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Texto para a questão.
Escrever ainda é humano?
Um texto gerado por inteligência artificial (IA) é gramaticalmente correto, costuma ter alguma clareza e é eficiente. Com poucas palavras, é possível gerar um e‑mail educado, uma publicação “viralizável” ou uma apresentação corporativa.
Não há tarefa textual que uma IA não aceite executar. Juntar palavras com base em probabilidade e fazer o resultado soar humano e coerente, afinal, é o que esses sistemas foram projetados para fazer. Isso inclui revisar, editar, sugerir, pesquisar ou criar algo do zero.
Quanto menor é a intervenção humana, mais evidente é a origem. Alguns formatos argumentativos já são tão comuns quanto cansativos. Há também expressões que não saem da boca dos robôs: uma mudança “silenciosa”, um processo “invisível” e um problema sempre “oculto”. Isso sem falar na insistência por alguns recursos estilísticos, como o excesso do uso de travessões.
Uma publicação da revista Nature sugeriu que estaríamos diante de uma “padronização” ou “pasteurização” da escrita humana, que influencia também quem não usa IA. A lógica é a de que a repetição torna determinadas expressões socialmente aceitas, levando as pessoas a reproduzi‑las.
Além da forma mais direta de copiar e colar um texto completamente gerado por uma IA, a produção com essas ferramentas assume formatos variados. Há o texto feito pela inteligência artificial a partir de alguns comandos e depois editado e adaptado pelo usuário, e também existe o contrário: o rascunho humano lapidado por ela.
O escritor e jornalista Sérgio Rodrigues define a produção das máquinas como uma antiliteratura, o oposto da arte feita com palavras. O autor também avalia que máquinas não produzem arte, mesmo que romances feitos por robôs enganem leitores menos exigentes.
O professor Cal Newport, da Georgetown University, chama o momento atual de uma “crise cognitiva”, que começou com interrupções constantes de e‑mails e mensagens, degringolou com as redes sociais e agora se aprofunda com a IA. O resultado é que conseguimos pensar com cada vez menos profundidade e manter a concentração em algo. Contra isso, uma das propostas dele é: escreva. Produzir um texto claro equivale a um treino mental, diz Newport, e não a um problema a ser eliminado.
Texto para a questão.
Escrever ainda é humano?
Um texto gerado por inteligência artificial (IA) é gramaticalmente correto, costuma ter alguma clareza e é eficiente. Com poucas palavras, é possível gerar um e‑mail educado, uma publicação “viralizável” ou uma apresentação corporativa.
Não há tarefa textual que uma IA não aceite executar. Juntar palavras com base em probabilidade e fazer o resultado soar humano e coerente, afinal, é o que esses sistemas foram projetados para fazer. Isso inclui revisar, editar, sugerir, pesquisar ou criar algo do zero.
Quanto menor é a intervenção humana, mais evidente é a origem. Alguns formatos argumentativos já são tão comuns quanto cansativos. Há também expressões que não saem da boca dos robôs: uma mudança “silenciosa”, um processo “invisível” e um problema sempre “oculto”. Isso sem falar na insistência por alguns recursos estilísticos, como o excesso do uso de travessões.
Uma publicação da revista Nature sugeriu que estaríamos diante de uma “padronização” ou “pasteurização” da escrita humana, que influencia também quem não usa IA. A lógica é a de que a repetição torna determinadas expressões socialmente aceitas, levando as pessoas a reproduzi‑las.
Além da forma mais direta de copiar e colar um texto completamente gerado por uma IA, a produção com essas ferramentas assume formatos variados. Há o texto feito pela inteligência artificial a partir de alguns comandos e depois editado e adaptado pelo usuário, e também existe o contrário: o rascunho humano lapidado por ela.
O escritor e jornalista Sérgio Rodrigues define a produção das máquinas como uma antiliteratura, o oposto da arte feita com palavras. O autor também avalia que máquinas não produzem arte, mesmo que romances feitos por robôs enganem leitores menos exigentes.
