Apesar dos benefícios, a implementação dos Cuidados Paliati...

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Q4059883 Medicina
Apesar dos benefícios, a implementação dos Cuidados Paliativos em nefrologia ainda enfrenta barreiras no Brasil e no mundo, incluindo conceitos equivocados que os equiparam aos cuidados exclusivamente de fim de vida, acesso limitado aos serviços e formação insuficiente entre nefrologistas e equipes multiprofissionais. Com base nesse cenário, considere as seguintes situações enfrentadas diariamente pelo nefrologista quanto a decisões de indicar ou não a terapia renal substitutiva (TRS):
I. Em paciente de 45 anos de idade, internado em UTI devido à leucemia aguda, com capacidade preservada de decisão, plenamente informado, discutido com equipe, familiares, que opta pela renúncia à diálise de forma voluntária, não se faz TRS.
II. Em paciente de 40 anos de idade, em regime de quimioterapia para neoplasia maligna de mama, internada em UTI, sem capacidade decisória (causas clínicas) e que tem Planejamento Antecipado de Cuidados documentado de abdicar da TRS, deve-se realizar a TRS.
III. Em paciente com capacidade preservada que decide tomar decisão por não realizar TRS sem compartilhar com familiares, mas compartilhou com a equipe, não se faz a TRS.
IV. O nefrologista deve aplicar ferramentas de avaliação prognóstica e de qualidade de vida para auxiliar na decisão de fazer ou não a TRS.
Entre as situações apresentadas, são Posicionamentos da Sociedade Brasileira de Nefrologia 2025 sobre a recusa e a descontinuação de diálise:
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