Questões de Concurso Para comperve - ufrn

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Ano: 2018 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: SESAP-RN
Q1229479 Medicina
Considere o caso clínico a seguir:
Um homem de 80 anos é atendido no pronto-socorro com história de hemiparesia direita e afasia há 3 horas. Pontuação NIHSS de 10. Hipertenso, sem outros antecedentes patológicos significativos. Sua tomografia computadorizada de crânio não mostrou sinais de hemorragia e teve pontuação 9 na escala ASPECTS.
Baseando-se nos conhecimentos atuais sobre o tratamento do AVC,
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Ano: 2018 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: SESAP-RN
Q1225520 Medicina
Considere a situação a seguir:
Homem de 65 anos vai a consulta ambulatorial devido a história de quedas frequentes nos últimos meses. Refere que tem caído para trás. Ao exame físico, percebe-se uma marcha instável, com base alargada e retropulsão. O paciente também tem bradicinesia, fáscies hipomímico e lentificação de movimentos sacádicos verticais e horizontais. Não apresenta tremor de repouso. Tem leve rigidez em roda denteada bilateral e simétrica. O uso de levodopa nos últimos 2 meses não melhorou seus sintomas.
O quadro clínico descrito é compatível com o diagnóstico clínico de
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Ano: 2018 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: SESAP-RN
Q1225518 Medicina
Considere a situação a seguir:
Uma mulher de 70 anos é internada com queixas de fraqueza aguda no hemicorpo direito e cefaleia holocraniana intensa. Ao exame físico, apresenta pressão arterial de 194x120 mmHg, ritmo cardíaco regular com frequência de 114 bpm, glicemia capilar 159 mg/dl. Pontuação NIHSS de 14. Sua tomografia computadorizada de crânio mostrou um hematoma intraparenquimatoso núcleo-capsular à esquerda com volume estimado em 20mL.
Para estimar o prognóstico da paciente em 30 dias, a principal escala usada, conhecida como ICH Score, desenvolvida por Hemphill e colaboradores, leva em consideração os seguintes aspectos:
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Ano: 2018 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: SESAP-RN
Q1225496 Psiquiatria
Paciente de 60 anos, portador de doença de Parkinson, usando 3mg/dia de pramipexol, é trazido a consulta com história de que apostou a própria casa em um jogo de baralho. A família está preocupada com sua sanidade mental. A respeito da relação entre a doença de Parkinson e o Distúrbio de Controle de Impulso (DCI), é correto afirmar:
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Ano: 2018 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: SESAP-RN
Q1225475 Medicina
Uma mulher de 35 anos é atendida no pronto-socorro com queixa de “pior cefaleia da vida”, classificada clinicamente como grau II na pontuação de Hunt e Hess. Tomografia computadorizada de crânio mostra hemorragia subaracnóidea grau 2 de Fisher, e angioTC mostra aneurisma de artéria comunicante posterior esquerda. Nesse caso, a terapêutica mais apropriada é
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Ano: 2018 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: SESAP-RN
Q1221768 Medicina
Recém-nascidos prematuros e neonatos a termo enfermos estão em risco de lesão cerebral. Embora os avanços em neonatologia (cuidados intensivos) tenham trazido melhorias quanto à morbimortalidade desses pacientes vulneráveis, lesões cerebrais permanecem como a principal preocupação. O diagnóstico precoce é importante para prognóstico, tratamento ótimo e resultado neurológico. O ultrassonografista que realiza exame do crânio via transfontanela precisa saber que
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Ano: 2018 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: SESAP-RN
Q1221717 Medicina
A partir da ultrassonografia obstétrica, é possível detectar anomalias fetais e acompanhar o crescimento fetal, permitindo que condutas possam ser tomadas o mais precocemente possível. A confiabilidade do método depende da observância de parâmetros bem estabelecidos no momento da mensuração. A opção em que há a correspondência correta entre o que se mede e os parâmetros de medição é:
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Ano: 2018 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: SESAP-RN
Q1221716 Medicina
Quando cistos ovarianos são encontrados em exames de ultrassonografia, condutas diferentes serão indicadas dependendo de determinadas características. Desse modo, o ultrassonografista deve ter o conhecimento de que
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Ano: 2018 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: SESAP-RN
Q1221578 Medicina
