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Q1114527 Português

Por que é importante educar para valores?

      O noticiário da semana traz informações tristes sobre as perspectivas da paz na Colômbia, os resultados das eleições para prefeito e, num cantinho, quase despercebida, uma nota sobre o referendo na Hungria a propósito da cota de imigrantes que a União Europeia estabeleceu para cada país-membro. A Hungria decidira, por 95% dos votos, não abrigar refugiados. Por sorte, dado o baixo comparecimento, o resultado do referendo não teve valor.

     A Hungria é um país com um sistema educacional expressivamente melhor que o nosso, posicionando-se em 39º lugar no Pisa, contra nossa desconfortável 58ª posição, embora com uma média inferior à da OCDE.

     Pensei, quando li, em como pode ser falacioso acharmos que basta oferecer educação de qualidade para tornarmos o indivíduo mais apto a vencer preconceitos e a se perceber como parte da grande “tribo” humana. Afinal, as identidades nacionais, nos séculos 19 e 20, se definiram num processo de “nós” contra os “outros”.

      A solidariedade e a compaixão seriam sentimentos reservados a nós, não aos outros. Vencer essa lógica é dificílimo, mesmo entre grupos étnicos no mesmo país, independentemente da aparente qualidade do sistema educacional vigente.

   Lembrei-me de outras ondas de refugiados, estes oriundos da Hungria: os judeus, especialmente em 1944, e os perseguidos políticos em 1956, depois de uma “primavera húngara” dizimada por tanques. Os refugiados húngaros foram recebidos em diversos países, inclusive no Brasil. E, agora, em transição demográfica acentuada, precisando de jovens para incorporar à sua envelhecida força de trabalho, não querem refugiados dos outros?

      A verdade é que não basta ter uma população com bom estudo ou até com nível superior. Há também que se formar para valores, nas famílias e nas escolas.

    Isso não quer dizer, no Brasil, acrescentar mais uma disciplina às já 13 que disputam as quatro horas de aula, no nosso sofrível ensino médio. Quer dizer que devemos ensinar os conteúdos de forma diferente, formando, como nos é proposto pelo recente documento aprovado pela ONU em 2015, “alunos como cidadãos globais”. Alunos comprometidos com os destinos do planeta, aptos a serem autônomos, mas também solidários, e não só com seus conterrâneos ou correligionários.

    Alunos persistentes, mas também abertos a novas experiências e a novos horizontes, que podem entender que o diferente não é ilegítimo, que o estrangeiro não é uma ameaça.

    Educar para valores em 2016 é não permitir nunca mais que crianças sírias naveguem sem rumo e que povos que agora não necessitem mais de ajuda fechem-lhes as portas, não importando quão melhores sejam seus sistemas de ensino.

(COSTIN, Cláudia. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/claudia-costin/2016/10/1820521-por-que-e-importante-educar-paravalores.shtml. Acesso em: 07/10/2016.)

Quanto aos trechos a seguir, assinale a alternativa cuja palavra indicada substitui adequadamente o termo destacado.
Alternativas
Q1114526 Português

Por que é importante educar para valores?

      O noticiário da semana traz informações tristes sobre as perspectivas da paz na Colômbia, os resultados das eleições para prefeito e, num cantinho, quase despercebida, uma nota sobre o referendo na Hungria a propósito da cota de imigrantes que a União Europeia estabeleceu para cada país-membro. A Hungria decidira, por 95% dos votos, não abrigar refugiados. Por sorte, dado o baixo comparecimento, o resultado do referendo não teve valor.

     A Hungria é um país com um sistema educacional expressivamente melhor que o nosso, posicionando-se em 39º lugar no Pisa, contra nossa desconfortável 58ª posição, embora com uma média inferior à da OCDE.

     Pensei, quando li, em como pode ser falacioso acharmos que basta oferecer educação de qualidade para tornarmos o indivíduo mais apto a vencer preconceitos e a se perceber como parte da grande “tribo” humana. Afinal, as identidades nacionais, nos séculos 19 e 20, se definiram num processo de “nós” contra os “outros”.

