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Q3869091 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
De acordo com a Lei nº 13.146/2015, as atitudes ou comportamentos que impeçam ou prejudiquem a participação social da pessoa com deficiência, em igualdade de condições e oportunidades com as demais pessoas, caracterizam-se como barreiras:  
Alternativas
Q3869090 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Nos termos da Lei nº 13.146/2015, a concepção de produtos, ambientes, programas e serviços a serem utilizados por todas as pessoas, sem necessidade de adaptação ou de projeto específico, incluindo os recursos de tecnologia assistiva, denomina-se: 
Alternativas
Q3869089 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
À luz do Estatuto da Criança e do Adolescente, no que se refere ao dever de assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos da criança e do adolescente, assinale a alternativa INCORRETA.  
Alternativas
Q3869088 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990

Com base nas disposições do Estatuto da Criança e do Adolescente, relativas ao processo educacional e às políticas culturais, analise as assertivas a seguir.



I. O processo educacional deve respeitar os valores culturais, morais, éticos, artísticos e históricos do contexto social da criança e do adolescente, assegurando-lhes a liberdade de criação e o acesso às fontes de cultura.


II. Compete exclusivamente aos municípios estimular e facilitar a destinação de recursos e espaços para programações culturais, esportivas e de lazer voltadas à infância e à juventude, sem apoio dos demais entes federativos.



Das assertivas, pode-se afirmar que: 

Alternativas
Q3869087 Legislação Municipal
O funcionamento das sessões da Câmara Municipal envolve regras quanto aos tipos de sessões, ao local de realização, à publicidade e ao quórum mínimo para abertura. Considerando essas normas e as disposições da Lei Orgânica Municipal, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3869086 Legislação Municipal
Conforme a Lei Orgânica Municipal, o exercício de mandato eletivo por servidor público municipal envolve regras específicas quanto ao afastamento, à remuneração e à contagem de tempo de serviço. Considerando essas regras, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3869040 Pedagogia
No âmbito da promoção da saúde e do bem-estar dos alunos, assinale a alternativa INCORRETA quanto às orientações do agente educativo. 
Alternativas
Q3869039 Pedagogia
No que se refere às orientações do agente educativo aos alunos para a prevenção de acidentes, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3869038 Nutrição
No cotidiano escolar, constitui orientação adequada do agente educativo aos alunos quanto à alimentação: 
Alternativas
Q3869037 Pedagogia
Na perspectiva da educação inclusiva, a adaptação de rotinas, espaços e estratégias pedagógicas tem como finalidade principal garantir: 
Alternativas
Q3869036 Pedagogia
No trabalho cotidiano do agente educativo, a definição de limites claros e coerentes contribui para: 
Alternativas
Q3869035 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
De acordo com a Lei nº 13.146/2015, as atitudes ou comportamentos que impeçam ou prejudiquem a participação social da pessoa com deficiência, em igualdade de condições e oportunidades com as demais pessoas, caracterizam-se como barreiras:  
Alternativas
Q3869034 Pedagogia

Nos termos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, são princípios sobre os quais o ensino deve ser ministrado:



I. Consideração com a diversidade étnico-racial.


II. Garantia do direito à educação e à aprendizagem ao longo da vida.


III. Respeito à diversidade humana, linguística, cultural e identitária das pessoas surdas, surdo-cegas e com deficiência auditiva.


IV. Garantia do direito de acesso a informações públicas sobre a gestão da educação.



Quantos dos itens está(ão) CORRETO(S)? 

Alternativas
Q3869033 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990

Com base nas disposições do Estatuto da Criança e do Adolescente, relativas ao processo educacional e às políticas culturais, analise as assertivas a seguir.



I. O processo educacional deve respeitar os valores culturais, morais, éticos, artísticos e históricos do contexto social da criança e do adolescente, assegurando-lhes a liberdade de criação e o acesso às fontes de cultura.


II. Compete exclusivamente aos municípios estimular e facilitar a destinação de recursos e espaços para programações culturais, esportivas e de lazer voltadas à infância e à juventude, sem apoio dos demais entes federativos.