Dor pélvica e sangramento vaginal são dois dos motivos mais comuns que levam mulheres ao pronto-atendimento. Junto com a história clínica, exame físico e exames laboratoriais, a ultrassonografia é essencial na avaliação dessas queixas, uma vez que muitas das causas apresentam achados específicos ou sugestivos ao exame. Ao ultrassonografista, é essencial saber que
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Ano: 2018 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: SESAP-RN
Q1214557 Medicina
Sobre a artéria de Percheron, é correto afirmar:
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Ano: 2018 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: SESAP-RN
Q1214552 Medicina
O defeito do campo visual causado por lesão completa de um trato óptico é caracterizado como
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Ano: 2018 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: SESAP-RN
Q1214522 Medicina
Você está avaliando os reflexos e a força muscular de um paciente adulto. Considerando que o exame foi normal, fez parte dos seus achados
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Ano: 2018 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: SESAP-RN
Q1214506 Medicina
Um paciente apresenta midríase, estrabismo divergente e perda do reflexo de acomodação pupilar do lado da lesão e hemiparesia contralateral. Uma única lesão que responde por todos esses sinais ou sintomas está localizada
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Ano: 2018 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: SESAP-RN
Q1214418 Medicina
Uma paciente relata que sofreu queimadura nas mãos sem perceber, enquanto trabalhava na cozinha. Notou também uma certa dificuldade de realizar movimentos finos com as mãos. No exame neurológico, hipoestesia cutânea nas mãos, braços e ombros e uma atrofia da musculatura intrínseca das mãos. O quadro indica que a paciente tem
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Ano: 2018 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: SESAP-RN
Q1211970 Português
Enfarte: genética versus hábitos Riad Younes
Desde o fim da década de 1930, a comunidade médica detectou com clareza maior concentração de casos de enfarte em algumas famílias, levando à teoria da predisposição genética para a ocorrência de doenças cardiovasculares. Parentes de pacientes que foram diagnosticados com enfarte ou derrame tinham maiores chances de eles mesmos apresentarem o quadro durante sua vida. Nas décadas subsequentes, vários estudos correlacionaram os hábitos dos pacientes como fatores de risco para doenças cardiovasculares. Sedentarismo, tabagismo, obesidade, entre outros, aumentam drasticamente as chances de enfarte. Depois, vários cientistas passaram a estudar a correlação dos riscos genéticos com os comportamentais, na tentativa de avaliar o peso que cada risco tinha na determinação do destino do coração dos indivíduos. Dúvidas como se filhos de pacientes com enfarte, com genética comprometida, teriam algum benefício em modificar seus hábitos pessoais e controlar os outros fatores de risco, ou seriam predestinados ao desastre independentemente de qualquer manobra. Pesquisadores da Universidade de Harvard, em Boston, liderados pelo doutor Amit Khera, concluíram recentemente um estudo extenso que envolveu mais de 55 mil pessoas em vários países e que avaliou a relação entre fatores genéticos e hábitos na determinação do risco de enfarte durante dez anos de seguimento. O estudo foi publicado esta semana na prestigiosa revista médica New England Journal of Medicine. Os especialistas analisaram o perfil genético e os hábitos pessoais dos voluntários e classificaram seus achados em categorias de baixo risco ou favorável, risco intermediário ou elevado, ou desfavorável. Dos fatores de risco relacionados ao estilo de vida, os indivíduos foram separados de acordo com a ausência de um ou mais dos seguintes fatores: tabagismo, obesidade, sedentarismo e dieta de risco. Quem não tinha três ou mais desses fatores era considerado de baixo risco para enfarte. Pacientes com três ou mais desses fatores foram classificados de risco elevado para doença cardiovascular. Os outros teriam risco intermediário. Os resultados do estudo deixaram evidente a relação direta entre aumento do número de fatores de risco ligados ao estilo de vida com a elevação do risco de enfarte em dez anos. Também ficou clara a correlação entre alterações genéticas detectadas no Projeto Genoma e as chances de enfarte. O mais interessante, nesse estudo, foi a total independência dos riscos genéticos daqueles relativos ao estilo de vida. Em outras palavras, mesmo as pessoas com alto risco genético e familiar podem beneficiar-se do controle eficiente da obesidade, do tabagismo, do sedentarismo e do consumo regular de dieta nociva. As pessoas consideradas de alto risco genético, que praticam hábitos saudáveis, tiveram suas chances de enfarte reduzidas pela metade, independentemente de medicamentos ou outras manobras químicas para controle do colesterol. O gráfico mostra o impacto de cada fator sobre cada grupo de risco genético. Os cientistas recomendam para todas as pessoas, principalmente para aquelas com carga genética desfavorável, a aderência intensiva a programas de controle dos hábitos deletérios. A orientação médica é fundamental para evitar enfartes e derrames de forma significativa. Vale a pena insistir. Disponível em: <www.cartacapital.com.br>. Acesso em: 14 dez. 2017. [Adaptado]
Depois, vários cientistas passaram a estudar a correlação dos riscos genéticos com os comportamentais, na tentativa de avaliar o peso[1] que[2] cada risco tinha na determinação do destino do coração dos indivíduos.
O elemento linguístico [1] foi usado em sentido
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Ano: 2018 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: SESAP-RN
Q1211772 Português
Enfarte: genética versus hábitos Riad Younes
Desde o fim da década de 1930, a comunidade médica detectou com clareza maior concentração de casos de enfarte em algumas famílias, levando à teoria da predisposição genética para a ocorrência de doenças cardiovasculares. Parentes de pacientes que foram diagnosticados com enfarte ou derrame tinham maiores chances de eles mesmos apresentarem o quadro durante sua vida. Nas décadas subsequentes, vários estudos correlacionaram os hábitos dos pacientes como fatores de risco para doenças cardiovasculares. Sedentarismo, tabagismo, obesidade, entre outros, aumentam drasticamente as chances de enfarte. Depois, vários cientistas passaram a estudar a correlação dos riscos genéticos com os comportamentais, na tentativa de avaliar o peso que cada risco tinha na determinação do destino do coração dos indivíduos. Dúvidas como se filhos de pacientes com enfarte, com genética comprometida, teriam algum benefício em modificar seus hábitos pessoais e controlar os outros fatores de risco, ou seriam predestinados ao desastre independentemente de qualquer manobra. Pesquisadores da Universidade de Harvard, em Boston, liderados pelo doutor Amit Khera, concluíram recentemente um estudo extenso que envolveu mais de 55 mil pessoas em vários países e que avaliou a relação entre fatores genéticos e hábitos na determinação do risco de enfarte durante dez anos de seguimento. O estudo foi publicado esta semana na prestigiosa revista médica New England Journal of Medicine. Os especialistas analisaram o perfil genético e os hábitos pessoais dos voluntários e classificaram seus achados em categorias de baixo risco ou favorável, risco intermediário ou elevado, ou desfavorável. Dos fatores de risco relacionados ao estilo de vida, os indivíduos foram separados de acordo com a ausência de um ou mais dos seguintes fatores: tabagismo, obesidade, sedentarismo e dieta de risco. Quem não tinha três ou mais desses fatores era considerado de baixo risco para enfarte. Pacientes com três ou mais desses fatores foram classificados de risco elevado para doença cardiovascular. Os outros teriam risco intermediário. Os resultados do estudo deixaram evidente a relação direta entre aumento do número de fatores de risco ligados ao estilo de vida com a elevação do risco de enfarte em dez anos. Também ficou clara a correlação entre alterações genéticas detectadas no Projeto Genoma e as chances de enfarte. O mais interessante, nesse estudo, foi a total independência dos riscos genéticos daqueles relativos ao estilo de vida. Em outras palavras, mesmo as pessoas com alto risco genético e familiar podem beneficiar-se do controle eficiente da obesidade, do tabagismo, do sedentarismo e do consumo regular de dieta nociva. As pessoas consideradas de alto risco genético, que praticam hábitos saudáveis, tiveram suas chances de enfarte reduzidas pela metade, independentemente de medicamentos ou outras manobras químicas para controle do colesterol. O gráfico mostra o impacto de cada fator sobre cada grupo de risco genético. Os cientistas recomendam para todas as pessoas, principalmente para aquelas com carga genética desfavorável, a aderência intensiva a programas de controle dos hábitos deletérios. A orientação médica é fundamental para evitar enfartes e derrames de forma significativa. Vale a pena insistir. Disponível em: <www.cartacapital.com.br>. Acesso em: 14 dez. 2017. [Adaptado]
Depois, vários cientistas passaram a estudar a correlação dos riscos genéticos com os comportamentais, na tentativa de avaliar o peso[1] que[2] cada risco tinha na determinação do destino do coração dos indivíduos.
