos ao longo do tempo. Os documentos que são consultados com frequência e necessários às atividades rotineiras da instituição integram o arquivo: 
Alternativas
Respostas
1821: B
1822: B
1823: A
1824: A
1825: E
1826: B
1827: D
1828: C
1829: D
1830: E
1831: A
1832: B
1833: B
1834: C
1835: B
1836: C
1837: D
1838: D
1839: A
1840: C