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I. Limites de propriedade que sejam bem definidos para todas as partes podem ser estabelecidos como ALP. Além disso, é possível optar por criar uma ALP em uma área considerada livre de pragas, evitando, assim, a necessidade de determinar com precisão os limites exatos da verdadeira ALP. II. Um dos métodos empregados para definir uma zona livre de uma praga consiste em integrar diversas fontes de informações, como ONPFs, agências governamentais em níveis nacional e local, instituições de pesquisa, universidades, sociedades (incluindo especialistas científicas independentes), agricultores, consultores, museus e o público em geral.
III. Para criar uma área livre de uma praga, será obrigatório realizar levantamentos específicos para detecção ou delimitação, conforme um plano aprovado pela Organização Nacional de Proteção Fitossanitária (ONPF) pertinente.
IV. Para verificar o status “livre de pragas” em uma ALP e para fins de gestão interna, a continuidade desse status deve ser verificada após o estabelecimento da ALP e a implementação das medidas fitossanitárias de manutenção.
I. A exportação de produtos vegetais e itens regulamentados está sujeita ao cumprimento das normas fitossanitárias estabelecidas no Brasil.
II. Deverá as haver conformidade regulamentações com fitossanitárias estabelecidas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e pelo Animal and Plant Health Inspection Service (APHIS).
III. Os Estados Unidos estão cada vez mais atentos à origem dos produtos e ao impacto ambiental das práticas agrícolas. Isso inclui a consideração de métodos de cultivo que minimizem o uso de pesticidas e a degradação do solo, além de práticas que promovam a biodiversidade.
IV. Os frutos destinados aos Estados Unidos deverão ficar em câmaras isoladas e só poderão ter contatos com outros frutos depois de serem embalados, prevenindo possíveis contaminações com mosca-das-frutas ou outras pragas danosas.
I. A recente pandemia de influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP) tem gerado impactos econômicos significativos no cenário global, alterando fluxos comerciais e ampliando a demanda internacional por proteínas brasileiras, especialmente do Paraná.
II. Embora o crescimento da avicultura no Paraná represente uma oportunidade econômica significativa, ele exige vigilância constante e políticas públicas eficazes em biossegurança.
III. Os riscos zoossanitários se mantêm latentes. A detecção do vírus influenza aviária em granjas comerciais no Brasil, ainda que pontual, resultou em sanções comerciais e evidencia a fragilidade do setor diante de surtos epidemiológicos.
IV. A influenza aviária é uma doença viral com potencial zoonótico que afeta principalmente aves silvestres e domésticas, mas pode ocasionalmente infectar mamíferos, como bovinos.