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Q2541525 Português
Qual é a função da linguagem que embasa o tema da tirinha a seguir? 
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LEITE, Will. Tiras Feias #11, 21 de dezembro de 2023. Disponível em: http://www.willtirando.com.br/tiras-feias-11/. Acesso em: 22 dez. 2023.
Alternativas
Q2541524 Português
Qual é o tipo de texto predominante no trecho a seguir?
        “A partir de um exame de fezes, médicos conseguem obter muitas informações sobre os hábitos e a saúde de uma pessoa. O mesmo vale para os veterinários em relação a outras espécies de animais. Isso não é diferente em relação a cocôs encontrados em registro sedimentar, que são as camadas de rochas formadas pelo solo e outros sedimentos acumulados ao longo de milhares ou até mesmo milhões de anos.
        Pois é! Nessas rochas muito antigas é possível encontrar fezes também antigas. Na paleontologia, ciência que estuda a vida no passado da Terra, esses cocôs são chamados coprólitos. A palavra, que pode nos fazer tropeçar na pronúncia, vem do grego: kopros significa excremento, e lithos, pedra, ou seja, fezes petrificadas.[...]”
COCÔS cheios de história. Ciência Hoje das Crianças, 01 de dezembro de 2023. Disponível em: https://www.chc.org.br/artigo/cocos-cheios-de-historia/. Acesso em: 22 dez. 2023.
Alternativas
Q2541523 Português
Texto para a questão.

A derrocada da fofoca


Publicado em 18/12/2023 | Paulo Pestana | Crônica

        E agora descobrimos que guardar segredos faz bem à saúde. As tais reservas – desde que positivas – aparentemente energizam os mais discretos, como se o acúmulo de boas informações alimentasse o caráter. É uma paulada na incontinência verbal dos fofoqueiros.
   
        Vivemos um tempo em que não há mais segredo. O fuxico, sabe-se, é uma daquelas coisas que separa o homem dos animais; se acompanhado de cochichos, é ainda mais cruel. Machado de Assis exercitou a fraqueza com MINÚCIAS/MINÚSSIAS em Dom Casmurro, quando o narrador faz INSINUAÇÕES/INCINUAÇÕES sobre a reputação de Capitu – e até hoje cabe DISCURSÃO/DISCUSSÃO: houve ou não a pérfida traição? Eça de Queirós também criou um fofoqueiro maldoso, João, que em O Crime do Padre Amaro, publica no jornal o artigo Os Modernos Fariseus, acusando o clérigo de tentar quebrar o SELIBATO/CELIBATO com Amélia, noiva dele. No decorrer da obra, descobrimos – também vestindo roupa de fuxiqueiros – que não era apenas uma desconfiança; ela aparece grávida. Do padre.
    
        O cordel é pródigo em candinhas, caso do Barbeiro Fofoqueiro, do Trovador Hildemar Costa: “Na língua desse elemento/ Ninguém vale um tostão/ A moça era sem virtude/ O homem sempre um ladrão/ Até mulher casada/ Entrava como safada/ Na sua concepção”, narra ele, comparando o barbeiro a um vassalo de Lúcifer.
    
        A vida real é repleta de maledicentes; todo mundo tem uma tia ou um conhecido que se mete na vida alheia. Dizem que faz parte do caráter humano, quando vários pecadilhos se unem num comentário feito só para espezinhar. E o sucesso desse tal jornalismo de celebridades mostra que há muitos leitores para coscuvilhices.
        
        Ultimamente surgiu a variedade da autofofoca, detração que a própria pessoa promove contra si, como o caso da moça que fez sexo com anão e botou o filho para gravar a cena e o violento que diz que gosta de ver a esposa transando com outro; enfim, pessoas que não apenas não escondem nada, como fazem propaganda do que seria inconfessável.
    
        Mas se a futrica prejudica, o periódico científico The Journal of Personality and Social Psychology sustenta que pessoas que receberam notícias boas e não passaram para frente se sentiram energizadas, felizes. A conclusão do estudo é que esses discretos cidadãos gostaram de participar, mesmo lateralmente, de uma ação.
    
        O que eu, leigo e ignorante, não sabia, é que existe uma ciência do segredo, um ramo da psicologia que estuda, nos recônditos da mente humana, aquilo que ninguém deveria saber. E assim foi descoberto que quem mantém informações para si por desejo próprio, impedindo o verme que impulsiona a intriga saia, tem benefícios. Ao contrário, quem guarda um segredo negativo – uma mentira, por exemplo – tende a prejudicar a saúde. Haveria uma corrosão interna provocada pela dúvida, mas nenhum psicólogo se atreve a recomendar que se passe a inconfidência ruim adiante. E agora?
    
