Questões de Concurso Comentadas para copese - uft

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Q3007308 Pedagogia
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Quais os desafios dos professores para incorporar as novas tecnologias no ensino?

    A incorporação das novas tecnologias no ensino tornou-se um dos principais debates da educação na atualidade. Robótica, jogos eletrônicos, inteligência artificial e realidade aumentada são apenas algumas das novidades que têm movimentado o mercado educacional e sido inseridas nas escolas.
    Na realidade da sala de aula, porém, ainda há muita discussão sobre como integrar as novidades ao dia a dia escolar. Por mais que a desconfiança docente com relação ao uso das novas tecnologias venha diminuindo, ainda há muitos desafios para incorporar essas ferramentas de forma efetiva, contribuindo para a aprendizagem dos alunos. Para compreender quais são esses obstáculos, professores da educação básica falaram sobre o panorama da área e compartilharam suas experiências com o uso dos recursos tecnológicos em sala de aula. Entre as principais dificuldades apontadas pelos educadores está a formação docente insuficiente para a área.
    “As novas tecnologias ajudam no aprendizado a partir do momento em que o professor se apropria desse conhecimento”, avalia Diego Trujillo: “Mas vejo que a formação ainda é carente. Há um desejo do professor de aprender, mas ele não sabe para onde ou como ir.”
    Os números demonstram que a formação é mesmo um dos grandes desafios no que diz respeito ao uso da tecnologia. De acordo com a pesquisa TIC Educação 2016, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), 54% dos professores não cursaram na graduação disciplina específica sobre como usar computador e internet em atividades com os alunos. Além disso, 70% não realizaram formação continuada sobre o tema no ano anterior ao levantamento. Dos que realizaram, 20% afirmaram que a capacitação “contribuiu muito” para a atualização na área.
    Nesse cenário, a busca por novas formas de explorar os recursos tecnológicos acaba por depender da iniciativa do próprio professor. Na visão de Trujillo, a própria escola pode ajudar a reverter o quadro oferecendo apoio ao docente. “É necessário que a equipe pedagógica tenha um especialista em tecnologia educacional. Esse é um novo profissional de extrema importância”, afirma.
    Dada a formação insuficiente, torna-se mais difícil explorar as potencialidades pedagógicas das novas tecnologias. E, em muitos casos, isso pode levar a uma certa resistência com relação ao seu uso, fazendo com que métodos mais tradicionais sigam sendo reproduzidos.
    “O maior desafio atualmente é os professores conseguirem notar que a tecnologia pode tornar o processo de ensino-aprendizagem melhor”, opina Rafael Ribeiro. Para o educador, parte da desconfiança de alguns docentes com relação ao uso das novas tecnologias vem das mudanças que elas causam na própria rotina da aula. “É algo que tira o professor da zona de conforto. É uma ferramenta que precisa de estudo em casa, de um planejamento maior, de um período semanal que exige reflexão e estudo.” Outro fator que gera desconfiança é o medo de a tecnologia atuar como um distrator. No uso da internet, por exemplo, o receio é que os alunos acabem desviando a atenção do conteúdo para as redes sociais.
    Na visão de Edilene von Wallwitz, driblar o problema também passa pela formação docente. “O professor precisa dominar essas ferramentas, participar de cursos, se inteirar a respeito, praticar. É preciso estar embasado para manter a atenção do aluno”, analisa.
    No caso da rede pública, há um problema ainda anterior à apropriação das novas tecnologias: a falta de infraestrutura. Segundo uma pesquisa de 2017 do movimento Todos pela Educação, 66% dos professores da rede apontam o número insuficiente de equipamentos como limitador no uso dos recursos tecnológicos no ensino. Além disso, 64% indicam a velocidade insuficiente da internet como restrição. “[Nas escolas públicas] temos o básico, que é internet na escola para documentação, secretaria. Para uso de aluno e professor, a gente não tem”, conta Regina de Freitas, professora de língua portuguesa na rede pública.
    Quando a escola dispõe do equipamento, podem surgir novos empecilhos — como a falta de manutenção. “A gente não consegue terminar o trabalho com o aluno porque o computador está com problema, a lousa digital tem algum defeito, a internet não funciona legal”, diz Angélica Guimarães, professora de Língua Portuguesa na rede pública. “Muitos professores optam por não utilizar [os recursos tecnológicos] para não perder tempo da aula. Às vezes, ao invés de otimizar o aprendizado, otimizar o tempo, acaba prejudicando.”