O professor Cal Newport, da Georgetown University, chama o momento atual de uma “crise cognitiva”, que começou com interrupções constantes de e‑mails e mensagens, degringolou com as redes sociais e agora se aprofunda com a IA. O resultado é que conseguimos pensar com cada vez menos profundidade e manter a concentração em algo. Contra isso, uma das propostas dele é: escreva. Produzir um texto claro equivale a um treino mental, diz Newport, e não a um problema a ser eliminado.
Texto para a questão.
Escrever ainda é humano?
Um texto gerado por inteligência artificial (IA) é gramaticalmente correto, costuma ter alguma clareza e é eficiente. Com poucas palavras, é possível gerar um e‑mail educado, uma publicação “viralizável” ou uma apresentação corporativa.
Não há tarefa textual que uma IA não aceite executar. Juntar palavras com base em probabilidade e fazer o resultado soar humano e coerente, afinal, é o que esses sistemas foram projetados para fazer. Isso inclui revisar, editar, sugerir, pesquisar ou criar algo do zero.
Quanto menor é a intervenção humana, mais evidente é a origem. Alguns formatos argumentativos já são tão comuns quanto cansativos. Há também expressões que não saem da boca dos robôs: uma mudança “silenciosa”, um processo “invisível” e um problema sempre “oculto”. Isso sem falar na insistência por alguns recursos estilísticos, como o excesso do uso de travessões.
Uma publicação da revista Nature sugeriu que estaríamos diante de uma “padronização” ou “pasteurização” da escrita humana, que influencia também quem não usa IA. A lógica é a de que a repetição torna determinadas expressões socialmente aceitas, levando as pessoas a reproduzi‑las.
Além da forma mais direta de copiar e colar um texto completamente gerado por uma IA, a produção com essas ferramentas assume formatos variados. Há o texto feito pela inteligência artificial a partir de alguns comandos e depois editado e adaptado pelo usuário, e também existe o contrário: o rascunho humano lapidado por ela.
O escritor e jornalista Sérgio Rodrigues define a produção das máquinas como uma antiliteratura, o oposto da arte feita com palavras. O autor também avalia que máquinas não produzem arte, mesmo que romances feitos por robôs enganem leitores menos exigentes.
O professor Cal Newport, da Georgetown University, chama o momento atual de uma “crise cognitiva”, que começou com interrupções constantes de e‑mails e mensagens, degringolou com as redes sociais e agora se aprofunda com a IA. O resultado é que conseguimos pensar com cada vez menos profundidade e manter a concentração em algo. Contra isso, uma das propostas dele é: escreva. Produzir um texto claro equivale a um treino mental, diz Newport, e não a um problema a ser eliminado.
Texto para a questão.
Escrever ainda é humano?
Um texto gerado por inteligência artificial (IA) é gramaticalmente correto, costuma ter alguma clareza e é eficiente. Com poucas palavras, é possível gerar um e‑mail educado, uma publicação “viralizável” ou uma apresentação corporativa.
Não há tarefa textual que uma IA não aceite executar. Juntar palavras com base em probabilidade e fazer o resultado soar humano e coerente, afinal, é o que esses sistemas foram projetados para fazer. Isso inclui revisar, editar, sugerir, pesquisar ou criar algo do zero.
Quanto menor é a intervenção humana, mais evidente é a origem. Alguns formatos argumentativos já são tão comuns quanto cansativos. Há também expressões que não saem da boca dos robôs: uma mudança “silenciosa”, um processo “invisível” e um problema sempre “oculto”. Isso sem falar na insistência por alguns recursos estilísticos, como o excesso do uso de travessões.
Uma publicação da revista Nature sugeriu que estaríamos diante de uma “padronização” ou “pasteurização” da escrita humana, que influencia também quem não usa IA. A lógica é a de que a repetição torna determinadas expressões socialmente aceitas, levando as pessoas a reproduzi‑las.
Além da forma mais direta de copiar e colar um texto completamente gerado por uma IA, a produção com essas ferramentas assume formatos variados. Há o texto feito pela inteligência artificial a partir de alguns comandos e depois editado e adaptado pelo usuário, e também existe o contrário: o rascunho humano lapidado por ela.