      A solidariedade e a compaixão seriam sentimentos reservados a nós, não aos outros. Vencer essa lógica é dificílimo, mesmo entre grupos étnicos no mesmo país, independentemente da aparente qualidade do sistema educacional vigente.

   Lembrei-me de outras ondas de refugiados, estes oriundos da Hungria: os judeus, especialmente em 1944, e os perseguidos políticos em 1956, depois de uma “primavera húngara” dizimada por tanques. Os refugiados húngaros foram recebidos em diversos países, inclusive no Brasil. E, agora, em transição demográfica acentuada, precisando de jovens para incorporar à sua envelhecida força de trabalho, não querem refugiados dos outros?

      A verdade é que não basta ter uma população com bom estudo ou até com nível superior. Há também que se formar para valores, nas famílias e nas escolas.

    Isso não quer dizer, no Brasil, acrescentar mais uma disciplina às já 13 que disputam as quatro horas de aula, no nosso sofrível ensino médio. Quer dizer que devemos ensinar os conteúdos de forma diferente, formando, como nos é proposto pelo recente documento aprovado pela ONU em 2015, “alunos como cidadãos globais”. Alunos comprometidos com os destinos do planeta, aptos a serem autônomos, mas também solidários, e não só com seus conterrâneos ou correligionários.

    Alunos persistentes, mas também abertos a novas experiências e a novos horizontes, que podem entender que o diferente não é ilegítimo, que o estrangeiro não é uma ameaça.

    Educar para valores em 2016 é não permitir nunca mais que crianças sírias naveguem sem rumo e que povos que agora não necessitem mais de ajuda fechem-lhes as portas, não importando quão melhores sejam seus sistemas de ensino.

(COSTIN, Cláudia. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/claudia-costin/2016/10/1820521-por-que-e-importante-educar-paravalores.shtml. Acesso em: 07/10/2016.)

De acordo com a função sintática dos termos ou trechos sublinhados, assinale a alternativa que DIFERE das demais.
Alternativas
Q1114525 Português

Por que é importante educar para valores?

      O noticiário da semana traz informações tristes sobre as perspectivas da paz na Colômbia, os resultados das eleições para prefeito e, num cantinho, quase despercebida, uma nota sobre o referendo na Hungria a propósito da cota de imigrantes que a União Europeia estabeleceu para cada país-membro. A Hungria decidira, por 95% dos votos, não abrigar refugiados. Por sorte, dado o baixo comparecimento, o resultado do referendo não teve valor.

     A Hungria é um país com um sistema educacional expressivamente melhor que o nosso, posicionando-se em 39º lugar no Pisa, contra nossa desconfortável 58ª posição, embora com uma média inferior à da OCDE.

     Pensei, quando li, em como pode ser falacioso acharmos que basta oferecer educação de qualidade para tornarmos o indivíduo mais apto a vencer preconceitos e a se perceber como parte da grande “tribo” humana. Afinal, as identidades nacionais, nos séculos 19 e 20, se definiram num processo de “nós” contra os “outros”.

      A solidariedade e a compaixão seriam sentimentos reservados a nós, não aos outros. Vencer essa lógica é dificílimo, mesmo entre grupos étnicos no mesmo país, independentemente da aparente qualidade do sistema educacional vigente.

   Lembrei-me de outras ondas de refugiados, estes oriundos da Hungria: os judeus, especialmente em 1944, e os perseguidos políticos em 1956, depois de uma “primavera húngara” dizimada por tanques. Os refugiados húngaros foram recebidos em diversos países, inclusive no Brasil. E, agora, em transição demográfica acentuada, precisando de jovens para incorporar à sua envelhecida força de trabalho, não querem refugiados dos outros?

      A verdade é que não basta ter uma população com bom estudo ou até com nível superior. Há também que se formar para valores, nas famílias e nas escolas.

