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I - Alta: poucas dejeções ao dia, fezes volumosas, presença de restos alimentares e ausência de muco. Geralmente acompanhada de cólicas abdominais.
II - Baixa: múltiplas dejeções ao dia, pouco volumosas, sem restos alimentares e com presença de muco, pus e pode conter sangue. Geralmente acompanhadas de urgência e tenesmo.
III - Não-inflamatória: fezes aquosas, volumosas, sem sangue muco ou pus, geralmente sem febre.
IV - Inflamatória: evacuações frequentes, pequeno volume, com muco ou pus, algumas com sangue. É comum febre, toxemia, dor abdominal intensa, tenesmo e leucocitose associada.
V - Quando acompanhada de náuseas, vômitos e dor abdominal difusa, a diarreia aguda compõe a síndrome de gastroenterite aguda, uma condição habitualmente causada por infecções virais ou intoxicação alimentar.
VI - Nos casos em que há sangue concomitante, se constitui como um quadro de disenteria e está mais associada a infecções por bactérias, como Shigella e Salmonella.
I - Herpes simplex vírus.
II - Trepomena Pallidum.
III - Chlamydia trachomatis.
IV - Haemophilus ducreyi.
V - Klebsiella granulomatis.
Analise as alternativas e responda a correta:
I - A hepatite A é a mais associada com síndrome colestática intra-hepática, cursando com prurido, colúria e acolia fecal, além da icterícia. A transmissão pode ocorrer de 2 a 3 semanas antes do surgimento da icterícia até 2 semanas após sua regressão.
II - O vírus da hepatite B é de DNA, com uma parte dupla-fita e outra fita-simples, pertencente à família Hepadnaviridae; possui envoltório lipídico e núcleo central denso (core).
III - Na hepatite C os sintomas surgem de 6 a 12 semanas após a exposição, porém a grande maioria dos pacientes apresenta forma assintomática da doença na fase aguda, e os pacientes agudamente infectados possuem cerca de 80% de chances de se tornarem portadores crônicos da hepatite C.
I - Criança residente em área de risco.
II - Baixo peso ao nascer (inferior a 2.500g).
III - Prematuridade (menos de 37 semanas de gestação).
IV - Asfixia grave ou Apgar menor do que 7 no 5º minuto.
V - Mãe com menos de 18 anos de idade.
VI - Aleitamento materno exclusivo.
VII - Malformação congênita.
I - Manutenção da linha infusional fechada. Deve-se realizar desinfecção das conexões antes da entrada nos dispositivos.
II - Estabilizar e fixar cateteres para evitar complicações e perda de acesso não intencional. Métodos de fixação não devem interferir na avaliação e monitoramento do local de acesso e não devem impedir a circulação vascular e/ou a entrega da terapia prescrita.
III - Os dispositivos devem ser lavados antes, entre e após cada infusão medicamentosa, a fim de avaliar o funcionamento do cateter e evitar complicações.
IV - Não usar cateteres periféricos para terapia contínua com solução vesicante, nutrição parenteral ou drogas com alta osmolaridade.
V - Realizar higienização das mãos sempre que houver manipulação do cateter, respeitando os 05 momentos.
VI - Rotineiramente o cateter venoso periférico não deve ser trocado em um período inferior a 96 horas. A decisão de estender a frequência de troca para prazos superiores ou quando clinicamente indicado dependerá da adesão da instituição às boas práticas recomendas, tais como: avaliação rotineira e frequente das condições do paciente, sítio de inserção, integridade da pele e do vaso; duração e tipo de terapia prescrita; local de atendimento; integridade e permeabilidade do dispositivo; integridade da cobertura e estabilização estéril.
O Diabetes Mellitus (DM) é uma patologia crônica de relevância mundial. Além de ser uma condição de início insidioso dos sintomas e progressão, estudos demostram uma baixa adesão terapêutica e altíssimo percentual de indivíduos ainda não diagnosticados, o que aumenta consideravelmente a probabilidade de desfechos desfavoráveis dessa comorbidade, que é considerada uma das principais responsáveis por mortalidade prematura e pelos gastos públicos em saúde. Uma das medidas mais efetivas para redução da morbimortalidade em pessoas com DM consiste na redução e controle dos níveis glicêmicos, e a Atenção Primária à Saúde (APS) é um ponto de atenção eficaz e oportuno para realização dessas medidas. Entretanto, a proporção de diagnóstico encontra-se distante do esperado e o acompanhamento das pessoas com essa comorbidade apresenta um cenário preocupante. Sabendo que o nível glicêmico das pessoas com Diabetes é a chave para o diagnóstico, controle e acompanhamento, além de se tratar de um importante parâmetro preditor de complicações, a _____________ oferece importantes vantagens, pois reflete os níveis glicêmicos de 3 (três) meses passados, sofrendo menor variabilidade decorrente do dia a dia. Assim, a utilização desse método torna-se oportuna e necessária.
O cálcio é um mineral fundamental para a saúde dos ossos. Sua deficiência pode provocar condições como a osteoporose, doença crônico-degenerativa comumente associada ao processo de envelhecimento do indivíduo humano. A _____________ é necessária para que o corpo absorva cálcio e fósforo, aumentando a absorção desses sais minerais no intestino e promovendo uma “qualidade de vida óssea”.