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Q3610388 Medicina
Todos os dias, milhares de pessoas enfrentam situações de risco de morte e uma transfusão de sangue pode ser a diferença quanto à sobrevivência. Doar sangue é um gesto simples e seguro. Um bom candidato à doação deve estar em boas condições de saúde e dentro dos requisitos exigidos.
Acerca dos doadores de hemocomponentes, qual desses é um impeditivo de doação:
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Q3610386 Medicina
Uma paciente de 37 anos foi encaminhada à hematologia pela obstetrícia devido desejo de gestar e realizou exames com presença de mutação no gene metilenotetrahidrofolato redutase, não possui comorbidades e sem histórico de eventos trombo-embolicos ou abortos. A paciente questiona sobre medidas antitrombóticas durante a gestação
Diante do descrito, qual é a melhor conduta?
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Q3610385 Medicina
Um paciente de 55 anos de idade apresenta-se com fadiga extrema, sudorese noturna e aumento dos gânglios linfáticos. Nos exames laboratoriais, é observada leucocitose com linfocitose expressiva, anemia e plaquetopenia. A imunofenotipagem por citometria de fluxo revela presença de linfócitos com expressão positiva para CD11c, CD22, CD25 e CD103.
O exame de aspirado medula óssea a seguir Diante do descrito, qual é o melhor diagnóstico?
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Q3610382 Medicina
Um menino de 10 anos apresentou há algumas semanas um quadro de febre persistente, sudorese noturna, fadiga, aumento de linfonodo mediastinal e esplenomegalia, o qual foi biopsiado com seguintes marcadores na imunohistoquímica: CD15 positivo, CD30 positivo, CD20 negativo, Ciclina D1 negativo, CD38 negativo, CD3 negativo e EBV positivo.
Diante do descrito, qual é o melhor diagnóstico?
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Q3610381 Medicina
Uma paciente de 35 anos apresenta há duas semanas pequenas manchas vermelhas na pele, principalmente nas pernas e nos braços. Queixa também de sangramento nasal e hematúria. Enquanto aguardava consulta no pronto-atendimento, apresentou crise convulsiva tônico-clônica. Após medidas de estabilização paciente apresentava PA 95x60mmHg, FC 117bpm, FR 15 irpm, saturação de O2 97%. realizado hemograma com Hb 9,5mg/dL, leucocitos 4500 células/dL e plaquetas de 11mil, DHL 4789 mg/dL e presença de 6 % de esquizócitos em sangue periferico.
Quanto a esse caso clínico, é correto afirmar que a hipótese diagnóstica mais provável e o respectivo tratamento de escolha são?
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Q3610380 Medicina

Um paciente de 60 anos de idade apresenta fadiga persistente e perda de peso inexplicável. realizou exames diagnósticos, os seguintes resultados foram encontrados: hemoglobina 14,1mg/dL, cálcio sérico de 10mg/dL, albumina 4,1 mg/dL, creatinina 1,1mg/dL, imunofixação com presença de proteína monoclonal IgG/kappa, tomografia de esqueleto sem lesões líticas e mielograma com 65% de plasmócitos clonais.
Quanto a esse caso clínico, é correto afirmar que o tratamento de escolha é?
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Q3610378 Medicina
Considere um paciente de 48 anos de idade com quadro de perda de peso e surgimento de adenomegalias cervicais e axilares há quatro semanas, foi em consulta ambulatorial e devido suspeita de doença linfoproliferativa foi solicitado biópsia, PET-CT e sorologias. Paciente retorna com seguintes resultados: PET com linfonodomegalia cervical hipercaptante SUV 18,6 medindo até 32x26 mm, linfonodo axilar bilateral maior à esquerda com SUV 20,1 medindo até 54x39mm, conglomerado linfonodal hipercaptante com SUV 15,2 medindo 60x44mm, apresenta sorologias positiva para HIV e Hepatite C. resultado de imuno-histoquímica: Desordem linfoproliferativa polimórfica surgindo em desregulação imune sendo CD20+, CD30+ e Ki67 75% Quanto a esse caso clínico, o tratamento de escolha é com
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Q3610376 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


A febre reumática é uma doença reumatológica decorrente de uma resposta autoimune decorrente da faringoamigdalite causada pelo Streptococcus pyogenes. Além do quadro infeccioso, é necessário que exista uma predisposição genética. A doença acomete principalmente as articulações, o coração e o sistema nervoso central. Quando a lesão cardíaca evolui para dano permanente, é chamada de doença cardíaca reumática, sendo ainda a principal causa de cardiopatia adquirida no Brasil.
As síndromes periódicas associadas à criopirina (CAPS) constituem um grupo de doenças denominadas síndromes autoinflamatórias. As CAPS apresentam algumas características em comum e associação, principalmente, com o gene 
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Q3610375 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


A febre reumática é uma doença reumatológica decorrente de uma resposta autoimune decorrente da faringoamigdalite causada pelo Streptococcus pyogenes. Além do quadro infeccioso, é necessário que exista uma predisposição genética. A doença acomete principalmente as articulações, o coração e o sistema nervoso central. Quando a lesão cardíaca evolui para dano permanente, é chamada de doença cardíaca reumática, sendo ainda a principal causa de cardiopatia adquirida no Brasil.
Acerca da profilaxia secundária necessária aos pacientes diagnosticados com cardite secundária à febre reumática, podemos afirmar que aqueles que evoluírem com lesão valvar residual moderada devem receber Penicilina G benzatina
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Q3610374 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


A febre reumática é uma doença reumatológica decorrente de uma resposta autoimune decorrente da faringoamigdalite causada pelo Streptococcus pyogenes. Além do quadro infeccioso, é necessário que exista uma predisposição genética. A doença acomete principalmente as articulações, o coração e o sistema nervoso central. Quando a lesão cardíaca evolui para dano permanente, é chamada de doença cardíaca reumática, sendo ainda a principal causa de cardiopatia adquirida no Brasil.
As principais valvas cardíacas afetadas na febre reumática são, em ordem,
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Q3610373 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


A febre reumática é uma doença reumatológica decorrente de uma resposta autoimune decorrente da faringoamigdalite causada pelo Streptococcus pyogenes. Além do quadro infeccioso, é necessário que exista uma predisposição genética. A doença acomete principalmente as articulações, o coração e o sistema nervoso central. Quando a lesão cardíaca evolui para dano permanente, é chamada de doença cardíaca reumática, sendo ainda a principal causa de cardiopatia adquirida no Brasil.
Considerando populações de moderado e alto risco para febre reumática, assinale a alternativa que apresente um dos critérios menores utilizados pelo critério de Jones para febre reumática.
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Q3610372 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Uma adolescente de 13 anos, acompanhada de seu pai, comparecem ao ambulatório de reumatologia após ter sido encaminhada pela Unidade Básica de Saúde próxima de sua residência devido queixas de dores difusas musculares e articulares, queda capilar, fadiga e lesões cutâneas. O reumatologista logo se atentou a possibilidade de um quadro de Lúpus Eritematoso Sistêmico Juvenil (LESJ) e durante sua investigação acerca das queixas da paciente identificou ao exame físico achados compatíveis com lúpus cutâneo agudo e crônico, úlceras orais, alopecia não cicatricial e artrite em punhos. Em sua investigação laboratorial evidenciou-se aumento de provas de atividade inflamatórias (VHS: 70mm/1ªh, PCR: 7 mg/dL) e presença de FAN com padrão Nuclear pontilhado Grosso na titulação 1:640, enquanto os demais exames (hemograma, EAS e proteinúria de 24h) estavam dentro da normalidade. Alguns exames solicitados ainda estavam pendentes. O reumatologista orientou o pai e a adolescente que de acordo com os critérios SLICC (Systemic Lupus International Collaborating Clinics), que incluem 11 itens clínicos e seis imunológicos, seria possível classificar a paciente como LESJ.
Sobre a temática do Lúpus Eritematoso Sistêmico Juvenil (LESJ), assinale a alternativa correta.
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Q3610371 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Uma adolescente de 13 anos, acompanhada de seu pai, comparecem ao ambulatório de reumatologia após ter sido encaminhada pela Unidade Básica de Saúde próxima de sua residência devido queixas de dores difusas musculares e articulares, queda capilar, fadiga e lesões cutâneas. O reumatologista logo se atentou a possibilidade de um quadro de Lúpus Eritematoso Sistêmico Juvenil (LESJ) e durante sua investigação acerca das queixas da paciente identificou ao exame físico achados compatíveis com lúpus cutâneo agudo e crônico, úlceras orais, alopecia não cicatricial e artrite em punhos. Em sua investigação laboratorial evidenciou-se aumento de provas de atividade inflamatórias (VHS: 70mm/1ªh, PCR: 7 mg/dL) e presença de FAN com padrão Nuclear pontilhado Grosso na titulação 1:640, enquanto os demais exames (hemograma, EAS e proteinúria de 24h) estavam dentro da normalidade. Alguns exames solicitados ainda estavam pendentes. O reumatologista orientou o pai e a adolescente que de acordo com os critérios SLICC (Systemic Lupus International Collaborating Clinics), que incluem 11 itens clínicos e seis imunológicos, seria possível classificar a paciente como LESJ.
No caso descrito, o paciente apresenta FAN com padrão nuclear pontilhado grosso. Esse padrão está associado principalmente ao
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Q3610370 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Uma adolescente de 13 anos, acompanhada de seu pai, comparecem ao ambulatório de reumatologia após ter sido encaminhada pela Unidade Básica de Saúde próxima de sua residência devido queixas de dores difusas musculares e articulares, queda capilar, fadiga e lesões cutâneas. O reumatologista logo se atentou a possibilidade de um quadro de Lúpus Eritematoso Sistêmico Juvenil (LESJ) e durante sua investigação acerca das queixas da paciente identificou ao exame físico achados compatíveis com lúpus cutâneo agudo e crônico, úlceras orais, alopecia não cicatricial e artrite em punhos. Em sua investigação laboratorial evidenciou-se aumento de provas de atividade inflamatórias (VHS: 70mm/1ªh, PCR: 7 mg/dL) e presença de FAN com padrão Nuclear pontilhado Grosso na titulação 1:640, enquanto os demais exames (hemograma, EAS e proteinúria de 24h) estavam dentro da normalidade. Alguns exames solicitados ainda estavam pendentes. O reumatologista orientou o pai e a adolescente que de acordo com os critérios SLICC (Systemic Lupus International Collaborating Clinics), que incluem 11 itens clínicos e seis imunológicos, seria possível classificar a paciente como LESJ.
Para que o paciente seja classificado como LESJ pelos critérios SLICC, além de atender ao número mínimo de critérios, é necessário que ele preencha ao menos um critério clínico e um imunológico. Assinale a alternativa que contenha um critério imunológico dentre os seis utilizados pelo SLICC.
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Q3610369 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Uma adolescente de 13 anos, acompanhada de seu pai, comparecem ao ambulatório de reumatologia após ter sido encaminhada pela Unidade Básica de Saúde próxima de sua residência devido queixas de dores difusas musculares e articulares, queda capilar, fadiga e lesões cutâneas. O reumatologista logo se atentou a possibilidade de um quadro de Lúpus Eritematoso Sistêmico Juvenil (LESJ) e durante sua investigação acerca das queixas da paciente identificou ao exame físico achados compatíveis com lúpus cutâneo agudo e crônico, úlceras orais, alopecia não cicatricial e artrite em punhos. Em sua investigação laboratorial evidenciou-se aumento de provas de atividade inflamatórias (VHS: 70mm/1ªh, PCR: 7 mg/dL) e presença de FAN com padrão Nuclear pontilhado Grosso na titulação 1:640, enquanto os demais exames (hemograma, EAS e proteinúria de 24h) estavam dentro da normalidade. Alguns exames solicitados ainda estavam pendentes. O reumatologista orientou o pai e a adolescente que de acordo com os critérios SLICC (Systemic Lupus International Collaborating Clinics), que incluem 11 itens clínicos e seis imunológicos, seria possível classificar a paciente como LESJ.
Assinale a alternativa que apresente um exemplo de lesão compatível com a classificação de lúpus cutâneo agudo, de acordo com os critérios SLICC:
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Q3610368 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Uma adolescente de 13 anos, acompanhada de seu pai, comparecem ao ambulatório de reumatologia após ter sido encaminhada pela Unidade Básica de Saúde próxima de sua residência devido queixas de dores difusas musculares e articulares, queda capilar, fadiga e lesões cutâneas. O reumatologista logo se atentou a possibilidade de um quadro de Lúpus Eritematoso Sistêmico Juvenil (LESJ) e durante sua investigação acerca das queixas da paciente identificou ao exame físico achados compatíveis com lúpus cutâneo agudo e crônico, úlceras orais, alopecia não cicatricial e artrite em punhos. Em sua investigação laboratorial evidenciou-se aumento de provas de atividade inflamatórias (VHS: 70mm/1ªh, PCR: 7 mg/dL) e presença de FAN com padrão Nuclear pontilhado Grosso na titulação 1:640, enquanto os demais exames (hemograma, EAS e proteinúria de 24h) estavam dentro da normalidade. Alguns exames solicitados ainda estavam pendentes. O reumatologista orientou o pai e a adolescente que de acordo com os critérios SLICC (Systemic Lupus International Collaborating Clinics), que incluem 11 itens clínicos e seis imunológicos, seria possível classificar a paciente como LESJ.
De acordo com os critérios SLICC citados no caso, para que um paciente seja classificado como LESJ, é necessário a presença de
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Q3610367 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Paciente de 4 anos comparece à sua consulta em ambulatório de reumatologia conforme programado previamente. O motivo de seu seguimento é o diagnóstico de artrite idiopática juvenil realizado há 8 meses. Quando o paciente buscou atendimento inicialmente (primeira consulta), juntamente com sua mãe, estava com queixa de dor e inchaço significativo em ambos os joelhos e tornozelos, que havia se iniciado há 3 meses e apresentou evolução progressiva. Na época em seu rastreio inicial o paciente apresentou fator reumatóide (FR), Anti-CCP e FAN negativos, além de velocidade de hemossedimentação (VHS) e proteína C reativa (PCR) normais. Foi diagnosticado então com artrite idiopática juvenil e logo foi iniciado tratamento inicial com naproxeno e após algumas semanas substituído por metotrexate, com boa resposta terapêutica. Após 4 meses de seguimento no ambulatório e 7 meses do início dos sintomas, o paciente evoluiu com acometimento de interfalangianas proximais de dois quirodáctilos da mão direita e um quirodáctilo da mão esquerda, com boa resposta após otimização da dose do metotrexate. Além do seguimento com reumatologista, o paciente também faz seguimento com oftalmologista devido risco de uveíte relacionado a AIJ. 
Ainda sobre a temática Artrite Idiopática Juvenil (AIJ) e uveíte associada à AIJ, assinale a alternativa correta.