O escritor e jornalista Sérgio Rodrigues define a produção das máquinas como uma antiliteratura, o oposto da arte feita com palavras. O autor também avalia que máquinas não produzem arte, mesmo que romances feitos por robôs enganem leitores menos exigentes.
O professor Cal Newport, da Georgetown University, chama o momento atual de uma “crise cognitiva”, que começou com interrupções constantes de e‑mails e mensagens, degringolou com as redes sociais e agora se aprofunda com a IA. O resultado é que conseguimos pensar com cada vez menos profundidade e manter a concentração em algo. Contra isso, uma das propostas dele é: escreva. Produzir um texto claro equivale a um treino mental, diz Newport, e não a um problema a ser eliminado.
Texto para a questão.
Escrever ainda é humano?
Um texto gerado por inteligência artificial (IA) é gramaticalmente correto, costuma ter alguma clareza e é eficiente. Com poucas palavras, é possível gerar um e‑mail educado, uma publicação “viralizável” ou uma apresentação corporativa.
Não há tarefa textual que uma IA não aceite executar. Juntar palavras com base em probabilidade e fazer o resultado soar humano e coerente, afinal, é o que esses sistemas foram projetados para fazer. Isso inclui revisar, editar, sugerir, pesquisar ou criar algo do zero.
Quanto menor é a intervenção humana, mais evidente é a origem. Alguns formatos argumentativos já são tão comuns quanto cansativos. Há também expressões que não saem da boca dos robôs: uma mudança “silenciosa”, um processo “invisível” e um problema sempre “oculto”. Isso sem falar na insistência por alguns recursos estilísticos, como o excesso do uso de travessões.
Uma publicação da revista Nature sugeriu que estaríamos diante de uma “padronização” ou “pasteurização” da escrita humana, que influencia também quem não usa IA. A lógica é a de que a repetição torna determinadas expressões socialmente aceitas, levando as pessoas a reproduzi‑las.
Além da forma mais direta de copiar e colar um texto completamente gerado por uma IA, a produção com essas ferramentas assume formatos variados. Há o texto feito pela inteligência artificial a partir de alguns comandos e depois editado e adaptado pelo usuário, e também existe o contrário: o rascunho humano lapidado por ela.
O escritor e jornalista Sérgio Rodrigues define a produção das máquinas como uma antiliteratura, o oposto da arte feita com palavras. O autor também avalia que máquinas não produzem arte, mesmo que romances feitos por robôs enganem leitores menos exigentes.
O professor Cal Newport, da Georgetown University, chama o momento atual de uma “crise cognitiva”, que começou com interrupções constantes de e‑mails e mensagens, degringolou com as redes sociais e agora se aprofunda com a IA. O resultado é que conseguimos pensar com cada vez menos profundidade e manter a concentração em algo. Contra isso, uma das propostas dele é: escreva. Produzir um texto claro equivale a um treino mental, diz Newport, e não a um problema a ser eliminado.
Texto para a questão.
Escrever ainda é humano?
Um texto gerado por inteligência artificial (IA) é gramaticalmente correto, costuma ter alguma clareza e é eficiente. Com poucas palavras, é possível gerar um e‑mail educado, uma publicação “viralizável” ou uma apresentação corporativa.
Não há tarefa textual que uma IA não aceite executar. Juntar palavras com base em probabilidade e fazer o resultado soar humano e coerente, afinal, é o que esses sistemas foram projetados para fazer. Isso inclui revisar, editar, sugerir, pesquisar ou criar algo do zero.
Quanto menor é a intervenção humana, mais evidente é a origem. Alguns formatos argumentativos já são tão comuns quanto cansativos. Há também expressões que não saem da boca dos robôs: uma mudança “silenciosa”, um processo “invisível” e um problema sempre “oculto”. Isso sem falar na insistência por alguns recursos estilísticos, como o excesso do uso de travessões.
