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Q2702805 Pedagogia

É correto afirmar que os conteúdos de ensino:

Alternativas
Q2702804 Pedagogia

Sobre os objetivos que orientam a prática educacional, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2702803 Pedagogia

Sobre o Título VII da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, Lei nº 9.394/96, que trata dos recursos financeiros, é correto afirmar:

Alternativas
Q2702802 Pedagogia

“O projeto político-pedagógico é fundamental porque define as práticas educativas, permite formar a identidade da escola e revela a intencionalidade do fazer educativo” (Braga; Severino, 2013). A partir dessa concepção, os fundamentos que constituem um projeto político-pedagógico são:

Alternativas
Q2702801 Pedagogia

Quanto à concepção de currículo, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2702800 Pedagogia

A respeito dos níveis curriculares formal, real e oculto, é correto afirmar:

Alternativas
Q2702799 Pedagogia

e acordo com Arthur Prado Netto e Orlando Santana Costa (2017), Piaget, Vygotsky e Wallon são considerados os mais eminentes de um grupo de teóricos que procuram explicar a aprendizagem e o conhecimento humano dentro de uma linha histórica na qual o sujeito e o objeto interagem em um processo que resulta na construção e reconstrução das estruturas cognitivas. A respeito desses autores, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2702798 Pedagogia

Para Lélio Favacho Braga e Antônio Joaquim Severino, o gestor escolar é um articulador do Projeto Político-Pedagógico da escola, numa atuação dinâmica e globalizante, e deve estar atento ao que é clássico na administração. É clássico no processo de gestão escolar:

Alternativas
Q2702797 Pedagogia

Sobre as políticas públicas inclusivas no Ensino Superior, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2702796 Legislação Federal

Considerando o artigo 15 do decreto nº 9.235, de 2017, as IES, de acordo com sua organização e suas prerrogativas acadêmicas, serão credenciadas para oferta de cursos superiores de graduação como:

Alternativas
Q2702795 Pedagogia

O capítulo IV da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/96, trata da Educação Superior. Considerando esse capítulo, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2702794 Legislação Federal

De acordo com a Lei nº 10.861, de 2004, que institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2702793 Pedagogia

As dimensões do Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) são a organização didático-pedagógica, o corpo docente, discente e técnico-administrativo e as instalações físicas. A respeito do assunto, considere as seguintes afirmativas:

1. A produção de material didático ou científico pelo corpo docente constitui a dimensão organização didático-pedagógica.

2. Adequação, formação e experiência dos docentes em relação à modalidade de EAD constitui a dimensão corpo docente, discente e técnico-administrativo.

3. Formas de acesso dos alunos de cursos a distância à bibliografia tanto básica quanto complementar e a periódicos constitui a dimensão instalações físicas.

4. Periódicos, bases de dados específicas, revistas e acervo em multimídia constitui a dimensão organização didático-pedagógica.

Assinale a alternativa correta

Alternativas
Q2702792 Pedagogia

Em relação ao PNE 13005, aprovado em 2014, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2702791 Pedagogia

A universidade organiza seu projeto institucional a partir da articulação entre o ensino, a pesquisa e a extensão. Nesse sentido, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2702790 Pedagogia

Sobre a fragmentação do conhecimento versus a interdisciplinaridade, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2702776 Português

O texto a seguir é referência para as questões 06 a 08.


Se nem adulto reconhece fake news, como ensinar as crianças a fazer isso?


Propor o desenvolvimento de uma leitura crítica e reflexão sobre redes sociais é o caminho


Com tanto adulto por aí que não sabe identificar fake news, como esperar que crianças tenham essa capacidade? Se mesmo pessoas experientes caem em golpes na internet, de que forma proteger meninos e meninas dos perigos on-line, inclusive a pedofilia?

A resposta é “media literacy”. A tradução no Brasil varia, mas é algo entre alfabetização digital, alfabetização midiática ou alfabetização para a mídia.

Nas escolas, finalmente começa a ficar claro que isso não significa ensinar os alunos a usar o computador, fazer lição de casa com celular, desenvolver programas, operar impressora 3D ou qualquer atividade em que a parafernália tecnológica esteja no centro da proposta pedagógica.

Aliás, a ferramenta é o que menos importa, até porque é chavão dizer que a criançada já nasce sabendo usar tudo quanto é aparelho.

Alfabetizar para a mídia não tem a ver com a técnica do uso, do manejo de botões, dos cliques, do vaivém dos dedos pela tela.

O que se deve desenvolver é a leitura crítica de tudo isso, mostrar como separar o joio do trigo, buscar boas fontes, reconhecer e combater fake news, proteger-se de criminosos, refletir sobre as redes sociais, entender a indústria, quais são as empresas que as dominam, que poder detém.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/laura-mattos/2019/08/se-nem-adulto-reconhece-fake-news-como-ensinar-as-criancas-a-fazerisso. shtml)

No trecho “[...] até porque é chavão dizer que a criançada já nasce sabendo usar tudo quanto é aparelho”, a palavra destacada pode ser substituída por:

Alternativas
Q2702775 Português

O texto a seguir é referência para as questões 06 a 08.


