Apesar dos benefícios, a implementação dos Cuidados Paliati...
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Ano: 2025
Banca:
INSTITUTO AOCP
Órgão:
Prefeitura de Joinville - SC
Prova:
INSTITUTO AOCP - 2025 - Prefeitura de Joinville - SC - Médico Plantonista Nefrologista |
Q4059883
Medicina
Apesar dos benefícios, a implementação dos
Cuidados Paliativos em nefrologia ainda enfrenta
barreiras no Brasil e no mundo, incluindo
conceitos equivocados que os equiparam aos
cuidados exclusivamente de fim de vida, acesso
limitado aos serviços e formação insuficiente entre
nefrologistas e equipes multiprofissionais. Com
base nesse cenário, considere as seguintes
situações enfrentadas diariamente pelo
nefrologista quanto a decisões de indicar ou não a
terapia renal substitutiva (TRS):
I. Em paciente de 45 anos de idade, internado em UTI devido à leucemia aguda, com capacidade preservada de decisão, plenamente informado, discutido com equipe, familiares, que opta pela renúncia à diálise de forma voluntária, não se faz TRS.
II. Em paciente de 40 anos de idade, em regime de quimioterapia para neoplasia maligna de mama, internada em UTI, sem capacidade decisória (causas clínicas) e que tem Planejamento Antecipado de Cuidados documentado de abdicar da TRS, deve-se realizar a TRS.
III. Em paciente com capacidade preservada que decide tomar decisão por não realizar TRS sem compartilhar com familiares, mas compartilhou com a equipe, não se faz a TRS.
IV. O nefrologista deve aplicar ferramentas de avaliação prognóstica e de qualidade de vida para auxiliar na decisão de fazer ou não a TRS.
Entre as situações apresentadas, são Posicionamentos da Sociedade Brasileira de Nefrologia 2025 sobre a recusa e a descontinuação de diálise:
I. Em paciente de 45 anos de idade, internado em UTI devido à leucemia aguda, com capacidade preservada de decisão, plenamente informado, discutido com equipe, familiares, que opta pela renúncia à diálise de forma voluntária, não se faz TRS.
II. Em paciente de 40 anos de idade, em regime de quimioterapia para neoplasia maligna de mama, internada em UTI, sem capacidade decisória (causas clínicas) e que tem Planejamento Antecipado de Cuidados documentado de abdicar da TRS, deve-se realizar a TRS.
III. Em paciente com capacidade preservada que decide tomar decisão por não realizar TRS sem compartilhar com familiares, mas compartilhou com a equipe, não se faz a TRS.
IV. O nefrologista deve aplicar ferramentas de avaliação prognóstica e de qualidade de vida para auxiliar na decisão de fazer ou não a TRS.
Entre as situações apresentadas, são Posicionamentos da Sociedade Brasileira de Nefrologia 2025 sobre a recusa e a descontinuação de diálise: