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Q3825815 Libras
Assinale a opção em que é corretamente apresentado um dos parâmetros básicos da LIBRAS.
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Q3825814 Libras
Nos estudos linguísticos aplicados à LIBRAS, os conceitos de língua, linguagem, fala e sinal são específicos. Em relação a esses conceitos, assinale a opção correta.
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Q3825813 Libras
Em relação aos aspectos semânticos e gramaticais da LIBRAS, assinale a opção correta.
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Q3825812 Antropologia
Segundo a perspectiva socioantropológica,
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Q3825811 Libras
Assinale a opção correta em relação aos aspectos clínicos da surdez e sua implicação funcional. 
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Q3825810 Libras
Os debates históricos sobre a educação de surdos revelam disputas filosóficas e metodológicas que moldaram profundamente as políticas educacionais contemporâneas. No que se refere à trajetória histórica da área e sua implicação para a educação de surdos, assinale a opção correta.
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Q3825809 Pedagogia
De acordo com a Lei n.º 12.319/2010, compete ao tradutor e intérprete de LIBRAS
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Q3825808 Pedagogia
De acordo com o Decreto n.º 5.626/2005, que estabelece diretrizes para o atendimento educacional às pessoas surdas e com deficiência auditiva,
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Q3825807 Legislação Federal
De acordo com a Lei n.º 10.436/2002, a língua brasileira de sinais (LIBRAS)
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Q3825776 Sociologia
O conceito de racismo institucional, amplamente discutido na sociologia e em estudos sobre relações raciais, envolve as formas pelas quais instituições públicas e privadas produzem, reproduzem ou mantêm desigualdades raciais. Em relação a esse conceito, assinale a opção correta.
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Q3825775 Sociologia
Segundo a sociologia contemporânea, a cidadania é entendida como um processo historicamente construído, que envolve participação política, direitos sociais e formas de reconhecimento. Ao mesmo tempo, concepções éticas variam entre sociedades e influenciam tanto práticas institucionais quanto relações cotidianas. Com base nos debates sociológicos sobre ética pública, cidadania democrática e desigualdades, assinale a opção correta.
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Q3825774 Sociologia
A diversidade cultural e étnica manifesta-se em múltiplas formas de organização social e produção simbólica, ao mesmo tempo em que diferentes sociedades desenvolvem mecanismos de discriminação e hierarquização entre grupos. Considerando os debates sociológicos sobre diversidade étnico-cultural, preconceito e discriminação, assinale a opção correta.
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Q3825773 Pedagogia
Texto 15A2-II

        A influenciadora Fabiana Sobrinho compartilhou recentemente um vídeo em sua rede social, no qual expôs conversas com sua filha de 12 anos a respeito do trabalho formal regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). No vídeo, Fabiana pede para a menina repetir por que ela tem medo de “ser CLT” quando começar a trabalhar. “Andar de ônibus todo dia. Muita gente, chefe, pessoas mandando”, responde ela. Segundo a influenciadora, alguns jovens acham que “ser CLT” é ser pobre. O caso não é isolado. Nas redes sociais, há outros relatos de pessoas que já se depararam com crianças usando a sigla CLT para ofender. Segundo Fabiana Sobrinho, “vocês não têm noção da quantidade de crianças demonizando ser CLT. Vários alunos meus, 6.º, 7.º ano, demonizando ser CLT. Aí eu pergunto o que é CLT, eles dizem apenas que é trabalhar e receber pouco”.

        Em janeiro, o UOL publicou reportagem sobre os coaches mirins — crianças que aparecem nas redes sociais desdenhando da escola e ensinando supostos atalhos para enriquecer. “Para ser pobre, estude, faça uma boa faculdade e encontre um bom emprego. Agora, para ser rico, faça totalmente ao contrário”, dizia uma das crianças. Segundo especialistas, a ideia de prosperidade e qualidade de vida que é passada aos mais jovens está distorcida, já que reforça uma constante comparação social a partir de uma visão centrada no consumismo, meritocracia e plutocracia (poder do dinheiro).