Das assertivas, pode-se afirmar que: 

Alternativas
Q3869032 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Nos termos da Lei nº 13.146/2015, a concepção de produtos, ambientes, programas e serviços a serem utilizados por todas as pessoas, sem necessidade de adaptação ou de projeto específico, incluindo os recursos de tecnologia assistiva, denomina-se: 
Alternativas
Q3869031 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
À luz do Estatuto da Criança e do Adolescente, no que se refere ao dever de assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos da criança e do adolescente, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3869025 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Não via a hora de crescer, e hoje entendo minha urgência: eu só seria parida, de verdade, pelas palavras


    Ninguém sai ileso da infância. Mesmo a criança que teve pais amorosos, que recebeu atenção plena durante suas inquietudes, mesmo ela, nascida em um reino encantado, no lar mais que perfeito, haverá de arrastar algumas correntes na vida adulta. Não há nada de original nesta constatação, mas só agora, lendo as inúmeras entrevistas que compõem o livro Conversas Infinitas, de Mariano Horenstein, é que enxerguei a situação com mais clareza.


    O livro aborda a influência da psicanálise na criação artística, e entre os escritores, cineastas, músicos e demais artistas entrevistados, está o fotógrafo guatemalteco Luiz González Palma, que em determinado momento fala sobre a desconcertante solidão das crianças: em seus primeiros anos, ainda não possuem um acervo razoável de palavras para interpretar a complexidade do mundo.


    Eu lembro. O desespero por não conseguir nominar minhas emoções. A dificuldade de entender a mim mesma. O vácuo que me deixava vagando pelos corredores do colégio, pelas festas familiares, pelo tudo e o nada que eu não conseguia designar. Uma garotinha desamparada, sem a compreensão do que, dentro dela, era exclusivamente sensitivo. Palavras são salva-vidas. Fosse apenas por isso, dar livros de presente às crianças deveria ser obrigatório, não opcional.


    Abraços, carinhos, cuidados – a linguagem do afeto supre a ausência das palavras no início da vida, mas não de todo. E se quem nos ama desaparecer de repente? Como lidar com o medo, sem a rede de proteção de um pensamento lógico?


    Saramago disse, certa vez, que somos todos escritores, só que uns escrevem e outros não. À medida que vamos assimilando um repertório de palavras, passamos todos a nos narrar, finalmente. A narrativa que fazemos a nosso respeito é a base dos vínculos maduros – e de toda a psicanálise. Sem o auxílio das palavras, a infância não termina.


    Há quem não escreva, mas não existe quem não se narre. A palavra está por trás de tudo: música, teatro, cinema, fotografia, amizades, amor – toda expressão nasce de alguém que precisa entender quem é, entender como se sente, e dizê lo. Fosse apenas por isso, dar livros de presente aos adultos também deveria ser obrigatório, não opcional.


    A incompreensão de si mesmo é um vazio aterrador. Tive todas as necessidades atendidas, quando criança, mas não via a hora de crescer, e hoje entendo minha urgência: eu só seria parida, de verdade, pelas palavras. Através delas, eu colocaria meus pés no chão e existiria de forma mais precisa. Ou, ao menos, teria alguma lucidez sobre minha imprecisão. É a graça que vejo em ser adulta: dar um sentido à imaginação e descobrir que o que a gente pensa e sente (e sofre) é universal.


Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado). 

Na oração “Ninguém sai ileso da infância”, o termo “ninguém” classifica-se morfologicamente como: 
Alternativas
Q3869024 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Não via a hora de crescer, e hoje entendo minha urgência: eu só seria parida, de verdade, pelas palavras


    Ninguém sai ileso da infância. Mesmo a criança que teve pais amorosos, que recebeu atenção plena durante suas inquietudes, mesmo ela, nascida em um reino encantado, no lar mais que perfeito, haverá de arrastar algumas correntes na vida adulta. Não há nada de original nesta constatação, mas só agora, lendo as inúmeras entrevistas que compõem o livro Conversas Infinitas, de Mariano Horenstein, é que enxerguei a situação com mais clareza.


    O livro aborda a influência da psicanálise na criação artística, e entre os escritores, cineastas, músicos e demais artistas entrevistados, está o fotógrafo guatemalteco Luiz González Palma, que em determinado momento fala sobre a desconcertante solidão das crianças: em seus primeiros anos, ainda não possuem um acervo razoável de palavras para interpretar a complexidade do mundo.


