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Ano: 2026 Banca: FAFIPA Órgão: CRC-PR Prova: FAFIPA - 2026 - CRC-PR - Advogado |
Q4025899 Redes de Computadores
Assinale a alternativa cujo serviço tem a função de atribuir automaticamente endereços IP e outros parâmetros de rede aos dispositivos.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FAFIPA Órgão: CRC-PR Prova: FAFIPA - 2026 - CRC-PR - Advogado |
Q4025898 Redes de Computadores
Assinale a alternativa cujo dispositivo tem a função principal de interligar fisicamente computadores em uma rede local por cabos Ethernet.
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Ano: 2026 Banca: FAFIPA Órgão: CRC-PR Prova: FAFIPA - 2026 - CRC-PR - Advogado |
Q4025897 Noções de Informática
Em informática, assinale a alternativa que descreve CORRETAMENTE o conceito de computação em nuvem. 
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Ano: 2026 Banca: FAFIPA Órgão: CRC-PR Prova: FAFIPA - 2026 - CRC-PR - Advogado |
Q4025896 Sistemas Operacionais
Assinale a alternativa que corresponde à função de um driver de dispositivo em um sistema operacional.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FAFIPA Órgão: CRC-PR Prova: FAFIPA - 2026 - CRC-PR - Advogado |
Q4025895 Noções de Informática
Qual memória volátil o computador usa temporariamente para executar programas?
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Ano: 2026 Banca: FAFIPA Órgão: CRC-PR Prova: FAFIPA - 2026 - CRC-PR - Advogado |
Q4025894 Direito Constitucional
Sobre a aplicação de penas no Brasil, considere as assertivas a seguir,

I. O ordenamento jurídico brasileiro admite a imposição de penas de banimento e de trabalhos forçados em casos de crimes hediondos ou de extrema gravidade.
II. De acordo com a Constituição Federal, não haverá penas de caráter perpétuo, de trabalhos forçados, de banimento ou que sejam consideradas cruéis.
III. É vedada a aplicação de qualquer tipo de prestação social alternativa, uma vez que a Constituição Federal exige que toda pena tenha caráter estritamente privativo de liberdade.

Está CORRETO o que se afirma em:
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Ano: 2026 Banca: FAFIPA Órgão: CRC-PR Prova: FAFIPA - 2026 - CRC-PR - Advogado |
Q4025893 Direito Administrativo
De acordo com o que dispõe a Lei nº 9.784/1999, analise as asserções a seguir.

I. A Administração deve anular seus próprios atos, quando eivados de vício de legalidade, e pode revogá-los por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos.
II. O direito da Administração de revogar os atos administrativos de que decorram efeitos favoráveis para os destinatários decai em dois meses, contados da data em que foram praticados, salvo comprovada má-fé.

Assinale a alternativa CORRETA.
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Ano: 2026 Banca: FAFIPA Órgão: CRC-PR Prova: FAFIPA - 2026 - CRC-PR - Advogado |
Q4025892 Direito Constitucional
Conforme dispõe a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, a República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito.

Nesse contexto, são fundamentos da República Federativa do Brasil:
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Ano: 2026 Banca: FAFIPA Órgão: CRC-PR Prova: FAFIPA - 2026 - CRC-PR - Advogado |
Q4025891 Direito Administrativo
De acordo com a Lei nº 8.429/1992, que dispõe sobre as sanções aplicáveis em virtude da prática de atos de improbidade administrativa, analise as asserções a seguir.

I. O sucessor ou o herdeiro daquele que causar dano ao erário responde integralmente pelas sanções aplicadas ao agente responsável, inclusive pela suspensão dos direitos políticos e pela perda da função pública.
II. A responsabilidade sucessória prevista na Lei nº 8.429/1992 não se aplica às hipóteses de transformação, incorporação, fusão ou cisão societária, restringindo-se apenas aos casos de sucessão por herança.