C. Corsini. Crianças demonizam CLT: carteira assinada vira ofensa entre os jovens.
Internet: www.economia.uol.com.br (com adaptações).
Considerando o texto 15A2-II, assinale a opção em que é apresentado um princípio metodológico do ensino de sociologia, especialmente no que se refere ao uso de recursos didáticos, à análise crítica de fenômenos sociais e ao emprego de categorias conceituais na mediação pedagógica.
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Q3825772 Pedagogia
Texto 15A2-II

        A influenciadora Fabiana Sobrinho compartilhou recentemente um vídeo em sua rede social, no qual expôs conversas com sua filha de 12 anos a respeito do trabalho formal regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). No vídeo, Fabiana pede para a menina repetir por que ela tem medo de “ser CLT” quando começar a trabalhar. “Andar de ônibus todo dia. Muita gente, chefe, pessoas mandando”, responde ela. Segundo a influenciadora, alguns jovens acham que “ser CLT” é ser pobre. O caso não é isolado. Nas redes sociais, há outros relatos de pessoas que já se depararam com crianças usando a sigla CLT para ofender. Segundo Fabiana Sobrinho, “vocês não têm noção da quantidade de crianças demonizando ser CLT. Vários alunos meus, 6.º, 7.º ano, demonizando ser CLT. Aí eu pergunto o que é CLT, eles dizem apenas que é trabalhar e receber pouco”.

        Em janeiro, o UOL publicou reportagem sobre os coaches mirins — crianças que aparecem nas redes sociais desdenhando da escola e ensinando supostos atalhos para enriquecer. “Para ser pobre, estude, faça uma boa faculdade e encontre um bom emprego. Agora, para ser rico, faça totalmente ao contrário”, dizia uma das crianças. Segundo especialistas, a ideia de prosperidade e qualidade de vida que é passada aos mais jovens está distorcida, já que reforça uma constante comparação social a partir de uma visão centrada no consumismo, meritocracia e plutocracia (poder do dinheiro).

C. Corsini. Crianças demonizam CLT: carteira assinada vira ofensa entre os jovens.
Internet: www.economia.uol.com.br (com adaptações).
Tendo o texto 15A2-II como referência, assinale a opção em que é apresentada prática docente alinhada às competências da BNCC para o ensino de sociologia.
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Q3825771 Sociologia
Texto 15A2-II

        A influenciadora Fabiana Sobrinho compartilhou recentemente um vídeo em sua rede social, no qual expôs conversas com sua filha de 12 anos a respeito do trabalho formal regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). No vídeo, Fabiana pede para a menina repetir por que ela tem medo de “ser CLT” quando começar a trabalhar. “Andar de ônibus todo dia. Muita gente, chefe, pessoas mandando”, responde ela. Segundo a influenciadora, alguns jovens acham que “ser CLT” é ser pobre. O caso não é isolado. Nas redes sociais, há outros relatos de pessoas que já se depararam com crianças usando a sigla CLT para ofender. Segundo Fabiana Sobrinho, “vocês não têm noção da quantidade de crianças demonizando ser CLT. Vários alunos meus, 6.º, 7.º ano, demonizando ser CLT. Aí eu pergunto o que é CLT, eles dizem apenas que é trabalhar e receber pouco”.

        Em janeiro, o UOL publicou reportagem sobre os coaches mirins — crianças que aparecem nas redes sociais desdenhando da escola e ensinando supostos atalhos para enriquecer. “Para ser pobre, estude, faça uma boa faculdade e encontre um bom emprego. Agora, para ser rico, faça totalmente ao contrário”, dizia uma das crianças. Segundo especialistas, a ideia de prosperidade e qualidade de vida que é passada aos mais jovens está distorcida, já que reforça uma constante comparação social a partir de uma visão centrada no consumismo, meritocracia e plutocracia (poder do dinheiro).

