Questões de Concurso Para iv - ufg

Questões Discursivas

Foram encontradas 39.537 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4131724 Português
Leia o texto a seguir.

Quem fala

Está de malas prontas?
Aproveite bastante
Leia jornais; não ouça rádio de jeito nenhum
Tudo de bom
Não volte nunca

ALVIM, Francisco. Quem fala. In: HOLLANDA, Heloísa Buarque. 26 poetas hoje. 6. ed. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2007. p.18. 

O verso “Leia jornais; não ouça rádio de jeito nenhum” apresenta dois enunciados justapostos. Considerando o encadeamento sintático dessa construção, a relação estabelecida entre “Leia jornais” e “não ouça rádio de jeito nenhum”
Alternativas
Q4131723 Português
Leia o texto a seguir.
Q9.png (357×232)
PAULINO, Rosana. Pretuguês. Disponível em: https://www.rosanapaulino.com.br/blank-5. Acesso em: 1 dez. 2025.

A imagem apresenta a silhueta de uma pessoa negra emitindo formas gráficas estilizadas, acompanhada da palavra “PRETUGUÊS”, grafada em destaque. Considerando aspectos da gramática normativa e dos processos de formação de palavras, a construção lexical exibida na imagem caracteriza
Alternativas
Q4131722 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3


Em um cenário polarizado, no qual discussões fundamentais são reduzidas a disputas passionais comparáveis a torcidas de futebol, a ideia de independência segue um valor ético indispensável.

Não falo apenas da independência política ou econômica – as quais, cada qual a seu modo, possuem imenso valor –, mas daquela que se desdobra no campo do pensamento: a autonomia para refletir sem subordinação a consensos fáceis, para agir sem a necessidade de aprovação alheia.

A independência intelectual, essa condição tão rara quanto preciosa, me remete aos versos de Sérgio Sampaio em "Sinceramente", quando canta: "Não há nada mais bonito do que ser independente. E poder se conquistar, sair, chegar, assim, tão simplesmente. Não há nada mais tranquilo do que ser o que se sente. E poder amar, perder, chorar, depois ganhar, assim, tão livremente. Não há nada mais sozinho do que ser inteligente e poder cantarolar, errar, desafinar, assim, sinceramente".

É bonito bancar o que se é, ganhar, perder, mas ser fiel a si. Em "Minhas palavras estarão lá", a poeta feminista negra Audre Lorde também trouxe uma importante reflexão sobre independência, quando escreveu linhas memoráveis, que me fortalecem sempre que as leio: "Meus críticos sempre quiseram me ver sob uma determinada ótica. As pessoas fazem isso. É mais fácil lidar com um poeta, certamente com uma poeta negra, quando você a categoriza, limitando-a tanto que ela consegue preencher suas expectativas". E Lorde continua: "mas eu sempre senti que não posso ser categorizada, e esse sentimento tem sido tanto minha fraqueza quanto minha força. Tem sido minha fraqueza porque minha independência me custou o suporte de algumas pessoas. Mas, veja você, também tem sido minha força porque me dá o poder para seguir em frente".

Para mulheres negras em uma sociedade capitalista, racista e patriarcal, ser independente é um jogo de capoeira, um encontro entre a dança e a luta. Partindo de lugares vulneráveis economicamente, é preciso ginga para seguir, saber a hora de desviar do golpe, a hora de golpear, entender que o silêncio, muitas vezes, não é consenso, mas estratégia de sobrevivência. É uma dança que exige solitude, mas que projeta solidariedade, porque ao se libertar das amarras do pensamento hegemônico abre-se também espaço para que outros respirem."


