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No trato diário com o público interno e externo, recomenda-se aos servidores, como os Auxiliares de Serviços Gerais:
I. Ser cortês e educado ao interagir com os visitantes e colegas.
II. Manter sigilo sobre as informações confidenciais da Câmara Municipal.
III. Evitar comunicar-se com clareza para reduzir mal-entendidos.
Está(ão) CORRETA(S):
No que se refere à segurança no trabalho, é essencial para o cargo de Auxiliar de Serviços Gerais conhecer os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e suas respectivas funções. Dessa forma, associe corretamente cada EPI com a sua função correspondente.
COLUNA 1:Equipamentos de Proteção Individual (EPIs)
1. Luvas.
2. Máscaras.
3. Aventais.
4. Óculos de proteção.
5. Protetores auriculares.
COLUNA 2: Funções
a) Proteção das mãos contra produtos químicos e objetos cortantes.
b) Proteção dos olhos contra respingos de produtos químicos.
c) Proteção do corpo contra líquidos e substâncias perigosas.
d) Proteção das vias respiratórias contra poeiras e vapores tóxicos.
e) Proteção dos ouvidos contra ruídos altos.
Qual alternativa apresenta a correta associação entre as colunas?
Para a limpeza adequada de paredes e tetos, é recomendável:
I. Utilizar sempre detergente neutro e água quente.
II. Começar a limpeza de cima para baixo para evitar manchas.
III. Utilizar cera líquida para dar brilho às superfícies.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Analise as seguintes assertivas sobre produtos de limpeza:
I. O uso de produtos de limpeza deve seguir as instruções do fabricante.
II. Produtos de limpeza devem ser armazenados em locais seguros e ventilados.
III. É seguro misturar água sanitária com amônia para potencializar a limpeza.
Está(ão) CORRETA(S):
Seguindo esse mesmo padrão na construção das próximas figuras, quantos quadradinhos serão necessários para formar a 15ª figura
Analise as frases abaixo e classifique-as quanto ao grau dos adjetivos utilizados.
I. Este bolo é mais doce que aquele.
II. Este bolo é doce.
III. Este é o bolo mais doce da festa.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a classificação dos graus dos adjetivos nas frases I, II e III, respectivamente.
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.
Como surgiu a expressão "Era uma vez" usada nos contos de fadas?
A expressão “Era uma vez…” convida leitores e ouvintes – crianças, jovens, adultos e idosos – a adentrar o mundo da imaginação. Conhecida e utilizada para introduzir histórias orais e escritas, hoje mais frequentemente as destinadas a crianças, a expressão indica tempo propositalmente vago e impreciso, como forma de marcar o caráter ficcional da narrativa, convidando o leitor/ouvinte a soltar a imaginação.
Em língua francesa, registra-se o uso da expressão, pela primeira vez, pelo escritor e poeta Charles Perrault (1628–1703), no conto Les souhaits ridicules (“Os desejos ridículos”), de 1694, incluído na edição de 1871 de sua obra mais famosa, Histoires ou contes du temps passé, avec des moralités (“Histórias ou contos do tempo passado com moralidades”), conhecidos como Les contes de la mêre l'Oye (“Contos da mamãe Gansa”).
A expressão “era uma vez” e suas variantes, como “houve um tempo”, tornaram-se fórmula e chave mágica também utilizada por outros escritores daquela época, como Madame d'Aulnoy, na França, e do século seguinte, como Jeanne-Marie Leprince de Beaumont, na França, Dorothea Viehmann (1755– 1815), na Alemanha – a contadora de histórias que se tornou fonte de referência para os famosos contos dos irmãos Jacob Ludwing Carl Grimm e Wilhelm Carl Grimm – e Hans Christian Andersen, na Dinamarca.
Em língua inglesa, a expressão correspondente Once upon a time e variantes têm origem no século 14, com o poema Sir Ferumbras, da canção de gesta – poema épico medieval francês, celebrando os feitos de heróis e escrito para ser declamado – sobre a época do rei Carlos Magno, e com The Canterbury Tales (“Contos da Cantuária”) do escritor e filósofo inglês Geoffrey Chaucer. Indicam, ainda, que a expressão como a conhecemos existia desde cerca do ano de 1600, tendo sido consolidada pelas narrativas de Perrault, seguido dos irmãos Grimm e de Andersen, alcançando rápida popularidade e tradução em outros países. E há também os que indicam a existência de histórias similares há mais de 6 mil anos.
Fonte: https://revistagalileu.globo.com/sociedade/curiosidade/noticia/2024/06/como-surgiu-a-expressao-era-umavez-usada-nos-contos-de-fadas.ghtml (adaptado).
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.
Como surgiu a expressão "Era uma vez" usada nos contos de fadas?
A expressão “Era uma vez…” convida leitores e ouvintes – crianças, jovens, adultos e idosos – a adentrar o mundo da imaginação. Conhecida e utilizada para introduzir histórias orais e escritas, hoje mais frequentemente as destinadas a crianças, a expressão indica tempo propositalmente vago e impreciso, como forma de marcar o caráter ficcional da narrativa, convidando o leitor/ouvinte a soltar a imaginação.