Uma publicação da revista Nature sugeriu que estaríamos diante de uma “padronização” ou “pasteurização” da escrita humana, que influencia também quem não usa IA. A lógica é a de que a repetição torna determinadas expressões socialmente aceitas, levando as pessoas a reproduzi‑las.
Além da forma mais direta de copiar e colar um texto completamente gerado por uma IA, a produção com essas ferramentas assume formatos variados. Há o texto feito pela inteligência artificial a partir de alguns comandos e depois editado e adaptado pelo usuário, e também existe o contrário: o rascunho humano lapidado por ela.
O escritor e jornalista Sérgio Rodrigues define a produção das máquinas como uma antiliteratura, o oposto da arte feita com palavras. O autor também avalia que máquinas não produzem arte, mesmo que romances feitos por robôs enganem leitores menos exigentes.
O professor Cal Newport, da Georgetown University, chama o momento atual de uma “crise cognitiva”, que começou com interrupções constantes de e‑mails e mensagens, degringolou com as redes sociais e agora se aprofunda com a IA. O resultado é que conseguimos pensar com cada vez menos profundidade e manter a concentração em algo. Contra isso, uma das propostas dele é: escreva. Produzir um texto claro equivale a um treino mental, diz Newport, e não a um problema a ser eliminado.
À luz da Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD (Lei nº 13.709/2018) –, julgue o item a seguir.
Dados referentes à saúde, dados biométricos e informações sobre convicção religiosa são dados pessoais sensíveis, submetidos pela LGPD a regime de tratamento mais restritivo.
Segundo a LGPD, o consentimento do titular é a única base legal que autoriza o tratamento de dados pessoais pela Administração Pública.
Acerca da transparência e do acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011), julgue o item a seguir.
Os prazos máximos de restrição, contados da produção da informação, são: ultrassecreta – 25 anos; secreta – 15 anos; e reservada – 5 anos.
Acerca da transparência e do acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011), julgue o item a seguir.
Não sendo possível o acesso imediato à informação, o órgão deve responder ao pedido em até 30 dias, prorrogáveis por mais 15, mediante justificativa expressa.
Acerca da transparência e do acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011), julgue o item a seguir.
No pedido de acesso à informação, é vedado ao órgão público exigir do requerente a indicação dos motivos determinantes da solicitação.
Em um processo administrativo federal, um servidor foi intimado com apenas dois dias úteis de antecedência para comparecer a uma audiência. Indeferido o seu pedido, interpôs recurso sem prestar caução, e a autoridade cogitou agravar a sua situação no julgamento. Verificou-se, ainda, que havia ato viciado com efeito favorável a terceiro de boa-fé praticado havia seis anos, e que a instrução fora concluída há mais de dois meses sem decisão.
Com base nessa situação hipotética e na Lei nº 9.784/1999, julgue o item a seguir.
Concluída a instrução, a Administração dispõe do prazo de até 60 dias para decidir o processo administrativo, prazo esse que poderá ser prorrogável por igual período.
Em um processo administrativo federal, um servidor foi intimado com apenas dois dias úteis de antecedência para comparecer a uma audiência. Indeferido o seu pedido, interpôs recurso sem prestar caução, e a autoridade cogitou agravar a sua situação no julgamento. Verificou-se, ainda, que havia ato viciado com efeito favorável a terceiro de boa-fé praticado havia seis anos, e que a instrução fora concluída há mais de dois meses sem decisão.
Com base nessa situação hipotética e na Lei nº 9.784/1999, julgue o item a seguir.
O ato viciado com efeito favorável ao terceiro de boa-fé ainda pode ser anulado pela Administração, uma vez que o exercício da autotutela não se sujeita a prazo decadencial.
Em um processo administrativo federal, um servidor foi intimado com apenas dois dias úteis de antecedência para comparecer a uma audiência. Indeferido o seu pedido, interpôs recurso sem prestar caução, e a autoridade cogitou agravar a sua situação no julgamento. Verificou-se, ainda, que havia ato viciado com efeito favorável a terceiro de boa-fé praticado havia seis anos, e que a instrução fora concluída há mais de dois meses sem decisão.
