Questões de Concurso
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Com base nesse caso clínico, na imagem apresentada e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
O médico deve solicitar exame laboratorial para
elucidar a etiologia, pois clinicamente isso não é
possível. Esse caso exige necessariamente um
diagnóstico laboratorial. Antes disso, não é
aconselhável iniciar o tratamento com antibióticos.

Com base nesse caso clínico, na imagem apresentada e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
É obrigatória a participação do pediatra no tratamento e
no controle após resolução do quadro ocular.

Com base nesse caso clínico, na imagem apresentada e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
O tratamento inicial do quadro pode ser feito com
colírio de tobramicina 0,3%.

Com base nesse caso clínico, na imagem apresentada e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
Pode-se afirmar que certamente o método de Credé não
foi utilizado após o parto.

Com base nesse caso clínico, na imagem apresentada e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
Entre os possíveis causadores desse quadro, tem-se
como o mais provável a Neisseria gonorrhoeae, cuja
contaminação provavelmente se deu por meio do canal
de parto.

Com base nesse caso clínico, na imagem apresentada e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
O quadro clínico é típico de uma conjuntivite alérgica.

Pode-se afirmar que se trata provavelmente de uma conjuntivite neonatal.
Um homem de 65 anos de idade, casado, procura atendimento médico com queixa de “impotência”. Relata que a “impotência” sexual começou após o início da pandemia de Covid-19 e que precisou que fazer isolamento social por ser do grupo do risco para a doença. Questionado acerca de comorbidades e hábitos de vida, informa diabetes, depressão e tabagismo. Ele sofreu um infarto há três anos e realizou hernioplastia inguinal há 10 anos. Faz uso contínuo de sertralina e metformina. Ao exame físico, verificaram-se PA = 130 mmHg x 80 mmHg; FC = 90 bpm; FR = 18 ipm; SatO2 = 95% em ar ambiente; ausculta cardíaca normal; ausculta pulmonar normal; abdome globoso com circunferência abdominal de 118 cm, flácido e indolor; membros inferiores com edema discreto bilateral; pulsos presentes; e panturrilhas sem empastamento. O médico, então, após ouvir o relato do paciente e examiná-lo, conclui tratar-se de um caso de disfunção erétil.
A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
O médico deve solicitar o perfil hormonal desse
paciente (dosagem de testosterona total e livre) para
auxiliar no diagnóstico desse caso.
Um homem de 65 anos de idade, casado, procura atendimento médico com queixa de “impotência”. Relata que a “impotência” sexual começou após o início da pandemia de Covid-19 e que precisou que fazer isolamento social por ser do grupo do risco para a doença. Questionado acerca de comorbidades e hábitos de vida, informa diabetes, depressão e tabagismo. Ele sofreu um infarto há três anos e realizou hernioplastia inguinal há 10 anos. Faz uso contínuo de sertralina e metformina. Ao exame físico, verificaram-se PA = 130 mmHg x 80 mmHg; FC = 90 bpm; FR = 18 ipm; SatO2 = 95% em ar ambiente; ausculta cardíaca normal; ausculta pulmonar normal; abdome globoso com circunferência abdominal de 118 cm, flácido e indolor; membros inferiores com edema discreto bilateral; pulsos presentes; e panturrilhas sem empastamento. O médico, então, após ouvir o relato do paciente e examiná-lo, conclui tratar-se de um caso de disfunção erétil.
A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
O médico assistente, após uma avaliação cuidadosa,
chegou à conclusão de que seria seguro iniciar o
tratamento do paciente com opções farmacológicas.
Entre o medicamento oral e o injetável, o médico optou
pelo oral (tadalafina), porque o medicamento é mais
seguro e seu uso é mais confortável para o paciente, se
comparado às injeções intracavernosas. Sabe-se que as
duas opções de tratamento estariam indicadas.
Um homem de 65 anos de idade, casado, procura atendimento médico com queixa de “impotência”. Relata que a “impotência” sexual começou após o início da pandemia de Covid-19 e que precisou que fazer isolamento social por ser do grupo do risco para a doença. Questionado acerca de comorbidades e hábitos de vida, informa diabetes, depressão e tabagismo. Ele sofreu um infarto há três anos e realizou hernioplastia inguinal há 10 anos. Faz uso contínuo de sertralina e metformina. Ao exame físico, verificaram-se PA = 130 mmHg x 80 mmHg; FC = 90 bpm; FR = 18 ipm; SatO2 = 95% em ar ambiente; ausculta cardíaca normal; ausculta pulmonar normal; abdome globoso com circunferência abdominal de 118 cm, flácido e indolor; membros inferiores com edema discreto bilateral; pulsos presentes; e panturrilhas sem empastamento. O médico, então, após ouvir o relato do paciente e examiná-lo, conclui tratar-se de um caso de disfunção erétil.
A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
O paciente é considerado de alto risco cardiovascular
por causa da sua história de infarto há três anos. Isso
indica uma condição cardíaca suficientemente grave ou
instável que torna a atividade sexual um risco. Esse
paciente, portanto, deve ser encaminhado ao
cardiologista.
Um homem de 65 anos de idade, casado, procura atendimento médico com queixa de “impotência”. Relata que a “impotência” sexual começou após o início da pandemia de Covid-19 e que precisou que fazer isolamento social por ser do grupo do risco para a doença. Questionado acerca de comorbidades e hábitos de vida, informa diabetes, depressão e tabagismo. Ele sofreu um infarto há três anos e realizou hernioplastia inguinal há 10 anos. Faz uso contínuo de sertralina e metformina. Ao exame físico, verificaram-se PA = 130 mmHg x 80 mmHg; FC = 90 bpm; FR = 18 ipm; SatO2 = 95% em ar ambiente; ausculta cardíaca normal; ausculta pulmonar normal; abdome globoso com circunferência abdominal de 118 cm, flácido e indolor; membros inferiores com edema discreto bilateral; pulsos presentes; e panturrilhas sem empastamento. O médico, então, após ouvir o relato do paciente e examiná-lo, conclui tratar-se de um caso de disfunção erétil.
A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
Entre as opções de tratamento farmacológico, o médico
assistente pode optar por sildenafila, avanafila,
valdernafila e tadalafina. Antes da prescrição desses
medicamentos, deve-se calcular o risco cardiovascular
do paciente e, se necessário, encaminhá-lo ao
cardiologista.
Um homem de 65 anos de idade, casado, procura atendimento médico com queixa de “impotência”. Relata que a “impotência” sexual começou após o início da pandemia de Covid-19 e que precisou que fazer isolamento social por ser do grupo do risco para a doença. Questionado acerca de comorbidades e hábitos de vida, informa diabetes, depressão e tabagismo. Ele sofreu um infarto há três anos e realizou hernioplastia inguinal há 10 anos. Faz uso contínuo de sertralina e metformina. Ao exame físico, verificaram-se PA = 130 mmHg x 80 mmHg; FC = 90 bpm; FR = 18 ipm; SatO2 = 95% em ar ambiente; ausculta cardíaca normal; ausculta pulmonar normal; abdome globoso com circunferência abdominal de 118 cm, flácido e indolor; membros inferiores com edema discreto bilateral; pulsos presentes; e panturrilhas sem empastamento. O médico, então, após ouvir o relato do paciente e examiná-lo, conclui tratar-se de um caso de disfunção erétil.
A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
Pode-se afirmar que existem três formas de tratar o
paciente: medicamento oral, medicamento injetável e
implante de prótese peniana. Esta deve ser considerada
como opção de primeira linha para tratar esse paciente.
Um homem de 65 anos de idade, casado, procura atendimento médico com queixa de “impotência”. Relata que a “impotência” sexual começou após o início da pandemia de Covid-19 e que precisou que fazer isolamento social por ser do grupo do risco para a doença. Questionado acerca de comorbidades e hábitos de vida, informa diabetes, depressão e tabagismo. Ele sofreu um infarto há três anos e realizou hernioplastia inguinal há 10 anos. Faz uso contínuo de sertralina e metformina. Ao exame físico, verificaram-se PA = 130 mmHg x 80 mmHg; FC = 90 bpm; FR = 18 ipm; SatO2 = 95% em ar ambiente; ausculta cardíaca normal; ausculta pulmonar normal; abdome globoso com circunferência abdominal de 118 cm, flácido e indolor; membros inferiores com edema discreto bilateral; pulsos presentes; e panturrilhas sem empastamento. O médico, então, após ouvir o relato do paciente e examiná-lo, conclui tratar-se de um caso de disfunção erétil.
A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
Para o diagnóstico desse paciente com disfunção erétil,
deve-se realizar anamnese geral e analisar o histórico
sexual, utilizando instrumentos validados, como o
Índice Internacional de Função Erétil (IIFE).
Um homem de 65 anos de idade, casado, procura atendimento médico com queixa de “impotência”. Relata que a “impotência” sexual começou após o início da pandemia de Covid-19 e que precisou que fazer isolamento social por ser do grupo do risco para a doença. Questionado acerca de comorbidades e hábitos de vida, informa diabetes, depressão e tabagismo. Ele sofreu um infarto há três anos e realizou hernioplastia inguinal há 10 anos. Faz uso contínuo de sertralina e metformina. Ao exame físico, verificaram-se PA = 130 mmHg x 80 mmHg; FC = 90 bpm; FR = 18 ipm; SatO2 = 95% em ar ambiente; ausculta cardíaca normal; ausculta pulmonar normal; abdome globoso com circunferência abdominal de 118 cm, flácido e indolor; membros inferiores com edema discreto bilateral; pulsos presentes; e panturrilhas sem empastamento. O médico, então, após ouvir o relato do paciente e examiná-lo, conclui tratar-se de um caso de disfunção erétil.