        Quando quebrado, esses psicólogos garantem que o bom sigilo dá o mesmo prazer que oferecer um presente a uma pessoa querida, inclusive com a possibilidade de ser embrulhado e entregue no melhor momento. O fato é que, para quem se mete na vida alheia, está cada dia mais difícil ser feliz.

PESTANA, Paulo. A derrocada da fofoca. Correio Braziliense, 17 de dezembro de 2023. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/aderrocada-da-fofoca/. Acesso em: 22 dez. 2023. Adaptado

Glossário:

- Candinha: fofoca.
- Derrocada: declínio, queda.
- Detração: difamação.
- Coscuvilhices: boatos, mexericos.
- Espezinhar: humilhar, desprezar.
- Pérfido: infiel, traidor.
- Pródigo: esbanjador, gastador.
- Recônditos: ocultos, interiores.
- Vassalo: súdito, subordinado.
Em qual dos trechos a seguir, extraídos da crônica, é possível identificar o uso de uma linguagem conotativa?
Alternativas
Q2541522 Português
Texto para a questão.

A derrocada da fofoca


Publicado em 18/12/2023 | Paulo Pestana | Crônica

        E agora descobrimos que guardar segredos faz bem à saúde. As tais reservas – desde que positivas – aparentemente energizam os mais discretos, como se o acúmulo de boas informações alimentasse o caráter. É uma paulada na incontinência verbal dos fofoqueiros.
   
        Vivemos um tempo em que não há mais segredo. O fuxico, sabe-se, é uma daquelas coisas que separa o homem dos animais; se acompanhado de cochichos, é ainda mais cruel. Machado de Assis exercitou a fraqueza com MINÚCIAS/MINÚSSIAS em Dom Casmurro, quando o narrador faz INSINUAÇÕES/INCINUAÇÕES sobre a reputação de Capitu – e até hoje cabe DISCURSÃO/DISCUSSÃO: houve ou não a pérfida traição? Eça de Queirós também criou um fofoqueiro maldoso, João, que em O Crime do Padre Amaro, publica no jornal o artigo Os Modernos Fariseus, acusando o clérigo de tentar quebrar o SELIBATO/CELIBATO com Amélia, noiva dele. No decorrer da obra, descobrimos – também vestindo roupa de fuxiqueiros – que não era apenas uma desconfiança; ela aparece grávida. Do padre.
    
        O cordel é pródigo em candinhas, caso do Barbeiro Fofoqueiro, do Trovador Hildemar Costa: “Na língua desse elemento/ Ninguém vale um tostão/ A moça era sem virtude/ O homem sempre um ladrão/ Até mulher casada/ Entrava como safada/ Na sua concepção”, narra ele, comparando o barbeiro a um vassalo de Lúcifer.
    
        A vida real é repleta de maledicentes; todo mundo tem uma tia ou um conhecido que se mete na vida alheia. Dizem que faz parte do caráter humano, quando vários pecadilhos se unem num comentário feito só para espezinhar. E o sucesso desse tal jornalismo de celebridades mostra que há muitos leitores para coscuvilhices.
        
        Ultimamente surgiu a variedade da autofofoca, detração que a própria pessoa promove contra si, como o caso da moça que fez sexo com anão e botou o filho para gravar a cena e o violento que diz que gosta de ver a esposa transando com outro; enfim, pessoas que não apenas não escondem nada, como fazem propaganda do que seria inconfessável.
    
        Mas se a futrica prejudica, o periódico científico The Journal of Personality and Social Psychology sustenta que pessoas que receberam notícias boas e não passaram para frente se sentiram energizadas, felizes. A conclusão do estudo é que esses discretos cidadãos gostaram de participar, mesmo lateralmente, de uma ação.
    
        O que eu, leigo e ignorante, não sabia, é que existe uma ciência do segredo, um ramo da psicologia que estuda, nos recônditos da mente humana, aquilo que ninguém deveria saber. E assim foi descoberto que quem mantém informações para si por desejo próprio, impedindo o verme que impulsiona a intriga saia, tem benefícios. Ao contrário, quem guarda um segredo negativo – uma mentira, por exemplo – tende a prejudicar a saúde. Haveria uma corrosão interna provocada pela dúvida, mas nenhum psicólogo se atreve a recomendar que se passe a inconfidência ruim adiante. E agora?
    
        Quando quebrado, esses psicólogos garantem que o bom sigilo dá o mesmo prazer que oferecer um presente a uma pessoa querida, inclusive com a possibilidade de ser embrulhado e entregue no melhor momento. O fato é que, para quem se mete na vida alheia, está cada dia mais difícil ser feliz.