    Isso não quer dizer, no Brasil, acrescentar mais uma disciplina às já 13 que disputam as quatro horas de aula, no nosso sofrível ensino médio. Quer dizer que devemos ensinar os conteúdos de forma diferente, formando, como nos é proposto pelo recente documento aprovado pela ONU em 2015, “alunos como cidadãos globais”. Alunos comprometidos com os destinos do planeta, aptos a serem autônomos, mas também solidários, e não só com seus conterrâneos ou correligionários.

    Alunos persistentes, mas também abertos a novas experiências e a novos horizontes, que podem entender que o diferente não é ilegítimo, que o estrangeiro não é uma ameaça.

    Educar para valores em 2016 é não permitir nunca mais que crianças sírias naveguem sem rumo e que povos que agora não necessitem mais de ajuda fechem-lhes as portas, não importando quão melhores sejam seus sistemas de ensino.

(COSTIN, Cláudia. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/claudia-costin/2016/10/1820521-por-que-e-importante-educar-paravalores.shtml. Acesso em: 07/10/2016.)

“A Hungria é um país com um sistema educacional expressivamente melhor que o nosso, posicionando-se em 39º lugar no Pisa, contra nossa desconfortável 58ª posição, embora com uma média inferior à da OCDE.” (2º§) O termo sublinhado anteriormente exprime ao trecho uma ideia de:
Alternativas
Q1114524 Português

Por que é importante educar para valores?

      O noticiário da semana traz informações tristes sobre as perspectivas da paz na Colômbia, os resultados das eleições para prefeito e, num cantinho, quase despercebida, uma nota sobre o referendo na Hungria a propósito da cota de imigrantes que a União Europeia estabeleceu para cada país-membro. A Hungria decidira, por 95% dos votos, não abrigar refugiados. Por sorte, dado o baixo comparecimento, o resultado do referendo não teve valor.

     A Hungria é um país com um sistema educacional expressivamente melhor que o nosso, posicionando-se em 39º lugar no Pisa, contra nossa desconfortável 58ª posição, embora com uma média inferior à da OCDE.

     Pensei, quando li, em como pode ser falacioso acharmos que basta oferecer educação de qualidade para tornarmos o indivíduo mais apto a vencer preconceitos e a se perceber como parte da grande “tribo” humana. Afinal, as identidades nacionais, nos séculos 19 e 20, se definiram num processo de “nós” contra os “outros”.

      A solidariedade e a compaixão seriam sentimentos reservados a nós, não aos outros. Vencer essa lógica é dificílimo, mesmo entre grupos étnicos no mesmo país, independentemente da aparente qualidade do sistema educacional vigente.

   Lembrei-me de outras ondas de refugiados, estes oriundos da Hungria: os judeus, especialmente em 1944, e os perseguidos políticos em 1956, depois de uma “primavera húngara” dizimada por tanques. Os refugiados húngaros foram recebidos em diversos países, inclusive no Brasil. E, agora, em transição demográfica acentuada, precisando de jovens para incorporar à sua envelhecida força de trabalho, não querem refugiados dos outros?

      A verdade é que não basta ter uma população com bom estudo ou até com nível superior. Há também que se formar para valores, nas famílias e nas escolas.

    Isso não quer dizer, no Brasil, acrescentar mais uma disciplina às já 13 que disputam as quatro horas de aula, no nosso sofrível ensino médio. Quer dizer que devemos ensinar os conteúdos de forma diferente, formando, como nos é proposto pelo recente documento aprovado pela ONU em 2015, “alunos como cidadãos globais”. Alunos comprometidos com os destinos do planeta, aptos a serem autônomos, mas também solidários, e não só com seus conterrâneos ou correligionários.

    Alunos persistentes, mas também abertos a novas experiências e a novos horizontes, que podem entender que o diferente não é ilegítimo, que o estrangeiro não é uma ameaça.

    Educar para valores em 2016 é não permitir nunca mais que crianças sírias naveguem sem rumo e que povos que agora não necessitem mais de ajuda fechem-lhes as portas, não importando quão melhores sejam seus sistemas de ensino.

(COSTIN, Cláudia. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/claudia-costin/2016/10/1820521-por-que-e-importante-educar-paravalores.shtml. Acesso em: 07/10/2016.)

“Alunos persistentes, mas também abertos a novas experiências e a novos horizontes, que podem entender que o diferente não é ilegítimo, que o estrangeiro não é uma ameaça.” (8º§) A expressão sublinhada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
Alternativas
Q1114523 Português

Por que é importante educar para valores?

      O noticiário da semana traz informações tristes sobre as perspectivas da paz na Colômbia, os resultados das eleições para prefeito e, num cantinho, quase despercebida, uma nota sobre o referendo na Hungria a propósito da cota de imigrantes que a União Europeia estabeleceu para cada país-membro. A Hungria decidira, por 95% dos votos, não abrigar refugiados. Por sorte, dado o baixo comparecimento, o resultado do referendo não teve valor.

     A Hungria é um país com um sistema educacional expressivamente melhor que o nosso, posicionando-se em 39º lugar no Pisa, contra nossa desconfortável 58ª posição, embora com uma média inferior à da OCDE.

     Pensei, quando li, em como pode ser falacioso acharmos que basta oferecer educação de qualidade para tornarmos o indivíduo mais apto a vencer preconceitos e a se perceber como parte da grande “tribo” humana. Afinal, as identidades nacionais, nos séculos 19 e 20, se definiram num processo de “nós” contra os “outros”.

      A solidariedade e a compaixão seriam sentimentos reservados a nós, não aos outros. Vencer essa lógica é dificílimo, mesmo entre grupos étnicos no mesmo país, independentemente da aparente qualidade do sistema educacional vigente.

   Lembrei-me de outras ondas de refugiados, estes oriundos da Hungria: os judeus, especialmente em 1944, e os perseguidos políticos em 1956, depois de uma “primavera húngara” dizimada por tanques. Os refugiados húngaros foram recebidos em diversos países, inclusive no Brasil. E, agora, em transição demográfica acentuada, precisando de jovens para incorporar à sua envelhecida força de trabalho, não querem refugiados dos outros?

      A verdade é que não basta ter uma população com bom estudo ou até com nível superior. Há também que se formar para valores, nas famílias e nas escolas.

    Isso não quer dizer, no Brasil, acrescentar mais uma disciplina às já 13 que disputam as quatro horas de aula, no nosso sofrível ensino médio. Quer dizer que devemos ensinar os conteúdos de forma diferente, formando, como nos é proposto pelo recente documento aprovado pela ONU em 2015, “alunos como cidadãos globais”. Alunos comprometidos com os destinos do planeta, aptos a serem autônomos, mas também solidários, e não só com seus conterrâneos ou correligionários.

    Alunos persistentes, mas também abertos a novas experiências e a novos horizontes, que podem entender que o diferente não é ilegítimo, que o estrangeiro não é uma ameaça.

    Educar para valores em 2016 é não permitir nunca mais que crianças sírias naveguem sem rumo e que povos que agora não necessitem mais de ajuda fechem-lhes as portas, não importando quão melhores sejam seus sistemas de ensino.

(COSTIN, Cláudia. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/claudia-costin/2016/10/1820521-por-que-e-importante-educar-paravalores.shtml. Acesso em: 07/10/2016.)

De acordo com as informações apresentadas no texto, assinale a alternativa que expressa a opinião da autora.
Alternativas
Q1114322 Pedagogia
As abordagens das teorias da aprendizagem são de fundamental importância para a formação docente, já que seus pressupostos exercem influência direta ou indireta nas discussões e ações pedagógicas que envolvem o ensino-aprendizagem nas escolas. Acerca dessas teorias, analise as afirmativas a seguir.
I. “A abordagem _____________________ analisa o processo de aprendizagem, desconsiderando os aspectos internos que ocorrem na mente do agente social, centrando-se no comportamento observável.” II. “A abordagem _____________________ propõe analisar a mente, o ato de conhecer; como o homem desenvolve seu conhecimento acerca do mundo, analisando os aspectos que intervêm no processo ‘estímulo/resposta’. Preocupa-se com o processo de compreensão, transformação, armazenamento e utilização das informações, que envolve-se no plano da cognição.” III. “A abordagem ____________________ prioriza como base fulcral da aprendizagem a autorrealização do aprendiz, havendo uma valorização tanto do aspecto cognitivo, quanto do motor e do afetivo. Para tal abordagem, o desenvolvimento do sujeito da aprendizagem deve se dar de forma integral.”
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as afirmativas anteriores.
Alternativas
Q1114321 Pedagogia
Sobre a formação dos profissionais da educação em conformidade com a Lei de Diretrizes e Bases, analise. I. A formação docente, exceto para a educação superior, incluirá prática de ensino de, no mínimo, trezentas horas. II. A preparação para o exercício do magistério superior far-se-á em somente programas de mestrado e/ou doutorado. III.A formação de profissionais de educação para administração, planejamento, inspeção, supervisão e orientação educacional para a educação básica será feita, preferencialmente, em cursos de graduação em pedagogia.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Q1114320 Pedagogia
A andragogia corresponde à ciência que estuda as melhores práticas para orientar adultos a aprender. O modelo andragógico baseia-se, entre outros, nos seguintes princípios, EXCETO: 
Alternativas
Q1114319 Pedagogia
De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA, considera-se ato infracional a conduta descrita como crime ou contravenção penal e são penalmente inimputáveis os menores de dezoito anos, sujeitos às medidas previstas nesta Lei. Entretanto, quando ocorre um ato infracional praticado, deve ser considerada a idade à data do fato, e sendo esta, ainda, considerada criança, NÃO corresponde a uma medida prevista no ECA, conforme Art. 101:
Alternativas
Q1114318 Pedagogia
“... Em fins do século XX e começo do século XXI, os projetos de trabalho foram adotados por diversas escolas com uma concepção que ‘[...] propõe a presença, na escola, dos temas emergentes, de um currículo integrado, de uma complexidade que abarque um enfoque globalizador, no qual a interdisciplinaridade se faça presente’.” (Oliveira, 2006, p. 10.)
Sobre o projeto de trabalho na escola, está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q1114317 Pedagogia
As pesquisas, conforme as abordagens metodológicas que englobam, são classificadas em dois grupos distintos: o quantitativo e o qualitativo. De acordo com o exposto, é uma característica da pesquisa quantitativa:
Alternativas
Q1114316 Pedagogia
Avaliar é um ato de decisão e julgamento que deve ser crítico e consciente, tanto do professor quando avalia, quanto do aluno quando realiza sua autoavaliação. Assim como a metodologia, a escolha pelos instrumentos de avaliação depende da concepção de ensino que o professor carrega no seu referencial. Hoffmann, (2005, p. 111-113) apresenta-nos a avaliação a partir de duas concepções de educação: na visão da Tendência Liberal e na visão da Tendência Libertadora. Considerando (1) Liberal e (2) Libertadora, analise os pressupostos a seguir e relacione-os corretamente a partir das duas tendências dadas.
( ) Ação individual e competitiva. ( ) Concepção investigativa e reflexiva. ( ) Concepção classificatória e sentensiva. ( ) Intenção de reprodução das classes sociais. ( ) Postura disciplinadora e diretiva do professor. ( ) Postura cooperativa entre os atores da ação educativa. ( ) Consciência crítica e responsável de todos sobre o cotidiano. ( ) Proposição de conscientização das desigualdades sociais e culturais.
A sequência está correta em
Alternativas
Q1114315 Pedagogia
Um dos propósitos de avaliação é informar o professor sobre o nível de conhecimento e habilidades de seus alunos, antes de iniciar o processo ensino-aprendizagem, para determinar o quanto progrediram depois de certo tempo. “Quando um professor assume uma classe de 3º ano do Ensino Fundamental, no início do período letivo, ele precisa fazer uma avaliação da turma, para verificar o que os alunos aprenderam ao longo dos anos anteriores, isto é, qual a bagagem cognitiva que eles estão levando para aquele ano. É muito frequente a existência de classes heterogêneas, em que o nível de conhecimento dos alunos varia, embora eles estejam na mesma série e na mesma classe. O professor precisa, antes de tudo, verificar se seus alunos dominam ou não os pré-requisitos necessários para as novas aprendizagens, isto é, se apresentam as habilidades e os conhecimentos prévios necessários. É através dessa avaliação inicial, que o professor vai determinar quais os conhecimentos e habilidades devem ser retomados, antes de introduzir os conteúdos específicos da atual série.” Considerando o exposto, a avaliação a ser aplicada nessa classe pelo professor é a:
Alternativas
Q1114314 Pedagogia
Distinguindo-se um pouco da perspectiva piagetiana e seguindo uma linha sociointeracionista, Vygotsky irá atribuir uma enorme importância ao papel da interação social no desenvolvimento do ser humano. Considerando a teoria de Vygotsky, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q1114313 Pedagogia
Muitas questões sociais poderiam ser eleitas como temas transversais para o trabalho escolar, uma vez que o que os norteia, a construção da cidadania e a democracia, são questões que envolvem múltiplos aspectos e diferentes dimensões da vida social. Então, de acordo com os PCNs, foram estabelecidos os seguintes critérios para defini-los e escolhê-los. São eles, EXCETO: 
Alternativas
Q1114311 Conhecimentos Gerais
“As primeiras transmissões radiofônicas no Brasil foram realizadas em 1922, durante os festejos do primeiro centenário da Independência. Na década de 40 surgiu a primeira rede nacional de radiofonia e com a popularização do rádio diversos artistas se transformaram em ídolos nacionais. Considerada uma das maiores intérpretes da música popular brasileira foi eleita, em 1953, a rainha do rádio. Um dos grandes sucessos interpretados por ela foi Chiquita Bacana, cantado nas marchinhas de carnaval até os dias atuais.” Trata-se de:
Alternativas
Q1114310 História
O cangaço tem suas origens históricas por volta do século XVIII; se constituiu num movimento social relacionado à questão fundiária do Nordeste e teve seu auge entre os anos de 1919 e 1927. São nomes relacionados ao Cangaço, EXCETO:
Alternativas
Q1114309 História
A Segunda Revolução Industrial trouxe para muitos a sensação de que a capacidade inventiva do ser humano não tinha limites. A todo momento uma nova descoberta científica ou tecnológica era anunciada. O entusiasmo foi tão grande que o período compreendido entre a segunda metade do século XIX e os primeiros anos do século XX ficou conhecido como:
Alternativas
Q1114305 Conhecimentos Gerais
Vários artistas deixaram registrados em suas obras aspectos dos lugares onde viveram ou que somente conheceram. “A pintura a seguir é de uma famosa artista brasileira, considerada uma das pioneiras do Modernismo no Brasil.” 
Imagem associada para resolução da questão

Trata-se da artista:
Alternativas
Q1114302 Pedagogia
De acordo com Libâneo, o termo “progressista” é usado para designar as tendências que, partindo de uma análise crítica das realidades sociais, sustentam implicitamente as finalidades sociopolíticas da educação. A pedagogia progressista tem se manifestado em três tendências: a libertadora, a libertária e a crítico-social dos conteúdos. Considerando os pressupostos da aprendizagem na tendência crítico-social dos conteúdos, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Respostas
17081: C
17082: A
17083: C
17084: A
17085: D
17086: A
17087: B
17088: B
17089: C
17090: D
17091: B
17092: A
17093: C
17094: B
17095: D
17096: A
17097: D
17098: A
17099: A
17100: C