RIBEIRO, Djamila. Independência ou morte: pensar de forma independente é recusar o mito da ordem e progresso. Folha de S. Paulo, 28 ago. 2025.
No trecho em que afirma que, para mulheres negras, ser independente é como “um jogo de capoeira”, o texto utiliza uma imagem que combina elementos de dança, luta, estratégia e movimento para representar a complexidade dessa experiência. Essa formulação constitui um procedimento que
Alternativas
Q4131721 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3


Em um cenário polarizado, no qual discussões fundamentais são reduzidas a disputas passionais comparáveis a torcidas de futebol, a ideia de independência segue um valor ético indispensável.

Não falo apenas da independência política ou econômica – as quais, cada qual a seu modo, possuem imenso valor –, mas daquela que se desdobra no campo do pensamento: a autonomia para refletir sem subordinação a consensos fáceis, para agir sem a necessidade de aprovação alheia.

A independência intelectual, essa condição tão rara quanto preciosa, me remete aos versos de Sérgio Sampaio em "Sinceramente", quando canta: "Não há nada mais bonito do que ser independente. E poder se conquistar, sair, chegar, assim, tão simplesmente. Não há nada mais tranquilo do que ser o que se sente. E poder amar, perder, chorar, depois ganhar, assim, tão livremente. Não há nada mais sozinho do que ser inteligente e poder cantarolar, errar, desafinar, assim, sinceramente".

É bonito bancar o que se é, ganhar, perder, mas ser fiel a si. Em "Minhas palavras estarão lá", a poeta feminista negra Audre Lorde também trouxe uma importante reflexão sobre independência, quando escreveu linhas memoráveis, que me fortalecem sempre que as leio: "Meus críticos sempre quiseram me ver sob uma determinada ótica. As pessoas fazem isso. É mais fácil lidar com um poeta, certamente com uma poeta negra, quando você a categoriza, limitando-a tanto que ela consegue preencher suas expectativas". E Lorde continua: "mas eu sempre senti que não posso ser categorizada, e esse sentimento tem sido tanto minha fraqueza quanto minha força. Tem sido minha fraqueza porque minha independência me custou o suporte de algumas pessoas. Mas, veja você, também tem sido minha força porque me dá o poder para seguir em frente".

Para mulheres negras em uma sociedade capitalista, racista e patriarcal, ser independente é um jogo de capoeira, um encontro entre a dança e a luta. Partindo de lugares vulneráveis economicamente, é preciso ginga para seguir, saber a hora de desviar do golpe, a hora de golpear, entender que o silêncio, muitas vezes, não é consenso, mas estratégia de sobrevivência. É uma dança que exige solitude, mas que projeta solidariedade, porque ao se libertar das amarras do pensamento hegemônico abre-se também espaço para que outros respirem."


RIBEIRO, Djamila. Independência ou morte: pensar de forma independente é recusar o mito da ordem e progresso. Folha de S. Paulo, 28 ago. 2025.
O texto trata de independência intelectual, incorporando conceitos, vozes de outros autores e imagens metafóricas ao longo de seu desenvolvimento. Considerando sua forma de organização, mostra-se predominante a sequência
Alternativas
Q4131720 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3


Em um cenário polarizado, no qual discussões fundamentais são reduzidas a disputas passionais comparáveis a torcidas de futebol, a ideia de independência segue um valor ético indispensável.

Não falo apenas da independência política ou econômica – as quais, cada qual a seu modo, possuem imenso valor –, mas daquela que se desdobra no campo do pensamento: a autonomia para refletir sem subordinação a consensos fáceis, para agir sem a necessidade de aprovação alheia.

A independência intelectual, essa condição tão rara quanto preciosa, me remete aos versos de Sérgio Sampaio em "Sinceramente", quando canta: "Não há nada mais bonito do que ser independente. E poder se conquistar, sair, chegar, assim, tão simplesmente. Não há nada mais tranquilo do que ser o que se sente. E poder amar, perder, chorar, depois ganhar, assim, tão livremente. Não há nada mais sozinho do que ser inteligente e poder cantarolar, errar, desafinar, assim, sinceramente".