PESTANA, Paulo. A derrocada da fofoca. Correio Braziliense, 17 de dezembro de 2023. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/aderrocada-da-fofoca/. Acesso em: 22 dez. 2023. Adaptado

Glossário:

- Candinha: fofoca.
- Derrocada: declínio, queda.
- Detração: difamação.
- Coscuvilhices: boatos, mexericos.
- Espezinhar: humilhar, desprezar.
- Pérfido: infiel, traidor.
- Pródigo: esbanjador, gastador.
- Recônditos: ocultos, interiores.
- Vassalo: súdito, subordinado.
A palavra “leigo”, empregada no início do penúltimo parágrafo da crônica, pode ser substituída pelo seguinte sinônimo:
Alternativas
Q2541521 Português
Texto para a questão.

A derrocada da fofoca


Publicado em 18/12/2023 | Paulo Pestana | Crônica

        E agora descobrimos que guardar segredos faz bem à saúde. As tais reservas – desde que positivas – aparentemente energizam os mais discretos, como se o acúmulo de boas informações alimentasse o caráter. É uma paulada na incontinência verbal dos fofoqueiros.
   
        Vivemos um tempo em que não há mais segredo. O fuxico, sabe-se, é uma daquelas coisas que separa o homem dos animais; se acompanhado de cochichos, é ainda mais cruel. Machado de Assis exercitou a fraqueza com MINÚCIAS/MINÚSSIAS em Dom Casmurro, quando o narrador faz INSINUAÇÕES/INCINUAÇÕES sobre a reputação de Capitu – e até hoje cabe DISCURSÃO/DISCUSSÃO: houve ou não a pérfida traição? Eça de Queirós também criou um fofoqueiro maldoso, João, que em O Crime do Padre Amaro, publica no jornal o artigo Os Modernos Fariseus, acusando o clérigo de tentar quebrar o SELIBATO/CELIBATO com Amélia, noiva dele. No decorrer da obra, descobrimos – também vestindo roupa de fuxiqueiros – que não era apenas uma desconfiança; ela aparece grávida. Do padre.
    
        O cordel é pródigo em candinhas, caso do Barbeiro Fofoqueiro, do Trovador Hildemar Costa: “Na língua desse elemento/ Ninguém vale um tostão/ A moça era sem virtude/ O homem sempre um ladrão/ Até mulher casada/ Entrava como safada/ Na sua concepção”, narra ele, comparando o barbeiro a um vassalo de Lúcifer.
    
        A vida real é repleta de maledicentes; todo mundo tem uma tia ou um conhecido que se mete na vida alheia. Dizem que faz parte do caráter humano, quando vários pecadilhos se unem num comentário feito só para espezinhar. E o sucesso desse tal jornalismo de celebridades mostra que há muitos leitores para coscuvilhices.
        
        Ultimamente surgiu a variedade da autofofoca, detração que a própria pessoa promove contra si, como o caso da moça que fez sexo com anão e botou o filho para gravar a cena e o violento que diz que gosta de ver a esposa transando com outro; enfim, pessoas que não apenas não escondem nada, como fazem propaganda do que seria inconfessável.
    
        Mas se a futrica prejudica, o periódico científico The Journal of Personality and Social Psychology sustenta que pessoas que receberam notícias boas e não passaram para frente se sentiram energizadas, felizes. A conclusão do estudo é que esses discretos cidadãos gostaram de participar, mesmo lateralmente, de uma ação.
    
        O que eu, leigo e ignorante, não sabia, é que existe uma ciência do segredo, um ramo da psicologia que estuda, nos recônditos da mente humana, aquilo que ninguém deveria saber. E assim foi descoberto que quem mantém informações para si por desejo próprio, impedindo o verme que impulsiona a intriga saia, tem benefícios. Ao contrário, quem guarda um segredo negativo – uma mentira, por exemplo – tende a prejudicar a saúde. Haveria uma corrosão interna provocada pela dúvida, mas nenhum psicólogo se atreve a recomendar que se passe a inconfidência ruim adiante. E agora?
    
        Quando quebrado, esses psicólogos garantem que o bom sigilo dá o mesmo prazer que oferecer um presente a uma pessoa querida, inclusive com a possibilidade de ser embrulhado e entregue no melhor momento. O fato é que, para quem se mete na vida alheia, está cada dia mais difícil ser feliz.

PESTANA, Paulo. A derrocada da fofoca. Correio Braziliense, 17 de dezembro de 2023. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/aderrocada-da-fofoca/. Acesso em: 22 dez. 2023. Adaptado

Glossário:

- Candinha: fofoca.
- Derrocada: declínio, queda.
- Detração: difamação.
- Coscuvilhices: boatos, mexericos.
- Espezinhar: humilhar, desprezar.
- Pérfido: infiel, traidor.
- Pródigo: esbanjador, gastador.
- Recônditos: ocultos, interiores.
- Vassalo: súdito, subordinado.
Qual é o tipo de adjunto adverbial a que pertence a palavra em destaque no sexto parágrafo do texto?
Alternativas
Q2541520 Português
Texto para a questão.

A derrocada da fofoca


Publicado em 18/12/2023 | Paulo Pestana | Crônica

        E agora descobrimos que guardar segredos faz bem à saúde. As tais reservas – desde que positivas – aparentemente energizam os mais discretos, como se o acúmulo de boas informações alimentasse o caráter. É uma paulada na incontinência verbal dos fofoqueiros.
   
        Vivemos um tempo em que não há mais segredo. O fuxico, sabe-se, é uma daquelas coisas que separa o homem dos animais; se acompanhado de cochichos, é ainda mais cruel. Machado de Assis exercitou a fraqueza com MINÚCIAS/MINÚSSIAS em Dom Casmurro, quando o narrador faz INSINUAÇÕES/INCINUAÇÕES sobre a reputação de Capitu – e até hoje cabe DISCURSÃO/DISCUSSÃO: houve ou não a pérfida traição? Eça de Queirós também criou um fofoqueiro maldoso, João, que em O Crime do Padre Amaro, publica no jornal o artigo Os Modernos Fariseus, acusando o clérigo de tentar quebrar o SELIBATO/CELIBATO com Amélia, noiva dele. No decorrer da obra, descobrimos – também vestindo roupa de fuxiqueiros – que não era apenas uma desconfiança; ela aparece grávida. Do padre.
    
        O cordel é pródigo em candinhas, caso do Barbeiro Fofoqueiro, do Trovador Hildemar Costa: “Na língua desse elemento/ Ninguém vale um tostão/ A moça era sem virtude/ O homem sempre um ladrão/ Até mulher casada/ Entrava como safada/ Na sua concepção”, narra ele, comparando o barbeiro a um vassalo de Lúcifer.
    
        A vida real é repleta de maledicentes; todo mundo tem uma tia ou um conhecido que se mete na vida alheia. Dizem que faz parte do caráter humano, quando vários pecadilhos se unem num comentário feito só para espezinhar. E o sucesso desse tal jornalismo de celebridades mostra que há muitos leitores para coscuvilhices.
        
        Ultimamente surgiu a variedade da autofofoca, detração que a própria pessoa promove contra si, como o caso da moça que fez sexo com anão e botou o filho para gravar a cena e o violento que diz que gosta de ver a esposa transando com outro; enfim, pessoas que não apenas não escondem nada, como fazem propaganda do que seria inconfessável.
    
        Mas se a futrica prejudica, o periódico científico The Journal of Personality and Social Psychology sustenta que pessoas que receberam notícias boas e não passaram para frente se sentiram energizadas, felizes. A conclusão do estudo é que esses discretos cidadãos gostaram de participar, mesmo lateralmente, de uma ação.
    
        O que eu, leigo e ignorante, não sabia, é que existe uma ciência do segredo, um ramo da psicologia que estuda, nos recônditos da mente humana, aquilo que ninguém deveria saber. E assim foi descoberto que quem mantém informações para si por desejo próprio, impedindo o verme que impulsiona a intriga saia, tem benefícios. Ao contrário, quem guarda um segredo negativo – uma mentira, por exemplo – tende a prejudicar a saúde. Haveria uma corrosão interna provocada pela dúvida, mas nenhum psicólogo se atreve a recomendar que se passe a inconfidência ruim adiante. E agora?
    
        Quando quebrado, esses psicólogos garantem que o bom sigilo dá o mesmo prazer que oferecer um presente a uma pessoa querida, inclusive com a possibilidade de ser embrulhado e entregue no melhor momento. O fato é que, para quem se mete na vida alheia, está cada dia mais difícil ser feliz.

PESTANA, Paulo. A derrocada da fofoca. Correio Braziliense, 17 de dezembro de 2023. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/aderrocada-da-fofoca/. Acesso em: 22 dez. 2023. Adaptado

Glossário:

- Candinha: fofoca.
- Derrocada: declínio, queda.
- Detração: difamação.
- Coscuvilhices: boatos, mexericos.
- Espezinhar: humilhar, desprezar.
- Pérfido: infiel, traidor.
- Pródigo: esbanjador, gastador.
- Recônditos: ocultos, interiores.
- Vassalo: súdito, subordinado.
Quantas sílabas têm, respectivamente, as palavras “psicólogo” e “coscuvilhices”? 
Alternativas
Q2541519 Português
Texto para a questão.

A derrocada da fofoca


Publicado em 18/12/2023 | Paulo Pestana | Crônica

        E agora descobrimos que guardar segredos faz bem à saúde. As tais reservas – desde que positivas – aparentemente energizam os mais discretos, como se o acúmulo de boas informações alimentasse o caráter. É uma paulada na incontinência verbal dos fofoqueiros.
   
