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O Microsoft SQL Server é o sistema de gerenciamento de banco de dados da Microsoft, e sua última versão lançada é o SQL Server 2012, em várias versões. Entretanto, o SQL Server 2008 (e suas variações) ainda é muito utilizado. Uma das grandes novidades do SQL Server 2000 foi a possibilidade de instalação de múltiplas instâncias do SQL Server em um mesmo servidor. Essa característica também esteve presente nas versões do SQL Server 2005 e SQL Server 2008. No SQL Server 2000, podiam ser instaladas até 16 instâncias em um mesmo servidor. NO SQL Server 2008 R2 esse limite foi aumentado. Assinale a alternativa referente ao número de instâncias do SQL Server 2008 R2 que pode ser instalado em um servidor.
O PostgreSQL é um SGBD (Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados objeto‐relacional), baseado no gerenciador de banco de dados POSTGRES, que originariamente fora desenvolvido no Departamento de Ciência da Computação da Universidade da Califórnia, em Berkeley. É distribuído em regime open source, ou seja, como software livre, e pode ser uma excelente alternativa a alguns SBGDs proprietários, como Oracle, por exemplo. Na instalação do PostgreSQL, uma das configurações que pode ser alterada é a sua porta padrão, que já é predefinida. Qual é a porta padrão de instalação do PostgreSQL?
O COBIT (Control Objectives for Information and Related Technology), em sua versão 4.1, possui 34 processos que estão distribuídos em quatro domínios. Alguns desses processos incluem: gerenciar dados; gerenciar operações; identificar e alocar custos. Estes processos pertencem a qual domínio?
Numa festa foram servidas apenas duas bebidas: guaraná e cerveja. Sabe‐se que 50 pessoas tomaram as duas bebidas, 80 beberam guaraná, 55 pessoas beberam apenas uma das duas bebidas e 30% das pessoas não beberam nenhuma das duas bebidas. A soma dos algarismos do número de pessoas que compareceram a essa festa é igual a:
De Gutenberg a Zuckerberg
Após cinco anos e meio dedicados apenas a funções executivas, volto a ter um espaço para troca de ideias e informações. Desta vez, sobre o mercado digital com suas histórias de bastidores, dados infindáveis, surpresas, o dia a dia de start ups aqui e lá no Vale (sim, o do Silício) e entrevistas com quem sacode este mercado ou é sacudido por ele.
O título do blog (seria blog, vlog, site, plataforma digital?) vem de From Gutenberg to Zuckerberg: Leveraging Technology to Get Your Message Heard, palestra de Michael Eisner que passa bem além do trocadilho engraçadinho.
O fato é que não são poucas as vezes em que ouço que nós, os caras de internet, os bichos de tecnologia criamos todos os problemas que a humanidade não tinha antes de inventarmos os nossos gadgets, softwares, redes e o que mais pudesse ser desenvolvido em nossas garagens (imaginárias, Wozniak?). Errado. Explico.
Não criamos nada. Desculpe, amigos, mas é a verdade. Ferramentamos, apenas. Como Gutenberg o fez pelos idos de 1450. No big deal. Repetimos a história. Se o poder saía das mãos de dedos manchados dos monges copistas e passava a um tipo que podia multiplicar exponencialmente os caracteres que formavam a informação, com Zuck e seus contemporâneos deu‐se o mesmo. O jornalista, até então dono absoluto do palco italiano, da bola e do campo, teve que deitar a régua. O que era vertical, top down, passou a ser horizontal, em uma distribuição de informações via iguais.
Nenhuma novidade aqui. O que as redes sociais fizeram foi repetir o fenômeno evolutivo. Is revolução digital the new revolução industrial? É provável sob muitos aspectos, mas uma revolução somente se conhece a posteriori, contentemo‐nos em evoluir por ora. Não é pouco.
E sobre criarmos plataformas‐problema, qual foi a primeira rede social que você conheceu? A fofoqueira de sua rua. Ficava na janela, ouvia no máximo 140 caracteres de qualquer conversa, tempo necessário para que o transeunte desavisado percorresse o espaço da fachada da casa da moça. Retuitava ao marido, à filha, compartilhava. De vez em quando, curtia. E quando ia ao salão de beleza, viralizava.
Não, esta criação não nos pertence. Ferramentamos, ajudamos e até atrapalhamos, ok. Mas como sempre fizeram estes seres humanos, gregários, que insistem em viver em uma sociedade em rede.
Mas agora resolveram chamar de rede social.
(Antonio Guerreiro Disponível em: http://gutzuck.com/de‐gutenberg‐a‐zuckerberg‐20150105/)
O trecho “Não, esta criação não nos pertence.” (7º§) poderia ser reescrito de forma a preservar a correção gramatical como em (desconsiderar a alteração de significado contextual).
( ) Deve‐se dar preferência para instalação do sistema de exaustão no modelo horizontal em vez do vertical, visto que o primeiro requer um menor número de dutos internos e ocupa menor espaço no pé direito.
( ) As lâmpadas incandescentes possuem boa fidelidade de cores, mas gastam muita energia e apresentam durabilidade mais reduzida.
( ) Uma das estratégias para auxiliar na obtenção de uma temperatura mais confortável em uma UAN é um pé direito elevado com, no mínimo, 3,5 m.
( ) Deve‐se evitar utilização do sistema de exaustão devido ao nível de ruídos para não ocasionar fadiga e irritação por permanência prolongada sob ruídos acima dos toleráveis.
A sequência está correta em
( ) Foi a primeira lei que regulamentou o exercício da profissão do nutricionista.
( ) A carteira de identidade profissional emitida pelo Conselho Federal de Nutricionistas é, para quaisquer efeitos, o instrumento hábil de identificação civil e de comprovação de habilitação profissional do nutricionista.
( ) Aos nutricionistas atribuem‐se também algumas atividades, desde que relacionadas com alimentação e nutrição humanas como: a participação em inspeções sanitárias relativas a alimentos e análises relativas ao processamento de produtos alimentícios industrializados.
( ) A fiscalização do exercício da profissão do nutricionista compete aos Conselhos Federal e Regionais de Nutricionistas, na forma da Lei nº 6583/1978, ressalvadas as atividades relacionadas ao ensino, adstritas à legislação educacional própria.
A sequência está correta em
1. Estocagem a frio (abaixo de 8°C).
2. Congelamento (abaixo de –10°C).
3. Pasteurização (60‐80°C).
4. Aumento da concentração.
5. Secagem.
( ) Cessa o crescimento de todos os micro‐organismos quando a atividade de água <0,60.
( ) Previne o crescimento de todos os micro‐organismos. ( ) Utiliza adição de açúcar para inativar o crescimento quando a atividade de água <0,70. ( ) Mata a maioria das bactérias não esporuladas, mofos e leveduras. ( ) Previne o crescimento de todos os micro‐organismos.
A sequência está correta em
( ) Fungos: são encontrados mais comumente em moluscos, frutas e vegetais crus.
( ) Bactérias: são encontradas em alimentos crus e processados: cereais, peixes e frutos do mar, vegetais, alimentos desidratados e alimentos crus de origem animal.
( ) Vírus: são associados à higiene precária e cultivo em áreas contaminadas com esgotos não tratados e refugos de animais e plantas.
( ) Protozoários: são encontrados em produtos estocados com alta umidade e temperatura.
A sequência está correta em
( ) A medida da altura do joelho está fortemente correlacionada à estatura e diminui pouco com a idade, portanto, o método é indicado como medida indireta para altura, principalmente para indivíduos idosos.
( ) O peso corporal pode ser estimado através da derivação matemática. Chumlea et al (1998) desenvolveram equações específicas para homens e mulheres baseando em: altura do joelho, circunferência da panturrilha, circunferência do braço e prega cutânea tricipital.
( ) A circunferência do braço pode servir como índice de reserva de gordura e de massa muscular.
( ) A parte mais estreita do abdômen (menor curvatura) é o local recomendado pela Organização Mundial da Saúde para medir a circunferência da cintura.
A sequência está correta em