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Leia o texto abaixo para responder à questão.
No Brasil fazemos muitos planos – faz parte da nossa cultura. Nossa dificuldade é de executá-los. Por exemplo, no setor de infraestrutura e transportes, há planos para melhorar o país desde o Plano da Comissão de 1890, que contempla projetos de infraestrutura para a Amazônia, que, até hoje, não saíram do papel.
Neste contexto, na semana passada, discuti o quanto é vago o termo bioeconomia para a Amazônia e recebi uma enxurrada de comentários, permitindo-me algumas reflexões adicionais, evoluindo o que pensava. [...]
Depois de mergulhar em vários dos documentos que pesquisei e dos adicionais que recebi, a sensação que tive é que não saímos do vago para o prático, da “bioeconomia” para a bioeconomia, de um faz de conta para a realidade, de um greenwashing para a sustentabilidade, da teoria para a prática. Mantive a sensação de uma distância grande do necessário para a transformação para um modo de vida mais próspero e equilibrado ou de uma similaridade ampla com o que vem sendo feito nos países mais avançados. Segue a lógica do “chutando a escada”, prevalecem os modelos que mantêm desigualdades.
Em praticamente todos os planos há grande boa vontade e interesse pelo país. Em cada um deles há enorme mérito. A problemática não são os planos em si ou seus autores abnegados, são os poucos recursos alocados para eles serem realizados. Se fazemos planos maravilhosos, mas não executamos ou se apenas realizamos as pequenas partes negativas ou de baixo impacto, como esperar uma transformação? Será que se quer transformação? [...]
É uma tradição que temos: planejar e não fazer, em especial para a região Amazônica. Enquanto isso, ela é entrecortada por mais de 3 milhões de quilômetros de vias vicinais não oficiais, segundo estudo do Imazon, publicado em 2022. É como se estivéssemos em uma das zonas de exclusão “socioeconômica das pessoas”, conforme estudado pelo geógrafo Rogerio Haesbaert e outros. (...)
Disponível em: https://jornalggn.com.br/. Acesso em 13 set. 2023. [Fragmento adaptado]
Leia o texto abaixo para responder à questão.
No Brasil fazemos muitos planos – faz parte da nossa cultura. Nossa dificuldade é de executá-los. Por exemplo, no setor de infraestrutura e transportes, há planos para melhorar o país desde o Plano da Comissão de 1890, que contempla projetos de infraestrutura para a Amazônia, que, até hoje, não saíram do papel.
Neste contexto, na semana passada, discuti o quanto é vago o termo bioeconomia para a Amazônia e recebi uma enxurrada de comentários, permitindo-me algumas reflexões adicionais, evoluindo o que pensava. [...]
Depois de mergulhar em vários dos documentos que pesquisei e dos adicionais que recebi, a sensação que tive é que não saímos do vago para o prático, da “bioeconomia” para a bioeconomia, de um faz de conta para a realidade, de um greenwashing para a sustentabilidade, da teoria para a prática. Mantive a sensação de uma distância grande do necessário para a transformação para um modo de vida mais próspero e equilibrado ou de uma similaridade ampla com o que vem sendo feito nos países mais avançados. Segue a lógica do “chutando a escada”, prevalecem os modelos que mantêm desigualdades.
Em praticamente todos os planos há grande boa vontade e interesse pelo país. Em cada um deles há enorme mérito. A problemática não são os planos em si ou seus autores abnegados, são os poucos recursos alocados para eles serem realizados. Se fazemos planos maravilhosos, mas não executamos ou se apenas realizamos as pequenas partes negativas ou de baixo impacto, como esperar uma transformação? Será que se quer transformação? [...]
É uma tradição que temos: planejar e não fazer, em especial para a região Amazônica. Enquanto isso, ela é entrecortada por mais de 3 milhões de quilômetros de vias vicinais não oficiais, segundo estudo do Imazon, publicado em 2022. É como se estivéssemos em uma das zonas de exclusão “socioeconômica das pessoas”, conforme estudado pelo geógrafo Rogerio Haesbaert e outros. (...)
Disponível em: https://jornalggn.com.br/. Acesso em 13 set. 2023. [Fragmento adaptado]
Leia o texto abaixo para responder à questão.
No Brasil fazemos muitos planos – faz parte da nossa cultura. Nossa dificuldade é de executá-los. Por exemplo, no setor de infraestrutura e transportes, há planos para melhorar o país desde o Plano da Comissão de 1890, que contempla projetos de infraestrutura para a Amazônia, que, até hoje, não saíram do papel.
Neste contexto, na semana passada, discuti o quanto é vago o termo bioeconomia para a Amazônia e recebi uma enxurrada de comentários, permitindo-me algumas reflexões adicionais, evoluindo o que pensava. [...]
Depois de mergulhar em vários dos documentos que pesquisei e dos adicionais que recebi, a sensação que tive é que não saímos do vago para o prático, da “bioeconomia” para a bioeconomia, de um faz de conta para a realidade, de um greenwashing para a sustentabilidade, da teoria para a prática. Mantive a sensação de uma distância grande do necessário para a transformação para um modo de vida mais próspero e equilibrado ou de uma similaridade ampla com o que vem sendo feito nos países mais avançados. Segue a lógica do “chutando a escada”, prevalecem os modelos que mantêm desigualdades.
Em praticamente todos os planos há grande boa vontade e interesse pelo país. Em cada um deles há enorme mérito. A problemática não são os planos em si ou seus autores abnegados, são os poucos recursos alocados para eles serem realizados. Se fazemos planos maravilhosos, mas não executamos ou se apenas realizamos as pequenas partes negativas ou de baixo impacto, como esperar uma transformação? Será que se quer transformação? [...]
É uma tradição que temos: planejar e não fazer, em especial para a região Amazônica. Enquanto isso, ela é entrecortada por mais de 3 milhões de quilômetros de vias vicinais não oficiais, segundo estudo do Imazon, publicado em 2022. É como se estivéssemos em uma das zonas de exclusão “socioeconômica das pessoas”, conforme estudado pelo geógrafo Rogerio Haesbaert e outros. (...)
Disponível em: https://jornalggn.com.br/. Acesso em 13 set. 2023. [Fragmento adaptado]
I. O Controlador é definido pela Lei como a pessoa natural ou jurídica, de direito público ou privado, a quem competem as decisões referentes ao tratamento de dados pessoais, tais como as finalidades e os meios do tratamento (art. 5º, VI). No âmbito da Administração Pública, o Controlador será a pessoa jurídica do órgão ou entidade pública sujeita à Lei, representada pela autoridade imbuída de adotar as decisões acerca do tratamento de tais dados. II. O Encarregado é a pessoa natural ou jurídica, de direito público ou privado, que realiza o tratamento de dados pessoais em nome do controlador (art. 5º, VII), podendo ser agentes públicos, no sentido amplo, que exerçam tal função, bem como pessoas jurídicas diversas daquela representada pelo Controlador, que exerçam atividade de tratamento, no âmbito de contrato ou de instrumento congênere. ]III. O Operador, definido pelo art. 5º, VIII, é a pessoa indicada pelo controlador e encarregado para atuar como canal de comunicação entre o controlador, os titulares dos dados e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). IV. Na hipótese legal de tratamento de dados pela administração pública, é dispensado o consentimento do titular do dado, desde que seja para o tratamento e uso compartilhado de dados necessários à execução de políticas públicas previstas em leis e em regulamentos, ou respaldadas em contratos, convênios ou instrumentos congêneres, observadas as disposições do Capítulo IV da Lei.
Estão corretas apenas as asserções