A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
Solicitar dosagem de vitamina D, glicemia de jejum e
hemoglobina glicada pode contribuir com a elucidação
de possíveis causas da disfunção erétil.
Um homem de 65 anos de idade, casado, procura atendimento médico com queixa de “impotência”. Relata que a “impotência” sexual começou após o início da pandemia de Covid-19 e que precisou que fazer isolamento social por ser do grupo do risco para a doença. Questionado acerca de comorbidades e hábitos de vida, informa diabetes, depressão e tabagismo. Ele sofreu um infarto há três anos e realizou hernioplastia inguinal há 10 anos. Faz uso contínuo de sertralina e metformina. Ao exame físico, verificaram-se PA = 130 mmHg x 80 mmHg; FC = 90 bpm; FR = 18 ipm; SatO2 = 95% em ar ambiente; ausculta cardíaca normal; ausculta pulmonar normal; abdome globoso com circunferência abdominal de 118 cm, flácido e indolor; membros inferiores com edema discreto bilateral; pulsos presentes; e panturrilhas sem empastamento. O médico, então, após ouvir o relato do paciente e examiná-lo, conclui tratar-se de um caso de disfunção erétil.
A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
Observam-se os seguintes fatores de risco para o
desenvolvimento de disfunção erétil: diabetes mellitus,
tabagismo, uso de sertralina, hernioplastia inguinal
prévia e obesidade.
Um paciente com diagnóstico de linfoma não-Hodgkin (LNH) comparece ao hospital, encaminhado por seu oncologista, para que sejam realizados alguns cuidados preventivos. A enfermeira chefe do plantão informa que a primeira sessão de quimioterapia está agendada para o próximo dia. O paciente apresenta exames laboratoriais recentes que mostram normalidade em função renal e hepática.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
As possíveis alterações esperadas, em caso de
complicação/síndrome relacionada ao tratamento desse
paciente, são hiperpotassemia, hipofosfatemia,
hiperuricemia, hipercalcemia e elevação de ureia e
creatinina.
Um paciente com diagnóstico de linfoma não-Hodgkin (LNH) comparece ao hospital, encaminhado por seu oncologista, para que sejam realizados alguns cuidados preventivos. A enfermeira chefe do plantão informa que a primeira sessão de quimioterapia está agendada para o próximo dia. O paciente apresenta exames laboratoriais recentes que mostram normalidade em função renal e hepática.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
O paciente, após a realização da quimioterapia, evoluiu,
poucos dias depois, para astenia, náuseas, anorexia e
vômitos, procurando novamente o hospital. Pode-se
afirmar, com tranquilidade, que esses sintomas recentes
são relacionados à toxicidade do tratamento.
Um paciente com diagnóstico de linfoma não-Hodgkin (LNH) comparece ao hospital, encaminhado por seu oncologista, para que sejam realizados alguns cuidados preventivos. A enfermeira chefe do plantão informa que a primeira sessão de quimioterapia está agendada para o próximo dia. O paciente apresenta exames laboratoriais recentes que mostram normalidade em função renal e hepática.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
As medidas profiláticas aliadas às medidas terapêuticas,
instituídas de forma correta, efetiva e no tempo certo,
conseguem, na maioria dos casos, evitar a insuficiência
renal crônica.
Um paciente com diagnóstico de linfoma não-Hodgkin (LNH) comparece ao hospital, encaminhado por seu oncologista, para que sejam realizados alguns cuidados preventivos. A enfermeira chefe do plantão informa que a primeira sessão de quimioterapia está agendada para o próximo dia. O paciente apresenta exames laboratoriais recentes que mostram normalidade em função renal e hepática.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
As medidas profiláticas que serão iniciadas devem ser
mantidas, no mínimo, cinco dias após o início da
quimioterapia.
Um paciente com diagnóstico de linfoma não-Hodgkin (LNH) comparece ao hospital, encaminhado por seu oncologista, para que sejam realizados alguns cuidados preventivos. A enfermeira chefe do plantão informa que a primeira sessão de quimioterapia está agendada para o próximo dia. O paciente apresenta exames laboratoriais recentes que mostram normalidade em função renal e hepática.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
O médico prescreve alopurinol por via oral e orienta o
paciente a iniciar o uso imediatamente.