Assinale a alternativa CORRETA.
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Ano: 2026 Banca: FAFIPA Órgão: CRC-PR Prova: FAFIPA - 2026 - CRC-PR - Advogado |
Q4025890 Legislação Federal
Nos termos do Decreto nº 7.724/2012, assinale a alternativa que apresente, CORRETA e respectivamente, os conceitos de informação sigilosa e de informação pessoal.
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Ano: 2026 Banca: FAFIPA Órgão: CRC-PR Prova: FAFIPA - 2026 - CRC-PR - Advogado |
Q4025889 Matemática

Considere todos os anagramas que podem ser formados com as letras da palavra FAFIPA.


Quantos desses anagramas NÃO começam pela letra P?

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Ano: 2026 Banca: FAFIPA Órgão: CRC-PR Prova: FAFIPA - 2026 - CRC-PR - Advogado |
Q4025879 Administração Pública
De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República (2018), assinale a alternativa que apresenta característica adequada à redação oficial.
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Ano: 2026 Banca: FAFIPA Órgão: CRC-PR Prova: FAFIPA - 2026 - CRC-PR - Advogado |
Q4025877 Português
Assinale a alternativa em que o emprego do sinal indicativo de crase está CORRETO, de acordo com a norma-padrão.
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Ano: 2026 Banca: FAFIPA Órgão: CRC-PR Prova: FAFIPA - 2026 - CRC-PR - Advogado |
Q4025876 Português
Assinale a alternativa em que o emprego da vírgula está CORRETO, conforme a norma-padrão.
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Ano: 2026 Banca: FAFIPA Órgão: CRC-PR Prova: FAFIPA - 2026 - CRC-PR - Advogado |
Q4025875 Português
Assinale a alternativa em que a conjunção destacada estabelece relação de coordenação adversativa entre as orações.
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Ano: 2026 Banca: FAFIPA Órgão: CRC-PR Prova: FAFIPA - 2026 - CRC-PR - Advogado |
Q4025874 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Burnout feminino: por que as mulheres adoecem mais no ambiente corporativo?


O aumento dos casos de burnout entre mulheres tem chamado a atenção de especialistas em saúde mental e gestão de pessoas. A síndrome, caracterizada por exaustão emocional, distanciamento psicológico do trabalho e redução da sensação de eficácia profissional, tem se tornado cada vez mais presente no ambiente corporativo, especialmente entre profissionais que lidam com múltiplas demandas dentro e fora do trabalho.


De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), burnout é considerado um fenômeno ocupacional resultante de estresse crônico mal administrado. A combinação entre jornada profissional intensa e responsabilidades domésticas, muitas vezes invisíveis, tem sido apontada como um dos principais fatores para o adoecimento emocional das mulheres.

Segundo Ylana Miller, especialista em liderança feminina, a questão está ligada a um conjunto de fatores que se acumulam no dia a dia das profissionais. "Mulheres são mais afetadas pela síndrome burnout por conta da combinação de fatores como dupla jornada de trabalho, acúmulo de funçõеs domésticas, familiares e profissionais, além de enfrentarem assédio, discriminação de gênero e falta de reconhecimento. No ambiente corporativo ainda existem barreiras para ocupar posições de liderança e desigualdade salarial", explica.

A sobrecarga fora do expediente formal também pesa significativamente nesse cenário. A presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio de Janeiro, Renata Filardi, destaca que a desigualdade na divisão das tarefas domésticas continua sendo um fator determinante. "No Brasil, as mulheres dedicam, em média, 21,3 horas semanais aos afazeres domésticos e ao cuidado de pessoas, contra 11,7 horas dos homens, segundo dados do IBGE. Quando essa carga se soma a metas agressivas, pressão por performance e jornadas longas, o risco de esgotamento aumenta", afirma.

Esse fenômeno é frequentemente descrito como "dupla jornada", mas especialistas ressaltam que o impacto vai além do tempo dedicado às tarefas. De acordo com a psicóloga clínica Andréia Batista, existe também uma carga mental constante. "Mesmo após o expediente formal, muitas mulheres continuam responsáveis pela organização da rotina familiar e pelo cuidado com filhos ou familiares. Isso mantém o cérebro em estado constante de planejamento e vigilância. Sem períodos reais de pausa, o sistema nervoso permanece em alerta por longos períodos, favorecendo fadiga emocional e sensação de esgotamento", explica.

[...]
No trecho "Sem periodos reais de pausa, o sistema nervoso permanece em alerta por longos períodos, favorecendo fadiga emocional e sensação de esgotamento.", a palavra "fadiga", no contexto apresentado, significа:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FAFIPA Órgão: CRC-PR Prova: FAFIPA - 2026 - CRC-PR - Advogado |
Q4025873 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Burnout feminino: por que as mulheres adoecem mais no ambiente corporativo?


O aumento dos casos de burnout entre mulheres tem chamado a atenção de especialistas em saúde mental e gestão de pessoas. A síndrome, caracterizada por exaustão emocional, distanciamento psicológico do trabalho e redução da sensação de eficácia profissional, tem se tornado cada vez mais presente no ambiente corporativo, especialmente entre profissionais que lidam com múltiplas demandas dentro e fora do trabalho.


De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), burnout é considerado um fenômeno ocupacional resultante de estresse crônico mal administrado. A combinação entre jornada profissional intensa e responsabilidades domésticas, muitas vezes invisíveis, tem sido apontada como um dos principais fatores para o adoecimento emocional das mulheres.

Segundo Ylana Miller, especialista em liderança feminina, a questão está ligada a um conjunto de fatores que se acumulam no dia a dia das profissionais. "Mulheres são mais afetadas pela síndrome burnout por conta da combinação de fatores como dupla jornada de trabalho, acúmulo de funçõеs domésticas, familiares e profissionais, além de enfrentarem assédio, discriminação de gênero e falta de reconhecimento. No ambiente corporativo ainda existem barreiras para ocupar posições de liderança e desigualdade salarial", explica.

A sobrecarga fora do expediente formal também pesa significativamente nesse cenário. A presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio de Janeiro, Renata Filardi, destaca que a desigualdade na divisão das tarefas domésticas continua sendo um fator determinante. "No Brasil, as mulheres dedicam, em média, 21,3 horas semanais aos afazeres domésticos e ao cuidado de pessoas, contra 11,7 horas dos homens, segundo dados do IBGE. Quando essa carga se soma a metas agressivas, pressão por performance e jornadas longas, o risco de esgotamento aumenta", afirma.

Esse fenômeno é frequentemente descrito como "dupla jornada", mas especialistas ressaltam que o impacto vai além do tempo dedicado às tarefas. De acordo com a psicóloga clínica Andréia Batista, existe também uma carga mental constante. "Mesmo após o expediente formal, muitas mulheres continuam responsáveis pela organização da rotina familiar e pelo cuidado com filhos ou familiares. Isso mantém o cérebro em estado constante de planejamento e vigilância. Sem períodos reais de pausa, o sistema nervoso permanece em alerta por longos períodos, favorecendo fadiga emocional e sensação de esgotamento", explica.

[...]
Considere o trecho do texto a seguir.

"A sobrecarga fora do expediente formal também pesa significativamente nesse cenário."

Sobre as classes de palavras presentes nesse trecho, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FAFIPA Órgão: CRC-PR Prova: FAFIPA - 2026 - CRC-PR - Advogado |
Q4025872 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Burnout feminino: por que as mulheres adoecem mais no ambiente corporativo?


O aumento dos casos de burnout entre mulheres tem chamado a atenção de especialistas em saúde mental e gestão de pessoas. A síndrome, caracterizada por exaustão emocional, distanciamento psicológico do trabalho e redução da sensação de eficácia profissional, tem se tornado cada vez mais presente no ambiente corporativo, especialmente entre profissionais que lidam com múltiplas demandas dentro e fora do trabalho.


De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), burnout é considerado um fenômeno ocupacional resultante de estresse crônico mal administrado. A combinação entre jornada profissional intensa e responsabilidades domésticas, muitas vezes invisíveis, tem sido apontada como um dos principais fatores para o adoecimento emocional das mulheres.

Segundo Ylana Miller, especialista em liderança feminina, a questão está ligada a um conjunto de fatores que se acumulam no dia a dia das profissionais. "Mulheres são mais afetadas pela síndrome burnout por conta da combinação de fatores como dupla jornada de trabalho, acúmulo de funçõеs domésticas, familiares e profissionais, além de enfrentarem assédio, discriminação de gênero e falta de reconhecimento. No ambiente corporativo ainda existem barreiras para ocupar posições de liderança e desigualdade salarial", explica.

A sobrecarga fora do expediente formal também pesa significativamente nesse cenário. A presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio de Janeiro, Renata Filardi, destaca que a desigualdade na divisão das tarefas domésticas continua sendo um fator determinante. "No Brasil, as mulheres dedicam, em média, 21,3 horas semanais aos afazeres domésticos e ao cuidado de pessoas, contra 11,7 horas dos homens, segundo dados do IBGE. Quando essa carga se soma a metas agressivas, pressão por performance e jornadas longas, o risco de esgotamento aumenta", afirma.

Esse fenômeno é frequentemente descrito como "dupla jornada", mas especialistas ressaltam que o impacto vai além do tempo dedicado às tarefas. De acordo com a psicóloga clínica Andréia Batista, existe também uma carga mental constante. "Mesmo após o expediente formal, muitas mulheres continuam responsáveis pela organização da rotina familiar e pelo cuidado com filhos ou familiares. Isso mantém o cérebro em estado constante de planejamento e vigilância. Sem períodos reais de pausa, o sistema nervoso permanece em alerta por longos períodos, favorecendo fadiga emocional e sensação de esgotamento", explica.

[...]
Com base no trecho do texto, analise as assertivas a seguir.

I. No trecho "Esse fenômeno é frequentemente descrito como 'dupla jornada", o pronome demonstrativo "esse" retoma a ideia anteriormente mencionada de acúmulo de responsabilidades profissionais e domésticas.
II. No trecho "Quando essa carga se soma a metas agressivas... ", a expressão "essa carga" estabelece referência às horas dedicadas pelas mulheres às tarefas domésticas e de cuidado.
III.A conjunção "quando", no trecho citado anteriormente, estabelece relação semântica de causa entre as orações.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FAFIPA Órgão: CRC-PR Prova: FAFIPA - 2026 - CRC-PR - Advogado |
Q4025871 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Burnout feminino: por que as mulheres adoecem mais no ambiente corporativo?


O aumento dos casos de burnout entre mulheres tem chamado a atenção de especialistas em saúde mental e gestão de pessoas. A síndrome, caracterizada por exaustão emocional, distanciamento psicológico do trabalho e redução da sensação de eficácia profissional, tem se tornado cada vez mais presente no ambiente corporativo, especialmente entre profissionais que lidam com múltiplas demandas dentro e fora do trabalho.


De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), burnout é considerado um fenômeno ocupacional resultante de estresse crônico mal administrado. A combinação entre jornada profissional intensa e responsabilidades domésticas, muitas vezes invisíveis, tem sido apontada como um dos principais fatores para o adoecimento emocional das mulheres.

Segundo Ylana Miller, especialista em liderança feminina, a questão está ligada a um conjunto de fatores que se acumulam no dia a dia das profissionais. "Mulheres são mais afetadas pela síndrome burnout por conta da combinação de fatores como dupla jornada de trabalho, acúmulo de funçõеs domésticas, familiares e profissionais, além de enfrentarem assédio, discriminação de gênero e falta de reconhecimento. No ambiente corporativo ainda existem barreiras para ocupar posições de liderança e desigualdade salarial", explica.

A sobrecarga fora do expediente formal também pesa significativamente nesse cenário. A presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio de Janeiro, Renata Filardi, destaca que a desigualdade na divisão das tarefas domésticas continua sendo um fator determinante. "No Brasil, as mulheres dedicam, em média, 21,3 horas semanais aos afazeres domésticos e ao cuidado de pessoas, contra 11,7 horas dos homens, segundo dados do IBGE. Quando essa carga se soma a metas agressivas, pressão por performance e jornadas longas, o risco de esgotamento aumenta", afirma.

Esse fenômeno é frequentemente descrito como "dupla jornada", mas especialistas ressaltam que o impacto vai além do tempo dedicado às tarefas. De acordo com a psicóloga clínica Andréia Batista, existe também uma carga mental constante. "Mesmo após o expediente formal, muitas mulheres continuam responsáveis pela organização da rotina familiar e pelo cuidado com filhos ou familiares. Isso mantém o cérebro em estado constante de planejamento e vigilância. Sem períodos reais de pausa, o sistema nervoso permanece em alerta por longos períodos, favorecendo fadiga emocional e sensação de esgotamento", explica.

[...]
A partir das informações apresentadas no texto, é possível inferir que:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FAFIPA Órgão: CRC-PR Prova: FAFIPA - 2026 - CRC-PR - Advogado |
Q4025870 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Burnout feminino: por que as mulheres adoecem mais no ambiente corporativo?


O aumento dos casos de burnout entre mulheres tem chamado a atenção de especialistas em saúde mental e gestão de pessoas. A síndrome, caracterizada por exaustão emocional, distanciamento psicológico do trabalho e redução da sensação de eficácia profissional, tem se tornado cada vez mais presente no ambiente corporativo, especialmente entre profissionais que lidam com múltiplas demandas dentro e fora do trabalho.


De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), burnout é considerado um fenômeno ocupacional resultante de estresse crônico mal administrado. A combinação entre jornada profissional intensa e responsabilidades domésticas, muitas vezes invisíveis, tem sido apontada como um dos principais fatores para o adoecimento emocional das mulheres.

Segundo Ylana Miller, especialista em liderança feminina, a questão está ligada a um conjunto de fatores que se acumulam no dia a dia das profissionais. "Mulheres são mais afetadas pela síndrome burnout por conta da combinação de fatores como dupla jornada de trabalho, acúmulo de funçõеs domésticas, familiares e profissionais, além de enfrentarem assédio, discriminação de gênero e falta de reconhecimento. No ambiente corporativo ainda existem barreiras para ocupar posições de liderança e desigualdade salarial", explica.

A sobrecarga fora do expediente formal também pesa significativamente nesse cenário. A presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio de Janeiro, Renata Filardi, destaca que a desigualdade na divisão das tarefas domésticas continua sendo um fator determinante. "No Brasil, as mulheres dedicam, em média, 21,3 horas semanais aos afazeres domésticos e ao cuidado de pessoas, contra 11,7 horas dos homens, segundo dados do IBGE. Quando essa carga se soma a metas agressivas, pressão por performance e jornadas longas, o risco de esgotamento aumenta", afirma.

Esse fenômeno é frequentemente descrito como "dupla jornada", mas especialistas ressaltam que o impacto vai além do tempo dedicado às tarefas. De acordo com a psicóloga clínica Andréia Batista, existe também uma carga mental constante. "Mesmo após o expediente formal, muitas mulheres continuam responsáveis pela organização da rotina familiar e pelo cuidado com filhos ou familiares. Isso mantém o cérebro em estado constante de planejamento e vigilância. Sem períodos reais de pausa, o sistema nervoso permanece em alerta por longos períodos, favorecendo fadiga emocional e sensação de esgotamento", explica.

[...]
Considerando as ideias desenvolvidas no texto, assinale a alternativa que melhor sintetiza a problemática central abordada pela reportagem.
Alternativas
Respostas
601: C
602: D
603: D
604: D
605: E
606: D
607: D
608: C
609: B
610: B
611: E
612: D
613: A
614: B
615: E
616: A
617: E
618: D
619: D
620: D