O que eles fazem:

    Regina de Freitas, professora de Língua Portuguesa na rede pública, criou, um projeto que incorporou o uso do WhatsApp para o estudo dos gêneros textuais. Para isso, ela criou grupos com os estudantes dos oitavo e nono anos, que passaram a mandar os textos produzidos em casa pelo aplicativo de mensagens. Com um projeto simples, ela afirma ter observado como resultados a facilitação da comunicação e um aumento da motivação das turmas. “Alguns alunos que já tinham gosto pela escrita me enviaram até outros textos, que não estavam relacionados com o gênero que eu estava pedindo. Eu aceitava e revisava”, conta.
    Edilene von Wallwitz, professora de Língua Portuguesa e Alemão na rede privada, é uma entusiasta do uso da tecnologia na educação, especialmente pela aproximação com o cotidiano dos adolescentes. A educadora utiliza, entre outras ferramentas, aplicativos que permitem gamificar as aulas — como o Kahoot. “O fator motivação, com jogos e competição, ajuda no aprendizado”, avalia.
    Rafael Ribeiro, professor de Biologia na rede privada, explora a tecnologia em sala de aula desde 2014. Entre as principais vantagens da utilização desses recursos, ele destaca a possibilidade de mostrar vídeos e modelos 3D aos alunos, o que facilita a visualização dos conteúdos estudados. Além disso, o educador busca utilizar ferramentas que otimizem processos. “Também aplico provas utilizando formulário Google, que corrige automaticamente as questões-testes. Já as dissertativas eu corrijo individualmente e envio a nota para o aluno por e-mail com o gabarito embaixo. Ou seja, todo esse processo ficou muito mais instantâneo.” 

Fonte: FONTOURA, Juliana. Revista Educação. Edição 249. 09 maio 2018. Disponível em: <https://revistaeducacao.com.br>. Acesso em: 09 jul. 2024 (adaptado).

Assinale a alternativa CORRETA. A incorporação das tecnologias ao ensino: 
Alternativas
Q3007307 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Quais os desafios dos professores para incorporar as novas tecnologias no ensino?