Com base nessa situação hipotética e na Lei nº 9.784/1999, julgue o item a seguir.
O agravamento da situação desse servidor no julgamento do recurso é admitido pela Lei, desde que ele seja previamente cientificado para formular as suas alegações antes da decisão.
Em um processo administrativo federal, um servidor foi intimado com apenas dois dias úteis de antecedência para comparecer a uma audiência. Indeferido o seu pedido, interpôs recurso sem prestar caução, e a autoridade cogitou agravar a sua situação no julgamento. Verificou-se, ainda, que havia ato viciado com efeito favorável a terceiro de boa-fé praticado havia seis anos, e que a instrução fora concluída há mais de dois meses sem decisão.
Com base nessa situação hipotética e na Lei nº 9.784/1999, julgue o item a seguir.
O órgão poderia, por ato administrativo próprio, ter condicionado o conhecimento do recurso desse servidor à prestação de caução.
Em um processo administrativo federal, um servidor foi intimado com apenas dois dias úteis de antecedência para comparecer a uma audiência. Indeferido o seu pedido, interpôs recurso sem prestar caução, e a autoridade cogitou agravar a sua situação no julgamento. Verificou-se, ainda, que havia ato viciado com efeito favorável a terceiro de boa-fé praticado havia seis anos, e que a instrução fora concluída há mais de dois meses sem decisão.
Com base nessa situação hipotética e na Lei nº 9.784/1999, julgue o item a seguir.
A intimação desse servidor com apenas dois dias úteis de antecedência é irregular, pois a Lei exige antecedência mínima de três dias úteis quanto à data de comparecimento.
Um fiscal de um órgão público recebeu R$ 50 mil de um empresário para deixar de autuar a empresa. Um indivíduo 2, particular, intermediou dolosamente a oferta e também se beneficiou do esquema. Uma servidora do mesmo órgão, por negligência no controle de pagamentos, causou prejuízo de R$ 20 mil ao erário.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir, acerca da improbidade administrativa.
A decretação da indisponibilidade de bens independe da demonstração do perigo de dano ou do risco ao resultado útil do processo, desde que o juiz se convença da probabilidade da ocorrência dos atos descritos na petição inicial com fundamento nos respectivos elementos de instrução, após a oitiva do réu em cinco dias.
Um fiscal de um órgão público recebeu R$ 50 mil de um empresário para deixar de autuar a empresa. Um indivíduo 2, particular, intermediou dolosamente a oferta e também se beneficiou do esquema. Uma servidora do mesmo órgão, por negligência no controle de pagamentos, causou prejuízo de R$ 20 mil ao erário.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir, acerca da improbidade administrativa.
O recebimento, pelo fiscal, de vantagem econômica indevida em razão do exercício do cargo configura enriquecimento ilícito, sujeitando-o a sanções como a perda dos valores acrescidos e da função pública.
Um fiscal de um órgão público recebeu R$ 50 mil de um empresário para deixar de autuar a empresa. Um indivíduo 2, particular, intermediou dolosamente a oferta e também se beneficiou do esquema. Uma servidora do mesmo órgão, por negligência no controle de pagamentos, causou prejuízo de R$ 20 mil ao erário.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir, acerca da improbidade administrativa.
Caso a conduta do fiscal fosse enquadrada apenas como violação dos princípios da Administração Pública, seria cabível a suspensão de seus direitos políticos por até 14 anos.
Um fiscal de um órgão público recebeu R$ 50 mil de um empresário para deixar de autuar a empresa. Um indivíduo 2, particular, intermediou dolosamente a oferta e também se beneficiou do esquema. Uma servidora do mesmo órgão, por negligência no controle de pagamentos, causou prejuízo de R$ 20 mil ao erário.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir, acerca da improbidade administrativa.
O indivíduo 2, embora particular, pode responder por ter induzido o agente e, assim, ter se beneficiado do ato, mas não pode figurar sozinho no polo passivo da ação, sem a presença de agente público.