        Vivemos um tempo em que não há mais segredo. O fuxico, sabe-se, é uma daquelas coisas que separa o homem dos animais; se acompanhado de cochichos, é ainda mais cruel. Machado de Assis exercitou a fraqueza com MINÚCIAS/MINÚSSIAS em Dom Casmurro, quando o narrador faz INSINUAÇÕES/INCINUAÇÕES sobre a reputação de Capitu – e até hoje cabe DISCURSÃO/DISCUSSÃO: houve ou não a pérfida traição? Eça de Queirós também criou um fofoqueiro maldoso, João, que em O Crime do Padre Amaro, publica no jornal o artigo Os Modernos Fariseus, acusando o clérigo de tentar quebrar o SELIBATO/CELIBATO com Amélia, noiva dele. No decorrer da obra, descobrimos – também vestindo roupa de fuxiqueiros – que não era apenas uma desconfiança; ela aparece grávida. Do padre.
    
        O cordel é pródigo em candinhas, caso do Barbeiro Fofoqueiro, do Trovador Hildemar Costa: “Na língua desse elemento/ Ninguém vale um tostão/ A moça era sem virtude/ O homem sempre um ladrão/ Até mulher casada/ Entrava como safada/ Na sua concepção”, narra ele, comparando o barbeiro a um vassalo de Lúcifer.
    
        A vida real é repleta de maledicentes; todo mundo tem uma tia ou um conhecido que se mete na vida alheia. Dizem que faz parte do caráter humano, quando vários pecadilhos se unem num comentário feito só para espezinhar. E o sucesso desse tal jornalismo de celebridades mostra que há muitos leitores para coscuvilhices.
        
        Ultimamente surgiu a variedade da autofofoca, detração que a própria pessoa promove contra si, como o caso da moça que fez sexo com anão e botou o filho para gravar a cena e o violento que diz que gosta de ver a esposa transando com outro; enfim, pessoas que não apenas não escondem nada, como fazem propaganda do que seria inconfessável.
    
        Mas se a futrica prejudica, o periódico científico The Journal of Personality and Social Psychology sustenta que pessoas que receberam notícias boas e não passaram para frente se sentiram energizadas, felizes. A conclusão do estudo é que esses discretos cidadãos gostaram de participar, mesmo lateralmente, de uma ação.
    
        O que eu, leigo e ignorante, não sabia, é que existe uma ciência do segredo, um ramo da psicologia que estuda, nos recônditos da mente humana, aquilo que ninguém deveria saber. E assim foi descoberto que quem mantém informações para si por desejo próprio, impedindo o verme que impulsiona a intriga saia, tem benefícios. Ao contrário, quem guarda um segredo negativo – uma mentira, por exemplo – tende a prejudicar a saúde. Haveria uma corrosão interna provocada pela dúvida, mas nenhum psicólogo se atreve a recomendar que se passe a inconfidência ruim adiante. E agora?
    
        Quando quebrado, esses psicólogos garantem que o bom sigilo dá o mesmo prazer que oferecer um presente a uma pessoa querida, inclusive com a possibilidade de ser embrulhado e entregue no melhor momento. O fato é que, para quem se mete na vida alheia, está cada dia mais difícil ser feliz.

PESTANA, Paulo. A derrocada da fofoca. Correio Braziliense, 17 de dezembro de 2023. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/aderrocada-da-fofoca/. Acesso em: 22 dez. 2023. Adaptado

Glossário:

- Candinha: fofoca.
- Derrocada: declínio, queda.
- Detração: difamação.
- Coscuvilhices: boatos, mexericos.
- Espezinhar: humilhar, desprezar.
- Pérfido: infiel, traidor.
- Pródigo: esbanjador, gastador.
- Recônditos: ocultos, interiores.
- Vassalo: súdito, subordinado.
No segundo parágrafo do texto, alguns pares de palavras se apresentam em destaque. Assinale a alternativa que apresenta todas essas palavras grafadas corretamente.
Alternativas
Q2541518 Português
Texto para a questão.

A derrocada da fofoca


Publicado em 18/12/2023 | Paulo Pestana | Crônica

        E agora descobrimos que guardar segredos faz bem à saúde. As tais reservas – desde que positivas – aparentemente energizam os mais discretos, como se o acúmulo de boas informações alimentasse o caráter. É uma paulada na incontinência verbal dos fofoqueiros.
   
        Vivemos um tempo em que não há mais segredo. O fuxico, sabe-se, é uma daquelas coisas que separa o homem dos animais; se acompanhado de cochichos, é ainda mais cruel. Machado de Assis exercitou a fraqueza com MINÚCIAS/MINÚSSIAS em Dom Casmurro, quando o narrador faz INSINUAÇÕES/INCINUAÇÕES sobre a reputação de Capitu – e até hoje cabe DISCURSÃO/DISCUSSÃO: houve ou não a pérfida traição? Eça de Queirós também criou um fofoqueiro maldoso, João, que em O Crime do Padre Amaro, publica no jornal o artigo Os Modernos Fariseus, acusando o clérigo de tentar quebrar o SELIBATO/CELIBATO com Amélia, noiva dele. No decorrer da obra, descobrimos – também vestindo roupa de fuxiqueiros – que não era apenas uma desconfiança; ela aparece grávida. Do padre.
    