    Eu lembro. O desespero por não conseguir nominar minhas emoções. A dificuldade de entender a mim mesma. O vácuo que me deixava vagando pelos corredores do colégio, pelas festas familiares, pelo tudo e o nada que eu não conseguia designar. Uma garotinha desamparada, sem a compreensão do que, dentro dela, era exclusivamente sensitivo. Palavras são salva-vidas. Fosse apenas por isso, dar livros de presente às crianças deveria ser obrigatório, não opcional.


    Abraços, carinhos, cuidados – a linguagem do afeto supre a ausência das palavras no início da vida, mas não de todo. E se quem nos ama desaparecer de repente? Como lidar com o medo, sem a rede de proteção de um pensamento lógico?


    Saramago disse, certa vez, que somos todos escritores, só que uns escrevem e outros não. À medida que vamos assimilando um repertório de palavras, passamos todos a nos narrar, finalmente. A narrativa que fazemos a nosso respeito é a base dos vínculos maduros – e de toda a psicanálise. Sem o auxílio das palavras, a infância não termina.


    Há quem não escreva, mas não existe quem não se narre. A palavra está por trás de tudo: música, teatro, cinema, fotografia, amizades, amor – toda expressão nasce de alguém que precisa entender quem é, entender como se sente, e dizê lo. Fosse apenas por isso, dar livros de presente aos adultos também deveria ser obrigatório, não opcional.


    A incompreensão de si mesmo é um vazio aterrador. Tive todas as necessidades atendidas, quando criança, mas não via a hora de crescer, e hoje entendo minha urgência: eu só seria parida, de verdade, pelas palavras. Através delas, eu colocaria meus pés no chão e existiria de forma mais precisa. Ou, ao menos, teria alguma lucidez sobre minha imprecisão. É a graça que vejo em ser adulta: dar um sentido à imaginação e descobrir que o que a gente pensa e sente (e sofre) é universal.


Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado). 

Na oração “Eu lembro”, o sujeito classifica-se como: 
Alternativas
Q3869023 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Não via a hora de crescer, e hoje entendo minha urgência: eu só seria parida, de verdade, pelas palavras


    Ninguém sai ileso da infância. Mesmo a criança que teve pais amorosos, que recebeu atenção plena durante suas inquietudes, mesmo ela, nascida em um reino encantado, no lar mais que perfeito, haverá de arrastar algumas correntes na vida adulta. Não há nada de original nesta constatação, mas só agora, lendo as inúmeras entrevistas que compõem o livro Conversas Infinitas, de Mariano Horenstein, é que enxerguei a situação com mais clareza.


    O livro aborda a influência da psicanálise na criação artística, e entre os escritores, cineastas, músicos e demais artistas entrevistados, está o fotógrafo guatemalteco Luiz González Palma, que em determinado momento fala sobre a desconcertante solidão das crianças: em seus primeiros anos, ainda não possuem um acervo razoável de palavras para interpretar a complexidade do mundo.


    Eu lembro. O desespero por não conseguir nominar minhas emoções. A dificuldade de entender a mim mesma. O vácuo que me deixava vagando pelos corredores do colégio, pelas festas familiares, pelo tudo e o nada que eu não conseguia designar. Uma garotinha desamparada, sem a compreensão do que, dentro dela, era exclusivamente sensitivo. Palavras são salva-vidas. Fosse apenas por isso, dar livros de presente às crianças deveria ser obrigatório, não opcional.


    Abraços, carinhos, cuidados – a linguagem do afeto supre a ausência das palavras no início da vida, mas não de todo. E se quem nos ama desaparecer de repente? Como lidar com o medo, sem a rede de proteção de um pensamento lógico?


    Saramago disse, certa vez, que somos todos escritores, só que uns escrevem e outros não. À medida que vamos assimilando um repertório de palavras, passamos todos a nos narrar, finalmente. A narrativa que fazemos a nosso respeito é a base dos vínculos maduros – e de toda a psicanálise. Sem o auxílio das palavras, a infância não termina.