O elemento linguístico [2] é
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Ano: 2018 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: SESAP-RN
Q1199347 Medicina
Paciente, 81 anos de idade, é internado pela pneumologia para investigação de massa pulmonar à esquerda. Durante a internação, apresentou quadro de poliúria não relacionada a uso prévio de diuréticos. Apresentou cálcio sérico corrigido de 16,8 mg/dl. A biópsia pulmonar evidenciou um tumor de células escamosas. No caso de hipercalcemia associada a tumor de células escamosas do pulmão, as melhores opções terapêuticas são
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Ano: 2018 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: SESAP-RN
Q1199327 Medicina
Homem idoso, 73 anos de idade, diabético tipo 2, com complicações macro e microvasculares e com antecedente de doença arterial oclusiva periférica, evoluiu com lesões cutâneas de membros inferiores sugestivas de piodermites (impetigo e furunculose) ao longo de 2 meses. Tratado com antibioticoterapia tópica, respondeu parcialmente ao tratamento das lesões, e com recidiva frequente do processo infeccioso. As lesões ainda estão identificadas em membros inferiores: presença de pústulas, impetigo e uma área com extensão em subcutâneo na região da coxa. O paciente foi acompanhado por um endocrinologista e faz uso, há 2 anos, de losartan 100 mg/dia, insulina lantus e AAS. Em exames realizados há três meses, apresentava albuminúria (65 mg/24horas) e creatinina sérica = 1,2 mg/dL. Porém, nos exames atuais apresentou creatinina sérica = 5,8 mg/dL, uréia 232 mg/dL, Na + 134 meq/L, K+ = 5,1 meq/L, albumina 3,7 mg/dL, C3 = 45 (VR > 80), C4 = 22 (VR > 10), e o seguinte sumário de urina: proteína + , heme ++, 20 hemácias por campo, 8 leucócitos por campo. Sorologias para hepatites virais B, C e HIV negativas. VDRL negativo. FAN negativo. A respeito do caso apresentado, o nefrologista pode concluir que a glomerulopatia relaciona-se com
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Ano: 2018 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: SESAP-RN
Q1198792 Medicina
As medicações antiepilépticas não são necessárias, de imediato, para tratar distúrbios hidroeletrolíticos ou hipoglicemia sem outras causas de encefalopatias primárias ou secundárias, como malformações cerebrais, infecções e encefalopatia hipóxico-isquêmica. Podem ser utilizadas quando não se consegue corrigir o distúrbio ou se as crises persistirem apesar da correção. A medicação endovenosa, de ataque, mais utilizada nas crises epilépticas neonatais é
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Ano: 2018 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: SESAP-RN
Q1198785 Medicina
A sífilis congênita é uma doença de notificação compulsória cuja incidência vem aumentando nos últimos anos, sendo motivo de preocupação. As manifestações clínicas comuns na sífilis congênita precoce são:
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Respostas
5201: A
5202: D
5203: B
5204: D
5205: C
5206: C
5207: B
5208: A
5209: C
5210: B
5211: A
5212: C
5213: A
5214: D
5215: D
5216: C
5217: A
5218: A
5219: D
5220: C