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Q3610366 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Paciente de 4 anos comparece à sua consulta em ambulatório de reumatologia conforme programado previamente. O motivo de seu seguimento é o diagnóstico de artrite idiopática juvenil realizado há 8 meses. Quando o paciente buscou atendimento inicialmente (primeira consulta), juntamente com sua mãe, estava com queixa de dor e inchaço significativo em ambos os joelhos e tornozelos, que havia se iniciado há 3 meses e apresentou evolução progressiva. Na época em seu rastreio inicial o paciente apresentou fator reumatóide (FR), Anti-CCP e FAN negativos, além de velocidade de hemossedimentação (VHS) e proteína C reativa (PCR) normais. Foi diagnosticado então com artrite idiopática juvenil e logo foi iniciado tratamento inicial com naproxeno e após algumas semanas substituído por metotrexate, com boa resposta terapêutica. Após 4 meses de seguimento no ambulatório e 7 meses do início dos sintomas, o paciente evoluiu com acometimento de interfalangianas proximais de dois quirodáctilos da mão direita e um quirodáctilo da mão esquerda, com boa resposta após otimização da dose do metotrexate. Além do seguimento com reumatologista, o paciente também faz seguimento com oftalmologista devido risco de uveíte relacionado a AIJ. 
Caso o paciente em seu seguimento apresente uveíte que não responda ao tratamento tópico ou mesmo ao metotrexate, a recomendação é iniciar 
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Q3610365 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Paciente de 4 anos comparece à sua consulta em ambulatório de reumatologia conforme programado previamente. O motivo de seu seguimento é o diagnóstico de artrite idiopática juvenil realizado há 8 meses. Quando o paciente buscou atendimento inicialmente (primeira consulta), juntamente com sua mãe, estava com queixa de dor e inchaço significativo em ambos os joelhos e tornozelos, que havia se iniciado há 3 meses e apresentou evolução progressiva. Na época em seu rastreio inicial o paciente apresentou fator reumatóide (FR), Anti-CCP e FAN negativos, além de velocidade de hemossedimentação (VHS) e proteína C reativa (PCR) normais. Foi diagnosticado então com artrite idiopática juvenil e logo foi iniciado tratamento inicial com naproxeno e após algumas semanas substituído por metotrexate, com boa resposta terapêutica. Após 4 meses de seguimento no ambulatório e 7 meses do início dos sintomas, o paciente evoluiu com acometimento de interfalangianas proximais de dois quirodáctilos da mão direita e um quirodáctilo da mão esquerda, com boa resposta após otimização da dose do metotrexate. Além do seguimento com reumatologista, o paciente também faz seguimento com oftalmologista devido risco de uveíte relacionado a AIJ. 
Dentre os exames solicitados no rastreio inicial para AIJ, o que representa maior fator de risco para uveíte em pacientes com AIJ é o
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Q3610364 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Paciente de 4 anos comparece à sua consulta em ambulatório de reumatologia conforme programado previamente. O motivo de seu seguimento é o diagnóstico de artrite idiopática juvenil realizado há 8 meses. Quando o paciente buscou atendimento inicialmente (primeira consulta), juntamente com sua mãe, estava com queixa de dor e inchaço significativo em ambos os joelhos e tornozelos, que havia se iniciado há 3 meses e apresentou evolução progressiva. Na época em seu rastreio inicial o paciente apresentou fator reumatóide (FR), Anti-CCP e FAN negativos, além de velocidade de hemossedimentação (VHS) e proteína C reativa (PCR) normais. Foi diagnosticado então com artrite idiopática juvenil e logo foi iniciado tratamento inicial com naproxeno e após algumas semanas substituído por metotrexate, com boa resposta terapêutica. Após 4 meses de seguimento no ambulatório e 7 meses do início dos sintomas, o paciente evoluiu com acometimento de interfalangianas proximais de dois quirodáctilos da mão direita e um quirodáctilo da mão esquerda, com boa resposta após otimização da dose do metotrexate. Além do seguimento com reumatologista, o paciente também faz seguimento com oftalmologista devido risco de uveíte relacionado a AIJ. 
Acerca dos critérios de classificação para artrite idiopática juvenil preconizados pela ILAR, assinale a alternativa com a classificação adequada para esse paciente.
Alternativas
Respostas
4081: A
4082: C
4083: A
4084: B
4085: D
4086: A
4087: C
4088: A
4089: D
4090: D
4091: B
4092: A
4093: C
4094: D
4095: D
4096: B
4097: D
4098: B
4099: A
4100: B