    A incorporação das novas tecnologias no ensino tornou-se um dos principais debates da educação na atualidade. Robótica, jogos eletrônicos, inteligência artificial e realidade aumentada são apenas algumas das novidades que têm movimentado o mercado educacional e sido inseridas nas escolas.
    Na realidade da sala de aula, porém, ainda há muita discussão sobre como integrar as novidades ao dia a dia escolar. Por mais que a desconfiança docente com relação ao uso das novas tecnologias venha diminuindo, ainda há muitos desafios para incorporar essas ferramentas de forma efetiva, contribuindo para a aprendizagem dos alunos. Para compreender quais são esses obstáculos, professores da educação básica falaram sobre o panorama da área e compartilharam suas experiências com o uso dos recursos tecnológicos em sala de aula. Entre as principais dificuldades apontadas pelos educadores está a formação docente insuficiente para a área.
    “As novas tecnologias ajudam no aprendizado a partir do momento em que o professor se apropria desse conhecimento”, avalia Diego Trujillo: “Mas vejo que a formação ainda é carente. Há um desejo do professor de aprender, mas ele não sabe para onde ou como ir.”
    Os números demonstram que a formação é mesmo um dos grandes desafios no que diz respeito ao uso da tecnologia. De acordo com a pesquisa TIC Educação 2016, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), 54% dos professores não cursaram na graduação disciplina específica sobre como usar computador e internet em atividades com os alunos. Além disso, 70% não realizaram formação continuada sobre o tema no ano anterior ao levantamento. Dos que realizaram, 20% afirmaram que a capacitação “contribuiu muito” para a atualização na área.
    Nesse cenário, a busca por novas formas de explorar os recursos tecnológicos acaba por depender da iniciativa do próprio professor. Na visão de Trujillo, a própria escola pode ajudar a reverter o quadro oferecendo apoio ao docente. “É necessário que a equipe pedagógica tenha um especialista em tecnologia educacional. Esse é um novo profissional de extrema importância”, afirma.
    Dada a formação insuficiente, torna-se mais difícil explorar as potencialidades pedagógicas das novas tecnologias. E, em muitos casos, isso pode levar a uma certa resistência com relação ao seu uso, fazendo com que métodos mais tradicionais sigam sendo reproduzidos.
    “O maior desafio atualmente é os professores conseguirem notar que a tecnologia pode tornar o processo de ensino-aprendizagem melhor”, opina Rafael Ribeiro. Para o educador, parte da desconfiança de alguns docentes com relação ao uso das novas tecnologias vem das mudanças que elas causam na própria rotina da aula. “É algo que tira o professor da zona de conforto. É uma ferramenta que precisa de estudo em casa, de um planejamento maior, de um período semanal que exige reflexão e estudo.” Outro fator que gera desconfiança é o medo de a tecnologia atuar como um distrator. No uso da internet, por exemplo, o receio é que os alunos acabem desviando a atenção do conteúdo para as redes sociais.
    Na visão de Edilene von Wallwitz, driblar o problema também passa pela formação docente. “O professor precisa dominar essas ferramentas, participar de cursos, se inteirar a respeito, praticar. É preciso estar embasado para manter a atenção do aluno”, analisa.
    No caso da rede pública, há um problema ainda anterior à apropriação das novas tecnologias: a falta de infraestrutura. Segundo uma pesquisa de 2017 do movimento Todos pela Educação, 66% dos professores da rede apontam o número insuficiente de equipamentos como limitador no uso dos recursos tecnológicos no ensino. Além disso, 64% indicam a velocidade insuficiente da internet como restrição. “[Nas escolas públicas] temos o básico, que é internet na escola para documentação, secretaria. Para uso de aluno e professor, a gente não tem”, conta Regina de Freitas, professora de língua portuguesa na rede pública.
    Quando a escola dispõe do equipamento, podem surgir novos empecilhos — como a falta de manutenção. “A gente não consegue terminar o trabalho com o aluno porque o computador está com problema, a lousa digital tem algum defeito, a internet não funciona legal”, diz Angélica Guimarães, professora de Língua Portuguesa na rede pública. “Muitos professores optam por não utilizar [os recursos tecnológicos] para não perder tempo da aula. Às vezes, ao invés de otimizar o aprendizado, otimizar o tempo, acaba prejudicando.”

O que eles fazem:

    Regina de Freitas, professora de Língua Portuguesa na rede pública, criou, um projeto que incorporou o uso do WhatsApp para o estudo dos gêneros textuais. Para isso, ela criou grupos com os estudantes dos oitavo e nono anos, que passaram a mandar os textos produzidos em casa pelo aplicativo de mensagens. Com um projeto simples, ela afirma ter observado como resultados a facilitação da comunicação e um aumento da motivação das turmas. “Alguns alunos que já tinham gosto pela escrita me enviaram até outros textos, que não estavam relacionados com o gênero que eu estava pedindo. Eu aceitava e revisava”, conta.
    Edilene von Wallwitz, professora de Língua Portuguesa e Alemão na rede privada, é uma entusiasta do uso da tecnologia na educação, especialmente pela aproximação com o cotidiano dos adolescentes. A educadora utiliza, entre outras ferramentas, aplicativos que permitem gamificar as aulas — como o Kahoot. “O fator motivação, com jogos e competição, ajuda no aprendizado”, avalia.
    Rafael Ribeiro, professor de Biologia na rede privada, explora a tecnologia em sala de aula desde 2014. Entre as principais vantagens da utilização desses recursos, ele destaca a possibilidade de mostrar vídeos e modelos 3D aos alunos, o que facilita a visualização dos conteúdos estudados. Além disso, o educador busca utilizar ferramentas que otimizem processos. “Também aplico provas utilizando formulário Google, que corrige automaticamente as questões-testes. Já as dissertativas eu corrijo individualmente e envio a nota para o aluno por e-mail com o gabarito embaixo. Ou seja, todo esse processo ficou muito mais instantâneo.” 

Fonte: FONTOURA, Juliana. Revista Educação. Edição 249. 09 maio 2018. Disponível em: <https://revistaeducacao.com.br>. Acesso em: 09 jul. 2024 (adaptado).

Sobre a interpretação do texto, assinale a alternativa INCORRETA
Alternativas
Q2583351 Veterinária

Analise as afirmativas a seguir em relação à importantes conceitos utilizados na epidemiologia.


I. Ocorrência refere-se à localização da doença e os tipos de animais acometidos.

II. Prevalência é a porcentagem de uma determinada população acometida por uma doença específica em um certo momento.

III. Incidência é uma medida de taxa e indica o número de casos novos que ocorreram em uma população em um determinado período.

IV. Letalidade é uma medida que indica a relação de mortes totais ou de uma doença específica em uma população.


Assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q2583350 Veterinária

Há uma grande variação das características anatômicas entre os animais domésticos. O sistema urinário é um exemplo desta variedade morfológica. Com base nas características anatômicas deste sistema, analise as afirmativas a seguir.


I. Internamente, o córtex renal dos equinos, caprinos e ovinos não possuem divisões visíveis em lobos individuais.

II. Tanto externamente quanto internamente, o rim dos bovinos é visivelmente dividido em lobos.

III. O rim do suíno não possui divisões externas em lobos, porém, internamente, as papilas renais da região medular do órgão distinguem cada lobo.

IV. Na vista medial de cada rim existe uma concavidade, denominada hilo renal, onde artérias e nervos entram no rim, e o ureter, veias e vasos linfáticos saem.

V. Nos equinos e nos pequenos ruminantes, o córtex renal e as papilas renais são fundidas, dando origem a uma crista longitudinal denominada crista renal.


Assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q2583348 Veterinária

Sobre a higiene industrial e o controle de qualidade no processo de abate, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q2583346 Veterinária

Com base na Instrução Normativa Nº 76, de 26 de novembro de 2018, que trata dos regulamentos técnicos que fixam a identidade e as características de qualidade que devem apresentar o leite cru refrigerado, analise as afirmativas a seguir.


I. Leite cru refrigerado é o leite produzido em propriedades rurais, refrigerado e destinado aos estabelecimentos de leite e derivados, sob serviço de inspeção oficial.

II. Teor mínimo de proteína total de 1,5g/100g (um inteiro e cinco décimos de gramas por cem gramas).

III. Acidez titulável entre 0,14 (quatorze centésimos) e 0,18 (dezoito centésimos) expressa em gramas de ácido lático/100 mL.

IV. A estabilidade ao alizarol na concentração mínima de 62% v/v (sessenta e dois por cento).

V. Densidade relativa a 15ºC/ 15ºC (quinze graus Celsius) entre 1,028 (um inteiro e vinte e oito milésimos) e 1,034 (um inteiro e trinta e quatro milésimos).


Assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q2583345 Veterinária

Os microrganismos indicadores são utilizados na avaliação da qualidade microbiológica dos alimentos devido às dificuldades encontradas na detecção de microrganismos patogênicos. Eles, quando presentes, podem fornecer informações sobre a ocorrência de contaminação de origem fecal, possível presença de patógenos ou sobre a deterioração potencial dos alimentos. São critérios para a definição de um microrganismo como microrganismos indicador, EXCETO:

Alternativas
Q2583344 Veterinária

Analise as afirmativas a seguir em relação à mastite.