        O cordel é pródigo em candinhas, caso do Barbeiro Fofoqueiro, do Trovador Hildemar Costa: “Na língua desse elemento/ Ninguém vale um tostão/ A moça era sem virtude/ O homem sempre um ladrão/ Até mulher casada/ Entrava como safada/ Na sua concepção”, narra ele, comparando o barbeiro a um vassalo de Lúcifer.
    
        A vida real é repleta de maledicentes; todo mundo tem uma tia ou um conhecido que se mete na vida alheia. Dizem que faz parte do caráter humano, quando vários pecadilhos se unem num comentário feito só para espezinhar. E o sucesso desse tal jornalismo de celebridades mostra que há muitos leitores para coscuvilhices.
        
        Ultimamente surgiu a variedade da autofofoca, detração que a própria pessoa promove contra si, como o caso da moça que fez sexo com anão e botou o filho para gravar a cena e o violento que diz que gosta de ver a esposa transando com outro; enfim, pessoas que não apenas não escondem nada, como fazem propaganda do que seria inconfessável.
    
        Mas se a futrica prejudica, o periódico científico The Journal of Personality and Social Psychology sustenta que pessoas que receberam notícias boas e não passaram para frente se sentiram energizadas, felizes. A conclusão do estudo é que esses discretos cidadãos gostaram de participar, mesmo lateralmente, de uma ação.
    
        O que eu, leigo e ignorante, não sabia, é que existe uma ciência do segredo, um ramo da psicologia que estuda, nos recônditos da mente humana, aquilo que ninguém deveria saber. E assim foi descoberto que quem mantém informações para si por desejo próprio, impedindo o verme que impulsiona a intriga saia, tem benefícios. Ao contrário, quem guarda um segredo negativo – uma mentira, por exemplo – tende a prejudicar a saúde. Haveria uma corrosão interna provocada pela dúvida, mas nenhum psicólogo se atreve a recomendar que se passe a inconfidência ruim adiante. E agora?
    
        Quando quebrado, esses psicólogos garantem que o bom sigilo dá o mesmo prazer que oferecer um presente a uma pessoa querida, inclusive com a possibilidade de ser embrulhado e entregue no melhor momento. O fato é que, para quem se mete na vida alheia, está cada dia mais difícil ser feliz.

PESTANA, Paulo. A derrocada da fofoca. Correio Braziliense, 17 de dezembro de 2023. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/aderrocada-da-fofoca/. Acesso em: 22 dez. 2023. Adaptado

Glossário:

- Candinha: fofoca.
- Derrocada: declínio, queda.
- Detração: difamação.
- Coscuvilhices: boatos, mexericos.
- Espezinhar: humilhar, desprezar.
- Pérfido: infiel, traidor.
- Pródigo: esbanjador, gastador.
- Recônditos: ocultos, interiores.
- Vassalo: súdito, subordinado.
As barras oblíquas (/) foram empregadas no terceiro parágrafo para
Alternativas
Q2541517 Português
Texto para a questão.

A derrocada da fofoca


Publicado em 18/12/2023 | Paulo Pestana | Crônica

        E agora descobrimos que guardar segredos faz bem à saúde. As tais reservas – desde que positivas – aparentemente energizam os mais discretos, como se o acúmulo de boas informações alimentasse o caráter. É uma paulada na incontinência verbal dos fofoqueiros.
   
        Vivemos um tempo em que não há mais segredo. O fuxico, sabe-se, é uma daquelas coisas que separa o homem dos animais; se acompanhado de cochichos, é ainda mais cruel. Machado de Assis exercitou a fraqueza com MINÚCIAS/MINÚSSIAS em Dom Casmurro, quando o narrador faz INSINUAÇÕES/INCINUAÇÕES sobre a reputação de Capitu – e até hoje cabe DISCURSÃO/DISCUSSÃO: houve ou não a pérfida traição? Eça de Queirós também criou um fofoqueiro maldoso, João, que em O Crime do Padre Amaro, publica no jornal o artigo Os Modernos Fariseus, acusando o clérigo de tentar quebrar o SELIBATO/CELIBATO com Amélia, noiva dele. No decorrer da obra, descobrimos – também vestindo roupa de fuxiqueiros – que não era apenas uma desconfiança; ela aparece grávida. Do padre.
    
        O cordel é pródigo em candinhas, caso do Barbeiro Fofoqueiro, do Trovador Hildemar Costa: “Na língua desse elemento/ Ninguém vale um tostão/ A moça era sem virtude/ O homem sempre um ladrão/ Até mulher casada/ Entrava como safada/ Na sua concepção”, narra ele, comparando o barbeiro a um vassalo de Lúcifer.
    
        A vida real é repleta de maledicentes; todo mundo tem uma tia ou um conhecido que se mete na vida alheia. Dizem que faz parte do caráter humano, quando vários pecadilhos se unem num comentário feito só para espezinhar. E o sucesso desse tal jornalismo de celebridades mostra que há muitos leitores para coscuvilhices.
        
        Ultimamente surgiu a variedade da autofofoca, detração que a própria pessoa promove contra si, como o caso da moça que fez sexo com anão e botou o filho para gravar a cena e o violento que diz que gosta de ver a esposa transando com outro; enfim, pessoas que não apenas não escondem nada, como fazem propaganda do que seria inconfessável.
    
        Mas se a futrica prejudica, o periódico científico The Journal of Personality and Social Psychology sustenta que pessoas que receberam notícias boas e não passaram para frente se sentiram energizadas, felizes. A conclusão do estudo é que esses discretos cidadãos gostaram de participar, mesmo lateralmente, de uma ação.
    
        O que eu, leigo e ignorante, não sabia, é que existe uma ciência do segredo, um ramo da psicologia que estuda, nos recônditos da mente humana, aquilo que ninguém deveria saber. E assim foi descoberto que quem mantém informações para si por desejo próprio, impedindo o verme que impulsiona a intriga saia, tem benefícios. Ao contrário, quem guarda um segredo negativo – uma mentira, por exemplo – tende a prejudicar a saúde. Haveria uma corrosão interna provocada pela dúvida, mas nenhum psicólogo se atreve a recomendar que se passe a inconfidência ruim adiante. E agora?
    
        Quando quebrado, esses psicólogos garantem que o bom sigilo dá o mesmo prazer que oferecer um presente a uma pessoa querida, inclusive com a possibilidade de ser embrulhado e entregue no melhor momento. O fato é que, para quem se mete na vida alheia, está cada dia mais difícil ser feliz.

PESTANA, Paulo. A derrocada da fofoca. Correio Braziliense, 17 de dezembro de 2023. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/aderrocada-da-fofoca/. Acesso em: 22 dez. 2023. Adaptado

Glossário:

- Candinha: fofoca.
- Derrocada: declínio, queda.
- Detração: difamação.
- Coscuvilhices: boatos, mexericos.
- Espezinhar: humilhar, desprezar.
- Pérfido: infiel, traidor.
- Pródigo: esbanjador, gastador.
- Recônditos: ocultos, interiores.
- Vassalo: súdito, subordinado.
Ao afirmar que as pessoas que praticam a autofofoca “não apenas não escondem nada, como fazem propaganda do que seria inconfessável” (5º parágrafo), o autor quis dizer que essas pessoas 
Alternativas
Q2541516 Português
Texto para a questão.

A derrocada da fofoca


Publicado em 18/12/2023 | Paulo Pestana | Crônica

        E agora descobrimos que guardar segredos faz bem à saúde. As tais reservas – desde que positivas – aparentemente energizam os mais discretos, como se o acúmulo de boas informações alimentasse o caráter. É uma paulada na incontinência verbal dos fofoqueiros.
   
        Vivemos um tempo em que não há mais segredo. O fuxico, sabe-se, é uma daquelas coisas que separa o homem dos animais; se acompanhado de cochichos, é ainda mais cruel. Machado de Assis exercitou a fraqueza com MINÚCIAS/MINÚSSIAS em Dom Casmurro, quando o narrador faz INSINUAÇÕES/INCINUAÇÕES sobre a reputação de Capitu – e até hoje cabe DISCURSÃO/DISCUSSÃO: houve ou não a pérfida traição? Eça de Queirós também criou um fofoqueiro maldoso, João, que em O Crime do Padre Amaro, publica no jornal o artigo Os Modernos Fariseus, acusando o clérigo de tentar quebrar o SELIBATO/CELIBATO com Amélia, noiva dele. No decorrer da obra, descobrimos – também vestindo roupa de fuxiqueiros – que não era apenas uma desconfiança; ela aparece grávida. Do padre.
    
        O cordel é pródigo em candinhas, caso do Barbeiro Fofoqueiro, do Trovador Hildemar Costa: “Na língua desse elemento/ Ninguém vale um tostão/ A moça era sem virtude/ O homem sempre um ladrão/ Até mulher casada/ Entrava como safada/ Na sua concepção”, narra ele, comparando o barbeiro a um vassalo de Lúcifer.
    
        A vida real é repleta de maledicentes; todo mundo tem uma tia ou um conhecido que se mete na vida alheia. Dizem que faz parte do caráter humano, quando vários pecadilhos se unem num comentário feito só para espezinhar. E o sucesso desse tal jornalismo de celebridades mostra que há muitos leitores para coscuvilhices.
        
        Ultimamente surgiu a variedade da autofofoca, detração que a própria pessoa promove contra si, como o caso da moça que fez sexo com anão e botou o filho para gravar a cena e o violento que diz que gosta de ver a esposa transando com outro; enfim, pessoas que não apenas não escondem nada, como fazem propaganda do que seria inconfessável.
    
        Mas se a futrica prejudica, o periódico científico The Journal of Personality and Social Psychology sustenta que pessoas que receberam notícias boas e não passaram para frente se sentiram energizadas, felizes. A conclusão do estudo é que esses discretos cidadãos gostaram de participar, mesmo lateralmente, de uma ação.
    
        O que eu, leigo e ignorante, não sabia, é que existe uma ciência do segredo, um ramo da psicologia que estuda, nos recônditos da mente humana, aquilo que ninguém deveria saber. E assim foi descoberto que quem mantém informações para si por desejo próprio, impedindo o verme que impulsiona a intriga saia, tem benefícios. Ao contrário, quem guarda um segredo negativo – uma mentira, por exemplo – tende a prejudicar a saúde. Haveria uma corrosão interna provocada pela dúvida, mas nenhum psicólogo se atreve a recomendar que se passe a inconfidência ruim adiante. E agora?
    
        Quando quebrado, esses psicólogos garantem que o bom sigilo dá o mesmo prazer que oferecer um presente a uma pessoa querida, inclusive com a possibilidade de ser embrulhado e entregue no melhor momento. O fato é que, para quem se mete na vida alheia, está cada dia mais difícil ser feliz.

PESTANA, Paulo. A derrocada da fofoca. Correio Braziliense, 17 de dezembro de 2023. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/aderrocada-da-fofoca/. Acesso em: 22 dez. 2023. Adaptado

Glossário:

- Candinha: fofoca.
- Derrocada: declínio, queda.
- Detração: difamação.
- Coscuvilhices: boatos, mexericos.
- Espezinhar: humilhar, desprezar.
- Pérfido: infiel, traidor.
- Pródigo: esbanjador, gastador.
- Recônditos: ocultos, interiores.
- Vassalo: súdito, subordinado.
De acordo com a leitura do texto, o que indica a afirmação do cronista de que “o sucesso desse tal jornalismo de celebridades mostra que há muitos leitores para coscuvilhices.” (4º parágrafo)? 
Alternativas
Q2461068 Medicina
A vacinação é a melhor forma de proteger as crianças contra doenças imunopreveníveis. Identifique a vacina que deve ser dada à criança aos 3 meses de vida, de acordo com o calendário de vacinação do Ministério da Saúde.
Alternativas
Q2461059 Medicina
De acordo com a Lei Complementar nº 141/12, os Estados e o Distrito Federal deverão aplicar, anualmente, em ações e serviços públicos de saúde, um percentual das suas arrecadações tributárias. A qual valor corresponde esse percentual?
Alternativas
Q2461058 Medicina
Sobre o infarto agudo do miocárdio (IAM), está CORRETO o que se afirma na alternativa.
Alternativas
Q2461054 Medicina
Em relação à colecistite aguda, marque a opção que indica o procedimento CORRETO. 
Alternativas
Q2461052 Medicina
Sobre o uso de Enoxaparina no tratamento profilático de pacientes hemodinamicamente estáveis com suspeita de infarto agudo do miocárdio (IAM), assinale o item que apresenta a indicação CORRETA.
Alternativas
Q2460480 Segurança e Saúde no Trabalho
Sobre os acidentes de trabalho, está CORRETO o que se afirma em

Alternativas
Q2460476 Medicina

Analise as doenças a seguir.


I. Esquistossomose.


II. Botulismo.


III. Coqueluche.


IV. Síndrome congênita associada à infecção pelo vírus Zika.


V. Hantavirose.


Quais as doenças de notificação compulsória imediata?

Alternativas
Q2460475 Medicina
Qual das alternativas apresenta uma característica da reação subintrante da hanseníase? 
Alternativas
Q2460473 Medicina
Compõem a fase de manutenção do esquema básico para o tratamento da tuberculose em indivíduos acima dos 10 anos de idade,
Alternativas
Q2460470 Medicina
Qual dos itens a seguir representa um critério diagnóstico da cetoacidose diabética? 
Alternativas
Respostas
2761: C
2762: C
2763: A
2764: B
2765: C
2766: A
2767: D
2768: C
2769: E
2770: B
2771: C
2772: B
2773: E
2774: C
2775: A
2776: C
2777: C
2778: C
2779: A
2780: E