FONTE: KUROSE, J. Redes de computadores e a internet: uma abordagem top-down. 6ª ed. Pearson Education. (Adaptado).

FONTE: KUROSE, J. Redes de computadores e a internet: uma abordagem top-down. 6ª ed. Pearson Education. (Adaptado)

I. A edição Windows Server 2016 Datacenter foi projetada para servidores grandes e poderosos, em um ambiente altamente virtualizado. Cada licença adquirida permite um número máximo de 512 (quinhentos e doze) ambientes de sistema operacional (OSEs - Operating System Environments, em inglês) ou contêineres do Hyper-V. II. A edição Windows Server 2016 Standard permite 2 (dois) ambientes de sistema operacional (OSEs - Operating System Environments, em inglês) e inclui o mesmo conjunto básico de recursos da edição Datacenter. No entanto, ela não tem os novos recursos de armazenamento e rede, como, Storage Spaces Direct, Storage Replica e pilha de rede com mais opções para a virtualização. III. O recurso denominado Storage Replica fornece replicação de volume de armazenamento, síncrona ou assíncrona, entre servidores locais ou remotos, por meio do protocolo JBOD (Just a Bunch of Disks) versão 3.0. IV. O termo “Ambiente de Sistema Operacional” (OSE - Operating System Environments, em inglês) referese às instâncias do Windows Server 2016 que estão sendo executadas em um computador. Um OSE pode ser físico ou virtual. Por exemplo, um servidor executando uma única máquina virtual Windows Server 2016 no Hyper-V estaria usando dois OSEs, um OSE no servidor físico e um OSE na máquina virtual.
Estão corretas apenas as asserções

FONTE: TANEMBAUM, A. S. Sistemas operacionais modernos. 4ª ed. Makron Books.
I. O sistema de arquivos representado na figura é um Gráfico Acíclico Orientado (Directed Acyclic Graph - DAG, em inglês). II. Se os diretórios realmente contiverem endereços de disco, então uma cópia desses endereços terá de ser feita no diretório do usuário B, quando o arquivo "?" for compartilhado pelo usuário C. Se B ou C, subsequentemente, adicionarem blocos ao arquivo "?", os novos blocos serão listados somente no diretório do usuário que estiver realizando a adição. III. Em sistemas UNIX, temos o conceito de i-node que, de maneira resumida, pode ser definido como uma pequena estrutura de dados associada a um arquivo em si. Considerando o usuário C como o proprietário original do arquivo "?" e o uso de i-nodes, caso o arquivo "?" seja compartilhado com o usuário B, depois excluído pelo usuário C, o consumo de espaço em disco será contabilizado apenas na quota do usuário B. IV. Através do uso de links simbólicos, um arquivo do tipo link é gerado, contendo apenas o caminho do arquivo ao qual ele é ligado. Quando o proprietário original C do arquivo "?" o excluir, o link simbólico é atualizado para o caminho do arquivo, agora localizado no diretório do usuário B, preservando o arquivo.
Estão corretas apenas as asserções


FONTE: TANEMBAUM, A. S. Sistemas operacionais modernos. 4ª ed. Makron Books.
No sistema operacional openSUSE 15.4, o servidor DNS (Domain Name System) BIND tem sua configuração tipicamente armazenada no arquivo "/etc/named.conf", enquanto os dados dos domínios gerenciados são armazenados em arquivos separados com extensão ".zone", na pasta "/var/lib/named". Considere o trecho de um arquivo .zone apresentado a seguir:
$TTL 2D
example.com. IN SOA dns root.example.com. (
2003072441 ; serial
1D ; refresh
2H ; retry
1W ; expiry
2D ) ; minimum
IN ? dns
IN ? 10 mail dns
dns IN A 192.168.1.116
mail IN A 192.168.3.108
www IN A 192.168.2.103
IN ? 192.168.2.104
ntp IN ? dns
Assinale a alternativa que corresponde a possíveis valores aceitos para as lacunas indicadas com ponto de interrogação (?), respeitando a ordem em que aparecem.