Em língua francesa, registra-se o uso da expressão, pela primeira vez, pelo escritor e poeta Charles Perrault (1628–1703), no conto Les souhaits ridicules (“Os desejos ridículos”), de 1694, incluído na edição de 1871 de sua obra mais famosa, Histoires ou contes du temps passé, avec des moralités (“Histórias ou contos do tempo passado com moralidades”), conhecidos como Les contes de la mêre l'Oye (“Contos da mamãe Gansa”).
A expressão “era uma vez” e suas variantes, como “houve um tempo”, tornaram-se fórmula e chave mágica também utilizada por outros escritores daquela época, como Madame d'Aulnoy, na França, e do século seguinte, como Jeanne-Marie Leprince de Beaumont, na França, Dorothea Viehmann (1755– 1815), na Alemanha – a contadora de histórias que se tornou fonte de referência para os famosos contos dos irmãos Jacob Ludwing Carl Grimm e Wilhelm Carl Grimm – e Hans Christian Andersen, na Dinamarca.
Em língua inglesa, a expressão correspondente Once upon a time e variantes têm origem no século 14, com o poema Sir Ferumbras, da canção de gesta – poema épico medieval francês, celebrando os feitos de heróis e escrito para ser declamado – sobre a época do rei Carlos Magno, e com The Canterbury Tales (“Contos da Cantuária”) do escritor e filósofo inglês Geoffrey Chaucer. Indicam, ainda, que a expressão como a conhecemos existia desde cerca do ano de 1600, tendo sido consolidada pelas narrativas de Perrault, seguido dos irmãos Grimm e de Andersen, alcançando rápida popularidade e tradução em outros países. E há também os que indicam a existência de histórias similares há mais de 6 mil anos.
Fonte: https://revistagalileu.globo.com/sociedade/curiosidade/noticia/2024/06/como-surgiu-a-expressao-era-umavez-usada-nos-contos-de-fadas.ghtml (adaptado).
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.
Como surgiu a expressão "Era uma vez" usada nos contos de fadas?
A expressão “Era uma vez…” convida leitores e ouvintes – crianças, jovens, adultos e idosos – a adentrar o mundo da imaginação. Conhecida e utilizada para introduzir histórias orais e escritas, hoje mais frequentemente as destinadas a crianças, a expressão indica tempo propositalmente vago e impreciso, como forma de marcar o caráter ficcional da narrativa, convidando o leitor/ouvinte a soltar a imaginação.
Em língua francesa, registra-se o uso da expressão, pela primeira vez, pelo escritor e poeta Charles Perrault (1628–1703), no conto Les souhaits ridicules (“Os desejos ridículos”), de 1694, incluído na edição de 1871 de sua obra mais famosa, Histoires ou contes du temps passé, avec des moralités (“Histórias ou contos do tempo passado com moralidades”), conhecidos como Les contes de la mêre l'Oye (“Contos da mamãe Gansa”).
A expressão “era uma vez” e suas variantes, como “houve um tempo”, tornaram-se fórmula e chave mágica também utilizada por outros escritores daquela época, como Madame d'Aulnoy, na França, e do século seguinte, como Jeanne-Marie Leprince de Beaumont, na França, Dorothea Viehmann (1755– 1815), na Alemanha – a contadora de histórias que se tornou fonte de referência para os famosos contos dos irmãos Jacob Ludwing Carl Grimm e Wilhelm Carl Grimm – e Hans Christian Andersen, na Dinamarca.
Em língua inglesa, a expressão correspondente Once upon a time e variantes têm origem no século 14, com o poema Sir Ferumbras, da canção de gesta – poema épico medieval francês, celebrando os feitos de heróis e escrito para ser declamado – sobre a época do rei Carlos Magno, e com The Canterbury Tales (“Contos da Cantuária”) do escritor e filósofo inglês Geoffrey Chaucer. Indicam, ainda, que a expressão como a conhecemos existia desde cerca do ano de 1600, tendo sido consolidada pelas narrativas de Perrault, seguido dos irmãos Grimm e de Andersen, alcançando rápida popularidade e tradução em outros países. E há também os que indicam a existência de histórias similares há mais de 6 mil anos.
Fonte: https://revistagalileu.globo.com/sociedade/curiosidade/noticia/2024/06/como-surgiu-a-expressao-era-umavez-usada-nos-contos-de-fadas.ghtml (adaptado).
Em relação à frase "Conhecida e utilizada para introduzir histórias orais e escritas", podemos afirmar que:
I. A expressão é usada apenas em histórias escritas.
II. A expressão é usada em histórias orais e escritas.
III. A expressão é utilizada somente em histórias destinadas a crianças.
IV. A expressão é conhecida e utilizada para várias faixas etárias, principalmente adolescentes.
Das assertivas, pode-se afirmar que: