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Q3548981 Libras
A Libras como primeira língua na educação de surdos possui representação que não se restringe às justificativas linguísticas e educacionais para seu uso. Giordani (2006) levanta aspectos das relações de poder entre as línguas envolvidas nos processos de ensinar e aprender de pessoas surdas. Nesse sentido, a presença da Libras na educação de pessoas surdas pode ser vista como uma 
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Q3548980 Libras
São Expressões Não-Manuais (ENM) da Libras: 
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Q3548979 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
O capítulo IV (DIREITO À EDUCAÇÃO), da Lei nº 13.146, de 2015, faz menção à Libras. Das alternativas a seguir, assinale aquela que contém duas das incumbências do poder público relatadas no referido capítulo dessa lei. 
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Q3548978 Pedagogia
O Decreto nº 5.626, de 2005, mostra desdobramentos da legitimação da Libras como língua do surdo, além de mencionar como a língua portuguesa deve ser observada. Assinale a alternativa que contém uma asserção correta de acordo com o decreto referido. 
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Q3548977 Libras
É/são desafio(s) relevante(s) no ensino de leitura e escrita da língua portuguesa para surdos:
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Q3548976 Libras
Tendo como base o conceito de interlíngua e o ensino de língua portuguesa como segunda língua para surdos, é correto afirmar: 
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Q3548975 Libras
O currículo de Libras na educação de crianças surdas deve ser 
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Q3548974 Libras
Segundo Silveira (2007), uma das funções do currículo de Libras é 
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Q3548973 Pedagogia

“Essa diferença definidora e definitiva, injusta em todos os sentidos, deve ser considerada como um escândalo intolerável em uma educação que se quer democrática. (...) O domínio insuficiente da língua escrita se faz sentir mais tarde no Ensino Médio e na universidade... (...) Desde os primeiros anos da escola básica vai-se criando uma brecha entre os que dominarão a língua escrita e aqueles que não o farão.” (Sánchez, 2002)


No excerto transcrito, o autor enfatiza uma situação que tem sido permanente nas comunidades surdas. São desdobramentos dessa situação: 

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Q3548972 Libras
De acordo com Dizeu e Caporali (2005), os avanços tecnológicos aplicados à surdez permitem o uso de recursos que podem beneficiar a comunidade surda e suas famílias. Assinale a alternativa que apresenta alguns desses recursos.
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Q3548971 Fonoaudiologia
O exame de Emissões Otoacústicas e os programas de Triagem Auditiva Neonatal Universal permitem 
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Q3548970 Libras
De acordo com Vilmar Silva (2006), a criação da primeira Escola Pública para Surdos de Paris, em 1760, foi viabilizada por surdos e um abade ouvinte, L’Epeé. O autor relata que o abade teve a seguinte percepção no convívio com os surdos: 
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Q3548929 Inglês
    Among my fellow punctuation nerds, I have a reputation as someone who does not see any use for semicolons. Cecelia Watson, who teaches at Bard College, has written a whole book about them: “Semicolon: The Past, Present, and Future of a Misunderstood Mark.”
    
    Watson, a historian and philosopher of science and a teacher of writing and the humanities—in other words, a Renaissance woman—gives us a deceptively playful-looking book that turns out to be a scholarly treatise on a sophisticated device that has contributed eloquence and mystery to Western civilization.
    
    The semicolon itself was a Renaissance invention. It first appeared in 1494, in a book published in Venice by Aldus Manutius. “De Aetna,” Watson explains, was “an essay, written in dialogue form,” about climbing Mt. Etna. The mark was a hybrid between a comma and a colon, and its purpose was to prolong a pause or create a more distinct separation between parts of a sentence.
    
    The problem with the semicolon is not how it looks but what it does and how that has changed over time. In the old days, punctuation simply indicated a pause. Comma, colon: semicolon; period. Eventually, grammarians and copy editors came along and made themselves indispensable by punctuating (“pointing”) a writer’s prose “to delineate clauses properly, such that punctuation served syntax.” That is, commas, semicolons, and colons were included in a sentence in order to highlight, subordinate, or otherwise conduct its elements, connecting them syntactically. One of the rules is that, unless you are composing a list, a semicolon is supposed to be followed by a complete clause, capable of standing on its own. The semicolon can take the place of a conjunction, like “and” or “but,” but it should not be used in addition to it.


https://www.newyorker.com/culture/comma-queen/sympathy-for-thesemicolon. July 15, 2019. Adaptado. 
O texto afirma que, com o passar do tempo, o ponto e vírgula, entre outros aspectos, 
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Q3548888 Pedagogia
Cesar Coll formula uma concepção ampliada do conteúdo a ser ensinado, considerando três dimensões independentes e complementares. São elas: 
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Q3548887 Pedagogia
No ensino de Física, a perspectiva de Paulo Freire refere-se à 
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Q3548885 História
É importante que professores conheçam estudos de história e filosofia das ciências voltados para o ensino principalmente porque
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Q3548884 Pedagogia
Modelos são importantes constructos para o ensino de Física porque se referem 
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Q3548883 Pedagogia
A resolução de problemas foi um tema de pesquisa muito prolífico nos anos 1990. Os resultados dessas pesquisas introduziram para o ensino de Física 
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Q3548882 Pedagogia

Aprendizagem significativa é um conceito proposto por Ausubel e adaptado para o ensino de Física. Marco Antonio Moreira o apresenta da seguinte forma:


“A aprendizagem significativa é aquela em que o significado do novo conhecimento é adquirido, atribuído, construído, por meio da interação com algum conhecimento prévio, especificamente relevante, existente na estrutura cognitiva do aprendiz. Interação é a palavra-chave: interação entre conhecimentos novos e conhecimentos prévios. Se não há essa interação, não há aprendizagem”


MOREIRA, M.A. (1985). Ensino e aprendizagem: enfoques teóricos. São Paulo: Editora Moraes, p.3. 



Considerando esse trecho, a interação se refere ao processo pelo qual 

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Q3548881 Pedagogia

Obstáculo epistemológico é um conceito proposto por Gaston Bachelard para interpretar os processos de avanço e ruptura na produção do conhecimento científico. Segundo ele:


“Quando se procuram as condições psicológicas do progresso da Ciência, logo se chega à convicção de que é em termos de obstáculos que o problema do conhecimento científico deve ser colocado. E não se trata de considerar obstáculos externos, como a complexidade e a fugacidade dos fenômenos, nem de incriminar a fragilidade dos sentidos e do espírito humano: é no âmago do próprio ato de conhecer que aparecem, por uma espécie de imperativo funcional, lentidões e conflitos. É aí que mostraremos causas de estagnação e até de regressão, detectaremos causas de inércia às quais daremos o nome de obstáculos epistemológicos”.


BACHELARD, G. (1996) A formação do espírito científico: contribuição para uma psicanálise do conhecimento. Rio de Janeiro: Contraponto, p.18.  



Essa ideia é importante para interpretar o processo de produção do conhecimento científico em sala de aula, pois se refere 

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Respostas
1521: B
1522: C
1523: D
1524: A
1525: B
1526: D
1527: D
1528: E
1529: C
1530: C
1531: B
1532: D
1533: B
1534: D
1535: A
1536: E
1537: D
1538: C
1539: A
1540: B