I. A mastite ambiental é causada por dois grupos de patógenos: coliformes e algumas espécies do Streptococus. O principal meio de infecção é o ambiente onde a vaca se encontra e o manejo inadequado. Camas úmidas, úberes molhados, higiene inadequada do preparo da teta na fase pré-ordenha e sistemas de confinamento são exemplos que permitem a ocorrência deste tipo de mastite.

II. A mastite clínica resulta em grande diminuição da produção de leite, acarretando grandes perdas econômicas. Os patógenos ligados diretamente com a mastite clínica são o Streptococus agalactiae, que gera a maior perda na produção, e o Staphylococus aureus, que apresenta a maior resistência ao tratamento e persiste por mais tempo como infecção.

III. A contagem de células somáticas (CCS) no leite de tanque de resfriamento é uma medida direta da prevalência de mastite. A CCS encontra-se diminuída no caso de mastite subclínica.

IV. O Califórnia Mastitis Test (CMT) é considerado um teste indireto realizado para detecção de mastite subclínica. Os resultados são imediatos e eficientes. Para que uma amostra seja considerada negativa, após leite e reagente misturados, esta deve permanecer líquida, sem espessamento ou formação de gel.

V. A contagem bacteriana total (CBT) encontrada no tanque de leite de resfriamento é uma importante medida da qualidade do leite e da sanidade do úbere. De acordo com a legislação vigente, é que a contagem apresente 600.000 UFC/ mL de leite.


Assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q2583343 Veterinária

Com base nos conhecimentos sobre o Mormo e a Instrução Normativa Nº 24, de 5 de abril de 2004, que aprova as normas para o Controle e a Erradicação do Mormo, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q2583342 Veterinária

Sobre a Microbiologia de segurança de alimentos, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q2583340 Veterinária

Em relação a Anemia Infecciosa Equina (AIE), analise as afirmativas a seguir.


I. É uma doença bacteriana multissistêmica que se caracteriza por anemia hemolítica imunomediada.

II. Um dos sinais clínicos mais característicos da doença, depois da anemia, são cólicas, ataxia, aborto e infertilidade, devido às alterações inflamatórias sistêmicas.

III. A maioria dos animais infectados não apresentam a doença clínica, mas constituem uma fonte potencial de infecção para outros equinos.

IV. A Imunodifusão em Gel de Ágar (IDGA) é o exame de escolha para o diagnóstico, efetuada com antígeno registrado e aprovado pelo DDA, ou outra prova oficialmente reconhecida.

V. O tratamento da doença só é permitido após a assinatura de termo de responsabilidade pelo proprietário do animal e do isolamento permanente do equino positivo.


Assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q2583338 Veterinária

Analise as afirmativas a seguir em relação à intoxicação de animais de produção por plantas tóxicas.


I. O gossipol, uma substância tóxica presente em quantidades variáveis na torta de algodão feita com caroço de Gossypim spp. e híbridos (algodão comercial), pode ocasionar lesões no miocárdio e fígado. Bovinos, ovinos, caprinos e suínos possuem o mesmo nível de tolerância, com a presença de 18.000 ppm de gossipol livre em uma ração com 17% de proteína.

II. Saponinas são glicosídeos produzidos na natureza com propriedades físicas dos sabões, ou seja, produzem espuma estável na água. As saponinas esteroides são responsáveis por causar fotossensibilização em ruminantes, ocorrem em gramíneas como Brachiaria decumbens.

III. A intoxicação crônica por ptaloquilosídeo é devido à ingesta de samambaia presentes nos pastos, tendo efeito cumulativo, ou seja, em grandes quantidades e por longos períodos.

IV. As doenças associadas a este componente são a hematúria enzoótica bovina e lesões neoplásicas no trato alimentar e na bexiga.

V. A intoxicação por oxalato dá-se pela ingesta de pequenas quantidades deste componente, presente em Solanum malacoxylon, por exemplo. Bovinos que ingerem esta planta por períodos prolongados podem desenvolver hipovitaminose D e urolitíase.