    Há quem não escreva, mas não existe quem não se narre. A palavra está por trás de tudo: música, teatro, cinema, fotografia, amizades, amor – toda expressão nasce de alguém que precisa entender quem é, entender como se sente, e dizê lo. Fosse apenas por isso, dar livros de presente aos adultos também deveria ser obrigatório, não opcional.


    A incompreensão de si mesmo é um vazio aterrador. Tive todas as necessidades atendidas, quando criança, mas não via a hora de crescer, e hoje entendo minha urgência: eu só seria parida, de verdade, pelas palavras. Através delas, eu colocaria meus pés no chão e existiria de forma mais precisa. Ou, ao menos, teria alguma lucidez sobre minha imprecisão. É a graça que vejo em ser adulta: dar um sentido à imaginação e descobrir que o que a gente pensa e sente (e sofre) é universal.


Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado). 

No desenvolvimento do texto, a autora sustenta que a aquisição das palavras é fundamental porque elas permitem ao sujeito: 
Alternativas
Q3869022 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Não via a hora de crescer, e hoje entendo minha urgência: eu só seria parida, de verdade, pelas palavras


    Ninguém sai ileso da infância. Mesmo a criança que teve pais amorosos, que recebeu atenção plena durante suas inquietudes, mesmo ela, nascida em um reino encantado, no lar mais que perfeito, haverá de arrastar algumas correntes na vida adulta. Não há nada de original nesta constatação, mas só agora, lendo as inúmeras entrevistas que compõem o livro Conversas Infinitas, de Mariano Horenstein, é que enxerguei a situação com mais clareza.


    O livro aborda a influência da psicanálise na criação artística, e entre os escritores, cineastas, músicos e demais artistas entrevistados, está o fotógrafo guatemalteco Luiz González Palma, que em determinado momento fala sobre a desconcertante solidão das crianças: em seus primeiros anos, ainda não possuem um acervo razoável de palavras para interpretar a complexidade do mundo.


    Eu lembro. O desespero por não conseguir nominar minhas emoções. A dificuldade de entender a mim mesma. O vácuo que me deixava vagando pelos corredores do colégio, pelas festas familiares, pelo tudo e o nada que eu não conseguia designar. Uma garotinha desamparada, sem a compreensão do que, dentro dela, era exclusivamente sensitivo. Palavras são salva-vidas. Fosse apenas por isso, dar livros de presente às crianças deveria ser obrigatório, não opcional.


    Abraços, carinhos, cuidados – a linguagem do afeto supre a ausência das palavras no início da vida, mas não de todo. E se quem nos ama desaparecer de repente? Como lidar com o medo, sem a rede de proteção de um pensamento lógico?


    Saramago disse, certa vez, que somos todos escritores, só que uns escrevem e outros não. À medida que vamos assimilando um repertório de palavras, passamos todos a nos narrar, finalmente. A narrativa que fazemos a nosso respeito é a base dos vínculos maduros – e de toda a psicanálise. Sem o auxílio das palavras, a infância não termina.


    Há quem não escreva, mas não existe quem não se narre. A palavra está por trás de tudo: música, teatro, cinema, fotografia, amizades, amor – toda expressão nasce de alguém que precisa entender quem é, entender como se sente, e dizê lo. Fosse apenas por isso, dar livros de presente aos adultos também deveria ser obrigatório, não opcional.


    A incompreensão de si mesmo é um vazio aterrador. Tive todas as necessidades atendidas, quando criança, mas não via a hora de crescer, e hoje entendo minha urgência: eu só seria parida, de verdade, pelas palavras. Através delas, eu colocaria meus pés no chão e existiria de forma mais precisa. Ou, ao menos, teria alguma lucidez sobre minha imprecisão. É a graça que vejo em ser adulta: dar um sentido à imaginação e descobrir que o que a gente pensa e sente (e sofre) é universal.


Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado). 

Ao afirmar que “eu só seria parida, de verdade, pelas palavras”, a autora constrói uma metáfora central no texto para expressar a ideia de que: 
Alternativas
Respostas
541: D
542: C
543: C
544: B
545: C
546: D
547: D
548: C
549: B
550: A
551: D
552: D
553: A
554: B
555: C
556: C
557: B
558: A
559: D
560: C