Se nem adulto reconhece fake news, como ensinar as crianças a fazer isso?


Propor o desenvolvimento de uma leitura crítica e reflexão sobre redes sociais é o caminho


Com tanto adulto por aí que não sabe identificar fake news, como esperar que crianças tenham essa capacidade? Se mesmo pessoas experientes caem em golpes na internet, de que forma proteger meninos e meninas dos perigos on-line, inclusive a pedofilia?

A resposta é “media literacy”. A tradução no Brasil varia, mas é algo entre alfabetização digital, alfabetização midiática ou alfabetização para a mídia.

Nas escolas, finalmente começa a ficar claro que isso não significa ensinar os alunos a usar o computador, fazer lição de casa com celular, desenvolver programas, operar impressora 3D ou qualquer atividade em que a parafernália tecnológica esteja no centro da proposta pedagógica.

Aliás, a ferramenta é o que menos importa, até porque é chavão dizer que a criançada já nasce sabendo usar tudo quanto é aparelho.

Alfabetizar para a mídia não tem a ver com a técnica do uso, do manejo de botões, dos cliques, do vaivém dos dedos pela tela.

O que se deve desenvolver é a leitura crítica de tudo isso, mostrar como separar o joio do trigo, buscar boas fontes, reconhecer e combater fake news, proteger-se de criminosos, refletir sobre as redes sociais, entender a indústria, quais são as empresas que as dominam, que poder detém.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/laura-mattos/2019/08/se-nem-adulto-reconhece-fake-news-como-ensinar-as-criancas-a-fazerisso. shtml)

No trecho “Se mesmo pessoas experientes caem em golpes na internet, de que forma proteger meninos e meninas dos perigos on-line, inclusive a pedofilia?”, a oração grifada indica:

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Q2702772 Português

O texto a seguir é referência para as questões 01 a 03.


O sucesso de atletas de elite depende de muitos fatores. Estamos acostumados a acompanhar relatos diversos que descrevem protocolos rígidos, geralmente, envolvendo treinamento árduo, alimentação controlada, descanso e, em alguns casos, a dopagem – prática proibida que consiste na injeção de compostos, como a testosterona (hormônio anabolizante), para aumentar a massa muscular dos atletas. Jamais imaginaríamos que um dos segredos do sucesso poderia ter origem no intestino dos atletas, mais especificamente, num gênero de bactérias com o curioso nome de Veillonela atypica.

Pesquisadores norte-americanos descobriram que, durante – e logo após – o exercício vigoroso, ocorre o crescimento agudo de populações de bactérias V. atypica nos intestinos de alguns maratonistas. A pergunta seguinte foi: qual é a relação desses microrganismos com o desempenho dos atletas de elite? Essa pergunta foi respondida recentemente e se encontra no artigo do biólogo molecular Jonathan Scheiman e colaboradores publicado na revista Nature Medicine em junho último.

Para explicar esse fenômeno, é preciso antes descrever rapidamente um pouco o que acontece no metabolismo. Um exercício como a maratona implica a contração muscular repetitiva durante um período relativamente longo. Para que a contração ocorra, o músculo usa a glicose como combustível. O metabolismo rápido da glicose se faz por intermédio de um processo chamado de glicólise anaeróbica, que compreende uma série de reações químicas que acontecem na ausência de oxigênio. Essas reações geram adenosina trifosfato (ATP), composto importante para a contração muscular.

Acontece que, juntamente com o ATP, a glicólise também produz o lactato ou ácido láctico. Quem já fez exercícios repetitivos sabe que, ao final de certo tempo, o músculo sofre fadiga, o que produz uma sensação bem conhecida de queimação ou dor, e, nesse momento, a pessoa deve parar o exercício. Quando isso acontece, o desconforto cessa e, após algum tempo, os músculos estão prontos para continuar a contrair.

Quem provoca essa sensação é o lactato, que nada mais é do que um ácido. Ao se acumular, esse ácido acaba produzindo uma acidez local, responsável por essa sensação de fadiga. Durante o descanso, o lactato sai do músculo e entra na corrente sanguínea e, também, nos intestinos, de onde acaba sendo excretado ou, então, utilizado em outras vias metabólicas.

Para que haja recuperação da contração muscular, é importante que o lactato acumulado no músculo tenha sua concentração diminuída. Mas, qual a relação do lactato com a V. atypica? Bem, os cientistas descobriram que essas bactérias consomem o lactato, isto é, usam o lactato como nutriente. Assim, as bactérias contribuem para reduzir mais rapidamente a concentração do lactato nos músculos e, dessa forma, apressar a recuperação muscular. Isso é, decididamente, uma vantagem para os atletas que têm a V. atypica em seu intestino.