É bonito bancar o que se é, ganhar, perder, mas ser fiel a si. Em "Minhas palavras estarão lá", a poeta feminista negra Audre Lorde também trouxe uma importante reflexão sobre independência, quando escreveu linhas memoráveis, que me fortalecem sempre que as leio: "Meus críticos sempre quiseram me ver sob uma determinada ótica. As pessoas fazem isso. É mais fácil lidar com um poeta, certamente com uma poeta negra, quando você a categoriza, limitando-a tanto que ela consegue preencher suas expectativas". E Lorde continua: "mas eu sempre senti que não posso ser categorizada, e esse sentimento tem sido tanto minha fraqueza quanto minha força. Tem sido minha fraqueza porque minha independência me custou o suporte de algumas pessoas. Mas, veja você, também tem sido minha força porque me dá o poder para seguir em frente".

Para mulheres negras em uma sociedade capitalista, racista e patriarcal, ser independente é um jogo de capoeira, um encontro entre a dança e a luta. Partindo de lugares vulneráveis economicamente, é preciso ginga para seguir, saber a hora de desviar do golpe, a hora de golpear, entender que o silêncio, muitas vezes, não é consenso, mas estratégia de sobrevivência. É uma dança que exige solitude, mas que projeta solidariedade, porque ao se libertar das amarras do pensamento hegemônico abre-se também espaço para que outros respirem."


RIBEIRO, Djamila. Independência ou morte: pensar de forma independente é recusar o mito da ordem e progresso. Folha de S. Paulo, 28 ago. 2025.
Ao articular reflexões sobre Sérgio Sampaio, Audre Lorde e a condição de mulheres negras, o texto constrói um percurso que preserva unidade temática. Essa organização contribui para a coerência textual porque
Alternativas
Q4131719 Português
Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2

Q4_5.png (352×233)

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2022/09/chargistas-fazemreleituras-de-pedro-americo.shtml. Acesso em: 28 nov. 2025.
A inscrição “Depois de Pedro Américo e Candido Portinari”, localizada no canto superior esquerdo da charge, indica que a cena apresentada deriva de composições artísticas já consolidadas. Esse uso integra um gênero que
Alternativas
Q4131718 Português
Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2

Q4_5.png (352×233)

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2022/09/chargistas-fazemreleituras-de-pedro-americo.shtml. Acesso em: 28 nov. 2025.
A charge apresenta uma cena que combina referências a obras consagradas sobre a independência e elementos adicionados pelo chargista. A articulação entre esses componentes orienta a interpretação do texto para 
Alternativas
Q4131717 Português
Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1 

A carne


A carne mais barata do mercado

É a carne negra

(Tá ligado que não é fácil, né, mano?)

Se liga aí

[...] 

Que vai de graça pro presídio

E para debaixo do plástico

E vai de graça pro subemprego

E pros hospitais psiquiátricos

[...]

Que fez e faz história

Segurando esse país no braço, meu irmão

O cabra que não se sente revoltado

Porque o revólver já está engatilhado

E o vingador eleito

Mas muito bem intencionado


JORGE, Seu; YUKA, Marcelo; CAPPELLETTI, Ulisses. A carne. Letra da canção. Disponível em: https://www.letras.mus.br/elza-soares/a-carne/. Acesso em: 28 maio 2025. [Adaptado]. 
No verso “Que fez e faz história” apresenta duas formas verbais em tempos diferentes relacionadas ao mesmo sujeito. Esse uso contribui para o sentido ao indicar
Alternativas
Q4131716 Português
Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1 

A carne


A carne mais barata do mercado

É a carne negra

(Tá ligado que não é fácil, né, mano?)

Se liga aí

[...] 

Que vai de graça pro presídio

E para debaixo do plástico

E vai de graça pro subemprego

E pros hospitais psiquiátricos

[...]

Que fez e faz história

Segurando esse país no braço, meu irmão

O cabra que não se sente revoltado

Porque o revólver já está engatilhado

E o vingador eleito

Mas muito bem intencionado


JORGE, Seu; YUKA, Marcelo; CAPPELLETTI, Ulisses. A carne. Letra da canção. Disponível em: https://www.letras.mus.br/elza-soares/a-carne/. Acesso em: 28 maio 2025. [Adaptado]. 
Em trechos da canção, ocorrem formas linguísticas que não seguem o padrão da variedade escrita formal, integrando escolhas de linguagem características do uso cotidiano. Esse emprego exemplifica variação
Alternativas
Q4131715 Português
Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1 

A carne


A carne mais barata do mercado

É a carne negra

(Tá ligado que não é fácil, né, mano?)

Se liga aí

[...] 

Que vai de graça pro presídio

E para debaixo do plástico

E vai de graça pro subemprego

E pros hospitais psiquiátricos

[...]

Que fez e faz história

Segurando esse país no braço, meu irmão

O cabra que não se sente revoltado

Porque o revólver já está engatilhado

E o vingador eleito

Mas muito bem intencionado


JORGE, Seu; YUKA, Marcelo; CAPPELLETTI, Ulisses. A carne. Letra da canção. Disponível em: https://www.letras.mus.br/elza-soares/a-carne/. Acesso em: 28 maio 2025. [Adaptado]. 
Na canção, o termo “carne” aparece associado a diferentes situações e ambientes, adquirindo valor expressivo no desenvolvimento do texto. Esse processo de construção de sentido constitui
Alternativas
Q4128534 Geografia
O papel do espaço em relação à sociedade tem sido frequentemente minimizado pela geografia. Recentemente, a geografia busca interpretar o espaço humano como fato histórico que ele é. Somente a história da sociedade mundial, aliada à sociedade local, pode servir como fundamento para a compreensão da realidade espacial e permitir sua transformação a serviço do homem. Afinal, a história se escreve no espaço, e não há sociedade aespacial. O espaço, em si, é social. A geografia, que procura um debate teórico da sociedade a partir de sua dimensão espacial, necessariamente trata de uma discussão de caráter
Alternativas
Q4128533 Sociologia
Os problemas emergentes de nossa sociedade contemporânea apontam para um desequilíbrio nas relações que os homens têm desenvolvido com a natureza. Igualmente, tem demonstrado como a concepção majoritária de natureza, como recurso, em nossa civilização, tem predominado. Nesse sentido, o comprometimento da ciência geográfica em abordar a temática ambiental com as discussões teóricas contemporâneas, implica um debate sobre
Alternativas
Q4128532 Geografia
As transformações na atividade agrícola no Brasil não foram consolidadas de forma homogênea. A região Centro-Oeste teve um acelerado crescimento do setor agrícola a partir das décadas de 1970 e 1980. Durante esse processo, as relações de produção do capital agrário criaram condições para transformar o arranjo espacial de determinadas regiões de Goiás. Dentre essas regiões, o destaca-se o município de Rio Verde, no sudoeste goiano, que sofreu transformações que estabeleceram novos sistemas de objetos e ações na cidade e no campo. Esses sistemas, conhecidos também como circuitos espaciais de produção e círculos de cooperação, foram intensificados na produção agropecuária pelo meio técnico-científico-informacional e controlados por atores hegemônicos do agronegócio. Esse processo gerou a formação do agronegócio da agroindústria
Alternativas
Q4128531 Geografia
No exercício da gestão ambiental, muitas vezes será necessário administrar conflitos. Isso acontece porque o meio ambiente está totalmente vinculado às questões sociais, econômicas e políticas. Os conflitos ambientais são, na verdade, conflitos socioambientais e, geralmente, ocorrem em situações
Alternativas
Q4128530 Geografia
Quando se fala sobre o processo de modernização da agricultura, a produção da agroindústria no campo e as mudanças na relação campo-cidade em Goiás, coloca-se em questão as categorias sociedade, espaço, tempo, território, que são indissociáveis. Isso não significa dizer que essas categorias são sinônimas, mas que estão em unidade constante para uma discussão com fundamentos teóricos para se pensar em outros territórios. No caso, o exercício das ações econômicas, as relações de poder da agroindústria e o papel do estado em Goiás foram fundamentais para uma significante mudança no processo de transformação no campo e na cidade. O que condiciona a transformação do território?
Alternativas
Q4128529 Meio Ambiente
O Programa Nacional de Capacitação de Gestores Ambientais leva em consideração o conceito de meio ambiente na percepção da relação homem-natureza. De acordo com essa concepção, o espaço é socialmente construído e sofre alterações à medida que o homem causa poluição e desigualdades sociais. Nessa perspectiva, uma teoria socioambiental segundo a qual meio ambiente e qualidade de vida caminham juntos determinando um pensamento lógico e único aponta para 
Alternativas
Q4128528 Geografia
Em face do planejamento territorial, a cartografia apresentase funcionalmente como ferramenta de apoio, permitindo, por seu intermédio, a espacialização de todo e qualquer tipo de informação geográfica. Dessa forma, é imprescindível o conhecimento dos aspectos básicos da cartografia, bem como os elementos envolvidos na elaboração de mapas. Modernamente, a cartografia pode ser dividida em dois grandes grupos de atividades: 
Alternativas
Q4128527 Geografia
No contexto brasileiro, uma região metropolitana é uma unidade territorial legalizada, instituída pelos estados, composta por diferentes cidades que se aglutinam em torno de uma grande cidade, formando uma estrutura territorial complexa caracterizada pela concentração de população e atividades econômicas, que geram oferta e demanda de bens e serviços, motivadas por decisões estratégicas que resultam nesse agrupamento de cidades. As cidades e suas interações organizam o espaço geográfico produzindo ou não bem-estar para sua população. A compreensão da organização territorial de regiões metropolitanas não se esgota pela interpretação da metrópole ou da grande cidade, mas de todas as cidades envolvidas e funcionalmente integradas, conhecidas como rede
Alternativas
Q4128526 Geografia
O georreferenciamento realizado no território da comunidade Kalunga, na região nordeste de Goiás, explora de forma abrangente a importância das geotecnologias para territórios quilombolas, com foco específico nesse grupo, que é um dos maiores e mais significativos do Brasil. Esse estudo destaca como o georreferenciamento desempenha um papel essencial na garantia dos direitos territoriais, na preservação do patrimônio cultural e na promoção do desenvolvimento socioeconômico dessas comunidades tradicionais. Inicialmente, aborda-se a relevância do georreferenciamento para delimitar e registrar com precisão os territórios quilombolas, utilizando tecnologias modernas de mapeamento, que fortalecem o reconhecimento legal e a proteção contra ameaças externas. Esse é um exemplo prático da aplicação do conceito cartográfico com recursos tecnológicos de
Alternativas
Q4128525 Geografia
Quando são observadas as novas territorialidades em redes de transportes, energia e comunicação, é possível nos posicionar sobre uma base territorial, ou seja, a respeito da categoria território como uma importante análise, identificando territórios toda vez que uma coletividade humana se apropria de um lugar e passa a estabelecer relações de posse e domínio. Essa concepção considera que um território é apropriação e estabelece relações de poder em seu interior. Também sugere que um território é mais definido pelas relações do que pela apropriação concreta de um determinado lugar. Os territórios são relações de poder que se materializam no espaço social. É a materialidade do território que influencia as novas territorialidades em redes, que são concebidas por 
Alternativas
Respostas
1221: B
1222: A
1223: A
1224: D
1225: B
1226: A
1227: C
1228: D
1229: C
1230: A
1231: A
1232: C
1233: B
1234: A
1235: C
1236: D
1237: C
1238: D
1239: B
1240: A