Questões de Concurso
Para inep
Foram encontradas 3.879 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Disponível em: http://quimicavida92.blogspot.com. Acesso em: 7 jun. 2025 (adaptado). Para compreender a tirinha, os estudantes, considerando os conceitos eletroquímicos e os metais envolvidos, devem saber que, ao ar livre, o metal
A celulose é um polissacarídeo que confere estrutura e resistência às paredes celulares das plantas, sendo também importante no setor industrial como matéria-prima para diversos produtos, como o papel.
Com base na proposta de intervenção no contexto da EJA, a professora deve
Com o objetivo de contemplar a História da Ciência na elaboração da sequência didática, a licencianda deve considerar que o(a)
Pelo contexto apresentado, assinale a alternativa que demonstra a articulação entre uma abordagem por Aprendizagem Baseada em Problema (ABP) e a construção de conhecimentos científicos.
Para alcançar os objetivos da aula, o professor deve utilizar um
O experimento articulado à teoria que alcança o objetivo da aula é o do(a)
O professor contempla a experimentação investigativa quando
Grupo A: “O zinco perde elétrons porque tem maior potencial de redução”.
Grupo B: “Não, eu acho que o zinco perde elétrons porque seu potencial de redução é menor que o do cobre”.
Professora: “Interessante o que vocês disseram. Como a diferença entre os potenciais padrão de redução influencia quem perde e quem ganha elétrons em uma reação?
Os estudantes se entreolharam e começaram a discutir entre si. Um deles comentou: “Se o potencial de redução é menor, ele oxida. Então, ele perde elétrons”.
Outro completou: “Isso! E o que tem maior potencial de redução atua como agente oxidante”.
Após a aplicação do jogo, a professora, juntamente com os estudantes, promoveu uma discussão sobre as principais questões observadas, relacionando-as à teoria.
Essa atividade pode ser caracterizada como um jogo pedagógico cujo foco principal é
SOUZA, A. B. et al. Disponível em: https://qnesc.sbq.org.br. Acesso em: 4 jun. 2025 (adaptado).
A sequência de atividades descrita caracteriza-se como uma abordagem Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS) porque
As partituras apresentadas evidenciam modos de uso e de registro da linguagem musical em tempos históricos variados. Qual alternativa identifica o registro musical e o período histórico correspondente?

ADNET, M.; NOGUEIRA, J. Cancioneiro Moacir Santos, Coisas.
Rio de Janeiro: Jobim Music, 2005.

ADNET, M.; NOGUEIRA, J. Cancioneiro Moacir Santos, Coisas.
Rio de Janeiro: Jobim Music, 2005.

No contexto dos projetos sociais, uma professora de piano coletivo preparou dois encontros com conteúdo de música eletroacústica e técnicas expandidas na prática instrumental. A obra For Cello, de Jocy de Oliveira, foi apreciada em registro de videopartitura. Há um piano acústico disponível na sala e os estudantes dispunham de experiência prévia com o uso tradicional daquele piano. Os objetivos do planejamento são a vivência e a composição coletiva de uma obra com características similares às da obra apreciada. Qual é a sequência didática adequada para esse fim?

A função tônica é a mais importante de todas, já que sintetiza, resume a tonalidade. Tentando expressá-la em palavras, poderíamos dizer que ela sugere (e busca) estabilidade tonal, repouso, relaxamento, distensão. É à função tônica (e, por extensão, ao I grau) que todas as restantes (e os demais graus harmônicos) estão hierarquicamente subordinadas.
A função dominante pode ser considerada o reverso da função tônica, já que tudo nela se contrapõe à outra: tensão, movimento, instabilidade. Um acorde da área dominante procura de todas as maneiras dirigir-se para um da área tônica ou, em termos musicais, procura resolver. A instabilidade está permanentemente insatisfeita, busca a estabilidade, da mesma maneira que uma bola rola por um plano inclinado até repousar no chão.
A função subdominante é bem mais difícil de ser apreendida do que as anteriores. É percebida auditivamente como uma espécie de afastamento (ao contrário da necessidade de aproximação que sugere a dominante) da área tônica. Ao buscar esse afastamento, a subdominante parece “rebelar-se” contra o poder central, buscando — porém, sem o conseguir de fato — romper com a forte atração gravitacional e estabelecer um novo “reinado”. Essa particularidade dá à função subdominante um nítido caráter contrastante em relação às outras duas funções, o que se observa facilmente em composições de estrutura harmônica mais simples.
ALMADA, C. Harmonia funcional. Campinas: Unicamp, 2012 (adaptado).
A função tônica é a mais importante de todas, já que sintetiza, resume a tonalidade. Tentando expressá-la em palavras, poderíamos dizer que ela sugere (e busca) estabilidade tonal, repouso, relaxamento, distensão. É à função tônica (e, por extensão, ao I grau) que todas as restantes (e os demais graus harmônicos) estão hierarquicamente subordinadas.
A função dominante pode ser considerada o reverso da função tônica, já que tudo nela se contrapõe à outra: tensão, movimento, instabilidade. Um acorde da área dominante procura de todas as maneiras dirigir-se para um da área tônica ou, em termos musicais, procura resolver. A instabilidade está permanentemente insatisfeita, busca a estabilidade, da mesma maneira que uma bola rola por um plano inclinado até repousar no chão.
A função subdominante é bem mais difícil de ser apreendida do que as anteriores. É percebida auditivamente como uma espécie de afastamento (ao contrário da necessidade de aproximação que sugere a dominante) da área tônica. Ao buscar esse afastamento, a subdominante parece “rebelar-se” contra o poder central, buscando — porém, sem o conseguir de fato — romper com a forte atração gravitacional e estabelecer um novo “reinado”. Essa particularidade dá à função subdominante um nítido caráter contrastante em relação às outras duas funções, o que se observa facilmente em composições de estrutura harmônica mais simples.
ALMADA, C. Harmonia funcional. Campinas: Unicamp, 2012 (adaptado).
A função tônica é a mais importante de todas, já que sintetiza, resume a tonalidade. Tentando expressá-la em palavras, poderíamos dizer que ela sugere (e busca) estabilidade tonal, repouso, relaxamento, distensão. É à função tônica (e, por extensão, ao I grau) que todas as restantes (e os demais graus harmônicos) estão hierarquicamente subordinadas.
A função dominante pode ser considerada o reverso da função tônica, já que tudo nela se contrapõe à outra: tensão, movimento, instabilidade. Um acorde da área dominante procura de todas as maneiras dirigir-se para um da área tônica ou, em termos musicais, procura resolver. A instabilidade está permanentemente insatisfeita, busca a estabilidade, da mesma maneira que uma bola rola por um plano inclinado até repousar no chão.
A função subdominante é bem mais difícil de ser apreendida do que as anteriores. É percebida auditivamente como uma espécie de afastamento (ao contrário da necessidade de aproximação que sugere a dominante) da área tônica. Ao buscar esse afastamento, a subdominante parece “rebelar-se” contra o poder central, buscando — porém, sem o conseguir de fato — romper com a forte atração gravitacional e estabelecer um novo “reinado”. Essa particularidade dá à função subdominante um nítido caráter contrastante em relação às outras duas funções, o que se observa facilmente em composições de estrutura harmônica mais simples.
ALMADA, C. Harmonia funcional. Campinas: Unicamp, 2012 (adaptado).