C. Corsini. Crianças demonizam CLT: carteira assinada vira ofensa entre os jovens.
Internet: www.economia.uol.com.br (com adaptações).
Tendo o texto 15A2-II como referência, assinale a opção correta no que se refere às transformações contemporâneas do trabalho e ao denominado processo de “uberização”. 
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Q3825770 Sociologia
Texto 15A2-I

O psicólogo social norte-americano Jonathan Haidt estuda, há anos, o impacto do uso excessivo das redes sociais na saúde mental de crianças e adolescentes, um fenômeno que, segundo ele, causou uma epidemia de transtornos mentais nessa faixa etária: “Quando olhamos para os dados autorrelatados de adolescentes, temos dados muito bons nos Estados Unidos da América que remontam à década de 1970. Portanto, não vemos realmente altos ou baixos, nenhuma mudança real de 1990 a 2010, até 2011, não há sinal de mudança. E, então, de repente, os números começam a subir muito, muito rapidamente por volta de 2012, 2013. E isso acontece em muitos países ao mesmo tempo. Cada um de nós como pais quer dizer: ‘Não, você não pode ter uma conta no Instagram aos 11 anos’. Mas nossa filha diz: ‘Mas, pai, todo mundo na minha sala está no Instagram. Eu ficarei excluída’. E, então, a maioria de nós acaba cedendo. É um problema de ação coletiva. Estamos presos como indivíduos, mas, se agirmos juntos, podemos escapar. Os pais precisam mudar seu comportamento, mas a maioria de nós está enfrentando dificuldades, e se tantos de nós estão passando por isso e é tão difícil manter os filhos longe, talvez a culpa seja dos fabricantes de dispositivos, dos desenvolvedores de aplicativos e da total ausência de regulamentação até agora.”


Internet: <www.cnnbrasil.com.br (com adaptações).

Considerando o texto 15A2-I e as orientações da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o ensino de sociologia, é correto afirmar que, em sala de aula, o professor desse componente curricular deve
Alternativas
Q3825769 Sociologia
Texto 15A2-I

O psicólogo social norte-americano Jonathan Haidt estuda, há anos, o impacto do uso excessivo das redes sociais na saúde mental de crianças e adolescentes, um fenômeno que, segundo ele, causou uma epidemia de transtornos mentais nessa faixa etária: “Quando olhamos para os dados autorrelatados de adolescentes, temos dados muito bons nos Estados Unidos da América que remontam à década de 1970. Portanto, não vemos realmente altos ou baixos, nenhuma mudança real de 1990 a 2010, até 2011, não há sinal de mudança. E, então, de repente, os números começam a subir muito, muito rapidamente por volta de 2012, 2013. E isso acontece em muitos países ao mesmo tempo. Cada um de nós como pais quer dizer: ‘Não, você não pode ter uma conta no Instagram aos 11 anos’. Mas nossa filha diz: ‘Mas, pai, todo mundo na minha sala está no Instagram. Eu ficarei excluída’. E, então, a maioria de nós acaba cedendo. É um problema de ação coletiva. Estamos presos como indivíduos, mas, se agirmos juntos, podemos escapar. Os pais precisam mudar seu comportamento, mas a maioria de nós está enfrentando dificuldades, e se tantos de nós estão passando por isso e é tão difícil manter os filhos longe, talvez a culpa seja dos fabricantes de dispositivos, dos desenvolvedores de aplicativos e da total ausência de regulamentação até agora.”


Internet: <www.cnnbrasil.com.br (com adaptações).

Tendo como referência o texto 15A2-I, é correto afirmar, com relação à estratificação social, aos sentimentos de pertencimento e à noção weberiana de grupos de status, que
Alternativas
Q3825768 Sociologia
Texto 15A2-I

O psicólogo social norte-americano Jonathan Haidt estuda, há anos, o impacto do uso excessivo das redes sociais na saúde mental de crianças e adolescentes, um fenômeno que, segundo ele, causou uma epidemia de transtornos mentais nessa faixa etária: “Quando olhamos para os dados autorrelatados de adolescentes, temos dados muito bons nos Estados Unidos da América que remontam à década de 1970. Portanto, não vemos realmente altos ou baixos, nenhuma mudança real de 1990 a 2010, até 2011, não há sinal de mudança. E, então, de repente, os números começam a subir muito, muito rapidamente por volta de 2012, 2013. E isso acontece em muitos países ao mesmo tempo. Cada um de nós como pais quer dizer: ‘Não, você não pode ter uma conta no Instagram aos 11 anos’. Mas nossa filha diz: ‘Mas, pai, todo mundo na minha sala está no Instagram. Eu ficarei excluída’. E, então, a maioria de nós acaba cedendo. É um problema de ação coletiva. Estamos presos como indivíduos, mas, se agirmos juntos, podemos escapar. Os pais precisam mudar seu comportamento, mas a maioria de nós está enfrentando dificuldades, e se tantos de nós estão passando por isso e é tão difícil manter os filhos longe, talvez a culpa seja dos fabricantes de dispositivos, dos desenvolvedores de aplicativos e da total ausência de regulamentação até agora.”


Internet: <www.cnnbrasil.com.br (com adaptações).

Considerando o texto 15A2-I, assinale a opção correta no que se refere à cidadania e às fronteiras entre o público e o privado.
Alternativas
Q3825767 Sociologia
Texto 15A2-I

O psicólogo social norte-americano Jonathan Haidt estuda, há anos, o impacto do uso excessivo das redes sociais na saúde mental de crianças e adolescentes, um fenômeno que, segundo ele, causou uma epidemia de transtornos mentais nessa faixa etária: “Quando olhamos para os dados autorrelatados de adolescentes, temos dados muito bons nos Estados Unidos da América que remontam à década de 1970. Portanto, não vemos realmente altos ou baixos, nenhuma mudança real de 1990 a 2010, até 2011, não há sinal de mudança. E, então, de repente, os números começam a subir muito, muito rapidamente por volta de 2012, 2013. E isso acontece em muitos países ao mesmo tempo. Cada um de nós como pais quer dizer: ‘Não, você não pode ter uma conta no Instagram aos 11 anos’. Mas nossa filha diz: ‘Mas, pai, todo mundo na minha sala está no Instagram. Eu ficarei excluída’. E, então, a maioria de nós acaba cedendo. É um problema de ação coletiva. Estamos presos como indivíduos, mas, se agirmos juntos, podemos escapar. Os pais precisam mudar seu comportamento, mas a maioria de nós está enfrentando dificuldades, e se tantos de nós estão passando por isso e é tão difícil manter os filhos longe, talvez a culpa seja dos fabricantes de dispositivos, dos desenvolvedores de aplicativos e da total ausência de regulamentação até agora.”


Internet: <www.cnnbrasil.com.br (com adaptações).

Com base no texto 15A2-I, assinale a opção correta em relação aos meios de comunicação e à ideologia.
Alternativas
Q3825766 Sociologia
        George Ritzer desenvolveu uma metáfora vívida para expressar sua opinião a respeito das transformações que estão ocorrendo nas sociedades industriais. Ele argumenta que, apesar de algumas tendências voltadas à desburocratização terem, de fato, surgido, o que estamos testemunhando, de modo geral, é a McDonaldização da sociedade.
Anthony Giddens. Sociologia. Porto Alegre: ArtMed, 2007, p. 301 (com adaptações).

Assinale a opção correta em relação ao fenômeno sociológico mencionado no texto precedente.
Alternativas
Respostas
2461: A
2462: B
2463: B
2464: D
2465: C
2466: A
2467: C
2468: E
2469: A
2470: B
2471: C
2472: C
2473: D
2474: D
2475: E
2476: A
2477: B
2478: E
2479: E
2480: D