Questões de Concurso
Comentadas para instituto aocp
Foram encontradas 45.281 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
A: Via aérea pérvia. Paciente verbaliza, mas com dificuldade. Colar cervical mantido.
B: Taquipneia (FR 27), SpO2 92%. Murmúrio vesicular presente e simétrico bilateralmente. Ausência de sinais de pneumotórax hipertensivo ou hemotórax maciço. Foi iniciada a oxigenoterapia.
C: PA = 90x60 mmHg, FC = 122 bpm com pulsos periféricos presentes, porém filiformes.
D: Reação pupilar presente e simétrica. Glicemia capilar normal.
E: Paciente totalmente exposto onde a inspeção apresenta escoriações e equimoses na região torácica, abdominal e nos membros inferiores. Presença de distensão abdominal, com rigidez à palpação profunda em todos os quadrantes, principalmente no hipocôndrio direito. Diminuição dos ruídos hidroaéreos. Tórax estável e sem outras alterações.Coberto no fim com manta térmica.
Considerando essas informações e os próximos passos a serem seguidos, é correto afirmar que
I. A DRC de origem não tradicional é um diagnóstico de exclusão para DRC, feito quando um paciente preenche os critérios de DRC do KDIGO sem evidências de uma causa reconhecida, como diabetes, hipertensão, doença genética ou glomerulonefrite.
II. É uma desordem principalmente túbulo-intersticial com perda não proteinúrica da função renal. III. Muitas etiologias potenciais de DRCnt foram estudadas e a exposição ao calor, aos metais nefrotóxicos e aos agrotóxicos é a principal responsável por uma grande proporção de casos em todo o mundo, especialmente entre trabalhadores.
IV. A medição de metais em amostras de urina e sangue de pacientes e indivíduos expostos aos possíveis fatores de risco pode indicar a etiologia da DRCnt.
I. Em paciente de 45 anos de idade, internado em UTI devido à leucemia aguda, com capacidade preservada de decisão, plenamente informado, discutido com equipe, familiares, que opta pela renúncia à diálise de forma voluntária, não se faz TRS.
II. Em paciente de 40 anos de idade, em regime de quimioterapia para neoplasia maligna de mama, internada em UTI, sem capacidade decisória (causas clínicas) e que tem Planejamento Antecipado de Cuidados documentado de abdicar da TRS, deve-se realizar a TRS.
III. Em paciente com capacidade preservada que decide tomar decisão por não realizar TRS sem compartilhar com familiares, mas compartilhou com a equipe, não se faz a TRS.
IV. O nefrologista deve aplicar ferramentas de avaliação prognóstica e de qualidade de vida para auxiliar na decisão de fazer ou não a TRS.
Entre as situações apresentadas, são Posicionamentos da Sociedade Brasileira de Nefrologia 2025 sobre a recusa e a descontinuação de diálise: