Questões de Concurso Comentadas para fafipa

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Q524371 Português

                            Comediantes estão cada vez mais sendo perseguidos


         O humor é um constante trabalho de reinvenção, todos os dias é preciso pensar fora da caixa. Construir uma boa piada é tentar distrair a mente do público para causar uma surpresa, para que o desfecho não seja previsível e cause no espectador o espasmo da risada em sua face. Acredito que o processo para se fazer graça em tempos que a profissão está cada vez mais concorrida continua o mesmo. Sempre precisamos buscar outros caminhos e aplicar o mesmo processo de criação nas escolhas e formas de fazer piada. Também acho importante estar sempre conectado com as notícias e ter agilidade para não perder o "timing".

         Só que a gente que faz comédia está cada dia mais perseguido, e isso é muito ruim para o comediante. Esses dias fiz piadas sobre a manifestação e acabei sendo perseguido. Outro dia a piada falava do frio de Curitiba e acabei sendo ameaçado por feministas, ou seja, uma cutucada dispara outra e é preciso ficar atento. Só que ficar atento não é bom para o humor, o humor tem que ser verdadeiro e ácido quando necessário.

         Se você pensar duas vezes se vai ou não vai ofender alguém é melhor nem fazer piada, porque a piada sempre vai ter um alvo. Acredito que é possível fazer piadas com qualquer assunto, depende só de como você trata esse assunto e da dose de exagero que você coloca para que fique engraçada. Não devemos, enquanto humoristas, focar somente em um estilo de comédia para não cansar e saturar o público. Claro que sempre devemos ser honestos com a plateia, o consumidor de humor saca quando o comediante está forçando uma barra.

          O processo criativo deve ser provocado, não adianta esperar que as ideias apareçam, é preciso exercício. Criar é uma aeróbica mental e, na maioria das vezes, as ideias estão lá só esperando para serem resgatadas. O humorista não pode ter medo de tentar, até porque esse é o nosso trabalho. Nunca saberei se a piada funciona ou não até a hora que subo no palco e me arrisco. Já cansei de sair com três páginas de texto escrito e conseguir salvar só três piadas que realmente funcionaram, e olhe lá.

           Fazer televisão também é sempre muito importante porque divulga e populariza, mas hoje em dia veículos como as redes sociais, Facebook, YouTube e Twitter, além de ajudarem a divulgar o seu trabalho, servem como um mailing pessoal para levar público ao teatro e isso reflete em bilheteria. Claro que televisão ainda é muito importante, mas existe, por exemplo, um mercado enorme e rentável para comediantes no meio corporativo. O cinema nacional está se abrindo cada vez mais para a comédia, sitcoms, web séries, vlogs, uma infinidade de opções para o comediante se destacar. Quando comecei a fazer comédia não existiam tantas possibilidades para mostrar meu trabalho como existem hoje. Por isso hoje procuro usar tudo isso ao meu favor, no meio de várias tentativas, algumas sempre acabam virando e dando certo, mas é preciso insistir e fazer o seu, e de preferência não ligar muito para concorrência.  

                                                                                         Disponível em: http://noticias.uol.com.br/opiniao











Para construir uma boa piada, o autor do texto considera, EXCETO:
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Q524370 Português

                            Comediantes estão cada vez mais sendo perseguidos


         O humor é um constante trabalho de reinvenção, todos os dias é preciso pensar fora da caixa. Construir uma boa piada é tentar distrair a mente do público para causar uma surpresa, para que o desfecho não seja previsível e cause no espectador o espasmo da risada em sua face. Acredito que o processo para se fazer graça em tempos que a profissão está cada vez mais concorrida continua o mesmo. Sempre precisamos buscar outros caminhos e aplicar o mesmo processo de criação nas escolhas e formas de fazer piada. Também acho importante estar sempre conectado com as notícias e ter agilidade para não perder o "timing".

         Só que a gente que faz comédia está cada dia mais perseguido, e isso é muito ruim para o comediante. Esses dias fiz piadas sobre a manifestação e acabei sendo perseguido. Outro dia a piada falava do frio de Curitiba e acabei sendo ameaçado por feministas, ou seja, uma cutucada dispara outra e é preciso ficar atento. Só que ficar atento não é bom para o humor, o humor tem que ser verdadeiro e ácido quando necessário.

         Se você pensar duas vezes se vai ou não vai ofender alguém é melhor nem fazer piada, porque a piada sempre vai ter um alvo. Acredito que é possível fazer piadas com qualquer assunto, depende só de como você trata esse assunto e da dose de exagero que você coloca para que fique engraçada. Não devemos, enquanto humoristas, focar somente em um estilo de comédia para não cansar e saturar o público. Claro que sempre devemos ser honestos com a plateia, o consumidor de humor saca quando o comediante está forçando uma barra.

          O processo criativo deve ser provocado, não adianta esperar que as ideias apareçam, é preciso exercício. Criar é uma aeróbica mental e, na maioria das vezes, as ideias estão lá só esperando para serem resgatadas. O humorista não pode ter medo de tentar, até porque esse é o nosso trabalho. Nunca saberei se a piada funciona ou não até a hora que subo no palco e me arrisco. Já cansei de sair com três páginas de texto escrito e conseguir salvar só três piadas que realmente funcionaram, e olhe lá.

           Fazer televisão também é sempre muito importante porque divulga e populariza, mas hoje em dia veículos como as redes sociais, Facebook, YouTube e Twitter, além de ajudarem a divulgar o seu trabalho, servem como um mailing pessoal para levar público ao teatro e isso reflete em bilheteria. Claro que televisão ainda é muito importante, mas existe, por exemplo, um mercado enorme e rentável para comediantes no meio corporativo. O cinema nacional está se abrindo cada vez mais para a comédia, sitcoms, web séries, vlogs, uma infinidade de opções para o comediante se destacar. Quando comecei a fazer comédia não existiam tantas possibilidades para mostrar meu trabalho como existem hoje. Por isso hoje procuro usar tudo isso ao meu favor, no meio de várias tentativas, algumas sempre acabam virando e dando certo, mas é preciso insistir e fazer o seu, e de preferência não ligar muito para concorrência.  

                                                                                         Disponível em: http://noticias.uol.com.br/opiniao











Releia: “O humor é um constante trabalho de reinvenção, todos os dias é preciso pensar fora da caixa”. O trecho em destaque significa:
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Ano: 2014 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Floraí - PR
Q1238290 Pedagogia
São características inerentes à construção de um Projeto Político-Pedagógico, EXCETO:
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Q1237252 Português
Foi bonita a festa    A canção de Milton Nascimento e Fernando Brant a dizer que o “Brasil está vazio na tarde de domingo” encontrou seu ambiente perfeito numa quinta-feira, dia 12, na abertura da Copa de 2014. Não há notícia de que nem nas sete finais disputadas pela Seleção as ruas ficaram tão desertas, exceto nas concentrações festivas para assistir ao jogo com a Croácia. Um dia mágico em que o País do Futebol mostrou ao mundo e a si mesmo que sabe organizar uma Copa tanto quanto ganhá-la.    O espetáculo na Arena do Corinthians coroou o trabalho árduo de milhares e milhares de brasileiros para montar uma enorme infraestrutura compatível com a magnitude do evento. Até a última hora, cassandras só focalizavam problemas, de resto inerentes a um empreendimento gigantesco, mas a abertura da Copa foi talhada no figurino do sucesso. Os equipamentos e serviços funcionaram a contento, a Seleção venceu e, principalmente, o povo-torcedor, alegre e engajado, confirmou que o futebol demarca a identidade nacional.    Estava na paisagem verde-amarela, impregnando os olhos e o coração, o sentimento de ocasião memorável. Se toda Copa já arrebata o brasileiro, esta que realizamos em 12 sedes e todos os rincões do território nacional dá a sensação de tocarmos a História com a mão.    Oxalá sigamos nesse ambiente até 13 de julho, data da final no Maracanã. Os incidentes, próprios destes dias conturbados que o mundo vive, não têm potencial de estragar pelas mãos rancorosas de uma minoria a grande festa que alegra os corações e mentes da maioria esmagadora.    Além dos bons resultados econômicos, o torneio projeta o Brasil no imaginário do mundo. Especialistas dizem que a exposição em volume de saturação do país que o promove tem valor incalculável na imagem da nação. Bilhões de pessoas estão assistindo aos jogos em 200 países, e a audiência acumulada deve passar de dezenas de bilhões de telespectadores.    A eles exibimos um retrato sem retoques de nossas virtudes e carências. Voltados para as entranhas, podemos divisar o que realizamos e ainda estamos por fazer em cinco séculos de nosso esforço para construir uma civilização pujante no novo mundo.    Disponível em: http://www.opovo.com.br/app/opovo/opiniao/
No texto, o autor emprega a expressão “Tocar a História com a mão”. Trata-se de uma figura de linguagem, conhecida como:
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Ano: 2014 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Marialva - PR
Q1237117 Enfermagem
Durante uma nova gravidez as mulheres possuem muitas dúvidas em relação à amamentação.
 Diante desta situação, é correto afirmar que:
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Q1237027 Direito Constitucional
Nos termos do artigo 225 da Constituição Federal de 1988, é considerado(a) patrimônio nacional:
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Q1236961 Direito Constitucional
Com relação à política nacional do meio ambiente, a Constituição Federal de 1988 consagra a necessidade de realização de estudo prévio de impacto ambiental para:
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Q1236942 Direito Constitucional
De acordo com a Constituição Federal de 1988, NÃO será objeto de deliberação a proposta de emenda constitucional tendente a abolir:
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Q1236941 Português
Foi bonita a festa    A canção de Milton Nascimento e Fernando Brant a dizer que o “Brasil está vazio na tarde de domingo” encontrou seu ambiente perfeito numa quinta-feira, dia 12, na abertura da Copa de 2014. Não há notícia de que nem nas sete finais disputadas pela Seleção as ruas ficaram tão desertas, exceto nas concentrações festivas para assistir ao jogo com a Croácia. Um dia mágico em que o País do Futebol mostrou ao mundo e a si mesmo que sabe organizar uma Copa tanto quanto ganhá-la.    O espetáculo na Arena do Corinthians coroou o trabalho árduo de milhares e milhares de brasileiros para montar uma enorme infraestrutura compatível com a magnitude do evento. Até a última hora, cassandras só focalizavam problemas, de resto inerentes a um empreendimento gigantesco, mas a abertura da Copa foi talhada no figurino do sucesso. Os equipamentos e serviços funcionaram a contento, a Seleção venceu e, principalmente, o povo-torcedor, alegre e engajado, confirmou que o futebol demarca a identidade nacional.    Estava na paisagem verde-amarela, impregnando os olhos e o coração, o sentimento de ocasião memorável. Se toda Copa já arrebata o brasileiro, esta que realizamos em 12 sedes e todos os rincões do território nacional dá a sensação de tocarmos a História com a mão.    Oxalá sigamos nesse ambiente até 13 de julho, data da final no Maracanã. Os incidentes, próprios destes dias conturbados que o mundo vive, não têm potencial de estragar pelas mãos rancorosas de uma minoria a grande festa que alegra os corações e mentes da maioria esmagadora.    Além dos bons resultados econômicos, o torneio projeta o Brasil no imaginário do mundo. Especialistas dizem que a exposição em volume de saturação do país que o promove tem valor incalculável na imagem da nação. Bilhões de pessoas estão assistindo aos jogos em 200 países, e a audiência acumulada deve passar de dezenas de bilhões de telespectadores.    A eles exibimos um retrato sem retoques de nossas virtudes e carências. Voltados para as entranhas, podemos divisar o que realizamos e ainda estamos por fazer em cinco séculos de nosso esforço para construir uma civilização pujante no novo mundo.    Disponível em: http://www.opovo.com.br/app/opovo/opiniao/    No último parágrafo do texto, o pronome pessoal “eles” faz referência a quem?
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Q1236909 Português
Foi bonita a festa    A canção de Milton Nascimento e Fernando Brant a dizer que o “Brasil está vazio na tarde de domingo” encontrou seu ambiente perfeito numa quinta-feira, dia 12, na abertura da Copa de 2014. Não há notícia de que nem nas sete finais disputadas pela Seleção as ruas ficaram tão desertas, exceto nas concentrações festivas para assistir ao jogo com a Croácia. Um dia mágico em que o País do Futebol mostrou ao mundo e a si mesmo que sabe organizar uma Copa tanto quanto ganhá-la.    O espetáculo na Arena do Corinthians coroou o trabalho árduo de milhares e milhares de brasileiros para montar uma enorme infraestrutura compatível com a magnitude do evento. Até a última hora, cassandras só focalizavam problemas, de resto inerentes a um empreendimento gigantesco, mas a abertura da Copa foi talhada no figurino do sucesso. Os equipamentos e serviços funcionaram a contento, a Seleção venceu e, principalmente, o povo-torcedor, alegre e engajado, confirmou que o futebol demarca a identidade nacional.    Estava na paisagem verde-amarela, impregnando os olhos e o coração, o sentimento de ocasião memorável. Se toda Copa já arrebata o brasileiro, esta que realizamos em 12 sedes e todos os rincões do território nacional dá a sensação de tocarmos a História com a mão.    Oxalá sigamos nesse ambiente até 13 de julho, data da final no Maracanã. Os incidentes, próprios destes dias conturbados que o mundo vive, não têm potencial de estragar pelas mãos rancorosas de uma minoria a grande festa que alegra os corações e mentes da maioria esmagadora.    Além dos bons resultados econômicos, o torneio projeta o Brasil no imaginário do mundo. Especialistas dizem que a exposição em volume de saturação do país que o promove tem valor incalculável na imagem da nação. Bilhões de pessoas estão assistindo aos jogos em 200 países, e a audiência acumulada deve passar de dezenas de bilhões de telespectadores.    A eles exibimos um retrato sem retoques de nossas virtudes e carências. Voltados para as entranhas, podemos divisar o que realizamos e ainda estamos por fazer em cinco séculos de nosso esforço para construir uma civilização pujante no novo mundo.    Disponível em: http://www.opovo.com.br/app/opovo/opiniao/
“Oxalá” é uma palavra da língua portuguesa utilizada como ______________________ para expressar o desejo que algo aconteça; pode ser substituída por _________________________. As palavras que completam de forma CORRETA as lacunas são, respectivamente:
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Ano: 2014 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Floraí - PR
Q1236673 Português
Observe o sintagma: “os sapatos novos”. Trata-se de um exemplo de:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Maringá - PR
Q1236665 Farmácia
Sobre o manejo das substâncias de baixo índice terapêutico em farmácias de manipulação, assinale a alternativa INCORRETA:    
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Maringá - PR
Q1236512 Farmácia
Analise as assertivas e assinale a alternativa CORRETA:    I. O ipratrópio impede o reflexo de estímulo das vias aéreas superiores e inferiores, do esôfago e dos corpos carótidos.    II. A clonidina abaixa a pressão sanguínea em pacientes hipertensos por inibir a peptidil-dipeptidase.    III. O cromolin é um agente utilizado na profilaxia da asma, que causa broncodilatação.    IV. A acetilcisteína degrada as moléculas de escarro em componentes menores.    V. Os derivados da cumarina inibem a síntese de protrombina. 
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Tamboara - PR
Q1236403 Pedagogia
Sobre o planejamento:
I. Em um planejamento rígido, a criança é considerada um sujeito social, crítico e criativo. 
II. Em um planejamento flexível o conhecimento é construído nas relações, espaço privilegiado de imaginação e criação.
III. Em um planejamento rígido, são organizadas situações de repetição e absorção de conteúdos.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FAFIPA Órgão: UFFS
Q1234687 Psicologia
Considerando o modelo cognitivo-comportamental do Transtorno Obsessivo-Compulsivo, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) CORRETA(S):      I. O modelo comportamental do Transtorno Obsessivo Compulsivo considera a ansiedade como resultado de aprendizagens errôneas.  II. As obsessões presentes no Transtorno Obsessivo-Compulsivo são recorrentes e intrusivas, não podendo ser evitadas, sendo eliminada por meio de compulsões ou evitações, que funcionam como reforçadores.  III. Os sintomas obsessivos e compulsivos ocorrem em duas etapas: aquisição e manutenção. A aquisição pelo condicionamento clássico, enquanto a manutenção tem o condicionamento operante para sua explicação. IV. O tratamento do Transtorno Obsessivo Compulsivo na abordagem cognitiva comportamental baseia-se em um processo não estruturado e longo, sendo desnecessária a utilização da Psicoeducação.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Marialva - PR
Q1233112 Português
“‘O micro RNA é o biomarcador do futuro. O primeiro foi descoberto há 20 anos e o seguinte demorou muito tempo para ser encontrado. Até 2005 não se estabeleceu a relação entre este biomarcador e determinadas doenças e até 2008 não sabíamos que podíamos encontrá-lo no sangue humano’, resumiu a médica.”
Os verbos em destaque no excerto acima encontram-se, respectivamente, no
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Floraí - PR
Q1232834 Psicologia
O Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) faz parte da atenção básica. Pode-se afirmar, então, que o NASF:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Marialva - PR
Q1232795 Educação Física
O domínio das habilidades motoras fundamentais é básico para o desenvolvimento motor de crianças. Essas habilidades motoras são divididas em locomoção, manipulação e estabilização. Entende-se por habilidades motoras de Locomoção:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Tamboara - PR
Q1232630 Português
A mulher e a galinha
Uma viúva tinha uma galinha que punha um ovo todo dia. “Dando-lhe um pouco mais de cevada, ela porá dois”, disse ela. Mas deu-lhe tanta cevada que a galinha ficou entupida e não conseguida pôr nem mais uma vez por dia. Moral: por querer sempre mais, perdes até o que já tens.
(ESOPO. Fábulas de Esopo. Porto Alegre: L&PM, 2012, p.37)
Releia a frase retirada do texto: “Mas deu-lhe tanta cevada que a galinha ficou entupida e não conseguida pôr nem mais uma vez por dia.” O que a parte destacada da frase indica sobre a parte não destacada? 
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Marialva - PR
Q1232141 Legislação dos Municípios do Estado do Paraná
De acordo com os termos do Código de Posturas do município de Marialva, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. É permitido e aconselhável varrer lixo, detritos sólidos de qualquer natureza, para os coletores ou “bocas de lobo” dos logradouros públicos.
II. Para preservar de maneira geral a higiene pública, fica proibido queimar ou incinerar, mesmo nos próprios quintais, lixo ou quaisquer corpos em quantidade capaz de molestar a vizinhança.
III. É proibido fumar em estabelecimentos públicos fechados, onde for obrigatório o trânsito ou a permanência de pessoas, assim considerados, entre outros, como os elevadores e os transportes coletivos municipais.
IV. É proibido, nas vias e logradouros públicos urbanos, conduzir animais e veículos em velocidade excessiva.
Alternativas
Respostas
5441: B
5442: A
5443: C
5444: B
5445: B
5446: A
5447: B
5448: D
5449: D
5450: D
5451: B
5452: C
5453: B
5454: D
5455: D
5456: A
5457: D
5458: A
5459: D
5460: C