Os pesquisadores realizaram experimentos com camundongos para demonstrar esse efeito. Transplantaram as bactérias para os roedores e os testaram em uma esteira adaptada para eles. Os animais que receberam as bactérias corriam durante bem mais tempo que aqueles controles, que não as receberam.

Descobriu-se também que a V. Atypica, além de consumir o lactato, produz propionato – composto que é produto do metabolismo do lactato. Já se mostrou em camundongos que o propionato aumenta os batimentos cardíacos e, também, o consumo máximo de oxigênio (que é importante para gerar energia na fase aeróbica do exercício). Assim, estar contaminado com V. atypica é tudo de bom – se você for um atleta, é claro.


(Disponível em: http://cienciahoje.org.br/artigo/de-onde-menos-se-espera/)

Na frase “Para que haja recuperação da contração muscular, é importante que o lactato acumulado no músculo tenha sua concentração diminuída”, estabelece-se uma relação de:

Alternativas
Q2702591 Português

O texto a seguir é referência para as questões 01 a 03.


O sucesso de atletas de elite depende de muitos fatores. Estamos acostumados a acompanhar relatos diversos que descrevem protocolos rígidos, geralmente, envolvendo treinamento árduo, alimentação controlada, descanso e, em alguns casos, a dopagem – prática proibida que consiste na injeção de compostos, como a testosterona (hormônio anabolizante), para aumentar a massa muscular dos atletas. Jamais imaginaríamos que um dos segredos do sucesso poderia ter origem no intestino dos atletas, mais especificamente, num gênero de bactérias com o curioso nome de Veillonela atypica.

Pesquisadores norte-americanos descobriram que, durante – e logo após – o exercício vigoroso, ocorre o crescimento agudo de populações de bactérias V. atypica nos intestinos de alguns maratonistas. A pergunta seguinte foi: qual é a relação desses microrganismos com o desempenho dos atletas de elite? Essa pergunta foi respondida recentemente e se encontra no artigo do biólogo molecular Jonathan Scheiman e colaboradores publicado na revista Nature Medicine em junho último.

Para explicar esse fenômeno, é preciso antes descrever rapidamente um pouco o que acontece no metabolismo. Um exercício como a maratona implica a contração muscular repetitiva durante um período relativamente longo. Para que a contração ocorra, o músculo usa a glicose como combustível. O metabolismo rápido da glicose se faz por intermédio de um processo chamado de glicólise anaeróbica, que compreende uma série de reações químicas que acontecem na ausência de oxigênio. Essas reações geram adenosina trifosfato (ATP), composto importante para a contração muscular.

Acontece que, juntamente com o ATP, a glicólise também produz o lactato ou ácido láctico. Quem já fez exercícios repetitivos sabe que, ao final de certo tempo, o músculo sofre fadiga, o que produz uma sensação bem conhecida de queimação ou dor, e, nesse momento, a pessoa deve parar o exercício. Quando isso acontece, o desconforto cessa e, após algum tempo, os músculos estão prontos para continuar a contrair.

Quem provoca essa sensação é o lactato, que nada mais é do que um ácido. Ao se acumular, esse ácido acaba produzindo uma acidez local, responsável por essa sensação de fadiga. Durante o descanso, o lactato sai do músculo e entra na corrente sanguínea e, também, nos intestinos, de onde acaba sendo excretado ou, então, utilizado em outras vias metabólicas.

Para que haja recuperação da contração muscular, é importante que o lactato acumulado no músculo tenha sua concentração diminuída. Mas, qual a relação do lactato com a V. atypica? Bem, os cientistas descobriram que essas bactérias consomem o lactato, isto é, usam o lactato como nutriente. Assim, as bactérias contribuem para reduzir mais rapidamente a concentração do lactato nos músculos e, dessa forma, apressar a recuperação muscular. Isso é, decididamente, uma vantagem para os atletas que têm a V. atypica em seu intestino.

Os pesquisadores realizaram experimentos com camundongos para demonstrar esse efeito. Transplantaram as bactérias para os roedores e os testaram em uma esteira adaptada para eles. Os animais que receberam as bactérias corriam durante bem mais tempo que aqueles controles, que não as receberam.

Descobriu-se também que a V. Atypica, além de consumir o lactato, produz propionato – composto que é produto do metabolismo do lactato. Já se mostrou em camundongos que o propionato aumenta os batimentos cardíacos e, também, o consumo máximo de oxigênio (que é importante para gerar energia na fase aeróbica do exercício). Assim, estar contaminado com V. atypica é tudo de bom – se você for um atleta, é claro.


(Disponível em: http://cienciahoje.org.br/artigo/de-onde-menos-se-espera/)

De acordo com o texto, a bactéria Veillonela atypica:

Alternativas
Respostas
1041: C
1042: B
1043: D
1044: A
1045: B
1046: D
1047: E
1048: A
1049: B
1050: D
1051: B
1052: C
1053: C
1054: A
1055: E
1056: E
1057: A
1058: E
1059: B
1060: C