VI. A maioria das intoxicações por ácido cianídrico é causada pela ingestão de plantas que contêm glicosídeos cianogênicos. Exemplos de plantas que contêm glicosídeos cianogênicos suficientes para causar intoxicação são a mandioca e o sorgo.


Assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q2583336 Veterinária

As parasitoses gastrointestinais são consideradas de grande importância, no que diz respeito ao controle sanitário de bovinos, ovinos e caprinos. O gênero Haemonchus possui grande afinidade com os demais tricostrongilídeos de ruminantes. O H. contortus é a espécie mais encontrada em ovinos e caprinos e o H. placei é a espécie mais habitual dos bovinos. A epidemiologia da haemoncose é amplamente determinada pela alta fecundidade das fêmeas e a velocidade de desenvolvimento das larvas infectantes em climas quentes e úmidos.


Sobre o caso apresentado, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q2580128 Psicologia

No Recrutamento e Seleção, o/a psicólogo/a atua em processos de atração, captação e seleção de pessoas para o provimento de cargos, funções ou postos de trabalho. Em relação às competências profissionais necessárias para a realização de recrutamento e seleção, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q2580126 Psicologia

A Psicologia Organizacional e do Trabalho vem se debruçando há décadas em questionamentos do tipo: O que faz de uma pessoa um líder em uma organização? Quais aspectos estão envolvidos no fenômeno da liderança?


Atualmente, um conjunto de teorias são utilizadas para abordar o aspecto da 'liderança'.


Em relação às teorias sobre liderança, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q2580125 Psicologia

Observe a canção a seguir que aborda questões relativas à felicidade e ao bem-estar no trabalho.


Música de Trabalho (Legião Urbana)


“Sem trabalho eu não sou nada

Não tenho dignidade

Não sinto o meu valor

Não tenho identidade

Mas o que eu tenho

É só um emprego

E um salário miserável

Eu tenho meu ofício

Que me cansa de verdade

Tem gente que não tem nada

E outros que têm mais do que precisam

Tem gente que não quer saber de trabalhar…”


Composição: Dado Villa-Lobos/Marcelo Bonfá/Renato Russo (1996).


Em relação à felicidade no trabalho, analise as afirmativas a seguir.


I. Na cultura ocidental está institucionalizado que o trabalho é fonte de sofrimento físico e mental.

II. As pessoas desejam trabalhar e se sentem angustiadas quando se encontram desempregadas.

III. Há uma relação paradoxal entre felicidade e trabalho.

IV. A felicidade no trabalho é compreendida sendo o bem-estar subjetivo, evidenciado pelo equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal.


Assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q2580124 Psicologia

Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE a sentença a seguir.


Quanto aos métodos de avaliação do desempenho, a avaliação 360º é uma avaliação que ____________ .

Alternativas
Q2580123 Psicologia

De acordo com a Psicodinâmica do Trabalho proposta por Christophe Dejours, assinale a alternativa CORRETA que indica a principal relação destacada entre as dimensões psicológicas do trabalho e a saúde mental dos trabalhadores.

Alternativas
Q2580122 Psicologia

Com base nas contribuições de Yves Clot para a Psicologia do Trabalho, assinale a alternativa CORRETA que indica o conceito fundamental sobre a importância da análise detalhada das práticas laborais e da interação entre trabalhadores, ferramentas e ambiente de trabalho.

Alternativas
Q2580121 Psicologia

O fenômeno da rotatividade pode provocar repercussões nocivas para a organização com custos tangíveis e intangíveis. Trata-se de uma barreira à manutenção de talentos que geram inovações que, por sua vez, criam valores para clientes, investidores, comunidade, fornecedores, acionistas e para toda a cadeia produtiva.


Analisando os fatores que contribuem para a rotatividade, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Respostas
321: A
322: E
323: A
324: E
325: E
326: C
327: E
328: A
329: C
330: D
331: D
332: C
333: B
334: C
335: D
336: E
337: A
338: C
339: B
340: D